- Os torcedores são iguais as mulheres, quando você jogam bem, eles te adoram, quando joga mal, são capazes de cuspir na sua cara - Por quê? - Porque eles não entendem que você é a mesma pessoa jogando bem ou mal. Sacou? Você só tem que jogar é por si mesmo.
O nascimento definitivo da idiotice filosófica. É aqui que fica claro: eles não são só burros — são um comentário involuntário sobre a humanidade. Beavis começa a flertar mais com delírios grandiosos, Butt-Head assume o papel de “líder” sem nunca liderar nada. Os comentários de clipes ficam mais afiados. Eles já não só riem: julgam. Errado, claro. Mas com uma lógica tão torta que vira crítica cultural acidental. Tudo é “legal” ou “uma porcaria”, e estranhamente isso resume muita coisa mesmo. Beavis quase sempre entendendo tudo errado (e indo longe demais). Qualquer conceito — trabalho, saúde, escola, sociedade — vira combustível pra desastre. A temporada consolida essa regra: se existe uma interpretação errada possível, Beavis vai encontrá-la. A escola como campo de guerra inútil, professores tentando impor ordem, diretores acreditando em redenção, e dois adolescentes provando que o sistema educacional nunca esteve preparado pra eles. É cruel e hilário. A série para de pedir desculpas. Ela abraça o mau gosto como linguagem. Não é sobre ser ofensivo — é sobre ser descaradamente estúpido num mundo que finge ser inteligente. No fim, eles são produto e o resultado do tédio, da TV, da negligência, do excesso de ruído. Sem discurso. Só caos.
Série que não promete nada e cumpre tranquilamente e sem pretensão alguma a meta de entreter! Ela não se limita ao seu orçamento, algo que aprecio demais em trabalhos feito mais com o coração do que com a carteira. O palhaço Sweet Tooth é um fênomeno a parte! Tanto na voz do Will Arnett quanto na dublagem brazuca. A relação dele com o seu suposto filho adotado gordinho e velho é de uma preciosidade tremenda. Pra ser sincerão, os episódios funcionam sozinhos, tem uma barriguinha que mal incomoda mas que melhora muito na segunda temporada, quando os roteiristas resolvem agarrar a zoeira ainda mais forte. Muito bom ver a Stephanie Beatriz em ação, mostrando o que aprendeu em "Brooklyn 99". Desligue boa parte do cérebro, abra uma cerveja, puxa um, e divirta-se.
Não gostei, Rolandinho, passa muito longe das obras originais. Atuações ora exageradas ora contidas demais, roteiro bunda-mole cujas piadas parecem pisar de saltos altos em telhado de vidro fino. o "The Office" com Steve Carell só teve seis episódios, foi o suficiente para decolar. Essa continuação "oficial-é-o-meu-ovo" não tem carisma em lugar algum, ou aquela espontaneidade contagiosa para a comédia involuntária, gags, que justamente eram virtudes que se destacavam tanto no remake americano quanto na versão britânica PS: Recomendo "The IT Crowd" para quem não conhece, presenteie vossa alma.
Não acredito que exista série assim hoje em dia. Se me contassem eu duvidaria. É tanto surrealismo tratado de forma séria, em determinado momento pensei: "ué, mas eu não comi cogumelo". Ainda estou em choque. As chamadas de emergência são as mais bizarramente cômicas possível! Tem uma cena em que confundem flatulência com infarto. Parece até que os irmãos Wayans escreveram essa anomalia monstruosa. Lembro de uma garota que sai voando junto com a pipa!!! Ela fica sobrevoando o céu com a pipa enquanto as autoridades não chegam!!! 🤣 Gostei da surpresa bugada, mas nem ferrando vou acompanhar.
- 911, qual a sua emergência? - Tem solteiras sangrando por toda a Broadway.
- 911, qual a sua emergência? - Minha sobrinha está voando pelo céu (segurando uma pipa).
