Uma boa despedida para o besteirol do Mike Myers, um dos bons, no seu lendário personagem Austin Powers. O filme conta com a ilustre presença de figuras públicas famosas que entraram na brincadeira: Tom Cruise, John Travolta, até a familia do Ozzy Osbourne aparece. Pelo fim do filme nem sei se haverá um quarto Austin Powers, não sei se o Mike Myers teria criatividade/engenhosidade para criar mais história. Esse filme é uma despedida. Os icônicos personagem do segundo filme reaparecem. As pancadas no Mini Me são muito engraçadas, as cenas de duplo sentido com as palavras, as sombras, Igor Dão, a verruga e por aí vai. Senti falta das dancinhas entre as cenas do filme, mas a obra está recheada de outras coisas. A parte artística está de parabéns, se esforçaram bastante. Ela foi bem trabalhada, inclusive para apenas 1 ou 2 min de cena.
Melhor que o seu antecessor, Mike Myers está muito mais solto nesse filme tal como seus personagens secundários (Dr. Evil e Igor dão). A história é mais cheia de bizarrices que o filme anterior, mas no estilo Mike Myers de improvisar, imaginar, resumido no personagem Austin Powers. Estreia no filme o famoso e engraçadíssimo Mini Me. As dancinhas do Austin Powers entre as partes do filme são sempre muito engraçadas. Retornam alguns personagens do filme anterior. na minha opinião, a cena no espaço deu uma baita diferença no filme, a cena da luta entre o Powers e o Mini Me ficou eternizado para sempre como uma das mais engraçadas da série Austin Powers. A graça do filme é rir das improvisações e exageros do Mike Myers.
O personagem do Mike Myers é feito para ser cafona mesmo, mr Austin Powers. A obra explora isso toda a hora. Quem assistiu a saga 007, pelo menos os primeiros 5 filmes, consegue pegar a maior parte das tiradas em cima do n° 1 (Dr Evil). Na realidade, o melhor do filme é o Dr Evil e os exageros grotescos no personagem dele. As cenas dos personagens inimigos morrendo e os familiares sendo avisados é uma prova desses exageros ridículos que se tornam engraçados por serem justamente fantasiosos demais. A obra é engraçada no fato de dizer explicitamente ao público: isso aqui que eu faço é ridículo e exagerado mesmo. Quem é fã de carteirinha da saga 007 vai detestar esse filme. Não assisti os demais filmes, sobretudo o último Austin Powers, o mais famoso, mas acredito que seguindo essa fórmula será bem engraçado. Pelo menos achei melhor que o Quanto Mais Idiota Melhor, pelo menos sem aquelas "piadas internas americanas", que ainda tem em "alguma quantidade nesse filme". As brincadeiras sexuais também de tão exageradas se tornam engraçadas, devido ao jeito ridículo do personagem Austin Powers: essa bomba pen. sueca não é minha ou a tiração com a emissora BBC no final do filme (que realmente é uma emissora mala): yeah yeah yeah BBC1, BBC2, BBC3 hehehe.
Eu dou muita risada com esse filme, o ator do Dennis é uma figurinha mesmo e as barbaridades que ele apronta para o Walter Matthau e o Christhopher Lloyd.. O menino apronta só barbaridade para o veio (Seu Wilson), troca enxaguante por pinho sol, rebenta com a mesa de banquete e outras cenas. É um desenho infantil, portanto pode não agradar todos os públicos. Não sei se é inferior ou melhor que a sequência de 1998 famosa também, mas tem atores de nível incluindo o grande Christhopher Lloyd. Foi uma pena que só teve um filme na época com os atores dessa obra . Um clássico da televisão aberta, já bastante anunciado e reprisado na televisão, mas pude assistir realmente pela primeira vez apenas agora.
Fantástico, espetacular, impossível. Um filme que realmente faz jus a uma despedida, sem melancolia, choramingo. Um filme mesmo com "impossibilidades" na mão do Tom Cruise. Duas cenas dão nome ao filme, com certeza a mais espetacular missão do agente Ethan de todas as obras é a missão embaixo da água do ártico. Uma sarcástica despedida para o vilão, retorno de um desconhecido/despercebido coadjuvante lá da primeira obra de 1996 e o drama de um "dilema" e não "problema": a inteligência artificial. Uma receita super bem feita, a muito tempo não vejo um filme de ação com tanto prazer. Dublador da voz do Tom Cruise original das últimas obras, personagens em forma. De fato, algumas partes ficaram sem uma explicação, um desfecho mais claro, porém formam o imaginário do missão impossível, sendo apenas um toque de inteligência do diretor. Uma obra que valeu o preço pago no ingresso de cinema.
Um filme muito divertido, principalmente devido a dupla Jon Favreau e Tom Holland. A obra surpreende com a reinvenção da história do personagem Mysterio, trazendo uma tônica para a obra. Os drones foram muito bem sacados.
Essa ideia de fazer uma nova história para o Homem Aranha é bacana com o ator Tom Holland seguindo a trilha dos últimos atores agora assumindo o papel. Não curti muito essa história de resgatar a juventude do Homem Aranha na fase High School (ensino médio nos EUA) mas história é válida, mas achei mais divertido que a fase do Andrew Garfield, que foi focada em um homem aranha mais galã sem tanta ação. O Tom Holland é bom no improviso, no que passam para ele, a atuação do ator é bem natural e acho que fechou bem com essa fase do Homem Aranha mais jovem. Não poderia deixar de elogiar a grande participação do eterno batman Michael Keaton como o vilão abutre. Foi bem divertido ver o ator como vilão, quase nem percebi que era o referido ator. O dilema da namorada criado no fim da história é bacana, mas desde a Kirsten Dunst, todas as atoras que fazem parceria com Homem Aranha ficaram abaixo da média. De qualquer maneira, é uma obra diferente, ousada, quebra com o famoso trio Harry, Peter e Mary Jane, comercialmente bem construído para embalar a série Vingadores, no momento do ápice da série nos cinemas. Todavia, com todo respeito a série vingadores, "Homem Aranha" é "Homem Aranha", ele é suficiente e sozinho para fazer um filme. Não sei se essa guinada do Homem Aranha foi por causa da atuação solo do Andrew Garfield. Não iremos saber. Mas o filme tem os méritos por ser diferente e bacana de assistir. Assistindo pela primeira vez, desde os 8 anos do lançamento da obra.
