Lembro o quão desolador foi acompanhar essa história, todo mundo que acompanha o genocídio em Gaza, sabia o que ia acontecer. O que sionista mais faz é isso, quem dera se eles ao menos dessem qualquer importância para a imagem de "bons heróis que não matam crianças", mas a imagem deles não está afetada com quem financia essa desgraça, então vão continuar e com muito apoio ainda.
Rave no deserto caçando todas as minorias que tem no cardápio
... Não sei dizer ainda se gostei do filme, na hora que eu fui assistindo a partir daquele momento, eu fui ficando com raiva que era essa a história. Piorou quando
, mas eu preferia que a história inicial fizesse uma continuidade e conexão dessas duas estéticas. Enfim, ainda tô sentindo o filme, mas posso dizer que é, de fato, muito interessante, som tá surreal também e tem uma boa fotografia.
Muito bom! Me lembrou aquelas animações sobre beleza e modificações corporais que a gente vê por aí. Tô adorando que tem se intensificado esse gênero de "beauty gore", é a época perfeita para isso.
Carai, não sabia que eu ia curtir tanto um filme sobre um acordo BDSM gay de mestre e escravo submissíssimo, mas cá estou eu. Muito interessante não só pensar na dinâmica deles, mas também tentar entender os personagens e o que desenrola. E esses pais merecem o prêmio de mais compreensivos da história LGBT do cinema. Versão acertada de uma mistura de 50 tons de cringe e me chame pelo seu nome, estou curiosa pra saber a opinião da comunidade que faz parte desse tipo de relação.
Apesar de gostar da resolução desse, o primeiro filme é o único que realmente achei bom. Os últimos dois tem toda uma cara de Netflix. Entendo a identidade influenciada pela Agatha Christie, mas é difícil de comprar muita coisa nesses últimos dois filmes. O primeiro é mais fluído, esses me tiraram da atmosfera do que estava sendo contado todo o tempo, provavelmente porque a gente já tem um universo de mistério mais desenvolvido e condizente com os tempos atuais e esses não entregam uma suspensão da descrença mais natural. No mais, o elenco é ótimo.
Inacreditável o quão cedo ele voltou, nem um ano fora. E tudo que essas mulheres passaram e perderam desde então por causa disso... a realidade é patética. Sorry não é nem bom.
Apesar de achar a história do Rick meio difícil de engolir, achei a temporada muito boa. A Chelsea com síndrome de querer salvar/ser mãe de um homem de 50 anos foi muito bem feita, a gente percebendo que muitas daquelas mulheres novas e lindas realmente se envolvem emocionalmente em algum nível com os homens velhos e ricos, mostrando que beleza é um poder muito frágil, quase serve para nada, verdadeiro poder é o dinheiro e ser homem. A jornada das três amigas, quanto eu não vi relações assim e no fim foi uma das mais verdadeiras, ironicamente... nós somos essses bichinhos cheios de contradição, hipocrisia e com essa dificuldade de se auto enfrentar e enxergar. Eu fico impressionada o quanto o Mike White sabe escrever relações humanas e ainda considerando que era mini série, ele tem conseguido fazer muito bem a conexão narrativa, tirando leite de pedra. Essa temporada teve ótimas mensagens e reflexões sobre vida, morte, destino e quem realmente somos, achei muito interessante e como pareceu respeitoso com as culturas e espiritualidades envolvidas. De fim, fiquei feliz com o destaque que o Walton Goggins e o Sam Rockwell ganharam com essa temporada, ambos atores que sempre achei ótimos e mereciam mais atenção. A cena do discurso vibe Gwen Stefani sobre querer ser uma mulher asiática do Sam Rockwell é toda maravilhosa hahaha eu fui assistir essa temporada só por ele. Aé, também falar da fotografia, porque eu amo demais as cenas de paralelos visuais da série em geral e nessa foram ótimas também. Eu, claro, tive a experiência de ver tudo de uma vez na semana... porque acredito que ver episódio semanal deixa o povo criando expectativas e teorias que às vezes ficam melhores mesmo (claro que por serem teorias soltas, né? A pessoa criar toda a história base e outras histórias que ela planeja início, meio e fim é outros 500 e talvez por isso seja difícil pensar nessas outras possibilidades), acabam frustrados e não gostando da temporada. Já me aconteceu muitas vezes, hoje só assisto série quando terminou a temporada.
