Cara, isso aqui tinha tudo pra ser pelo menos divertido, mas vai se arrastando… se arrastando… e, de repente, boom, ainda está se arrastando.
Pior é que eu fui enganado, porque ele começa com umas sacadas geniais e consegue manter nosso interesse, mesmo com um ritmo estranho.
Enfim, não tem uma boa dose de humor, não tem um balde de sangue, não tem cenas bem dirigidas (pô, Gore Verbinski), não tem uma duração honesta (1 hora e meia, no máximo)… pelo menos tem um grande acerto: a crítica é bem pertinente.
13º Andar é tipo o primo pobre de Matrix. Muita coisa no filme é bem fraca, mas é preciso elogiar a ambientação e o bom uso do CGI.
Engraçado que o protagonista aparece em Todo Mundo em Pânico 4. Eu sempre achei que a atuação dele lá era propositalmente exagerada pra ser ruim… mas aqui ele atua praticamente do mesmo jeito.
Enfim, acho que vale a pena assistir pela temática. Ah, e adorei a música dos créditos (Erase/Rewind - The Cardigans).
Nunca tive muito interesse, mas foi passado em aula, então… É aquilo: tecnicamente é incrível, mas tive que assistir em três partes e, mesmo assim, achei entediante.
Em relação ao game, é uma adaptação competente e, como filme, funciona bem, principalmente porque o enredo prende a atenção.
O problema de Exit 8 é não explorar de forma mais ousada todo o potencial assustador que a própria premissa oferece. Outro problema está no tempo que o filme dedica ao drama do protagonista, não que a temática não seja importante, mas...
Um amigo queria assistir alguma coisa no cinema em janeiro (mês de descarte). Como eu não nasci ontem, avisei: Silent Hill provavelmente seria uma bomba, e esse tinha toda a cara de filme genérico de streaming. Assisti aos dois… e infelizmente eu estava certo.
Produções como Buscando... e Desaparecida são muito mais eficientes e melhor roteirizadas dentro dessa proposta. Chris Pratt e Rebecca Ferguson claramente só passaram pra pegar o PIX e atuar no automático (certamente estarão no Framboesa de Ouro). E o filme também não empolga muito, além de entregar algumas sequências constrangedoras (eu ri muito da IA bugando).
Pra não dizer que só falei mal, tem boas sacadas na parte visual e uma temática interessante, mesmo que não seja explorada de forma eficiente. Enfim, é um genericão com escolhas duvidosas que, lá no futuro, quando começarem a revisitar o início do barateamento das produções com vídeos e fotos gerados por IA, vai virar motivo de risada.
Li um comentário dizendo: “Não deve ser tão difícil assim, é só seguir o jogo, mano.”
E sinceramente? Mesmo que seguisse à risca, dificilmente esse filme seria satisfatório. Adaptação não é cópia, e Silent Hill 2 tem uma narrativa complexa demais pra ser traduzida de forma literal.
E nessa tentativa de parecer fiel, o roteiro se atropela tentando costurar eventos, traz personagens que aqui são desnecessários, entrega diálogos que não ajudam a entender a trama e desenvolve mal justamente o que deveria ser o coração da história, a culpa de James Sunderland.
Outro problema é o orçamento limitado que compromete o elenco, resultando em atuações pouco convincentes (como essa ''culpa'' seria trabalhada com atuações desse nível?). O CGI ruim até tenta passar despercebido (e muitas vezes consegue), mas em alguns momentos o negócio fica risível.
Enfim, como filme, é bem fraco e como adaptação, é ainda mais decepcionante. Só assista isso se a curiosidade falar mais alto.
É um bom filme pra você assistir em casa (ou aproveitar a promoção do cinemark). Não tem nada de incrível e a vibe é próxima a de Arraste-me pro Inferno. Ele se sustenta mesmo no carisma do Dylan (bundinha ótima) e da Rachel. E até queria uma continuação, nesse caso uma vingança cairia bem.
▪️ Só vi por ler uns comentários positivos. ▪️ Ele corre no início e depois se arrasta muito até o fim. ▪️ Tem até boas ideias, mas no geral é cafona. ▪️ Saudades do horror japonês dos anos 2000.
Tirando o Selton Melo (poderia ter bem mais tempo de tela) e as ''brincadeiras'' com o original, o resto é esquecível. E talvez se tivesse a vibe Saneamento Básico fosse um pouco mais legal.
