Minha personagem favorita nessa série: Alícia. Achei genial criar uma personagem grávida, cheia de hormônios e sádica! Tirou a mulher grávida daquele lugar de objeto , à margem da sociedade. Alicia fala por si, tem atitude e poder! Personagem única!
É uma série bonita : cenário no Rio de Janeiro, fotografia, Bossa nova, feminismo branco vs feminismo negro. Por enquanto só pincelada. Acho que seria interessante se aprofundassem mais na problemática de cada personagem. Tem potência para ser uma puta série! Me lembra um pouco "as telefonistas"
Quando a Frankie convida a Grace para um retiro naturalista, Grace passa a odiar o lugar justamente porque não é o estilo dela. Há um momento crucial na narrativa que é quando a Grace, sob o efeito do álcool ,vê uma aparição de uma amiga que morreu e essa amiga pergunta a ela "qual é a melhor parte dela". A amiga responde que a melhor parte dela é a Frankie. A partir daí a Grace fica muito reflexiva com essa mensagem.
Realmente, a melhor parte dela é a Frankie. Foi a Frankie que ajudou a Grace a quebrar certas barreiras, a desconstruir preconceitos. A amizade delas foi construída naquela casa de praia que elas tinham em comum quando eram casadas com seus maridos. Elas são uma a família da outra. Uma participa da vida da outra em qualquer decisão. Será que a mensagem que a Grace recebeu abre margem para um relacionamento lésbico entre elas? não sei, não sei qual o rumo a série vai levar.
Mas nessa temporada mostrou que toda escolha que a gente faz há perda.
e é nessas escolhas é que a amizade entre ela está em jogo. Grace sabe que se casar com o bonitão rico (esqueci o nome dele), ela vai perder a Frankie. Não vai ser a mesma coisa a amizade delas. Então, Grace se encontra em um grande dilema.
Esse filme foi um soco no estômago. Cada cena, cada close, cada gesto, um arrepio. A Joan é como uma das personagens de Clarice Lispector: cheias de complexidade, mistério, parecem frágeis, mas esconde uma força feminina que é de arrepiar. A Glenn soube conduzir bem as cenas do olhar, os gestos de silêncio e fazer a gente sentir o aprisionamento do qual ela se encontrava durante toda aquela cerimônia e farsa que ela vivia. Joan abriu mão da paixão por escrever para se dedicar integralmente ao marido Joe. Gostei de como o personagem Joe foi construído. Ele é aquele tipo carismático, a gente ri das piadas dele, parece ser um amor e bem fofinho com sua esposa, mas é aí que o machismo se disfarça. É bem sutil. Joe sempre puxava Joan, tirava ela de cena quando estava conversando com alguém e colocava ela no lugar de objeto: aquela que segura o casaco dele, que sorri para todo mundo e que lembra ele de tomar os remédios. Joan era um acessório. Ver o que ela poderia ter sido e não foi, dói. Dói ver que aquele Nobel não era de Joe, dói ver que todos elogiavam e davam créditos a Joe por algo que ele não escreveu. Dói ser sombra. O final é tão magnífico que não poderia ser melhor. Joe morre com um infarto e mais uma vez ele silenciou Joan, porque um Nobel morto ganha mais publicidade, mais famoso fica, mais as obras são vendidas.
Apesar de ter sido sufocada pelo machismo durante toda sua vida, Joan escreve para sobreviver. Escrever era o seu "respirar". Ela sabia que jamais seria reconhecida ou teria oportunidades como escritora por ser mulher e isso se justifica como uma parceria do casal. Talvez, na mente dela, porque na juventude uma mulher escritora disse a ela que por ser mulher e escritora os livros ficariam encalhados nas prateleiras ( justificando que o machismo sufoca a mulher) e o importante é que todos leiam, o importante é ser publicado, o importante é a obra. Joan parece ter internalizado isso. No fim, em uma cena no avião com seu filho, abre uma lacuna para pensarmos que apesar de tudo o mais importante era a obra. E que, quando ela põe a mão no caderno abre margem para muitos finais. Ela vai escrever livros póstumos de Joe? preservando sua identidade? a morte de Joe aliviou ela? ela estava livre? gosto de pensar que a morte de Joe foi um momento que ela ficou livre de ter que construir a imagem dele como "escritor" e ver todo aquele gesto inflado, de que ele escreveu a obra, ir embora. Ela mesmo diz que era tímida e não gostava de holofotes. E para um escritor, não importa se ele usar um codinome, o importante é a obra.
