Não me leve a mal, mas mesmo com 150 minutos de filme, nos 10 primeiros já soa previsível todo o desfecho da trama… impossível se surpreender com as relações do longa. É divertido, mas esquecível.
Assistir foi quase um filme de terror, mas o que mais assusta é saber que isso é algo corriqueiro e, muitas vezes, normalizado. De embrulhar o estômago. É irreversível assistir este.
Acho incrível as nuances dos conflitos, é tudo tão caótico que se torna cômico. Infelizmente o desenvolvimento do filme é muito lento, têm bons momentos, mas talvez se encaixaria melhor em um curta-metragem. Lynne é espetacular em retratar maternidade, sou fã.
Gosto de como o filme é ambicioso, tem uma trama muito bem escrita, mas infelizmente acaba caindo em um mar de momentos enrolados, que não levam a lugar nenhum, é até confuso e desinteressantes em alguns momentos. Direção impecável, mas infelizmente não se sustenta só por isso.
Poxa, o que deu errado aqui? Talvez Linklater tenha se atropelado nesse, com um roteiro que come qualquer emoção que a história tem pra oferecer. Mesmo com um enredo interessante (não me arrisco dizer pra nós, mas talvez para os Americanos), é difícil sentir qualquer comoção pelos personagens, e por mais que acho monótono dizer que uma obra é "simplesmente chata", aqui vou precisar resumir a isso.
Difícil digerir esse final. Confesso que é complexo achar palavras pra descrever o que foi a experiência de assistir esse filme. Em certos momentos dei gargalhada, e outros fiquei assustado, quase um misto de sentimentos. Impossível não se impressionar com a direção do Panahi, é pontual e caminha junto com o roteiro grandioso. Ao todo, é uma boa obra, colocando holofotes em um pais marcado por questões.
Angustiante e desesperador. Uma direção completamente fora de controle, mas… pelo lado bom. Tudo aqui está no lugar certo, com boas escolhas de como fazer essa história se perder dentro da nossa cabeça. Os personagens em prontidão em serem irritantes, repugnantes (inclusive o “buraco” que se torna uma ponte chave entre enredos). Me pergunto se não é exagerado (principalmente pela cena da sonda), porém indo mais fundo, será que não é isso que faz o filme grandioso? Um senso de realidade pontual? Bom, talvez sim.
Completamente fascinado e deslumbrado com esse. Gosto da riqueza dos detalhes que Joachim consegue transmitir em uma sequência de tempo, os detalhes desfocados, as sombras do paisagismo, os reflexos nas janelas. Os interlúdios são fascinantes. É uma bela obra.
Guillhermo na sua forma mais genérica possível. Acredito que o filme oscila em pontos altos e baixos. O que mais surpreende por ter um gosto agridoce é o roteiro, bom em alguns momentos, maçante em outros. Ao todo, é mediano.
Na segunda tentativa de assistir “Sinners” algo me chamou atenção: se você for paciente e esperar por 1h, o filme começa a caminhar para algo a grandioso. A direção confusa atrapalha boa parte da experiência, em conjunto com a escolha das formas de linguagem do filme, além disso, é triste ver a maior parte do elenco feminino só servir para retratar os prazeres dos homens.
Porém, grata surpresa com a personagem de Wunmi Mosaku, que leva o filme para algo poderoso, bem escrita e carregada de detalhes, ao contrário do protagonista, que almeja ser herói, mas acaba ficando no raso.
Saindo tocado desse, completamente apaixonado por cada detalhe. Incrível saber que o ponto mais alto do filme (estou falando, claro, da direção de fotografia) foi assinado por um brasileiro. Além disso, Edgerton consegue se expressar em cada olhar, toque e inocência possível. Uma grata surpresa.
Honestamente, o filme consegue ser explicitamente ruim, não simplesmente pela montagem preguiçosa e com excesso de cross fade, mas também por ser péssimo na proposta do musical.
A primeira parte é completamente tendenciosa, e é vergonhoso retratar pautas tão sensíveis com músicas estúpidas. O que realmente salva nesse filme é Karla, que se enfiou em uma produção grotesca, com uma direção fraca e um roteiro tão ruim que dói.
Finalizo pensando: É bem triste ver um filme tão grande ser tão preguiçoso em um design de produção.
Um retrato cruel que abre debate sobre questões sociais que vivemos até hoje. Há tantas camadas a ser comentadas, mas uma das que mais me chamou a atenção foi que é impossível assistir sem lembrar da obra pictórica de Pedro Weingartner
Há tempos não assistia um filme tão intenso e repleto de tensão, tudo conduzido com maestria e aperfeiçoado com a atuação de Cate. Me recordou sentimentos de quando assisti "A Professora de Piano" pela primeira vez.
