E no maior estilo propagandista... a culpa é sempre dos russos. O filme é legalzinho, mas é meio tonto. Por mim tudo bem, o Clint Eastwood tem o direito de produzir e dirigir um trem desses.
Acho que o fato de o Wagner Moura estar no filme acabou atraindo um público que sequer fez (ou consegue fazer) um esforço para entender o cinema feito pelo Karim. Achei o filme bastante sensível - marca das idas e vindas representadas nos personagens do diretor -, o que alguns entendem por falta de diálogo, eu entendo por corpo presente, que acabou tornando tudo mais intenso e, até visceral. As danças em baladas e forrós que o diretor tanto experimenta pontua os momentos de maior carisma e empatia dos personagens - fazendo com que a gente acompanhe as indecisões e os sofrimentos deles bem de perto. Este filme exclusivamente me lembrou um pouco a atmosfera dos filmes da Coppola e de mais alguns outros europeus. Filme tocante, vibrante e lindo!
Nem parece coisa da Globo, de tão foda que foi. Última vez que vi algo bom havia sido em Capitu.
Notei que ninguém deixa de falar aqui sobre a fotografia, a trilha sonora, as atuações, a cronologia desconstruída, a edição, o roteiro, etc. Portanto, direi apenas que também me chamou a atenção o uso do plano-sequência, e depois dessa todo o meu amor para a Camila Morgado e a Maria Angélica.
Espero desde "Capitu" uma novela bem produzida pela Globo (ou tanto quanto a adaptação da obra de Machado de Assis), e me parece que a espera terminou.
"O Rebu" vem com uma proposta completamente diferente do que eu acredito que tem sido feito na tevê. Me interessou assim que li que seria uma adaptação de uma novela de 74, só que dessa vez em 37 capítulos, ou pouco mais de dois meses, ou seja: curiosidade para saber como é que seria sua montagem. Desde então, tenho acompanhado a trama e me vejo surpreendido a cada ida e vinda dessa cronologia freneticamente desconstruída para os desfechos e as suposições.
A beleza indecente da fotografia que cria a atmosfera de trato formal e exprime paranoias e qualidades soturnas dos personagens dialoga numa relação intrínseca com a personagem Angela Mahler (interpretada por Patricia Pillar) - que embora esteja numa situação de exposição e estresse, não se deixa fragilizar perante aos outros e permanece sendo uma boa e cordata anfitriã.
Outro ponto que merece destaque é a trilha sonora, que lado-a-lado ao roteiro ilustra os momentos de cada um dos personagens, que quase sempre são de uma instabilidade que beira a loucura.
O elenco é inteiramente ótimo - assim como já falaram -, mas eu vejo que se superam na trama os personagens (agora não me lembro os nomes) de Vera Holtz e Camila Morgado, que desfilam pra lá e pra cá com copos de whisky (quem é que não lembrou da Santana?) como se não fizessem parte do lado ruim da situação, e claro, Gilda (Cassia Kis), que desde o primeiro capítulo acende um cigarro a cada corte de cena.
O que não me agrada neste remake é o fato de usarem os celulares o tempo todo, exatamente porque a festa não me passa a impressão de ser tão popular (mesmo com piloto de fórmula 1 rs), que é o que sugerem as hashtags criadas e os selfies postados. Mas reconheço que esse elemento ficou interessante, visto que deva ser algo completamente oposto ao que aconteceu em 74, não é? Aliás, como é que isso aconteceu em 74? Ou não aconteceu?
Enfim, por todas as qualidades de direção que essa novela tem, vale à pena sentar no sofá e acompanhar.
Com tantos olhares fixos frente à câmera, tantas cenas com portas fechadas e tanto silêncio perante essa monstruosidade que é o convívio nesta família, o diretor leva o espectador para dentro do filme, criando uma atmosfera perversa, perturbadora e revoltante. Um experimento e tanto sobre a abordagem de um dos inúmeros (e o mais silencioso) quadros trágicos de nossa sociedade.
Olha, este ficou por ser a grande decepção do ano, pra mim. Roteiro furado, direção fraca e um desperdício de atores. Aliás, desde "O Turista" que o Johnny Depp não me agrada.