Achei o roteiro um pouco chato. Mas gostei da inovação, da falsa ideia de liberdade que temos de escolher o destino do protagonista. No fim, estávamos presos no mesmo labirinto que Fionn, em um sistema. Por mais que fizéssemos escolhas para Fionn, voltávamos para o mesmo lugar do labirinto e isso se torna angustiante e cansativo. Acho que essa era a proposta do filme: dar a ilusão de um livre-arbítrio com um controle em mãos. Escolhemos tantas as opções afim de sair de cena, mas não funcionavam as nossas escolhas porque sempre voltávamos para o labirinto e a ideia que temos é que estamos presos no filme e não conseguimos sair dele.
Esse é um daqueles filmes que você cria maior expectativa por conta do elenco, mas depois você vê que o trailer é melhor que o filme. Faltou emoção, trilha sonora, personalidade de cada mulher. Sei lá. Todas sem sal. Um saco!
Eu não aguento mais essa série. Sofro demais! odeio o gostinho de esperança que ela nos dá e depois tira. Nós também temos que ser fortes e resistir a tanta crueldade que somos expostos. No geral, tá me cansando, enchendo linguiça com cenas de violência. Tô cansada da June também, queria que outras protagonistas ganhassem destaque. Queria saber a história da tia Lídia.
Uma série suave na nave. Achei o final meio chato. Seria mais interessante se Simone atravessasse a fronteira e terminasse assim, sem sabermos o que há no lado de lá. Agora, veja bem, deu a entender que vai ser repetitivo estilo The Walking Dead.
Apesar do filme ser antigo, adorei a fotografia. Há cenas belíssimas. Filme muito bonito, sensível e delicado. E as atrizes souberam conduzir bem as cenas dos olhares, do silêncio. É aquilo "O que está sendo dito quando nada está sendo dito?"
Pontos positivos do filme: O elenco em sua maioria negro, diretor negro, representatividade da mulher negra e guerreira, a diversidade de tribos em Wakanda que mostra a riqueza cultural que a África tem, as músicas, os efeitos especias. Pantera negra foi um filme fundamental para ser visto e discutido. Wakanda é um lugar que não foi colonizado e por isso mostra o quão rica e desenvolvida ela é. Não existe opressão da cor, do cabelo, da cultura.
Porém,
algo me incomodou muito: a morte do vilão. O vilão era um negro excluído de Wakanda. Aprendeu a viver sozinho, encarou a morte do pai sozinho. Viu e viveu a dor do preconceito racial que muitos Wakandas não conheciam. Killmonger volta para Wakanda com o desejo de conquistar o trono e ser rei e poder fazer as mudanças necessárias para resgatar aqueles que sofrem de um racismo estrutural no mundo de onde ele veio. O problema de Killmonger foi escolher o caminho da violência para fazer essas mudanças, porque foi o único que ele conheceu durante toda a vida. Seria mais enriquecedor se houvesse uma conciliação entre ambos os personagens e o Rei tivesse a curiosidade de ouvir e conhecer o mundo do outro, do seu primo. Assim teríamos um final revolucionário. Fiquei na dúvida de qual pantera eu estava torcendo. O vilão tem uma das falas mais fortes : " prefiro ser jogado ao oceano como meus antepassados que pularam dos navios pq sabiam que a morte era melhor que a escravidão".
No fim, foi o negro lutando contra o negro. E o que tinha a proposta mais humana foi morto, abafado mais uma vez.
E o rei escolheu a diplomacia para resolver as coisas.
Amei a série. Achei legal a proposta de abordar a temática gay na velhice, o casamento, as delícias e a dor da idade, a amizade. E valorizar atores mais velhos que são descartados do mercado. A amizade entre Frakie e Grace é muito bonita. Apesar de ambas serem de perfis tão distintos, isso não impede que a relação delas possa dar certo. Elas aprenderam a respeitar uma a natureza da outra. Essa série é também sobre respeitar o outro e suas diferenças.