- 911, qual a emergência? - O palco caiu em cima do Kane Brown!
Que surto foi esse??!!! Carácoles, uma ótima produção para nada! Claramente feito para agradar aos doentes mentais que dizem adorar histórinhas de serial killers sensacionalistas e apelativas até o talo. Se pelo menos fosse uma trama fictícia inspirada no nosso querid... digo, no grotesco Edinho, preferiram romantizar a parada num nível que subestima a quem assiste, quiseram fazer homenagem aos filmes que se inspiraram nesses "monstros" ao mesmo tempo que tentaram martirizar/inocentar os putos. O produto ainda se vende como verdade desrespeitando as mentes curiosas que se interessarem pelo assunto e quem já conhece a história, também desrespeita as vítimas fazendo parecer que pediram por isso e até o vilão tornando-o quase um bebê grandão que usa lingeries alheias enquanto é seduzido por suas vítimas além de ser um irresistível e passivo Don Juan(!?). É uma lástima pois Charles Hunnam está impecável no papel! Mesmo tudo aqui sendo quase um desperdício de vida para todos (exceto talvez para quem recebeu pra trabalhar nesse esgoto de criatividade), não ficaria chateado em saber que Hunnam concorrerá a algum prêmio por sua atuação carismática e imersiva. O cara se entregou bonito ao papel. Quanto ao final absurdamente ridículo "Marvel" das ideias, defeca em todas as matérias e documentários que já vimos sobre o "muso inspirador major do horror" Gein. Confesso que gostei de algumas (poucas) cenas, em destaque:
- Ele correndo com a serra elétrica atrás de dois caras enquanto o momento fica intercalando com os bastidores de Texas Chainsaw Massacre (sou apaixonado absoluto pela obra-prima de 74), fechando o episódio com o Edinho gritando/uivando pra lua. - Ele brincando com as crianças usando uma cabeça humana. - As danças do personagem travestido são reconfortantes.
Quanto aos defeitos, falhas e enorme quantidade de lixo, dá preguiça.
Qualquer documentário sobre esses dois doidinhos é melhor que isso. “Meu pai ainda me toca de maneira que me deixa desconfortável. Não sei o que fazer.” Esse trecho de uma carta que Erik escreveu para um primo antes dos assassinatos foi usado pela defesa como evidência de que os irmãos agiram em legítima defesa, tentando escapar de anos de abuso. A carta não apareceu na série da Netflix, mas foi considerada um ponto crucial por muitos especialistas e jornalistas que acompanharam o caso de perto. Eu realmente prefiro não me meter em assuntos de família.
Honestamente só estão desperdiçando dinheiro. Não à toa Henry Cavill abandonou o projeto. O cara é fã dos livros de Andrzej Sapkowski (1993) que deu origem aos games. As partes que li do livro (uma boa leitura inclusive para quem aprecia o gênero) são bem mais interessantes e envolventes, nessa adaptação furreca já entortam tudo de forma aterradora, nem sei porque chegaram tão longe, Netflix adora torrar grana no lugar do carvão no churrasco.
Uma moçoila que hospedei em meu bunker por um curto período de tempo em 2020 me fez assistir e até que não achei a pior coisa do mundo, a companhia ajudou (claro!) - mas graças a Deus ela foi embora e não nos falamos mais, pude terminar a temporada dormindo à vontade.
Achei tão median(inh)o quanto o livro, que li em partes. Henry Cavill está ótimo no papel, e vi uma entrevista dele dizendo que é fã do material original, que executivos e produtores reclamavam por ele estar sempre "corrigindo" o roteiro, etc., algo que me fez simpatizar com o cara então resolvi dar essa chance, os pontos fortes aqui são os monstros (um mais lindo que o outro) e justamente o protagonista.