Viu, Satanás é sempre o melhor caminho. Fiquei um pouco carregada com novos traumas, como se eu tivesse vivido o que elas passaram. Para quem tem mommy issues é três facada no peito. Vários takes que dão um quadro, fotografia belíssima e tudo tão simples, ainda tem todo um trabalho sobre atuação que é bem interessante de observar e também de se imaginar no lugar de todos envolvidos. De quebra leva reflexão sobre gerações, de como reproduzimos violência, preconceito, ódio que nos é ensinado ou adquirimos com trauma geracional. É na Tunísia/Líbano e com outras questões culturais, sociais, políticas e religiosas, mas dá para botar muita família brasileira em várias das situações, incluindo mesmo as do extremismo religioso. Espero que as mais novas quebrem o ciclo.
Nathan do céu...o que foi que eu acabei de assistir, Nathan?! Real o final mais inesperado que eu já experienciei de uma série, danificou meu cérebro que vai demorar uns dias para voltar, não consigo definir ainda os sentimentos. Sei que foi um
, que eu ganhei uma ruga nova na testa porque minha cara de wtf foi só intensificando a cada episódio e no fim piorou. Acho que eu diria que eu gostei muito dos sentimentos que a série me proporcionou, foi uma montanha russa. Não costumo gostar da junção de
, mas esse aqui foi muito bom nesse sentido. Maaas, ao mesmo tempo, eu não curti o final como conclusão da história que eu acompanhei semanalmente. Essa é uma das séries que real tem diferença entre acompanhar enquanto os episódios são lançados e ver tudo de uma vez. O final tem uma referência
, se você captar e senti uma vibe do Yorgos Lanthimos também. Deve ter algo haver aí por causa da Emma Stone. Aliás, sobre a Emma Stone, o Emmy também vem aí.
Por que nem todo cara branco de cabelo castanho e olho azul, mas sempre um cara branco de cabelo castanho e olho azul? Isso incluindo os famosos, como Jared Leto. Tudo com complexo de Messias, acho que até o primeiro cara que pintou Jesus desse jeito, era um narcisista desses haha. E mais uma vez, quem mais cai nessas palhaçadas de seita, culto, coach espiritual de achar alma gêmea, são mulheres. Faz todo o sentido, a gente é ensinada que nosso destino é achar uma pessoa pra um relacionamento romântico, preferencialmente um homem. Não só nossas primeiras brincadeiras são de ser casadas e ter filhos, como nossos filmes são sobre isso, nos dão namoradinhos desde bebês, nossas conversas entre nós é sobre isso, nossas revistas de pré adolescente nos ensinam a nos relacionar e agradar homens... Esse casal até me lembrou um site que eu visitava na minha adolescência de um casal (Casal sem vergonha era o nome, CSV no Instagram hoje em dia) que davam conselhos sobre relacionamentos. Fui até olhar como estavam hoje e aí adivinha o que achei lá? O papo de "energia feminina e energia masculina", estão vendendo curso para te tornar uma "mulher de alto valor" hahaha. QUE ÓDIOOOO! E o povo falando que isso é coisa dos EUA, como se a gente não chutasse uma pedra e saísse 50 novas pseudo ciências, espiritualidades, coaches, gurus com seus cursos e seus seguidores fervorosos. A gente tá falando do país do et Bilu, da grávida de Taubaté, do chupa-cabra diariamente na tv, dos descarrego da igreja evangélica, dos incels, do Inri Cristo, João de Deus, Olavo de Carvalho, dos centros terapêuticos, quase todo mundo que eu conheço fala de signo, sabe? Então não é um troço só de ianque nóia, é uma coisa da nossa espécie mesmo. Todo mundo vulnerável pra c*ralho, somos um animal extremamente social, dependemos de comunidade, muito fácil a gente cair em algo do tipo, ninguém tá livre, ainda mais se nos tiram o pensamento crítico e nos deixam mais vulnerável ainda. Fui ver os Instagram deles, é bizarro de ver o quanto de gente super acredita e como eles já tão super abusando da imagem da bebê deles (será que eles pagaram o método de escolher o gênero pra sair uma menina mesmo?). É engraçado que tudo que eles fizeram é quase um bê-a-bá de culto/seita com os hypes da internet/sociedade atual. O que mais achei triste foi com a menina de 19 anos, ser levada pela própria irmã, para sofrer na mão de um adulto péssimo e todo resto. Eu sei que se fosse colocada no lugar da irmã dela, ia ser muito difícil superar a culpa, por mais que quem fez tudo mesmo foi o casal coach principal. Só espero que esses psicopatas, no mínimo, sejam presos, que as pessoas se livrem dessa desgraça e que consigam superar toda manipulação e abuso sofrido.
tomou banho, fez um tratamento dentário para namorar o Jon Hamm.