História confusa e um tanto bagunçada, tem boas cenas de ação e a bela atuação do Christopher Meloni. Conta a participação do Bruce Willis em pura figuração. Conta com um início de uma gangue de assaltantes, que malucamente se converte em uma espécie de rebelião de ex-empregados de lideres poderosos envolvidos em assassinatos na América. Termina em um simples acerto de contas. É difícil captar os melindres da história, mas tudo isso foi feito para capturar Christopher Meloni como centro da história.
Bela história e boa interpretação de um Tom Hanks muito durão e pouco analítico (atípico). O próprio ator confessou, esse foi um dos filmes que considera a interpretação mais impactante que fez. Dá para ver que o Hanks se esforça para incorporar o jeitão do seu personagem, a sua expressão indicava que ele não se sentiu a vontade. É drama razoável de um assassino em busca de vingança, eu acho que a dupla com Tyler Hoechlin deu uma amornada, o ator mirim é tranquilo, mas não adicionou tanta emoção a história ou um jeitão particular que criasse empatia com público. Sobre a atuação do Daniel Craig, achei muito boa. Baseado no 007, achei que ele iria tentar um bom assassino durão, mas a interpretação do seu personagem lunático surpreendeu-me. Jude Law sempre dá um tom de humor nas obras, sua participação no encerramento da obra dá um brilho a mais e complementa o desfecho dramático do assassino Sullivan. A história não é carregada em um drama muito forte, acho que existem filmes melhores sobre as máfias e gangues americanas dos anos 30, mas uma confluência de boas qualidades na obra torna o filme um bom produto. O filme conta muito pela ótima trilha sonora, bons efeitos especiais e a participação de grandes atores do cinema. Eu realmente achei que esse tipo de filme não caiu bem no Tom Hanks, mas a obra é uma oportunidade para enxergar o outro lado do ator americano, as suas outras qualidades.
O garoto Flora tem o azar da sua vida e faz doer o coração do espectador o filme inteiro, sobretudo a cena de quando o garoto inconsolado retorna ao vilarejo. O desejo dele de participar de um pelotão de guerra vira o pivô do seu desfecho de vida. A transição do início ao fim da obra é bem pesado, mostra o garoto aprendendo sobre a vida da pior maneira possível. E será que a história realmente não teve muitos Florians? Dizer o que mesmo: não que o comunismo não tenha feito tanto quanto de monstruosidades contra a sua gente, mas o sadismo dos alemães nessa época é notoriamente documentada na história e nesse filme é apresentado nas ultimas cenas levando a uma grande consternação. É grave o filme? É, porém as grandes obras são assim, causam espanto e inconformidade. A jovialidade das expressões do ator mirim Aleksei Kravchenko no filme inteiro indicaram que ele estava no papel certo mesmo do Flora. O ator foi bem tranquilo e muito da maquiagem ajudou a criar o clima pesado sobre o personagem, apesar do clima sereno do ator. Um filme muito triste, sem palavras, porém com um belo trabalho de artes, efeitos e cenários... Sempre quis assistir um filme que mostrasse a vida desses pobres moradores de vilarejos russos que foram barbarizados na 2° guerra. Muito triste.
Filme marcante, emocionante. Um clássico do cinema russo. Com certeza, não tão barra pesada como outros filmes da Segunda Guerra, tanto do lado Russo, Inglês, Alemão, Americano. Porém, não tem como deixar se levar pela bela atuação do Nikolai Burlyayev no personagem Ivan. Também o drama dos soldados Galstev e Katasonov em exercício. O filme não é cheio das lembranças pesadas do lado negro da Segunda Guerra, o filme é guiado tanto no drama do menino quanto o drama do médico soldado, interpretado pelo bem apresentado Evgeniy Zharikov. Algumas cenas como a da casa na estrada e o velho senhor fazem-nos voltar a situação do caos da guerra naquele momento, e foi o que vi mais de pesado na história, tirando as últimas cenas do filme que incluem filmagens reais. O filme é um sucesso em parte por conseguir fazer algo pesado como a segunda guerra ser comunicado de forma suave, contemplativa, a partir da boa atuação dos atores e da história construída pelos roteiristas. O filme é guiado pelo inconsolado menino Ivan, como também pelo soldado médico.
Uma utopia científica misturada com uma gota de romance, amor e charme que as obras do George Clooney sempre envolvem. O filme inteiro lida com conceitos científicos sobre matéria, citando várias vezes o Boson de Higgs, energia e conceitos científicos que apenas quem é cientista pode captar de primeira, obviamente misturada com as visões e projeções mentais em torno da esposa do personagem central. A obra inteira se arrasta em torno da investigação em torno da estação que orbita uma estrela azul (estrelas tipicamente maiores que o nosso Sol) e cujo efeito da sua atividade é criar uma realidade dentro da nave, com seres reais (não mentais) que podem interagir com objetos e tudo mais. A história toda é feita em torno disso, a esposa do psicólogo é a pivô da história por uma boa parte do filme. O legal, com certeza, é acompanhar os delírios, mas acho que é uma obra "melhor ainda" para as admiradoras do galã de hollywood que tem uma justificativa para assistir uma ficção científica. Obra inspirada no livro Solaris de Stanisław Lem. Esperava mais da trilha sonora anunciada nos trailers pela internet, mas me decepcionei um pouco.