Não precisava mas okay. O vilão principal do desenho era uma criatura híbrida humano-robô chamada “The Machine”, que havia se fundido com uma orca (!) em um acidente e virou um mutante megalomaníaco que queria dominar os mares poluindo tudo (?). Lembro da loucura. A baleia Willy voa no desenho animado! E não, isso não é metáfora. Ele literalmente dá saltos tão absurdos que parecem teletransportes. Em alguns episódios, ele é quase um super-herói aquático. Willy tem saltos antigravitacionais que desafiam todas as leis da física, ele literalmente salta de uma baía pra outra como se fosse um Pokémon lendário. Pra piorar, o bichanoquático se comunica telepaticamente com Jesse, através de uma ligação espiritual/mental ativada por um talismã indígena mágico (pqp).
Eu não sei se foi impressão a minha, mas essa temporada quase não agregou em nada em relação a primeira, se pegar as partes mais relevantes dá uns três episódios. Os mistérios aumentam porém de forma saturada, morna, quase neutra, e sem dar nenhuma resposta satisfatória. Eu sei que tentam emular muito do sentimento que "Lost" causou um dia (afinal temos o diretor Jack Bender e o próprio Perrineau "Waaaaallltt!!!" Jr. na produção, que "coincidência". Daqui a pouco descobrimos que tudo isso é um experimento da Iniciativa Dharma). Realmente os atores fazem o roteiro raso ganhar consistência, a Donna de Elizabeth Saunders é fantástica (tipo John Locke) que contrasta perfeitamente com Boyd (tipo Jack Shephard, aliás, que atuação do Perrineau, continua incrível!). Acho o resto do elenco bem limitado, em exceção do garotinho - melhor personagem - Simon Webster (tipo Michael só que com talento e carisma). Gamei na Tabitha, não gostava da atriz até agora. E Jade é a cópia escarrada do Sawyer (elogio).
"Não dá pra ver o suéter quando você é só um fio." - Kenny
Pra quem gosta de ver executivos e atores falando sério sobre cenas totalmente esquecíveis como se estivessem reinventando o cinema… eis tal pesadelo disfarçado de documentário.
"Nós fomos pra lua em 69..." 🎶 Adoro a Christy Romano até hoje. E olha o Shia Labeouf antes das drogas! (Quando digo "drogas" me refiro a "Transformers")
Prometeu um terror envolvente mas entregou amadorismo quanto a criatividade de entrelaçar assuntos místicos com entretenimento, inconsistente, os efeitos especiais não convencem quando deveriam, e olha que isso costuma ser a última coisa que prezo em qualquer filme ou série, contanto que a trama funcione, e o desenvolvimento dos personagens deixa demais a desejar. Além disso, o roteiro se arrasta na maior parte do tempo, dificultando qualquer interesse ao longo de vários episódios. Em poucos instantes tudo se torna desesperante, insufrível e infumável.
Em uma época em que a representatividade virou moeda cultural (e também ferramenta de marketing), a série baseada na obra brilhante de Viet Thanh Nguyen (inclusive obra essa vencedora do Pulitzer e considera pelo The New York Times como um dos melhores livros do século passado) chegou prometendo subverter "Hollywood" por dentro. Com uma equipe majoritariamente asiática e uma trama sobre espionagem, identidade e exílio, era de se esperar uma crítica afiada às visões coloniais do Ocidente sobre o Oriente. E de fato, em vários momentos, a trama acerta. O protagonista vietnamita tem profundidade, conflito interno, voz própria. A reconstrução da cultura, das dores históricas e do absurdo da guerra é feita com zelo. Mas aí vem a decisão que transforma o manifesto em meme: colocar Robert Downey Jr. para interpretar todos os vilões brancos da história. Segundo um dos diretores a escolha foi intencional: uma piada visual sobre como "todos os homens brancos são iguais". Até aí, tudo bem. A sátira é válida. Mas a pergunta que fica é: essa piada serve à narrativa ou ao algoritmo? Uma lástima levando em consideração o conteúdo que poderia ser tratado com mais respeito e os ótimos diretores Fernando Meirelles e Park Chan-wook desperdiçando tempo com enorme falta de criatividade. Recomendo fortemente o livro (facilmente encontrado na internet em pdf).