Uma das cenas mais bonitas e profundas foi o discurso do pai de Élio, que de certa forma parecia um pouco deslocado da narrativa. O professor falava com seu filho, mas também se direcionava para nós telespectadores.
Esse Ray Kroc foi um filho da puta! Ele praticamente apagou os irmão Mac e Dick da história como criadores da marca McDonald's e do sistema revolucionário que eles inventaram na cozinha para atender o cliente com rapidez sem perder a qualidade.
Como ele diz no filme ,que para obter sucesso você só precisa de duas coisas: "persistência" e "determinação".
Não precisa ser gênio. Só visionário mesmo. Com Stev Jobs foi a mesma coisa...só foi visionário.
La Casa de Papel (Parte 3)
4.0 631 Assista AgoraMinha personagem favorita nessa série: Alícia. Achei genial criar uma personagem grávida, cheia de hormônios e sádica! Tirou a mulher grávida daquele lugar de objeto , à margem da sociedade. Alicia fala por si, tem atitude e poder! Personagem única!
Dark (3ª Temporada)
4.3 1,3KA primeira temporada é bem melhor. Depois dela é só enrolação e a série deixou vários furos.
A Vida e a História de Madam C.J. Walker
4.2 224 Assista AgoraUma aula de empreendedorismo!
Game of Thrones (8ª Temporada)
3.0 2,2K Assista AgoraUm episódio inteiro só para destruir a cidade.
Cagaram o final dessa série! decepcionada!
Nem emoção nas mortes teve.
Coisa Mais Linda (1ª Temporada)
4.2 399 Assista AgoraÉ uma série bonita : cenário no Rio de Janeiro, fotografia, Bossa nova, feminismo branco vs feminismo negro. Por enquanto só pincelada. Acho que seria interessante se aprofundassem mais na problemática de cada personagem. Tem potência para ser uma puta série! Me lembra um pouco "as telefonistas"
IO: O Último na Terra
2.2 280 Assista AgoraMe deu sono. Bem chatinho.
Grace and Frankie (5ª Temporada)
4.2 81 Assista AgoraQuando a Frankie convida a Grace para um retiro naturalista, Grace passa a odiar o lugar justamente porque não é o estilo dela. Há um momento crucial na narrativa que é quando a Grace, sob o efeito do álcool ,vê uma aparição de uma amiga que morreu e essa amiga pergunta a ela "qual é a melhor parte dela". A amiga responde que a melhor parte dela é a Frankie. A partir daí a Grace fica muito reflexiva com essa mensagem.
Realmente, a melhor parte dela é a Frankie. Foi a Frankie que ajudou a Grace a quebrar certas barreiras, a desconstruir preconceitos. A amizade delas foi construída naquela casa de praia que elas tinham em comum quando eram casadas com seus maridos. Elas são uma a família da outra. Uma participa da vida da outra em qualquer decisão. Será que a mensagem que a Grace recebeu abre margem para um relacionamento lésbico entre elas?
não sei, não sei qual o rumo a série vai levar.
Mas nessa temporada mostrou que toda escolha que a gente faz há perda.
e é nessas escolhas é que a amizade entre ela está em jogo. Grace sabe que se casar com o bonitão rico (esqueci o nome dele), ela vai perder a Frankie. Não vai ser a mesma coisa a amizade delas. Então, Grace se encontra em um grande dilema.