O trabalho de direção e da fotografia aqui foram espetacular, confesso que é o grande primor do filme. Fiquei meses com ele na cabeça, principalmente por se destacar nos longas de terror dos últimos anos.
Reassistindo 10 anos depois e continua sendo um clássico do horror. Acho interessante como estamos acostumado com um enredo na velocidade 2x, com tudo acontecendo ao mesmo tempo, e em "O Bebê de Rosemary", o que prende é justamente o terror atmosférico, a história se destrinchando sem perder o ritmo. Acho a dualidade do cômico x trágico um dos pontos fortes do filme, sem contar a trilha extremamente marcante. É atemporal.
Algo nesse filme me incomodou muito, mas ainda estou pensando sobre. Talvez o fato de um enredo tão forte sobre feminilidade girar em torno de um homem. Bom, divertido e leve de assistir, mas... intrigante.
Olha, desde Freak Show esquecendo que AHS existe, decidi assistir a esta temporada e..., por incrível que pareça, me surpreendi. Não esperava gostar do enredo, mas acredito que seja pela mera semelhança com um dos meus filmes favoritos: "Rosemary's Baby". Achei a citação do filme majestosa, e um tanto quanto peculiar. A série tem um roteiro confuso que, quase não se explica, e, quando precisa desenrolar, é corrido. Me assusta aquele ser o episódio final, mas, ao todo, senti que vale a pena.
Incrível como Wong consegue conduzir o filme de uma forma não pejorativa, igual assistimos em outros longas com a mesma temática. De alguma forma, fui surpreendido com a história marcante da trama.
F1: O Filme
3.7 452 Assista AgoraNão me leve a mal, mas mesmo com 150 minutos de filme, nos 10 primeiros já soa previsível todo o desfecho da trama… impossível se surpreender com as relações do longa.
É divertido, mas esquecível.
A Vizinha Perfeita
3.5 212 Assista AgoraAssistir foi quase um filme de terror, mas o que mais assusta é saber que isso é algo corriqueiro e, muitas vezes, normalizado. De embrulhar o estômago. É irreversível assistir este.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 486 Assista AgoraMelodrama puro.
Impossível não sair tocado desse. Têm pontos altos que beiram um suspense, e cenas tão delicadas que são capazes de tirar o fôlego.
Morra, Amor
3.1 193 Assista AgoraAcho incrível as nuances dos conflitos, é tudo tão caótico que se torna cômico. Infelizmente o desenvolvimento do filme é muito lento, têm bons momentos, mas talvez se encaixaria melhor em um curta-metragem. Lynne é espetacular em retratar maternidade, sou fã.
A Única Saída
3.7 159 Assista AgoraGosto de como o filme é ambicioso, tem uma trama muito bem escrita, mas infelizmente acaba caindo em um mar de momentos enrolados, que não levam a lugar nenhum, é até confuso e desinteressantes em alguns momentos.
Direção impecável, mas infelizmente não se sustenta só por isso.
Blue Moon: Música e Solidão
3.0 92 Assista AgoraPoxa, o que deu errado aqui?
Talvez Linklater tenha se atropelado nesse, com um roteiro que come qualquer emoção que a história tem pra oferecer. Mesmo com um enredo interessante (não me arrisco dizer pra nós, mas talvez para os Americanos), é difícil sentir qualquer comoção pelos personagens, e por mais que acho monótono dizer que uma obra é "simplesmente chata", aqui vou precisar resumir a isso.
Foi Apenas um Acidente
3.8 204 Assista AgoraDifícil digerir esse final.
Confesso que é complexo achar palavras pra descrever o que foi a experiência de assistir esse filme. Em certos momentos dei gargalhada, e outros fiquei assustado, quase um misto de sentimentos. Impossível não se impressionar com a direção do Panahi, é pontual e caminha junto com o roteiro grandioso.
Ao todo, é uma boa obra, colocando holofotes em um pais marcado por questões.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 205 Assista AgoraAngustiante e desesperador.
Uma direção completamente fora de controle, mas… pelo lado bom. Tudo aqui está no lugar certo, com boas escolhas de como fazer essa história se perder dentro da nossa cabeça.
Os personagens em prontidão em serem irritantes, repugnantes (inclusive o “buraco” que se torna uma ponte chave entre enredos).
Me pergunto se não é exagerado (principalmente pela cena da sonda), porém indo mais fundo, será que não é isso que faz o filme grandioso? Um senso de realidade pontual?
Bom, talvez sim.
Valor Sentimental
3.9 403 Assista AgoraCompletamente fascinado e deslumbrado com esse. Gosto da riqueza dos detalhes que Joachim consegue transmitir em uma sequência de tempo, os detalhes desfocados, as sombras do paisagismo, os reflexos nas janelas. Os interlúdios são fascinantes.
É uma bela obra.