Eu tinha acabado deixando Sense8 de lado e só resolvi dar uma chance por insistência de um amigo próximo. Sinceramente, se não fosse por isso, eu teria abandonado a série ali pelo episódio 3. A experiência só começou a melhorar um pouco a partir do episódio 7.
Ainda assim, os episódios finais (10, 11 e 12) pra mim não entregaram nada de surpreendente. E a sensação que tive dessa primeira temporada é a de estar assistindo a um grande vídeo demonstrativo feito para vender TVs: bonito e estilizado, mas...
Além disso, a série exige um nível muito alto de suspensão de descrença, e agora no clímax foi tenso, o que acabou enfraquecendo bastante a minha experiência.
Ah, Riley consegue ser um porre do começo ao fim, enquanto Wolfgang é apenas mais um psicopata em meio à sua adorável família.
Fico pensando o quanto deve ser complicado adaptar um produto que já é, por si só, uma releitura de outro, tendo que encaixar todas as peças para que tudo funcione bem. E a forma como a Parte 1 fez isso funcionar foi bem interessante.
Já na segunda parte é onde esse problema aparece. Além disso, optar por uma duração menor não foi a melhor escolha, afinal qualquer um que assista percebe o quanto o filme ficou corrido. Ainda assim, felizmente, o desfecho é satisfatório.
Obviamente ela é lenta, e isso, pra mim, não é um defeito. Mas os episódios 7 e 8 poderiam facilmente ser apenas um, e por isso tirei meia estrela. No geral, porém, a série é muito boa e consegue ser algo diferente em um mundo sem criatividade alguma.
E é mais um bom produto da Apple TV+, o que já me deixa ansioso por uma nova temporada. Se/quando a HBO morrer, pelo menos uma plataforma deve continuar trazendo produtos de qualidade.
Tron: Ares provavelmente não é um filme feito pelo ChatGPT, mas ele é tão sem graça e tão sem alma que devem ter pago aos roteiristas apenas um pastel e um caldo de cana.
Sobre o elenco, é uma tristeza ver a Gillian Anderson tão mal aproveitada. E, tipo, se a escolha do Leto já foi ruim, a do resto do elenco (em sua maioria) foi ainda pior. Por onde andam Olivia Wilde e Garrett Hedlund, que a Disney não conseguiu trazer para essa continuação?
E quando a gente pensa que o ponto positivo aqui é o visual e a trilha sonora, mas lembra que, em 2010, o nível disso já era muito mais interessante, aí fica ainda mais difícil de defender.
Enfim, o desafio de emplacar uma franquia já era difícil, mas desse jeito é que o negócio não ia andar mesmo.
O desenvolvimento e atuações são excelentes e gosto como cada ep consegue trazer um gostinho de quero mais, a gente começa e não sabe quando vai parar (vi 2 episódios e depois engatei os 6 de vez), mas tenho algumas ''reclamações' em relação ao desfecho. E a última cena passa tanto o selo "Problemas de Gente Branca'' que achei que a série não teria. Enfim, vale a pena acompanhar. E mesmo que o fim tenha algumas problemáticas, ela consegue manter o clima de livro (até nos absurdos) o tempo todo.
Que interessante pensar que a pergunta é se você prefere um suposto paraíso sem a maldade humana, mas também sem nenhum traço de individualidade ao preço de quase um bilhão de vidas ou o nosso bom e velho inferno na Terra em que nossas decisões são nossas, assim como as consequências dessas decisões, doam a que doer (texto do plano crítico)
Máquina de Guerra
3.2 166 Assista AgoraFaltou um Predador, Zordon, Optimus Prime, Cloverfield...
Faltou muita gente.
Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra
3.3 29Cara, isso aqui tinha tudo pra ser pelo menos divertido, mas vai se arrastando… se arrastando… e, de repente, boom, ainda está se arrastando.
Pior é que eu fui enganado, porque ele começa com umas sacadas geniais e consegue manter nosso interesse, mesmo com um ritmo estranho.
Enfim, não tem uma boa dose de humor, não tem um balde de sangue, não tem cenas bem dirigidas (pô, Gore Verbinski), não tem uma duração honesta (1 hora e meia, no máximo)… pelo menos tem um grande acerto: a crítica é bem pertinente.
13º Andar
3.5 230 Assista Agora13º Andar é tipo o primo pobre de Matrix. Muita coisa no filme é bem fraca, mas é preciso elogiar a ambientação e o bom uso do CGI.
Engraçado que o protagonista aparece em Todo Mundo em Pânico 4. Eu sempre achei que a atuação dele lá era propositalmente exagerada pra ser ruim… mas aqui ele atua praticamente do mesmo jeito.