Filme liderado, sobretudo pelo grande sucesso do ator Judd Nelson no filme Clube dos Cinco. Gostaram do jeitão do ator e fizeram um filme só para ele. O filme desenrola um personagem paralelo chamado Billy Turner. A obra inteira é uma revanche, uma vingança e assim toca-se a história toda que vai tendo suas surpresas e reviravoltas . A história não é tão cativante, pouco suspense, rola muito sarcasmo, típico do jeitão do Judd Nelson e do Paul Wilnfield. A obra é boa de assistir, não enjoa, mas não tem uma nota melhor porque a história é fraca mesmo e acho que o título brasileiro atribuído não condiz muito com uma problemática complexa como corrupção. Pouca coisa é explorada a respeito disso no filme, exceto o certo ar de anomia que rola (matar e não ser preso, assaltos impressionantes). Cidade azul (Blue City) não seria um bom título para o mercado lusófono, mas caberia um título melhorzinho. O filme mesmo é um spin off do jeitão John Bender, claro com outro personagem e outra roupagem. O filme tem como prós algumas bonitas cenas aéreas, o cenário litorâneo e a trilha sonora muito boa aos ouvidos, feita sobretudo pelo famoso músico Ry Cooder. Um bom filme pelo tempo abaixo de 90 min. Acho que nunca foi reprisada na televisão fechada ou aberta. O famoso ator da série Shiloh (Scott Wilson) faz participação no filme como o vilão da história.
Um dos filmes mais "barra pesadas que já vi", a obra não amorna em nenhum momento nas cenas mais polêmicas. É uma grande interpretação de uma época onde muitos foram jogados as escuras, sem ajuda, nem nada. Pesado e triste, mas o cinema fez a sua parte registrou para ninguém esquecer, e aprender alguma coisa. Os atores mirins são muito bem apresentáveis e que bom que na época das filmagens o governo alemão não fez polêmica para barrar o filme - lembrando que hoje a Alemanha é conhecida pelas suas leis polêmicas de proibição a quase tudo.
O filme não chega a ser irritante, pois eu teria parado de assistir, mas o final é tão medíocre, acho que é o final que dá a pior nota a obra. Muita gente deve ter se estressado assistindo o filme que é curto, apenas 1h e 30 min. Porém, não surpreende nada no encerramento, não brincam com o desfecho dos personagens, um desfecho inédito para a suicida matemática acordar do seu sonho, ou sobreviventes da boate. O tema é simplesmente um filme de interpretação sobre a morte aos olhos de um diretor/roteirista de viés secularista. Em alguns momentos eles tropeçam consigo mesmos dizendo escancaradamente a pergunta que é cerne do filme: por que estamos mortos? Não é uma, mas duas, três. Dá para perceber que eles estão tentando enrolar a história. Não tem nada, nada, nada a mais além do começo, os primeiros minutos que dão uma aterrorizada, mas depois é uma queda vertiginosa na criatividade. É um enrolation a obra inteira. A única coisa interessante é o clima do local, a penumbra e o valor místico associado, mas isso dura até 45 min, depois aí mesmo não saem mais da casa. Acho que me enrolaram bem, o belo é a parte artística, mas o enredo/a história toda é muito de 5° categoria.
A genialidade teatral do Robin Williams combinado com o experiente diretor Francis Coppola não poderia deixar de nos fornecer um sucesso. O filme Jack é inspirador para reaprender alguma coisa das dificuldades mais inesperadas. Para 1996 trabalhar um tema desses comercialmente como a deficiência da cognição é um grande desafio, mas Robin Williams é gênio consegue não forçar ou marcar o estereotipo das pessoas dessa situação. Os atores mirins são muito carismáticos conseguiram pegar a vibe do Robin Williams, o ator mirim Adam Zolotin pegou muito bem a história. Fazer drama com humor não é obstáculo para Robin Williams, o grande.
Eu redefini a minha opinião com o Matt Damon nesse filme, sempre achei um ator bom para ser o coadjuvante de outros figuras grandes. Nesse filme, porém, conseguiu se virar com o script passado e com a atuação solo. A obra inteira brinca com os conceitos da física, de biologia, sem fazer ar de mistério, falando as coisas preto no branco algo que peca em outros filmes de espaço que fazem bastante mistério e deixam os menos inteirados no filme todos com cara de trouxa. O tema marte também é bacana e levanta bastante da imaginação dos espectadores, como eu, por ser algo mais tangível a nossa realidade científica, se bem que muita coisa ali não foi alcançada. Essa obra resgata aquele bom ar dos filmes de anos 90 sobre temática espacial, Ridley Scott é mais diretor, um grande especialista de obras de espaço que jamais deixa o sensacionalismo emocional sobressair a parte boa da obra que é o lado científico/ficcional. Sensacional cada um com seus gostos, mas é bem melhor que Interstellar. Pena que ficou na sombra do hype em cima do filme de 2014. Foi bom não ter visto na época 2015.
Se estiver disposto e com vontade de saber quem é o Quentin Tarantino e as suas sacadas debochadas assista essa obra, depois do volume 1, pegue umas 4h do seu dia para assistir. Segue as mesmas qualidades caricatas do primeiro filme feito pelo diretor doidão, agora com um pouco mais da história particular da personagem Beatrix Kiddo do que cenas de luta. Tem de tudo de novo para quem curtiu o Volume 1, aliás, nem vale a pena assistir esse filme sem ver a primeira parte. Fica extremamente non sense. Toda a boa parte de sangue e pancadaria que rola na primeira obra segue nessa, claro não repetindo a cena de espada no bar, com certeza a mais sensacional. Dá para dar umas risadas com o mestre Kung Fu interpretado pelo Gordon Liu e o jeito de Billy morrer. Só dá para rir do filme, não causa apreensão nem nada. A ação é boa até um ponto, depois entra os traços do diretor e fica bem irreal. É um humor bem disfarçado.