Devo ser o primeiro a comentar aqui com uma nota baixa. Não imaginava que a série havia conquistado tantos fãs assim. Enfim, li que foi cancelada por custar muito e não dar o "retorno" necessário para continuar. A produção foi caótica e o orçamento estourou: cerca de 120 milhões de dólares para uma temporada. Quase o PIB de um pequeno país para contar a história de garotos tentando rimar no porão. Achei chato e ambicioso como todos os filmes do Baz Luhrman.
Baseado Numa História Real (1ª Temporada)
3.6 10- Os torcedores são iguais as mulheres, quando você jogam bem, eles te adoram, quando joga mal, são capazes de cuspir na sua cara
- Por quê?
- Porque eles não entendem que você é a mesma pessoa jogando bem ou mal. Sacou? Você só tem que jogar é por si mesmo.
Beavis and Butt-Head (2ª Temporada)
4.1 3O nascimento definitivo da idiotice filosófica. É aqui que fica claro: eles não são só burros — são um comentário involuntário sobre a humanidade. Beavis começa a flertar mais com delírios grandiosos, Butt-Head assume o papel de “líder” sem nunca liderar nada. Os comentários de clipes ficam mais afiados. Eles já não só riem: julgam. Errado, claro. Mas com uma lógica tão torta que vira crítica cultural acidental. Tudo é “legal” ou “uma porcaria”, e estranhamente isso resume muita coisa mesmo. Beavis quase sempre entendendo tudo errado (e indo longe demais). Qualquer conceito — trabalho, saúde, escola, sociedade — vira combustível pra desastre. A temporada consolida essa regra: se existe uma interpretação errada possível, Beavis vai encontrá-la. A escola como campo de guerra inútil, professores tentando impor ordem, diretores acreditando em redenção, e dois adolescentes provando que o sistema educacional nunca esteve preparado pra eles. É cruel e hilário. A série para de pedir desculpas. Ela abraça o mau gosto como linguagem. Não é sobre ser ofensivo — é sobre ser descaradamente estúpido num mundo que finge ser inteligente. No fim, eles são produto e o resultado do tédio, da TV, da negligência, do excesso de ruído. Sem discurso. Só caos.
Twisted Metal (2ª Temporada)
3.5 29 Assista AgoraAlgumas frases e diálogos sem spoilers da temporada para me incentivar a revê-la:
- Mísseis fantasmas, será que atravessam paredes?
- Todo míssil atravessa parede.
- Se precisar de ajuda com o merdinha, me avise, já matei um bebê antes.
- Ele também disse que você transa com insetos.
- Fala sério! Foi só uma vez! Pus formigas nas calças e foi bom demais.
- A única coisa mais poderosa que armas grandes é o amor de um papai.
- Um homem que come um homem não é homem nenhum. 🤣 (Olha a problemática)
Twisted Metal (1ª Temporada)
3.6 79 Assista AgoraSérie que não promete nada e cumpre tranquilamente e sem pretensão alguma a meta de entreter! Ela não se limita ao seu orçamento, algo que aprecio demais em trabalhos feito mais com o coração do que com a carteira. O palhaço Sweet Tooth é um fênomeno a parte! Tanto na voz do Will Arnett quanto na dublagem brazuca. A relação dele com o seu suposto filho adotado gordinho e velho é de uma preciosidade tremenda. Pra ser sincerão, os episódios funcionam sozinhos, tem uma barriguinha que mal incomoda mas que melhora muito na segunda temporada, quando os roteiristas resolvem agarrar a zoeira ainda mais forte. Muito bom ver a Stephanie Beatriz em ação, mostrando o que aprendeu em "Brooklyn 99". Desligue boa parte do cérebro, abra uma cerveja, puxa um, e divirta-se.