Enfim, acho que vale a pena assistir pela temática. Ah, e adorei a música dos créditos (Erase/Rewind - The Cardigans).
Oppenheimer
4.0 1,2KNunca tive muito interesse, mas foi passado em aula, então… É aquilo: tecnicamente é incrível, mas tive que assistir em três partes e, mesmo assim, achei entediante.
Exit 8
3.2 31Em relação ao game, é uma adaptação competente e, como filme, funciona bem, principalmente porque o enredo prende a atenção.
O problema de Exit 8 é não explorar de forma mais ousada todo o potencial assustador que a própria premissa oferece. Outro problema está no tempo que o filme dedica ao drama do protagonista, não que a temática não seja importante, mas...
Ah, esse poderia ter um remake americano.
Justiça Artificial
3.1 109 Assista AgoraUm amigo queria assistir alguma coisa no cinema em janeiro (mês de descarte). Como eu não nasci ontem, avisei: Silent Hill provavelmente seria uma bomba, e esse tinha toda a cara de filme genérico de streaming. Assisti aos dois… e infelizmente eu estava certo.
Produções como Buscando... e Desaparecida são muito mais eficientes e melhor roteirizadas dentro dessa proposta. Chris Pratt e Rebecca Ferguson claramente só passaram pra pegar o PIX e atuar no automático (certamente estarão no Framboesa de Ouro). E o filme também não empolga muito, além de entregar algumas sequências constrangedoras (eu ri muito da IA bugando).
Pra não dizer que só falei mal, tem boas sacadas na parte visual e uma temática interessante, mesmo que não seja explorada de forma eficiente. Enfim, é um genericão com escolhas duvidosas que, lá no futuro, quando começarem a revisitar o início do barateamento das produções com vídeos e fotos gerados por IA, vai virar motivo de risada.
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno
1.7 113Li um comentário dizendo: “Não deve ser tão difícil assim, é só seguir o jogo, mano.”
E sinceramente? Mesmo que seguisse à risca, dificilmente esse filme seria satisfatório. Adaptação não é cópia, e Silent Hill 2 tem uma narrativa complexa demais pra ser traduzida de forma literal.
E nessa tentativa de parecer fiel, o roteiro se atropela tentando costurar eventos, traz personagens que aqui são desnecessários, entrega diálogos que não ajudam a entender a trama e desenvolve mal justamente o que deveria ser o coração da história, a culpa de James Sunderland.
Outro problema é o orçamento limitado que compromete o elenco, resultando em atuações pouco convincentes (como essa ''culpa'' seria trabalhada com atuações desse nível?). O CGI ruim até tenta passar despercebido (e muitas vezes consegue), mas em alguns momentos o negócio fica risível.
Enfim, como filme, é bem fraco e como adaptação, é ainda mais decepcionante.
Só assista isso se a curiosidade falar mais alto.
Socorro!
3.3 224É um bom filme pra você assistir em casa (ou aproveitar a promoção do cinemark).
Não tem nada de incrível e a vibe é próxima a de Arraste-me pro Inferno.
Ele se sustenta mesmo no carisma do Dylan (bundinha ótima) e da Rachel.
E até queria uma continuação, nesse caso uma vingança cairia bem.
Contatos Imediatos do Terceiro Grau
3.7 604 Assista AgoraFidapé:
Esposa, 3 filhos, Perdeu emprego, Beija a vizinha e Vai embora.
Dollhouse
3.2 18▪️ Só vi por ler uns comentários positivos.
▪️ Ele corre no início e depois se arrasta muito até o fim.
▪️ Tem até boas ideias, mas no geral é cafona.
▪️ Saudades do horror japonês dos anos 2000.
Anaconda
2.5 252Tirando o Selton Melo (poderia ter bem mais tempo de tela) e as ''brincadeiras'' com o original, o resto é esquecível. E talvez se tivesse a vibe Saneamento Básico fosse um pouco mais legal.
O Mistério de Varginha
3.2 34As cenas da Xuxa e do Casseta e Planeta são o auge do ''documentário''. Ah, ET engravidando uma pessoa foi o melhor relato.
Sense8: Happy F*cking New Year - A Christmas Special
4.2 6Eu acho engraçado como eles conseguem entregar momentos incríveis e ao mesmo tempo encher um monte de linguiça sem nenhuma necessidade.
Se fosse mais regular, seria uma série (e nesse caso um especial) impecável. Ah, o humor aqui funcionou bem.