Com certeza é uma das marcas registradas do diretor de cinema mais fora do quadrado que já acompanhei, a obra vale a pena para conhecer mais esse mundo oculto de criatividade desvairada do Tarantino. A obra não tem um pega forte suficiente de um bom filme de ação, mas dentro da proposta de escrachar ao ridículo o gênero de filme de luta a obra se sai bem. Uma Thurman faz sua parte, atuação calma e seguindo as regras de roteiro do mestre mor. E diga-se: fundou uma legião de seguidores da filosofia Kill Bill de filmes de ação. O filme com certeza, se sai bem em deixar explícito as cenas de sangue, marca clássica desse famoso diretor - Pulp Fiction que diga. Mas para assistir o Tarantino tem que ter um pouco de saco/paciência por causa dos seu escapismo em relação ao estilo padrão. Satisfeito isso dá para dar umas risadas com os deboches e invenções.
Um dos primeiros filmes do Schwarzenegger mostra o talento do ator de origem austríaca em improvisar e ao mesmo tempo mostrar seus dotes de força. O filme é rico em cenas que não poupam sangue em pancadaria, o filme não procura esconder isso a todo tempo, mas não exagera demais para não ficar cafona. De fato, a mística por de trás do imperador serpente Doom, o lado apelativo a magias e misticismos que a obra inteira faz dá o charme ao filme. A cena no templo, a camaradagem de Conan e Subotai, as cenas bem feitas como a cena da torre de culto enfim esse ar de misticismo que roda o filme inteiro é bacana.
Esse filme é engraçado pelo jeito do Jim Belushi, tem umas cenas bastante engraçadas com o cão principalmente o momento em que toca a música "I Got You" - quem assistiu a cena vai entender. O jeitão engraçado e de bem com a vida do Jim Belushi vai definir entre você gostar da obra ou se irritar/entediar com ela, tal como a simpatia com cães policias, nesse caso da raça pastor alemão. É um filme clássico dos anos 80 e resgata boas lembranças desse tempo e obviamente do tempo em que era sucesso na televisão aberta, isso não muito longe, anos 2000. Para mim pode ter uma licença de não entregar nada além das sacadas engraçadas dos roteiristas e a improvisação do Belushi - que até atuou bem do lado de um cão de verdade. O problema é que vieram duas sequências que repetiram mais dois filmes fazendo uma série K-9, e essa boa sacada da primeira obra de fazer um filme de cão policial bem humorado ficou tediosa, gerando uma má fama para todos os filmes. Eu me diverti bastante.
Os diálogos são muito parados, o foco fica de forma excessiva em cima do Van Damme sem os demais personagens resgatarem alguma coisa, criar um clima divertido, bacana. O drama do irmão do personagem Kurt é mais ou menos, Dennis Alexio não tem carisma e simplesmente banca um estereótipo bem escrachado de durão, o qual não fede nem cheira. O clima demais em cima do vilão não compensa a luta a luta entre os dois: Kurt dá dois golpes no imbatível Tong Po e a obra acaba. Mas o filme inteiro vende outra proposta. As cenas de treino de Kurt chegam a entediar certos momentos, não vendem nada mais de interessante. O filme retrata claramente o hype em cima do Van Damme, naquela época. Nos dias de hoje, porém, o filme perdeu brilho, ficando datado. Baixou muito a qualidade do Van Damme comparado com as cenas do seu grande sucesso, para mim O Grande Dragão Branco do ano anterior, que tem uma boa filmagem, efeitos de cena bacanas e bons atores os quais alguns fizeram sucesso e tomaram outras direções. O ator Michel Qissi que faz o vilão Tong Po nessa obra tem a participação também no Dragão Branco, fazendo um personagem bacana: o boxeador marroquino. Acho que lá foi uma participação mais interessante.
Acho que a série John Wick fechou bem. Agora Wick se tornou sobrenatural demais e perdeu aquele charme inicial do seu primeiro filme: cair de 5° andar sobre um carro e rolar uma escada de 200 degraus e continuar lutando só em ficção de GTA mesmo. Eu acho que isso passava despercebido no primeiro e segundo filme, agora ficou bastante evidente. A obra é boa pelo elenco e suas boas atuações: Laurence Fishburne, Bill Skarsgård e principalmente o jeito de filmes de ação do Keanu Reeves e o bom humor que acompanha a obra inteira de ficção, principalmente envolvendo o vilão Caine e algumas cenas bacanas como a luta com os mafiosos alemães. Um 5° filme terá de arrancar algo realmente inovador, interessante, evitando repetir mais do mesmo.
Esse cara não morre nunca, John Wick já virou até personagem de GTA: é imortal: não come e nem dorme. O cinema sente falta desses personagens invencíveis e a interpretação do Keanu Reeves deixa isso imperceptível. Seu jeito peculiar de lutar e aniquilar todos pelo caminho dá o brilho do filme. Temos atores ilustres como o Lawrence Fishburne (Matrix) e a Anjelica Huston (Familia Addams). A obra não perde muito do seu DNA em relação as outros filmes, mas agora muito menos baseado em vingança e sim em sobreviver. A cúpula, marcada pela figura da juíza, é estressada em debate a obra inteira. Assista mais para acompanhar o Keanu Reeves tomando panca de todo mundo.
Austin Powers em O Homem do Membro de Ouro
2.9 207 Assista AgoraUma boa despedida para o besteirol do Mike Myers, um dos bons, no seu lendário personagem Austin Powers. O filme conta com a ilustre presença de figuras públicas famosas que entraram na brincadeira: Tom Cruise, John Travolta, até a familia do Ozzy Osbourne aparece. Pelo fim do filme nem sei se haverá um quarto Austin Powers, não sei se o Mike Myers teria criatividade/engenhosidade para criar mais história. Esse filme é uma despedida. Os icônicos personagem do segundo filme reaparecem. As pancadas no Mini Me são muito engraçadas, as cenas de duplo sentido com as palavras, as sombras, Igor Dão, a verruga e por aí vai. Senti falta das dancinhas entre as cenas do filme, mas a obra está recheada de outras coisas. A parte artística está de parabéns, se esforçaram bastante. Ela foi bem trabalhada, inclusive para apenas 1 ou 2 min de cena.