Frankenstein
3.7 617 Assista AgoraGuillhermo na sua forma mais genérica possível. Acredito que o filme oscila em pontos altos e baixos. O que mais surpreende por ter um gosto agridoce é o roteiro, bom em alguns momentos, maçante em outros.
Ao todo, é mediano.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraNa segunda tentativa de assistir “Sinners” algo me chamou atenção: se você for paciente e esperar por 1h, o filme começa a caminhar para algo a grandioso. A direção confusa atrapalha boa parte da experiência, em conjunto com a escolha das formas de linguagem do filme, além disso, é triste ver a maior parte do elenco feminino só servir para retratar os prazeres dos homens.
Porém, grata surpresa com a personagem de Wunmi Mosaku, que leva o filme para algo poderoso, bem escrita e carregada de detalhes, ao contrário do protagonista, que almeja ser herói, mas acaba ficando no raso.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 355 Assista AgoraNão sou grande fã da saga, mas foi um deleite ver a relação entre eles e a grande mãe, deslumbrante visualmente, sensível o suficiente.
Sonhos de Trem
3.7 363 Assista AgoraSaindo tocado desse, completamente apaixonado por cada detalhe. Incrível saber que o ponto mais alto do filme (estou falando, claro, da direção de fotografia) foi assinado por um brasileiro.
Além disso, Edgerton consegue se expressar em cada olhar, toque e inocência possível.
Uma grata surpresa.
Emilia Pérez
2.4 484 Assista AgoraHonestamente, o filme consegue ser explicitamente ruim, não simplesmente pela montagem preguiçosa e com excesso de cross fade, mas também por ser péssimo na proposta do musical.
A primeira parte é completamente tendenciosa, e é vergonhoso retratar pautas tão sensíveis com músicas estúpidas. O que realmente salva nesse filme é Karla, que se enfiou em uma produção grotesca, com uma direção fraca e um roteiro tão ruim que dói.
Finalizo pensando: É bem triste ver um filme tão grande ser tão preguiçoso em um design de produção.
Pontos fortes: Karla
Pontos ruins: Todos
A Garota da Agulha
4.0 299 Assista AgoraUm retrato cruel que abre debate sobre questões sociais que vivemos até hoje. Há tantas camadas a ser comentadas, mas uma das que mais me chamou a atenção foi que é impossível assistir sem lembrar da obra pictórica de Pedro Weingartner
[/spoiler]
"A fazedora de anjos"
[spoiler]
Intragável, principalmente por sua cena final.
Nosferatu
3.6 950 Assista Agorao "oi sumido" daquela época.
Tár
3.7 424Há tempos não assistia um filme tão intenso e repleto de tensão, tudo conduzido com maestria e aperfeiçoado com a atuação de Cate. Me recordou sentimentos de quando assisti "A Professora de Piano" pela primeira vez.
Sorria
3.1 965O trabalho de direção e da fotografia aqui foram espetacular, confesso que é o grande primor do filme. Fiquei meses com ele na cabeça, principalmente por se destacar nos longas de terror dos últimos anos.
Às Vezes Quero Sumir
3.5 73"it's hard isn't it? being a person."
O Bebê de Rosemary
3.9 2,0KReassistindo 10 anos depois e continua sendo um clássico do horror.
Acho interessante como estamos acostumado com um enredo na velocidade 2x, com tudo acontecendo ao mesmo tempo, e em "O Bebê de Rosemary", o que prende é justamente o terror atmosférico, a história se destrinchando sem perder o ritmo. Acho a dualidade do cômico x trágico um dos pontos fortes do filme, sem contar a trilha extremamente marcante.
É atemporal.
Mulheres do Século XX
4.0 426 Assista AgoraAlgo nesse filme me incomodou muito, mas ainda estou pensando sobre. Talvez o fato de um enredo tão forte sobre feminilidade girar em torno de um homem. Bom, divertido e leve de assistir, mas... intrigante.
American Horror Story: Delicate (12ª Temporada)
2.5 106Olha, desde Freak Show esquecendo que AHS existe, decidi assistir a esta temporada e..., por incrível que pareça, me surpreendi. Não esperava gostar do enredo, mas acredito que seja pela mera semelhança com um dos meus filmes favoritos: "Rosemary's Baby". Achei a citação do filme majestosa, e um tanto quanto peculiar.
A série tem um roteiro confuso que, quase não se explica, e, quando precisa desenrolar, é corrido. Me assusta aquele ser o episódio final, mas, ao todo, senti que vale a pena.
Felizes Juntos
4.2 275 Assista AgoraIncrível como Wong consegue conduzir o filme de uma forma não pejorativa, igual assistimos em outros longas com a mesma temática. De alguma forma, fui surpreendido com a história marcante da trama.
Não Se Preocupe, Querida
3.3 643 Assista AgoraFlorence Pugh carrega o filme nas costas. Bom, mas faltou algo.