Sense8 (1ª Temporada)
4.4 2,1K Assista AgoraEu tinha acabado deixando Sense8 de lado e só resolvi dar uma chance por insistência de um amigo próximo. Sinceramente, se não fosse por isso, eu teria abandonado a série ali pelo episódio 3. A experiência só começou a melhorar um pouco a partir do episódio 7.
Ainda assim, os episódios finais (10, 11 e 12) pra mim não entregaram nada de surpreendente. E a sensação que tive dessa primeira temporada é a de estar assistindo a um grande vídeo demonstrativo feito para vender TVs: bonito e estilizado, mas...
Além disso, a série exige um nível muito alto de suspensão de descrença, e agora no clímax foi tenso, o que acabou enfraquecendo bastante a minha experiência.
Ah, Riley consegue ser um porre do começo ao fim, enquanto Wolfgang é apenas mais um psicopata em meio à sua adorável família.
Wicked: Parte 2
3.4 144 Assista AgoraFico pensando o quanto deve ser complicado adaptar um produto que já é, por si só, uma releitura de outro, tendo que encaixar todas as peças para que tudo funcione bem. E a forma como a Parte 1 fez isso funcionar foi bem interessante.
Já na segunda parte é onde esse problema aparece. Além disso, optar por uma duração menor não foi a melhor escolha, afinal qualquer um que assista percebe o quanto o filme ficou corrido. Ainda assim, felizmente, o desfecho é satisfatório.
A Avaliação
3.5 150 Assista AgoraPoderia ser mais curto...
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335 Assista AgoraObviamente ela é lenta, e isso, pra mim, não é um defeito. Mas os episódios 7 e 8 poderiam facilmente ser apenas um, e por isso tirei meia estrela. No geral, porém, a série é muito boa e consegue ser algo diferente em um mundo sem criatividade alguma.
E é mais um bom produto da Apple TV+, o que já me deixa ansioso por uma nova temporada. Se/quando a HBO morrer, pelo menos uma plataforma deve continuar trazendo produtos de qualidade.
O Sobrevivente
3.0 153 Assista AgoraPara um filme do Edgar Wright, ele é ruim.
Para um filme de ação, ele tem seus momentos, mas se alonga demais.
E, no geral, é um filme bem irregular.
Enfim, começa melhor do que termina e talvez você se divirta um pouco.
Tron: Ares
2.8 149 Assista AgoraAh, como uma impressora 3D daria super força a algo?
Tron: Ares
2.8 149 Assista AgoraTron: Ares provavelmente não é um filme feito pelo ChatGPT, mas ele é tão sem graça e tão sem alma que devem ter pago aos roteiristas apenas um pastel e um caldo de cana.
Sobre o elenco, é uma tristeza ver a Gillian Anderson tão mal aproveitada. E, tipo, se a escolha do Leto já foi ruim, a do resto do elenco (em sua maioria) foi ainda pior. Por onde andam Olivia Wilde e Garrett Hedlund, que a Disney não conseguiu trazer para essa continuação?
E quando a gente pensa que o ponto positivo aqui é o visual e a trilha sonora, mas lembra que, em 2010, o nível disso já era muito mais interessante, aí fica ainda mais difícil de defender.
Enfim, o desafio de emplacar uma franquia já era difícil, mas desse jeito é que o negócio não ia andar mesmo.
Tudo Culpa Dela
4.1 303 Assista AgoraO desenvolvimento e atuações são excelentes e gosto como cada ep consegue trazer um gostinho de quero mais, a gente começa e não sabe quando vai parar (vi 2 episódios e depois engatei os 6 de vez), mas tenho algumas ''reclamações' em relação ao desfecho. E a última cena passa tanto o selo "Problemas de Gente Branca'' que achei que a série não teria. Enfim, vale a pena acompanhar. E mesmo que o fim tenha algumas problemáticas, ela consegue manter o clima de livro (até nos absurdos) o tempo todo.
Predador: Terras Selvagens
3.5 288 Assista AgoraTem umas coisas aqui que realmente não eram necessárias
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335 Assista AgoraQue interessante pensar que a pergunta é se você prefere um suposto paraíso sem a maldade humana, mas também sem nenhum traço de individualidade ao preço de quase um bilhão de vidas ou o nosso bom e velho inferno na Terra em que nossas decisões são nossas, assim como as consequências dessas decisões, doam a que doer (texto do plano crítico)
O Telefone Preto 2
3.0 279 Assista AgoraNão há nenhum motivo para a existência desse filme.