Austin Powers: O Agente 'Bond' Cama
3.0 198 Assista AgoraMelhor que o seu antecessor, Mike Myers está muito mais solto nesse filme tal como seus personagens secundários (Dr. Evil e Igor dão). A história é mais cheia de bizarrices que o filme anterior, mas no estilo Mike Myers de improvisar, imaginar, resumido no personagem Austin Powers. Estreia no filme o famoso e engraçadíssimo Mini Me. As dancinhas do Austin Powers entre as partes do filme são sempre muito engraçadas. Retornam alguns personagens do filme anterior. na minha opinião, a cena no espaço deu uma baita diferença no filme, a cena da luta entre o Powers e o Mini Me ficou eternizado para sempre como uma das mais engraçadas da série Austin Powers. A graça do filme é rir das improvisações e exageros do Mike Myers.
Austin Powers: 000 Um Agente Nada Discreto
3.2 150 Assista AgoraO personagem do Mike Myers é feito para ser cafona mesmo, mr Austin Powers. A obra explora isso toda a hora. Quem assistiu a saga 007, pelo menos os primeiros 5 filmes, consegue pegar a maior parte das tiradas em cima do n° 1 (Dr Evil). Na realidade, o melhor do filme é o Dr Evil e os exageros grotescos no personagem dele. As cenas dos personagens inimigos morrendo e os familiares sendo avisados é uma prova desses exageros ridículos que se tornam engraçados por serem justamente fantasiosos demais.
A obra é engraçada no fato de dizer explicitamente ao público: isso aqui que eu faço é ridículo e exagerado mesmo. Quem é fã de carteirinha da saga 007 vai detestar esse filme. Não assisti os demais filmes, sobretudo o último Austin Powers, o mais famoso, mas acredito que seguindo essa fórmula será bem engraçado. Pelo menos achei melhor que o Quanto Mais Idiota Melhor, pelo menos sem aquelas "piadas internas americanas", que ainda tem em "alguma quantidade nesse filme". As brincadeiras sexuais também de tão exageradas se tornam engraçadas, devido ao jeito ridículo do personagem Austin Powers: essa bomba pen. sueca não é minha ou a tiração com a emissora BBC no final do filme (que realmente é uma emissora mala): yeah yeah yeah BBC1, BBC2, BBC3 hehehe.
Dennis: O Pimentinha
2.8 447Eu dou muita risada com esse filme, o ator do Dennis é uma figurinha mesmo e as barbaridades que ele apronta para o Walter Matthau e o Christhopher Lloyd.. O menino apronta só barbaridade para o veio (Seu Wilson), troca enxaguante por pinho sol, rebenta com a mesa de banquete e outras cenas. É um desenho infantil, portanto pode não agradar todos os públicos. Não sei se é inferior ou melhor que a sequência de 1998 famosa também, mas tem atores de nível incluindo o grande Christhopher Lloyd. Foi uma pena que só teve um filme na época com os atores dessa obra . Um clássico da televisão aberta, já bastante anunciado e reprisado na televisão, mas pude assistir realmente pela primeira vez apenas agora.
Missão: Impossível - O Acerto Final
3.6 260 Assista AgoraFantástico, espetacular, impossível. Um filme que realmente faz jus a uma despedida,
sem melancolia, choramingo. Um filme mesmo com "impossibilidades" na mão do Tom Cruise. Duas cenas dão nome ao filme, com certeza a mais espetacular missão do agente Ethan de todas as obras é a missão embaixo da água do ártico. Uma sarcástica despedida
para o vilão, retorno de um desconhecido/despercebido coadjuvante lá da primeira
obra de 1996 e o drama de um "dilema" e não "problema": a inteligência artificial.
Uma receita super bem feita, a muito tempo não vejo um filme de ação com tanto prazer.
Dublador da voz do Tom Cruise original das últimas obras, personagens em forma.
De fato, algumas partes ficaram sem uma explicação, um desfecho mais claro, porém
formam o imaginário do missão impossível, sendo apenas um toque de inteligência do diretor. Uma obra que valeu o preço pago no ingresso de cinema.
Homem-Aranha: Longe de Casa
3.6 1,3K Assista AgoraUm filme muito divertido, principalmente devido a dupla Jon Favreau e Tom Holland. A obra surpreende com a reinvenção da história do personagem Mysterio, trazendo uma tônica para a obra. Os drones foram muito bem sacados.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
3.8 1,9KEssa ideia de fazer uma nova história para o Homem Aranha é bacana com o ator Tom Holland seguindo a trilha dos últimos atores agora assumindo o papel. Não curti muito essa história de resgatar a juventude do Homem Aranha na fase High School (ensino médio nos EUA) mas história é válida, mas achei mais divertido que a fase do Andrew Garfield, que foi focada em um homem aranha mais galã sem tanta ação. O Tom Holland é bom no improviso, no que passam para ele, a atuação do ator é bem natural e acho que fechou bem com essa fase do Homem Aranha mais jovem. Não poderia deixar de elogiar a grande participação do eterno batman Michael Keaton como o vilão abutre. Foi bem divertido ver o ator como vilão, quase nem percebi que era o referido ator.
O dilema da namorada criado no fim da história é bacana, mas desde a Kirsten Dunst, todas as atoras que fazem parceria com Homem Aranha ficaram abaixo da média. De qualquer maneira, é uma obra diferente, ousada, quebra com o famoso trio Harry, Peter e Mary Jane, comercialmente bem construído para embalar a série Vingadores, no momento do ápice da série nos cinemas. Todavia, com todo respeito a série vingadores, "Homem Aranha" é "Homem Aranha", ele é suficiente e sozinho para fazer um filme. Não sei se essa guinada do Homem Aranha foi por causa da atuação solo do Andrew Garfield. Não iremos saber. Mas o filme tem os méritos por ser diferente e bacana de assistir. Assistindo pela primeira vez, desde os 8 anos do lançamento da obra.