[spoiler][/spoiler]
A Esposa
3.8 554Esse filme foi um soco no estômago. Cada cena, cada close, cada gesto, um arrepio. A Joan é como uma das personagens de Clarice Lispector: cheias de complexidade, mistério, parecem frágeis, mas esconde uma força feminina que é de arrepiar. A Glenn soube conduzir bem as cenas do olhar, os gestos de silêncio e fazer a gente sentir o aprisionamento do qual ela se encontrava durante toda aquela cerimônia e farsa que ela vivia. Joan abriu mão da paixão por escrever para se dedicar integralmente ao marido Joe. Gostei de como o personagem Joe foi construído. Ele é aquele tipo carismático, a gente ri das piadas dele, parece ser um amor e bem fofinho com sua esposa, mas é aí que o machismo se disfarça. É bem sutil. Joe sempre puxava Joan, tirava ela de cena quando estava conversando com alguém e colocava ela no lugar de objeto: aquela que segura o casaco dele, que sorri para todo mundo e que lembra ele de tomar os remédios. Joan era um acessório. Ver o que ela poderia ter sido e não foi, dói. Dói ver que aquele Nobel não era de Joe, dói ver que todos elogiavam e davam créditos a Joe por algo que ele não escreveu. Dói ser sombra. O final é tão magnífico que não poderia ser melhor. Joe morre com um infarto e mais uma vez ele silenciou Joan, porque um Nobel morto ganha mais publicidade, mais famoso fica, mais as obras são vendidas.
Apesar de ter sido sufocada pelo machismo durante toda sua vida, Joan escreve para sobreviver. Escrever era o seu "respirar". Ela sabia que jamais seria reconhecida ou teria oportunidades como escritora por ser mulher e isso se justifica como uma parceria do casal. Talvez, na mente dela, porque na juventude uma mulher escritora disse a ela que por ser mulher e escritora os livros ficariam encalhados nas prateleiras ( justificando que o machismo sufoca a mulher) e o importante é que todos leiam, o importante é ser publicado, o importante é a obra. Joan parece ter internalizado isso. No fim, em uma cena no avião com seu filho, abre uma lacuna para pensarmos que apesar de tudo o mais importante era a obra. E que, quando ela põe a mão no caderno abre margem para muitos finais. Ela vai escrever livros póstumos de Joe? preservando sua identidade? a morte de Joe aliviou ela? ela estava livre? gosto de pensar que a morte de Joe foi um momento que ela ficou livre de ter que construir a imagem dele como "escritor" e ver todo aquele gesto inflado, de que ele escreveu a obra, ir embora. Ela mesmo diz que era tímida e não gostava de holofotes. E para um escritor, não importa se ele usar um codinome, o importante é a obra.
A Amiga Genial (1ª Temporada)
4.5 91 Assista AgoraCada cena é um soco no estômago. Lindo demais! atuações belíssimas e lindas fotografias.
É uma série de tirar o fôlego.
Black Mirror: Bandersnatch
3.5 1,4KAchei o roteiro um pouco chato. Mas gostei da inovação, da falsa ideia de liberdade que temos de escolher o destino do protagonista. No fim, estávamos presos no mesmo labirinto que Fionn, em um sistema. Por mais que fizéssemos escolhas para Fionn, voltávamos para o mesmo lugar do labirinto e isso se torna angustiante e cansativo. Acho que essa era a proposta do filme: dar a ilusão de um livre-arbítrio com um controle em mãos. Escolhemos tantas as opções afim de sair de cena, mas não funcionavam as nossas escolhas porque sempre voltávamos para o labirinto e a ideia que temos é que estamos presos no filme e não conseguimos sair dele.
O Mundo Sombrio de Sabrina (Parte 1)
4.0 646Acho que na próxima temporada o salém vai falar,hein.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
3.5 1,1K Assista AgoraCadê os animais fantásticos? quase não teve! gostei mais do primeiro. Achei esse meio paradão....vamos dar chance ao próximo.
Nasce Uma Estrela
4.0 2,4K Assista AgoraEu e o cinema todo choramos litros
Oito Mulheres e um Segredo
3.6 1,1K Assista AgoraEsse é um daqueles filmes que você cria maior expectativa por conta do elenco, mas depois você vê que o trailer é melhor que o filme. Faltou emoção, trilha sonora, personalidade de cada mulher. Sei lá. Todas sem sal. Um saco!
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,2K Assista AgoraEu não aguento mais essa série. Sofro demais! odeio o gostinho de esperança que ela nos dá e depois tira. Nós também temos que ser fortes e resistir a tanta crueldade que somos expostos. No geral, tá me cansando, enchendo linguiça com cenas de violência. Tô cansada da June também, queria que outras protagonistas ganhassem destaque. Queria saber a história da tia Lídia.