Compreensível. A série é meio bobinha, mas também muito fofa e a cara do Neil Gaiman, que eu amo. A gente fica meio "hã?!" com o final e alguns personagens novos, não entendo muito como funciona os poderes deles, mas tudo passa porque é gostoso demais assistir o David Tennant e o Michael Sheen atuando e interagindo. Duas lendas, ficaria de boas assistindo e shippando eles por dias.
Sei não, mas isso não me parece muito ético??! Todo mundo comparando com Show de Truman e nesse filme a gente se empatiza com o personagem sendo usado e enganado, acreditando naquelas relações e naquela vida para ser usado para entretenimento e o Truman também é gente boa e finaliza como uma jornada do herói... daí a gente meio que tá fazendo isso com o Ronald na vida real, não?! To vendo entrevista dele e ele diz que demorou mais de um mês para ter confiança com o que é real depois, eu to morrendo de dó, me parece que ficou um little trauminha, mesmo que ele diga estar muito agradecido. Eu não ficaria muito confortável em ter que ficar dando entrevista depois de ter essas emoções, me conectar com essas personalidades, me preocupar com o caso e depois descobrir que estavam tentando ganhar dinheiro e status de "genial e inovador" (vi o James falando em outra entrevista como é difícil trazer algo inovador assim hoje em dia rere) as custas de uma mentira assim de quase 1 mês em cima de mim. Claro que
100 mil dólares, toda série sendo feita para ele sair como herói e conhecer pessoas
iriam aliviar muito isso e também eu sou uma pessoa e ele é outra, mas sei lá. Tô sendo muito? Acho que eu iria ficar na noia de síndrome do impostor também, caso eu achasse que foi muito editado para parecer uma coisa que não era bem assim na minha cabeça. Mas daí ele aceitou participar de um documentário, que também tem disso. Também fico pensando o quão é saudável para os atores trabalharem 1 mês inteiro nisso, vivendo personagem por quase dias inteiros e não devem ter
essa pessoa mesmo... caso fosse ou seja uma pessoa meio merda ou até um psicopata passando de bom, a série com certeza seria um desserviço para a sociedade, trazendo ele como herói.
Agora fico me questionando se outras séries que assisti e amei do mesmo tipo são éticas, eu sempre pensei que boa parte eram combinadas e as pessoas envolvidas sabiam, porque não tinha como os finais serem tão encaixados perfeitamente, mas agora já não sei mais.
Tá tudo lá. Descobri minha triste galera. Mas essa série dá ansiedade para minha ansiedade, muito perto de casa, não sei se vou conseguir assistir a terceira temporada.
1- ela não precisou mais da cetamina e melhorou muito, o médico disse para mãe que com certeza ela iria morrer agonizando e que iria para o pulmão. 2- A dosagem de cetamina era estranhíssima, cetamina é pesado, a menina estava tomando uma dose alta de 4h em 4h e de repente se provou que não era necessário correr esse risco de vida. Ainda o tratamento era só aceito fora do país. Ninguém foi atrás desses médicos com sites super suspeitos, da licença deles, de que autoridade eles tinham para receitar cetamina assim para uma criança. Eles literalmente dizendo para uma mãe em completa agonia de estar longe de sua filha, que ela iria morrer lentamente, foi uma coisa louca de absurda. O documentário inteiro tem uma escolha de lado muito clara. Não estou culpando a mãe ou não culpando, nem entendi muito bem os outros casos e com certeza existem muitos médicos corruptos, mas é uma obra estranha e não parece mostrar tudo que deveria. No fim, tudo teria sido muito melhor se tivesse um tratamento humanizado das partes burocráticas em tratar com cada caso.
A Voz de Hind Rajab
4.2 125 Assista AgoraLembro o quão desolador foi acompanhar essa história, todo mundo que acompanha o genocídio em Gaza, sabia o que ia acontecer. O que sionista mais faz é isso, quem dera se eles ao menos dessem qualquer importância para a imagem de "bons heróis que não matam crianças", mas a imagem deles não está afetada com quem financia essa desgraça, então vão continuar e com muito apoio ainda.
Alabama: Presos do Sistema
3.7 30Que país que saiu diretamente das profundezas do inferno.
