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50 years João Pessoa - (BRA)
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Louca por bons filmes e música, sobretudo o pop rock internacional.
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Últimas opiniões enviadas

  • Sheyla Barreto Braga

    A mais subestimada animação da Disney, em minha opinião.
    Apesar de contar com quase 22 anos de lançamento, os diálogos afiadíssimos, cheios de intertextualidades, e de um sarcasmo à toda prova, mantêm-se extremamente atuais. (Recomendo, a despeito da tradução cuidadosa, assistir ao filme [em 2D!] em inglês, sorvendo cada gota da dublagem original de James Woods no papel de Hades, a grande personagem.)
    Com todo respeito à diferença de entendimento, o par romântico de Hércules, Mégara, ou Meg, não tem nada de particularmente especial, antes caindo bem na vala comum da mulher-isca que se arrepende de trair o enamorado no último momento.
    Os extras podem funcionar como boa opção para esclarecer pontos da mitologia grega propositadamente embaralhados para dar melhor liga a essa espécie de coming-of-age de um herói (semideus) que precisa aprender sobre a força do coração como motor do mundo e sobre o infinito valor da mortalidade. Sim, não de ser imortal, algo dado por nascença, mas de viver a vida na Terra de forma plena e concreta, via trabalho (Há brevíssima alusões a alguns dos 12 trabalhos de Hércules).
    Destaque especial vai para a música "Go the distance", bastante edificante e motivacional, o coro gospel em substituição ao clássico canto grego, as referências à Big Apple (Tebas, espelho de Nova York e suas idiossincrasias, é a Big Olive, of course), e a crítica aberta ao merchandising em que se transformam até mesmo os puros de coração como Hércules.
    Definitivamente, não é uma animação para crianças ou malversados em História Antiga, Cinema e Música, por causa da quantidade de símbolos, paródias, tiradas e remissões à Arte, Arquitetura, Economia, Mitologia e História das Religiões.

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  • Sheyla Barreto Braga

    Bastante ilustrativo da recorrente sensação de montanha russa ou eletrocardiograma de sentimentos que costumam acompanhar ou caracterizar relações amorosas disfuncionais.
    Marie-Antoinette (Tony), advogada interpretada pela ótima Emanuelle Bercot, simplesmente não consegue deixar de lado a paixão irrefreada por Giorgio (Vincent Cassell), dono de um restaurante e de uma vida desregrada, mesmo a despeito de todos os sinais de que a relação entrou em coma (abandono, abuso de drogas ilícitas, falência, traição) e deu lugar a uma codependência afetiva, emocional e sexual.
    No fundo, o enredo se apresenta como uma convincente crônica sobre os altos e baixos, as idas e vindas e os avanços e retrocessos de vidas que se cruzam e não mais se desligam, também porque somos todos feitos de uma matéria chamada incoerência, em que a razão quase sempre sucumbe à emoção.
    Um pouco longo ou óbvio demais em certas situações (a jovem diretora poderia ter optado por menos brigas entre o casal, que só mostram mais do mesmo), o filme tem o grande mérito de jogar na cara o quão abusivos, lenientes e permissivos conosco podemos ser quando nos envolvemos nos torvelinhos do amor.

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  • Sheyla Barreto Braga

    A história na História.
    Marc Dugain, romancista nascido no Senegal, dirige o filme baseado no livro homônimo de Chantal Thomas com bastante maestria para alguém que entrou tardiamente na cinegrafia e também por causa disso tem muito chão para cobrir.
    O filme não cheira a um folhetim e nem parece aquelas produções feitas para televisão.
    A participação de Lambert Wilson é o ponto alto da trama que mostra o quão cruel sob o ponto de vista da absoluta falta de autonomia da vontade podia ser a vida de crianças nobres em face dos negócios e razões de Estado.
    Definitivamente, o amor tal qual o idealizamos desde o Romantismo passa bem longe das alianças encetadas no âmbito das poderosas famílias reais europeias do século XVI.

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