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50 years João Pessoa - (BRA)
Usuária desde Agosto de 2018
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Taurina, nascida na Primavera de Paris em uma cidade invernal na Paraíba.
Desde cedo me expus a horas e horas de TV, o que terminou facilitando o gosto pela telona e pipoca com guaraná também.
Com 50 anos, não tenho mais paciência para ver todo tipo de filme e só assisto a séries em ritmo de maratona em DVD.
Please be "gente"!

Últimas opiniões enviadas

  • Sheyla Barreto

    Para aqueles que gostam de 'whodunits' o filme de Juan Carlos Medina não agradará tanto, pois o olhar treinado em coletar pequenos gestos e palavras ditas displicentemente logo apontará o autor dos crimes no bairro de Limehouse da Londres do final do século XIX (e toda a atmosfera vitoriana).
    De fato, a direção não foi feliz ao transportar para o cinema a narrativa originalmente escrita pelo aclamado escritor inglês Peter Ackroyd (Dan Leno and the Limehouse Golem), seja porque abusa de clichês e flashbacks na vã tentativa de enganar os espectadores, seja porque deixa vários fios soltos ao longo da trama, que, muitas vezes, se arrasta sem a menor necessidade.
    Temas ricos como homossexualidade na Polícia, abuso sexual, transformismo, dominação sexual, teatro de vaudeville ou burlesco, a figura mística judaica do homúnculo, além da desigualdade social mal são pincelados.
    Bill Nighy, de "Love, actually", "Piratas do Caribe" e dublador em "Rango", no papel do Detetive Kildare, responsável pela investigação dos crimes do serial killer autodenominado de Golem, e Olivia Cooke, da série Bates motel, na pele da mulher suspeita de assassinato por envenenamento do próprio marido, encarnam muito bem seus personagens, porém, não chegam a salvar a história que mescla fatos à ficção.

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  • Sheyla Barreto

    Um filme sobre o amor. Amor a alguém, sem importar o sexo e o gênero, à família, a uma arte - de fazer bolos e cookies, à memória dos bons momentos, à cidade em que se vive o amor, amor ao amor, enfim.
    A narrativa parece lenta, mas os temas abordados (sexualidade, tradição religiosa, desigualdade de gêneros, traição, vida dupla, clash de culturas) são águas profundas. Exigem atenção e cautela o tempo todo do espectador, que mais parece um cliente espiando pelo buraco da porta do café para dentro da cozinha, onde a ação se desenrola.
    Se é verdade que se seduz alguém pelo paladar ou estômago, a história de Thomas, o confeiteiro alemão, atrai pelos olhos, os quais não desgrudam da tela. Somos massa nas mãos dos personagens e o final aberto, antes de ser frustrante ou inverossímil, é um convite à discussão em torno de uma boa mesa. Com nossos amores, de preferência.

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  • Sheyla Barreto

    Filme morno, para ser generosa.
    A maquiagem de Travolta o deixou travado na maior parte das cenas.
    Um verdadeiro desperdício de talentos, apesar de o tema da Máfia (Cosa Nostra) ser sempre cativante.
    O roteiro matou o enredo e a direção se encarregou de sepultar o filme.

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