Sirāt
3.4 175 Assista AgoraDuna está diferente esse ano.
Rave no deserto caçando todas as minorias que tem no cardápio
Não sei dizer ainda se gostei do filme, na hora que eu fui assistindo a partir daquele momento, eu fui ficando com raiva que era essa a história. Piorou quando
tanto fazia a história que nos foi apresentada do porquê o pai e filho estavam lá e não teve um "fim" mesmo
2 filmes e da mudança brusca
Enfim, ainda tô sentindo o filme, mas posso dizer que é, de fato, muito interessante, som tá surreal também e tem uma boa fotografia.
Children No More: Were and Are Gone
3.3 23Todo amor para esses que são resistência em isnotreal.
A Meia-Irmã Feia
3.8 435 Assista AgoraMuito bom! Me lembrou aquelas animações sobre beleza e modificações corporais que a gente vê por aí. Tô adorando que tem se intensificado esse gênero de "beauty gore", é a época perfeita para isso.
Duas Pessoas Trocando Saliva
3.6 31fiquei
depressiva
Pillion
3.2 66Carai, não sabia que eu ia curtir tanto um filme sobre um acordo BDSM gay de mestre e escravo submissíssimo, mas cá estou eu. Muito interessante não só pensar na dinâmica deles, mas também tentar entender os personagens e o que desenrola. E esses pais merecem o prêmio de mais compreensivos da história LGBT do cinema. Versão acertada de uma mistura de 50 tons de cringe e me chame pelo seu nome, estou curiosa pra saber a opinião da comunidade que faz parte desse tipo de relação.
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
3.6 243 Assista AgoraApesar de gostar da resolução desse, o primeiro filme é o único que realmente achei bom. Os últimos dois tem toda uma cara de Netflix. Entendo a identidade influenciada pela Agatha Christie, mas é difícil de comprar muita coisa nesses últimos dois filmes. O primeiro é mais fluído, esses me tiraram da atmosfera do que estava sendo contado todo o tempo, provavelmente porque a gente já tem um universo de mistério mais desenvolvido e condizente com os tempos atuais e esses não entregam uma suspensão da descrença mais natural. No mais, o elenco é ótimo.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 188 Assista AgoraEsse filme é uma metralhadora de crise de ansiedade, maior terror do ano.
Eddington
3.1 108ô Ari Aster, eu amo como cê é doidin da cabeça
Sorry/Not Sorry
2.8 1Inacreditável o quão cedo ele voltou, nem um ano fora. E tudo que essas mulheres passaram e perderam desde então por causa disso... a realidade é patética. Sorry não é nem bom.
The White Lotus (3ª Temporada)
3.6 243 Assista AgoraApesar de achar a história do Rick meio difícil de engolir, achei a temporada muito boa. A Chelsea com síndrome de querer salvar/ser mãe de um homem de 50 anos foi muito bem feita, a gente percebendo que muitas daquelas mulheres novas e lindas realmente se envolvem emocionalmente em algum nível com os homens velhos e ricos, mostrando que beleza é um poder muito frágil, quase serve para nada, verdadeiro poder é o dinheiro e ser homem.
A jornada das três amigas, quanto eu não vi relações assim e no fim foi uma das mais verdadeiras, ironicamente... nós somos essses bichinhos cheios de contradição, hipocrisia e com essa dificuldade de se auto enfrentar e enxergar. Eu fico impressionada o quanto o Mike White sabe escrever relações humanas e ainda considerando que era mini série, ele tem conseguido fazer muito bem a conexão narrativa, tirando leite de pedra.
Essa temporada teve ótimas mensagens e reflexões sobre vida, morte, destino e quem realmente somos, achei muito interessante e como pareceu respeitoso com as culturas e espiritualidades envolvidas.
De fim, fiquei feliz com o destaque que o Walton Goggins e o Sam Rockwell ganharam com essa temporada, ambos atores que sempre achei ótimos e mereciam mais atenção. A cena do discurso vibe Gwen Stefani sobre querer ser uma mulher asiática do Sam Rockwell é toda maravilhosa hahaha eu fui assistir essa temporada só por ele.
Aé, também falar da fotografia, porque eu amo demais as cenas de paralelos visuais da série em geral e nessa foram ótimas também.