Assalto ao Poder
2.7 69História confusa e um tanto bagunçada, tem boas cenas de ação e a bela atuação do Christopher Meloni. Conta a participação do Bruce Willis em pura figuração. Conta com um início de uma gangue de assaltantes, que malucamente se converte em uma espécie de rebelião de ex-empregados de lideres poderosos envolvidos em assassinatos na América. Termina em um simples acerto de contas. É difícil captar os melindres da história, mas tudo isso foi feito para capturar Christopher Meloni como centro da história.
Estrada para Perdição
3.9 416Bela história e boa interpretação de um Tom Hanks muito durão e pouco analítico (atípico). O próprio ator confessou, esse foi um dos filmes que considera a interpretação mais impactante que fez. Dá para ver que o Hanks se esforça para incorporar o jeitão do seu personagem, a sua expressão indicava que ele não se sentiu a vontade. É drama razoável de um assassino em busca de vingança, eu acho que a dupla com Tyler Hoechlin deu uma amornada, o ator mirim é tranquilo, mas não adicionou tanta emoção a história ou um jeitão particular que criasse empatia com público. Sobre a atuação do Daniel Craig, achei muito boa. Baseado no 007, achei que ele iria tentar um bom assassino durão, mas a interpretação do seu personagem lunático surpreendeu-me. Jude Law sempre dá um tom de humor nas obras, sua participação no encerramento da obra dá um brilho a mais e complementa o desfecho dramático do assassino Sullivan.
A história não é carregada em um drama muito forte, acho que existem filmes melhores sobre as máfias e gangues americanas dos anos 30, mas uma confluência de boas qualidades na obra torna o filme um bom produto. O filme conta muito pela ótima trilha sonora, bons efeitos especiais e a participação de grandes atores do cinema. Eu realmente achei que esse tipo de filme não caiu bem no Tom Hanks, mas a obra é uma oportunidade para enxergar o outro lado do ator americano, as suas outras qualidades.
Vá e Veja
4.5 796O garoto Flora tem o azar da sua vida e faz doer o coração do espectador o filme inteiro, sobretudo a cena de quando o garoto inconsolado retorna ao vilarejo. O desejo dele de participar de um pelotão de guerra vira o pivô do seu desfecho de vida. A transição do início ao fim da obra é bem pesado, mostra o garoto aprendendo sobre a vida da pior maneira possível. E será que a história realmente não teve muitos Florians? Dizer o que mesmo: não que o comunismo não tenha feito tanto quanto de monstruosidades contra a sua gente, mas o sadismo dos alemães nessa época é notoriamente documentada na história e nesse filme é apresentado nas ultimas cenas levando a uma grande consternação. É grave o filme? É, porém as grandes obras são assim, causam espanto e inconformidade. A jovialidade das expressões do ator mirim Aleksei Kravchenko no filme inteiro indicaram que ele estava no papel certo mesmo do Flora. O ator foi bem tranquilo e muito da maquiagem ajudou a criar o clima pesado sobre o personagem, apesar do clima sereno do ator. Um filme muito triste, sem palavras, porém com um belo trabalho de artes, efeitos e cenários... Sempre quis assistir um filme que mostrasse a vida desses pobres moradores de vilarejos russos que foram barbarizados na 2° guerra. Muito triste.
A Infância de Ivan
4.3 164 Assista AgoraFilme marcante, emocionante. Um clássico do cinema russo. Com certeza, não tão barra pesada como outros filmes da Segunda Guerra, tanto do lado Russo, Inglês, Alemão, Americano. Porém, não tem como deixar se levar pela bela atuação do Nikolai Burlyayev no personagem Ivan. Também o drama dos soldados Galstev e Katasonov em exercício. O filme não é cheio das lembranças pesadas do lado negro da Segunda Guerra, o filme é guiado tanto no drama do menino quanto o drama do médico soldado, interpretado pelo bem apresentado Evgeniy Zharikov. Algumas cenas como a da casa na estrada e o velho senhor fazem-nos voltar a situação do caos da guerra naquele momento, e foi o que vi mais de pesado na história, tirando as últimas cenas do filme que incluem filmagens reais. O filme é um sucesso em parte por conseguir fazer algo pesado como a segunda guerra ser comunicado de forma suave, contemplativa, a partir da boa atuação dos atores e da história construída pelos roteiristas. O filme é guiado pelo inconsolado menino Ivan, como também pelo soldado médico.
Solaris
2.8 134Uma utopia científica misturada com uma gota de romance, amor e charme que as obras do George Clooney sempre envolvem. O filme inteiro lida com conceitos científicos sobre matéria, citando várias vezes o Boson de Higgs, energia e conceitos científicos que apenas quem é cientista pode captar de primeira, obviamente misturada com as visões e projeções mentais em torno da esposa do personagem central.
A obra inteira se arrasta em torno da investigação em torno da estação que orbita uma estrela azul (estrelas tipicamente maiores que o nosso Sol) e cujo efeito da sua atividade é criar uma realidade dentro da nave, com seres reais (não mentais) que podem interagir com objetos e tudo mais. A história toda é feita em torno disso, a esposa do psicólogo é a pivô da história por uma boa parte do filme. O legal, com certeza, é acompanhar os delírios, mas acho que é uma obra "melhor ainda" para as admiradoras do galã de hollywood que tem uma justificativa para assistir uma ficção científica. Obra inspirada no livro Solaris de Stanisław Lem. Esperava mais da trilha sonora anunciada nos trailers pela internet, mas me decepcionei um pouco.