O filme é bonitinho, a trilha sonora é muito boa, mas não deixa de ter um roteiro bem ruim. Quantos às atuações, em geral, uma enorme falta de sensibilidade. Penso que a oportunidade de estender a trama para além do curta foi desperdiçada, o que é uma pena. Enfim, assisti "Tatuagem" e definitivamente o filme gay brasileiro é ele, e não esse.
A humanização a levou para o sofrimento das mulheres mortais? Bem construído dentro do surrealismo, trilha sonora marcante, a fotografia que por vezes assombra e Scarlett Johansson está plena. Excelente!
Achei bacana, bem gostoso de assistir. O que me fez gostar também foram as sensações nostálgicas que, pessoalmente, remeteram ao "E.T." e ao "Jurassik Park".
A ideia de fazer uma série que estuda como a arquitetura afeta a vida das pessoas é muito interessante. Gostei, mas o grande problema fica por conta do crítico que mais me parece "o homem da cobra". Fala muito e faz críticas rasas ao Norman Foster e o Rem Koolhaas, por exemplo. O momento derradeiro pra mim foi quando ele diz basicamente que o Memorial do Holocausto, do Libeskind, não tem sentido algum.
Martírio
4.6 60Alguém tem um link para disponibilizar?
Vejo Você no Próximo Verão
3.4 77 Assista AgoraAlguém tem um link para download? :)
Cake - Uma Razão Para Viver
3.4 697 Assista AgoraMaravilhosa!
Obra
3.0 48Link?
O Universo No Olhar
4.2 1,3KSem palavras...
Cowboys do Espaço
3.3 118 Assista AgoraE no maior estilo propagandista... a culpa é sempre dos russos. O filme é legalzinho, mas é meio tonto. Por mim tudo bem, o Clint Eastwood tem o direito de produzir e dirigir um trem desses.
Boyhood: Da Infância à Juventude
4.0 3,7K Assista AgoraDelicioso.
Annabelle
2.7 2,7K Assista AgoraFicou óóó... uma bosta!
Praia do Futuro
3.4 937 Assista AgoraAcho que o fato de o Wagner Moura estar no filme acabou atraindo um público que sequer fez (ou consegue fazer) um esforço para entender o cinema feito pelo Karim. Achei o filme bastante sensível - marca das idas e vindas representadas nos personagens do diretor -, o que alguns entendem por falta de diálogo, eu entendo por corpo presente, que acabou tornando tudo mais intenso e, até visceral. As danças em baladas e forrós que o diretor tanto experimenta pontua os momentos de maior carisma e empatia dos personagens - fazendo com que a gente acompanhe as indecisões e os sofrimentos deles bem de perto. Este filme exclusivamente me lembrou um pouco a atmosfera dos filmes da Coppola e de mais alguns outros europeus. Filme tocante, vibrante e lindo!
O Rebu
4.1 104Aliás, além de Capitu: Amor em 4 atos.
O Rebu
4.1 104Nem parece coisa da Globo, de tão foda que foi. Última vez que vi algo bom havia sido em Capitu.
Notei que ninguém deixa de falar aqui sobre a fotografia, a trilha sonora, as atuações, a cronologia desconstruída, a edição, o roteiro, etc. Portanto, direi apenas que também me chamou a atenção o uso do plano-sequência, e depois dessa todo o meu amor para a Camila Morgado e a Maria Angélica.
Os Oito Odiados
4.1 2,5K"Vazou!" rs
https://www.youtube.com/watch?v=-6nSTRW5xBI
O Rebu
4.1 104Espero desde "Capitu" uma novela bem produzida pela Globo (ou tanto quanto a adaptação da obra de Machado de Assis), e me parece que a espera terminou.
"O Rebu" vem com uma proposta completamente diferente do que eu acredito que tem sido feito na tevê. Me interessou assim que li que seria uma adaptação de uma novela de 74, só que dessa vez em 37 capítulos, ou pouco mais de dois meses, ou seja: curiosidade para saber como é que seria sua montagem. Desde então, tenho acompanhado a trama e me vejo surpreendido a cada ida e vinda dessa cronologia freneticamente desconstruída para os desfechos e as suposições.