The Rain (1ª Temporada)
3.3 312 Assista AgoraUma série suave na nave. Achei o final meio chato. Seria mais interessante se Simone atravessasse a fronteira e terminasse assim, sem sabermos o que há no lado de lá. Agora, veja bem, deu a entender que vai ser repetitivo estilo The Walking Dead.
Killing Eve - Dupla Obsessão (1ª Temporada)
4.3 396 Assista AgoraEssa série tem aquele toque meio Kill Bill. Curti!
Ruas de Fogo
3.6 252 Assista AgoraUm musical diferente!
Curti. Vi sem esperar muita coisa. Bem leve e suave como os filmes da sessão da tarde.
Corações do Deserto
3.7 44 Assista AgoraApesar do filme ser antigo, adorei a fotografia. Há cenas belíssimas. Filme muito bonito, sensível e delicado. E as atrizes souberam conduzir bem as cenas dos olhares, do silêncio. É aquilo "O que está sendo dito quando nada está sendo dito?"
Pantera Negra
4.2 2,3K Assista AgoraPontos positivos do filme: O elenco em sua maioria negro, diretor negro, representatividade da mulher negra e guerreira, a diversidade de tribos em Wakanda que mostra a riqueza cultural que a África tem, as músicas, os efeitos especias. Pantera negra foi um filme fundamental para ser visto e discutido. Wakanda é um lugar que não foi colonizado e por isso mostra o quão rica e desenvolvida ela é. Não existe opressão da cor, do cabelo, da cultura.
Porém,
algo me incomodou muito: a morte do vilão. O vilão era um negro excluído de Wakanda. Aprendeu a viver sozinho, encarou a morte do pai sozinho. Viu e viveu a dor do preconceito racial que muitos Wakandas não conheciam. Killmonger volta para Wakanda com o desejo de conquistar o trono e ser rei e poder fazer as mudanças necessárias para resgatar aqueles que sofrem de um racismo estrutural no mundo de onde ele veio. O problema de Killmonger foi escolher o caminho da violência para fazer essas mudanças, porque foi o único que ele conheceu durante toda a vida. Seria mais enriquecedor se houvesse uma conciliação entre ambos os personagens e o Rei tivesse a curiosidade de ouvir e conhecer o mundo do outro, do seu primo. Assim teríamos um final revolucionário. Fiquei na dúvida de qual pantera eu estava torcendo. O vilão tem uma das falas mais fortes : " prefiro ser jogado ao oceano como meus antepassados que pularam dos navios pq sabiam que a morte era melhor que a escravidão".
No fim, foi o negro lutando contra o negro. E o que tinha a proposta mais humana foi morto, abafado mais uma vez.
E o rei escolheu a diplomacia para resolver as coisas.
Um pantera meio frouxo.
Grace and Frankie (1ª Temporada)
4.3 299 Assista AgoraAmei a série. Achei legal a proposta de abordar a temática gay na velhice, o casamento, as delícias e a dor da idade, a amizade. E valorizar atores mais velhos que são descartados do mercado. A amizade entre Frakie e Grace é muito bonita. Apesar de ambas serem de perfis tão distintos, isso não impede que a relação delas possa dar certo. Elas aprenderam a respeitar uma a natureza da outra. Essa série é também sobre respeitar o outro e suas diferenças.
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6K Assista AgoraUma das cenas mais bonitas e profundas foi o discurso do pai de Élio, que de certa forma parecia um pouco deslocado da narrativa. O professor falava com seu filho, mas também se direcionava para nós telespectadores.
Fome de Poder
3.6 843 Assista AgoraEsse Ray Kroc foi um filho da puta!
Ele praticamente apagou os irmão Mac e Dick da história como criadores da marca McDonald's e do sistema revolucionário que eles inventaram na cozinha para atender o cliente com rapidez sem perder a qualidade.
Como ele diz no filme ,que para obter sucesso você só precisa de duas coisas: "persistência" e "determinação".
Não precisa ser gênio. Só visionário mesmo. Com Stev Jobs foi a mesma coisa...só foi visionário.
Alien: A Ressurreição
3.1 520 Assista AgoraEsse foi decepção. Pior que matar a tenente Ripley, foi cloná-la. O filme começa sem pé nem cabeça. O 3º e o 4º são os piores da saga.