Uma lástima que a Neve Campbell não tenha continuado...
Westworld (1ª Temporada)
4.5 1,3KComo disse Sheldon Cooper: "Minhas séries não são idiotas, exceto 'Westworld'."
The Paper (1ª Temporada)
3.4 34 Assista AgoraNão gostei, Rolandinho, passa muito longe das obras originais. Atuações ora exageradas ora contidas demais, roteiro bunda-mole cujas piadas parecem pisar de saltos altos em telhado de vidro fino. o "The Office" com Steve Carell só teve seis episódios, foi o suficiente para decolar. Essa continuação "oficial-é-o-meu-ovo" não tem carisma em lugar algum, ou aquela espontaneidade contagiosa para a comédia involuntária, gags, que justamente eram virtudes que se destacavam tanto no remake americano quanto na versão britânica
PS: Recomendo "The IT Crowd" para quem não conhece, presenteie vossa alma.
9-1-1: Nashville (1ª Temporada)
2.3 2Não acredito que exista série assim hoje em dia. Se me contassem eu duvidaria. É tanto surrealismo tratado de forma séria, em determinado momento pensei: "ué, mas eu não comi cogumelo". Ainda estou em choque. As chamadas de emergência são as mais bizarramente cômicas possível! Tem uma cena em que confundem flatulência com infarto. Parece até que os irmãos Wayans escreveram essa anomalia monstruosa. Lembro de uma garota que sai voando junto com a pipa!!! Ela fica sobrevoando o céu com a pipa enquanto as autoridades não chegam!!! 🤣 Gostei da surpresa bugada, mas nem ferrando vou acompanhar.
- 911, qual a sua emergência?
- Tem solteiras sangrando por toda a Broadway.
- 911, qual a sua emergência?
- Minha sobrinha está voando pelo céu (segurando uma pipa).
- 911, qual a emergência?
- O palco caiu em cima do Kane Brown!
Monstros (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 209Que surto foi esse??!!! Carácoles, uma ótima produção para nada! Claramente feito para agradar aos doentes mentais que dizem adorar histórinhas de serial killers sensacionalistas e apelativas até o talo. Se pelo menos fosse uma trama fictícia inspirada no nosso querid... digo, no grotesco Edinho, preferiram romantizar a parada num nível que subestima a quem assiste, quiseram fazer homenagem aos filmes que se inspiraram nesses "monstros" ao mesmo tempo que tentaram martirizar/inocentar os putos. O produto ainda se vende como verdade desrespeitando as mentes curiosas que se interessarem pelo assunto e quem já conhece a história, também desrespeita as vítimas fazendo parecer que pediram por isso e até o vilão tornando-o quase um bebê grandão que usa lingeries alheias enquanto é seduzido por suas vítimas além de ser um irresistível e passivo Don Juan(!?). É uma lástima pois Charles Hunnam está impecável no papel! Mesmo tudo aqui sendo quase um desperdício de vida para todos (exceto talvez para quem recebeu pra trabalhar nesse esgoto de criatividade), não ficaria chateado em saber que Hunnam concorrerá a algum prêmio por sua atuação carismática e imersiva. O cara se entregou bonito ao papel. Quanto ao final absurdamente ridículo "Marvel" das ideias, defeca em todas as matérias e documentários que já vimos sobre o "muso inspirador major do horror" Gein.
Confesso que gostei de algumas (poucas) cenas, em destaque:
- Ele correndo com a serra elétrica atrás de dois caras enquanto o momento fica intercalando com os bastidores de Texas Chainsaw Massacre (sou apaixonado absoluto pela obra-prima de 74), fechando o episódio com o Edinho gritando/uivando pra lua. - Ele brincando com as crianças usando uma cabeça humana. - As danças do personagem travestido são reconfortantes.
Quanto aos defeitos, falhas e enorme quantidade de lixo, dá preguiça.