Cidade Corrompida
2.8 7Filme liderado, sobretudo pelo grande sucesso do ator Judd Nelson no filme Clube dos Cinco. Gostaram do jeitão do ator e fizeram um filme só para ele. O filme desenrola um personagem paralelo chamado Billy Turner. A obra inteira é uma revanche, uma vingança e assim toca-se a história toda que vai tendo suas surpresas e reviravoltas . A história não é tão cativante, pouco suspense, rola muito sarcasmo, típico do jeitão do Judd Nelson e do Paul Wilnfield. A obra é boa de assistir, não enjoa, mas não tem uma nota melhor porque a história é fraca mesmo e acho que o título brasileiro atribuído não condiz muito com uma problemática complexa como corrupção. Pouca coisa é explorada a respeito disso no filme, exceto o certo ar de anomia que rola (matar e não ser preso, assaltos impressionantes). Cidade azul (Blue City) não seria um bom título para o mercado lusófono, mas caberia um título melhorzinho. O filme mesmo é um spin off do jeitão John Bender, claro com outro personagem e outra roupagem. O filme tem como prós algumas bonitas cenas aéreas, o cenário litorâneo e a trilha sonora muito boa aos ouvidos, feita sobretudo pelo famoso músico Ry Cooder. Um bom filme pelo tempo abaixo de 90 min. Acho que nunca foi reprisada na televisão fechada ou aberta. O famoso ator da série Shiloh (Scott Wilson) faz participação no filme como o vilão da história.
Eu, Christiane F.,13 Anos, Drogada e Prostituída
3.6 1,3K Assista AgoraUm dos filmes mais "barra pesadas que já vi", a obra não amorna em nenhum momento nas cenas mais polêmicas. É uma grande interpretação de uma época onde muitos foram jogados as escuras, sem ajuda, nem nada. Pesado e triste, mas o cinema fez a sua parte registrou para ninguém esquecer, e aprender alguma coisa. Os atores mirins são muito bem apresentáveis e que bom que na época das filmagens o governo alemão não fez polêmica para barrar o filme - lembrando que hoje a Alemanha é conhecida pelas suas leis polêmicas de proibição a quase tudo.
Após a Morte
1.4 22O filme não chega a ser irritante, pois eu teria parado de assistir, mas o final é tão medíocre, acho que é o final que dá a pior nota a obra. Muita gente deve ter se estressado assistindo o filme que é curto, apenas 1h e 30 min. Porém, não surpreende nada no encerramento, não brincam com o desfecho dos personagens, um desfecho inédito para a suicida matemática acordar do seu sonho, ou sobreviventes da boate. O tema é simplesmente um filme de interpretação sobre a morte aos olhos de um diretor/roteirista de viés secularista. Em alguns momentos eles tropeçam consigo mesmos dizendo escancaradamente a pergunta que é cerne do filme: por que estamos mortos? Não é uma, mas duas, três. Dá para perceber que eles estão tentando enrolar a história. Não tem nada, nada, nada a mais além do começo, os primeiros minutos que dão uma aterrorizada, mas depois é uma queda vertiginosa na criatividade. É um enrolation a obra inteira. A única coisa interessante é o clima do local, a penumbra e o valor místico associado, mas isso dura até 45 min, depois aí mesmo não saem mais da casa. Acho que me enrolaram bem, o belo é a parte artística, mas o enredo/a história toda é muito de 5° categoria.
Jack
3.5 273A genialidade teatral do Robin Williams combinado com o experiente diretor Francis Coppola não poderia deixar de nos fornecer um sucesso. O filme Jack é inspirador para reaprender alguma coisa das dificuldades mais inesperadas. Para 1996 trabalhar um tema desses comercialmente como a deficiência da cognição é um grande desafio, mas Robin Williams é gênio consegue não forçar ou marcar o estereotipo das pessoas dessa situação. Os atores mirins são muito carismáticos conseguiram pegar a vibe do Robin Williams, o ator mirim Adam Zolotin pegou muito bem a história. Fazer drama com humor não é obstáculo para Robin Williams, o grande.
Perdido em Marte
4.0 2,3K Assista AgoraEu redefini a minha opinião com o Matt Damon nesse filme, sempre achei um ator bom para ser o coadjuvante de outros figuras grandes. Nesse filme, porém, conseguiu se virar com o script passado e com a atuação solo. A obra inteira brinca com os conceitos da física, de biologia, sem fazer ar de mistério, falando as coisas preto no branco algo que peca em outros filmes de espaço que fazem bastante mistério e deixam os menos inteirados no filme todos com cara de trouxa. O tema marte também é bacana e levanta bastante da imaginação dos espectadores, como eu, por ser algo mais tangível a nossa realidade científica, se bem que muita coisa ali não foi alcançada. Essa obra resgata aquele bom ar dos filmes de anos 90 sobre temática espacial, Ridley Scott é mais diretor, um grande especialista de obras de espaço que jamais deixa o sensacionalismo emocional sobressair a parte boa da obra que é o lado científico/ficcional. Sensacional cada um com seus gostos, mas é bem melhor que Interstellar. Pena que ficou na sombra do hype em cima do filme de 2014. Foi bom não ter visto na época 2015.
Kill Bill: Volume 2
4.2 1,5K Assista AgoraSe estiver disposto e com vontade de saber quem é o Quentin Tarantino e as suas sacadas debochadas assista essa obra, depois do volume 1, pegue umas 4h do seu dia para assistir. Segue as mesmas qualidades caricatas do primeiro filme feito pelo diretor doidão, agora com um pouco mais da história particular da personagem Beatrix Kiddo do que cenas de luta. Tem de tudo de novo para quem curtiu o Volume 1, aliás, nem vale a pena assistir esse filme sem ver a primeira parte. Fica extremamente non sense. Toda a boa parte de sangue e pancadaria que rola na primeira obra segue nessa, claro não repetindo a cena de espada no bar, com certeza a mais sensacional. Dá para dar umas risadas com o mestre Kung Fu interpretado pelo Gordon Liu e o jeito de Billy morrer. Só dá para rir do filme, não causa apreensão nem nada. A ação é boa até um ponto, depois entra os traços do diretor e fica bem irreal. É um humor bem disfarçado.