A beleza indecente da fotografia que cria a atmosfera de trato formal e exprime paranoias e qualidades soturnas dos personagens dialoga numa relação intrínseca com a personagem Angela Mahler (interpretada por Patricia Pillar) - que embora esteja numa situação de exposição e estresse, não se deixa fragilizar perante aos outros e permanece sendo uma boa e cordata anfitriã.
Outro ponto que merece destaque é a trilha sonora, que lado-a-lado ao roteiro ilustra os momentos de cada um dos personagens, que quase sempre são de uma instabilidade que beira a loucura.
O elenco é inteiramente ótimo - assim como já falaram -, mas eu vejo que se superam na trama os personagens (agora não me lembro os nomes) de Vera Holtz e Camila Morgado, que desfilam pra lá e pra cá com copos de whisky (quem é que não lembrou da Santana?) como se não fizessem parte do lado ruim da situação, e claro, Gilda (Cassia Kis), que desde o primeiro capítulo acende um cigarro a cada corte de cena.
O que não me agrada neste remake é o fato de usarem os celulares o tempo todo, exatamente porque a festa não me passa a impressão de ser tão popular (mesmo com piloto de fórmula 1 rs), que é o que sugerem as hashtags criadas e os selfies postados. Mas reconheço que esse elemento ficou interessante, visto que deva ser algo completamente oposto ao que aconteceu em 74, não é? Aliás, como é que isso aconteceu em 74? Ou não aconteceu?
Enfim, por todas as qualidades de direção que essa novela tem, vale à pena sentar no sofá e acompanhar.
Minha Máxima Culpa: Silêncio na Casa de Deus
4.5 52Vou ali vomitar e não volto.
Miss Violence
3.9 1,1K Assista AgoraCom tantos olhares fixos frente à câmera, tantas cenas com portas fechadas e tanto silêncio perante essa monstruosidade que é o convívio nesta família, o diretor leva o espectador para dentro do filme, criando uma atmosfera perversa, perturbadora e revoltante. Um experimento e tanto sobre a abordagem de um dos inúmeros (e o mais silencioso) quadros trágicos de nossa sociedade.
O Céu de Suely
3.9 484 Assista AgoraDilacerante.
Transcendence: A Revolução
3.2 1,1K Assista AgoraOlha, este ficou por ser a grande decepção do ano, pra mim. Roteiro furado, direção fraca e um desperdício de atores. Aliás, desde "O Turista" que o Johnny Depp não me agrada.
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
4.1 3,2K Assista AgoraO filme é bonitinho, a trilha sonora é muito boa, mas não deixa de ter um roteiro bem ruim. Quantos às atuações, em geral, uma enorme falta de sensibilidade. Penso que a oportunidade de estender a trama para além do curta foi desperdiçada, o que é uma pena. Enfim, assisti "Tatuagem" e definitivamente o filme gay brasileiro é ele, e não esse.
À Beira do Abismo
3.5 910 Assista AgoraDentro do impossível, tudo acontece como previsível. Gostei do cidadão que é contra a polícia. haha O filme é bem fraquinho...
Sob a Pele
3.2 1,4K Assista AgoraA humanização a levou para o sofrimento das mulheres mortais? Bem construído dentro do surrealismo, trilha sonora marcante, a fotografia que por vezes assombra e Scarlett Johansson está plena. Excelente!
Super 8
3.6 2,5K Assista AgoraAchei bacana, bem gostoso de assistir. O que me fez gostar também foram as sensações nostálgicas que, pessoalmente, remeteram ao "E.T." e ao "Jurassik Park".
Caçadores de Obras-Primas
3.1 482 Assista AgoraPoderia ter sido incrível se não tivessem desperdiçado a temática e o elenco.
The Secret Life of Buildings
3.5 1A ideia de fazer uma série que estuda como a arquitetura afeta a vida das pessoas é muito interessante. Gostei, mas o grande problema fica por conta do crítico que mais me parece "o homem da cobra". Fala muito e faz críticas rasas ao Norman Foster e o Rem Koolhaas, por exemplo. O momento derradeiro pra mim foi quando ele diz basicamente que o Memorial do Holocausto, do Libeskind, não tem sentido algum.
Mas enfim, vale à pena assistir.
Os Irmãos Roberto
3.8 1Que bacana! Acabei de saber do documentário através de um email do IAB. Se tiverem links, por favor postem aqui... farei o mesmo!!