Monstros (2ª Temporada) - Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais
3.7 199Qualquer documentário sobre esses dois doidinhos é melhor que isso.
“Meu pai ainda me toca de maneira que me deixa desconfortável. Não sei o que fazer.” Esse trecho de uma carta que Erik escreveu para um primo antes dos assassinatos foi usado pela defesa como evidência de que os irmãos agiram em legítima defesa, tentando escapar de anos de abuso. A carta não apareceu na série da Netflix, mas foi considerada um ponto crucial por muitos especialistas e jornalistas que acompanharam o caso de perto.
Eu realmente prefiro não me meter em assuntos de família.
The Witcher (3ª Temporada)
3.3 114 Assista AgoraHonestamente só estão desperdiçando dinheiro. Não à toa Henry Cavill abandonou o projeto. O cara é fã dos livros de Andrzej Sapkowski (1993) que deu origem aos games. As partes que li do livro (uma boa leitura inclusive para quem aprecia o gênero) são bem mais interessantes e envolventes, nessa adaptação furreca já entortam tudo de forma aterradora, nem sei porque chegaram tão longe, Netflix adora torrar grana no lugar do carvão no churrasco.
The Witcher (2ª Temporada)
3.8 279Uma moçoila que hospedei em meu bunker por um curto período de tempo em 2020 me fez assistir e até que não achei a pior coisa do mundo, a companhia ajudou (claro!) - mas graças a Deus ela foi embora e não nos falamos mais, pude terminar a temporada dormindo à vontade.
The Witcher (1ª Temporada)
3.9 919 Assista AgoraAchei tão median(inh)o quanto o livro, que li em partes.
Henry Cavill está ótimo no papel, e vi uma entrevista dele dizendo que é fã do material original, que executivos e produtores reclamavam por ele estar sempre "corrigindo" o roteiro, etc., algo que me fez simpatizar com o cara então resolvi dar essa chance, os pontos fortes aqui são os monstros (um mais lindo que o outro) e justamente o protagonista.
Will Smith’s Bucket List (1ª Temporada)
2.0 1O episódio dele se inserindo em Bollywood pra fazer dancinha foi de matar.
Pé na Cova (1ª Temporada)
3.8 58"As vezes o desejo pode se transformar
numa mosca varejeira."
"Invasor que invade invasor tem
cem anos de louvor."
"O preconceito é a gasolina do mundo."
Free Willy
3.1 15Não precisava mas okay. O vilão principal do desenho era uma criatura híbrida humano-robô chamada “The Machine”, que havia se fundido com uma orca (!) em um acidente e virou um mutante megalomaníaco que queria dominar os mares poluindo tudo (?). Lembro da loucura. A baleia Willy voa no desenho animado! E não, isso não é metáfora. Ele literalmente dá saltos tão absurdos que parecem teletransportes. Em alguns episódios, ele é quase um super-herói aquático. Willy tem saltos antigravitacionais que desafiam todas as leis da física, ele literalmente salta de uma baía pra outra como se fosse um Pokémon lendário. Pra piorar, o bichanoquático se comunica telepaticamente com Jesse, através de uma ligação espiritual/mental ativada por um talismã indígena mágico (pqp).
Rick and Morty (8ª Temporada)
3.8 50Começou fraco mas está melhorando, faço questão de ir até o final.
Sabrina: A Série Animada (1ª Temporada)
3.4 19Não era pra mim.
Origem (2ª Temporada)
3.7 213Eu não sei se foi impressão a minha, mas essa temporada quase não agregou em nada em relação a primeira, se pegar as partes mais relevantes dá uns três episódios. Os mistérios aumentam porém de forma saturada, morna, quase neutra, e sem dar nenhuma resposta satisfatória. Eu sei que tentam emular muito do sentimento que "Lost" causou um dia (afinal temos o diretor Jack Bender e o próprio Perrineau "Waaaaallltt!!!" Jr. na produção, que "coincidência". Daqui a pouco descobrimos que tudo isso é um experimento da Iniciativa Dharma). Realmente os atores fazem o roteiro raso ganhar consistência, a Donna de Elizabeth Saunders é fantástica (tipo John Locke) que contrasta perfeitamente com Boyd (tipo Jack Shephard, aliás, que atuação do Perrineau, continua incrível!). Acho o resto do elenco bem limitado, em exceção do garotinho - melhor personagem - Simon Webster (tipo Michael só que com talento e carisma). Gamei na Tabitha, não gostava da atriz até agora. E Jade é a cópia escarrada do Sawyer (elogio).