Kill Bill: Volume 1
4.2 2,4K Assista AgoraCom certeza é uma das marcas registradas do diretor de cinema mais fora do quadrado que já acompanhei, a obra vale a pena para conhecer mais esse mundo oculto de criatividade desvairada do Tarantino. A obra não tem um pega forte suficiente de um bom filme de ação, mas dentro da proposta de escrachar ao ridículo o gênero de filme de luta a obra se sai bem. Uma Thurman faz sua parte, atuação calma e seguindo as regras de roteiro do mestre mor. E diga-se: fundou uma legião de seguidores da filosofia Kill Bill de filmes de ação. O filme com certeza, se sai bem em deixar explícito as cenas de sangue, marca clássica desse famoso diretor - Pulp Fiction que diga. Mas para assistir o Tarantino tem que ter um pouco de saco/paciência por causa dos seu escapismo em relação ao estilo padrão. Satisfeito isso dá para dar umas risadas com os deboches e invenções.
Conan, o Bárbaro
3.5 389 Assista AgoraUm dos primeiros filmes do Schwarzenegger mostra o talento do ator de origem austríaca em improvisar e ao mesmo tempo mostrar seus dotes de força. O filme é rico em cenas que não poupam sangue em pancadaria, o filme não procura esconder isso a todo tempo, mas não exagera demais para não ficar cafona. De fato, a mística por de trás do imperador serpente Doom, o lado apelativo a magias e misticismos que a obra inteira faz dá o charme ao filme. A cena no templo, a camaradagem de Conan e Subotai, as cenas bem feitas como a cena da torre de culto enfim esse ar de misticismo que roda o filme inteiro é bacana.
K-9: Um Policial Bom Pra Cachorro
2.8 260 Assista AgoraEsse filme é engraçado pelo jeito do Jim Belushi, tem umas cenas bastante engraçadas com o cão principalmente o momento em que toca a música "I Got You" - quem assistiu a cena vai entender. O jeitão engraçado e de bem com a vida do Jim Belushi vai definir entre você gostar da obra ou se irritar/entediar com ela, tal como a simpatia com cães policias, nesse caso da raça pastor alemão. É um filme clássico dos anos 80 e resgata boas lembranças desse tempo e obviamente do tempo em que era sucesso na televisão aberta, isso não muito longe, anos 2000. Para mim pode ter uma licença de não entregar nada além das sacadas engraçadas dos roteiristas e a improvisação do Belushi - que até atuou bem do lado de um cão de verdade. O problema é que vieram duas sequências que repetiram mais dois filmes fazendo uma série K-9, e essa boa sacada da primeira obra de fazer um filme de cão policial bem humorado ficou tediosa, gerando uma má fama para todos os filmes. Eu me diverti bastante.
Kickboxer: O Desafio do Dragão
3.2 197 Assista AgoraOs diálogos são muito parados, o foco fica de forma excessiva em cima do Van Damme sem os demais personagens resgatarem alguma coisa, criar um clima divertido, bacana. O drama do irmão do personagem Kurt é mais ou menos, Dennis Alexio não tem carisma e simplesmente banca um estereótipo bem escrachado de durão, o qual não fede nem cheira. O clima demais em cima do vilão não compensa a luta a luta entre os dois: Kurt dá dois golpes no imbatível Tong Po e a obra acaba. Mas o filme inteiro vende outra proposta. As cenas de treino de Kurt chegam a entediar certos momentos, não vendem nada mais de interessante. O filme retrata claramente o hype em cima do Van Damme, naquela época. Nos dias de hoje, porém, o filme perdeu brilho, ficando datado. Baixou muito a qualidade do Van Damme comparado com as cenas do seu grande sucesso, para mim O Grande Dragão Branco do ano anterior, que tem uma boa filmagem, efeitos de cena bacanas e bons atores os quais alguns fizeram sucesso e tomaram outras direções. O ator Michel Qissi que faz o vilão Tong Po nessa obra tem a participação também no Dragão Branco, fazendo um personagem bacana: o boxeador marroquino. Acho que lá foi uma participação mais interessante.
John Wick 4: Baba Yaga
3.9 731 Assista AgoraAcho que a série John Wick fechou bem. Agora Wick se tornou sobrenatural demais e perdeu aquele charme inicial do seu primeiro filme: cair de 5° andar sobre um carro e rolar uma escada de 200 degraus e continuar lutando só em ficção de GTA mesmo. Eu acho que isso passava despercebido no primeiro e segundo filme, agora ficou bastante evidente. A obra é boa pelo elenco e suas boas atuações: Laurence Fishburne, Bill Skarsgård e principalmente o jeito de filmes de ação do Keanu Reeves e o bom humor que acompanha a obra inteira de ficção, principalmente envolvendo o vilão Caine e algumas cenas bacanas como a luta com os mafiosos alemães. Um 5° filme terá de arrancar algo realmente inovador, interessante, evitando repetir mais do mesmo.
John Wick 3: Parabellum
3.9 1,0K Assista AgoraEsse cara não morre nunca, John Wick já virou até personagem de GTA: é imortal: não come e nem dorme. O cinema sente falta desses personagens invencíveis e a interpretação do Keanu Reeves deixa isso imperceptível. Seu jeito peculiar de lutar e aniquilar todos pelo caminho dá o brilho do filme. Temos atores ilustres como o Lawrence Fishburne (Matrix) e a Anjelica Huston (Familia Addams). A obra não perde muito do seu DNA em relação as outros filmes, mas agora muito menos baseado em vingança e sim em sobreviver. A cúpula, marcada pela figura da juíza, é estressada em debate a obra inteira. Assista mais para acompanhar o Keanu Reeves tomando panca de todo mundo.