Eu, claro, tive a experiência de ver tudo de uma vez na semana... porque acredito que ver episódio semanal deixa o povo criando expectativas e teorias que às vezes ficam melhores mesmo (claro que por serem teorias soltas, né? A pessoa criar toda a história base e outras histórias que ela planeja início, meio e fim é outros 500 e talvez por isso seja difícil pensar nessas outras possibilidades), acabam frustrados e não gostando da temporada. Já me aconteceu muitas vezes, hoje só assisto série quando terminou a temporada.
Instruments of a Beating Heart
3.6 30Whiplash de criança japonesa, é você?!
Emilia Pérez
2.4 483 Assista AgoraHahahaha quê???
Até as músicas são anêmicas nesse filme sem pé nem cabeza.
Matar um Tigre
3.8 35 Assista AgoraMe embrulhou o estômago, que vontade de morrer, que ódio. Mas, ao mesmo tempo, que baita pai e que menina de coragem.
Flamin' Hot: O Sabor que Mudou a História
3.4 76 Assista AgoraParece uma comédia romântica em que o boy magia é a meritocracia e serenata é um discurso de coach.
As 4 Filhas de Olfa
3.7 39 Assista AgoraViu, Satanás é sempre o melhor caminho.
Fiquei um pouco carregada com novos traumas, como se eu tivesse vivido o que elas passaram. Para quem tem mommy issues é três facada no peito.
Vários takes que dão um quadro, fotografia belíssima e tudo tão simples, ainda tem todo um trabalho sobre atuação que é bem interessante de observar e também de se imaginar no lugar de todos envolvidos. De quebra leva reflexão sobre gerações, de como reproduzimos violência, preconceito, ódio que nos é ensinado ou adquirimos com trauma geracional. É na Tunísia/Líbano e com outras questões culturais, sociais, políticas e religiosas, mas dá para botar muita família brasileira em várias das situações, incluindo mesmo as do extremismo religioso. Espero que as mais novas quebrem o ciclo.
The Curse (1ª Temporada)
3.6 27 Assista AgoraNathan do céu...o que foi que eu acabei de assistir, Nathan?!
Real o final mais inesperado que eu já experienciei de uma série, danificou meu cérebro que vai demorar uns dias para voltar, não consigo definir ainda os sentimentos. Sei que foi um
cringe-horror bizarro
humor com horror, menos ainda horror psicológico
O final tem uma referência
2001
Fugindo do Twin Flames
3.4 41Por que nem todo cara branco de cabelo castanho e olho azul, mas sempre um cara branco de cabelo castanho e olho azul? Isso incluindo os famosos, como Jared Leto. Tudo com complexo de Messias, acho que até o primeiro cara que pintou Jesus desse jeito, era um narcisista desses haha.
E mais uma vez, quem mais cai nessas palhaçadas de seita, culto, coach espiritual de achar alma gêmea, são mulheres. Faz todo o sentido, a gente é ensinada que nosso destino é achar uma pessoa pra um relacionamento romântico, preferencialmente um homem. Não só nossas primeiras brincadeiras são de ser casadas e ter filhos, como nossos filmes são sobre isso, nos dão namoradinhos desde bebês, nossas conversas entre nós é sobre isso, nossas revistas de pré adolescente nos ensinam a nos relacionar e agradar homens... Esse casal até me lembrou um site que eu visitava na minha adolescência de um casal (Casal sem vergonha era o nome, CSV no Instagram hoje em dia) que davam conselhos sobre relacionamentos. Fui até olhar como estavam hoje e aí adivinha o que achei lá? O papo de "energia feminina e energia masculina", estão vendendo curso para te tornar uma "mulher de alto valor" hahaha. QUE ÓDIOOOO! E o povo falando que isso é coisa dos EUA, como se a gente não chutasse uma pedra e saísse 50 novas pseudo ciências, espiritualidades, coaches, gurus com seus cursos e seus seguidores fervorosos. A gente tá falando do país do et Bilu, da grávida de Taubaté, do chupa-cabra diariamente na tv, dos descarrego da igreja evangélica, dos incels, do Inri Cristo, João de Deus, Olavo de Carvalho, dos centros terapêuticos, quase todo mundo que eu conheço fala de signo, sabe? Então não é um troço só de ianque nóia, é uma coisa da nossa espécie mesmo. Todo mundo vulnerável pra c*ralho, somos um animal extremamente social, dependemos de comunidade, muito fácil a gente cair em algo do tipo, ninguém tá livre, ainda mais se nos tiram o pensamento crítico e nos deixam mais vulnerável ainda. Fui ver os Instagram deles, é bizarro de ver o quanto de gente super acredita e como eles já tão super abusando da imagem da bebê deles (será que eles pagaram o método de escolher o gênero pra sair uma menina mesmo?). É engraçado que tudo que eles fizeram é quase um bê-a-bá de culto/seita com os hypes da internet/sociedade atual. O que mais achei triste foi com a menina de 19 anos, ser levada pela própria irmã, para sofrer na mão de um adulto péssimo e todo resto. Eu sei que se fosse colocada no lugar da irmã dela, ia ser muito difícil superar a culpa, por mais que quem fez tudo mesmo foi o casal coach principal. Só espero que esses psicopatas, no mínimo, sejam presos, que as pessoas se livrem dessa desgraça e que consigam superar toda manipulação e abuso sofrido.