"Não dá pra ver o suéter quando você é só um fio." - Kenny
Avante: Nos Bastidores de Falcão e o Soldado Invernal
4.0 3Pra quem gosta de ver executivos e atores falando sério sobre cenas totalmente esquecíveis como se estivessem reinventando o cinema… eis tal pesadelo disfarçado de documentário.
Mano a Mana
3.4 7 Assista Agora"Nós fomos pra lua em 69..." 🎶
Adoro a Christy Romano até hoje.
E olha o Shia Labeouf antes das drogas!
(Quando digo "drogas" me refiro a "Transformers")
Siren: A Lenda das Sereias (1ª Temporada)
3.6 72Prometeu um terror envolvente mas entregou amadorismo quanto a criatividade de entrelaçar assuntos místicos com entretenimento, inconsistente, os efeitos especiais não convencem quando deveriam, e olha que isso costuma ser a última coisa que prezo em qualquer filme ou série, contanto que a trama funcione, e o desenvolvimento dos personagens deixa demais a desejar. Além disso, o roteiro se arrasta na maior parte do tempo, dificultando qualquer interesse ao longo de vários episódios. Em poucos instantes tudo se torna desesperante, insufrível e infumável.
O Simpatizante
3.1 12 Assista AgoraEm uma época em que a representatividade virou moeda cultural (e também ferramenta de marketing), a série baseada na obra brilhante de Viet Thanh Nguyen (inclusive obra essa vencedora do Pulitzer e considera pelo The New York Times como um dos melhores livros do século passado) chegou prometendo subverter "Hollywood" por dentro. Com uma equipe majoritariamente asiática e uma trama sobre espionagem, identidade e exílio, era de se esperar uma crítica afiada às visões coloniais do Ocidente sobre o Oriente. E de fato, em vários momentos, a trama acerta. O protagonista vietnamita tem profundidade, conflito interno, voz própria. A reconstrução da cultura, das dores históricas e do absurdo da guerra é feita com zelo. Mas aí vem a decisão que transforma o manifesto em meme: colocar Robert Downey Jr. para interpretar todos os vilões brancos da história. Segundo um dos diretores a escolha foi intencional: uma piada visual sobre como "todos os homens brancos são iguais". Até aí, tudo bem. A sátira é válida. Mas a pergunta que fica é: essa piada serve à narrativa ou ao algoritmo? Uma lástima levando em consideração o conteúdo que poderia ser tratado com mais respeito e os ótimos diretores Fernando Meirelles e Park Chan-wook desperdiçando tempo com enorme falta de criatividade. Recomendo fortemente o livro (facilmente encontrado na internet em pdf).
The Get Down (1ª Temporada)
4.5 414 Assista AgoraDevo ser o primeiro a comentar aqui com uma nota baixa. Não imaginava que a série havia conquistado tantos fãs assim. Enfim, li que foi cancelada por custar muito e não dar o "retorno" necessário para continuar. A produção foi caótica e o orçamento estourou: cerca de 120 milhões de dólares para uma temporada. Quase o PIB de um pequeno país para contar a história de garotos tentando rimar no porão. Achei chato e ambicioso como todos os filmes do Baz Luhrman.
Beckham
4.0 33 Assista Agora“Eu realmente não quero ser o melhor jogador do mundo.
Só quero ser o melhor jogador para o meu time.” - Beckham