Belas Maldições (2ª Temporada)
3.9 52Eu amo que a demonha até
tomou banho, fez um tratamento dentário para namorar o Jon Hamm.
A série é meio bobinha, mas também muito fofa e a cara do Neil Gaiman, que eu amo.
A gente fica meio "hã?!" com o final e alguns personagens novos, não entendo muito como funciona os poderes deles, mas tudo passa porque é gostoso demais assistir o David Tennant e o Michael Sheen atuando e interagindo. Duas lendas, ficaria de boas assistindo e shippando eles por dias.
Na Mira do Júri (1ª Temporada)
4.2 129 Assista AgoraSei não, mas isso não me parece muito ético??! Todo mundo comparando com Show de Truman e nesse filme a gente se empatiza com o personagem sendo usado e enganado, acreditando naquelas relações e naquela vida para ser usado para entretenimento e o Truman também é gente boa e finaliza como uma jornada do herói... daí a gente meio que tá fazendo isso com o Ronald na vida real, não?! To vendo entrevista dele e ele diz que demorou mais de um mês para ter confiança com o que é real depois, eu to morrendo de dó, me parece que ficou um little trauminha, mesmo que ele diga estar muito agradecido. Eu não ficaria muito confortável em ter que ficar dando entrevista depois de ter essas emoções, me conectar com essas personalidades, me preocupar com o caso e depois descobrir que estavam tentando ganhar dinheiro e status de "genial e inovador" (vi o James falando em outra entrevista como é difícil trazer algo inovador assim hoje em dia rere) as custas de uma mentira assim de quase 1 mês em cima de mim. Claro que
100 mil dólares, toda série sendo feita para ele sair como herói e conhecer pessoas
ganho 100 mil
essa pessoa mesmo... caso fosse ou seja uma pessoa meio merda ou até um psicopata passando de bom, a série com certeza seria um desserviço para a sociedade, trazendo ele como herói.
Agora fico me questionando se outras séries que assisti e amei do mesmo tipo são éticas, eu sempre pensei que boa parte eram combinadas e as pessoas envolvidas sabiam, porque não tinha como os finais serem tão encaixados perfeitamente, mas agora já não sei mais.
O Urso (2ª Temporada)
4.5 298Vou dizer que, graças ao episódio 6, eu entendi que tenho
parente borderline.
Mas essa série dá ansiedade para minha ansiedade, muito perto de casa, não sei se vou conseguir assistir a terceira temporada.
O Mistério de Maya
3.8 54 Assista AgoraEu sinto muito pela família, chorei junto, principalmente com o menino, mas é muito esquisito que
1- ela não precisou mais da cetamina e melhorou muito, o médico disse para mãe que com certeza ela iria morrer agonizando e que iria para o pulmão. 2- A dosagem de cetamina era estranhíssima, cetamina é pesado, a menina estava tomando uma dose alta de 4h em 4h e de repente se provou que não era necessário correr esse risco de vida. Ainda o tratamento era só aceito fora do país. Ninguém foi atrás desses médicos com sites super suspeitos, da licença deles, de que autoridade eles tinham para receitar cetamina assim para uma criança. Eles literalmente dizendo para uma mãe em completa agonia de estar longe de sua filha, que ela iria morrer lentamente, foi uma coisa louca de absurda. O documentário inteiro tem uma escolha de lado muito clara. Não estou culpando a mãe ou não culpando, nem entendi muito bem os outros casos e com certeza existem muitos médicos corruptos, mas é uma obra estranha e não parece mostrar tudo que deveria. No fim, tudo teria sido muito melhor se tivesse um tratamento humanizado das partes burocráticas em tratar com cada caso.
RuPaul's Drag Race: All Stars (8ª Temporada)
3.5 40I’m so cute, who would believe I just shit myself <3