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Data de lançamento
24 Abril 2010Duração
Jack Kevorkian (Al Pacino) sempre defendeu que o ser humano tem o direito de morrer com dignidade, escolhendo a forma como deseja encerrar a vida diante de doenças terminais.
Apoiado pelo amigo Neal Nicol (John Goodman) e por sua irmã Margo Janus (Brenda Vaccaro), ele passa a prestar uma "consultoria de morte".
Desta forma, Jack ajudou em mais de uma centena de suicídios assistidos, o que lhe rendeu o apelido de Dr. Morte.
Em seu trabalho ele ganha o apoio de Janet Good (Susan Sarandon), a presidente do Hemlock Society, e a ira dos promotores locais, que abrem um processo contra Jack.
O responsável por defendê-lo na corte é Geoffrey Fieger (Danny Huston), que precisa lidar não apenas com o processo em si mas também com a cobertura da mídia ao julgamento.
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Sim é um filme televisivo , sem sombra de dúvidas e certamente neste sentido lhe falta forma cinematográfica. A história em si é interessante e que pena que o faça escolhendo o "lado certo da moeda" e por mais que eu no fundo concorde com Jack o debate poderia muito mais amplo .O discurso final da juíza me parece um grande momento. Um bom debate mas um filme médio.
''O paciente decide quando é melhor ir''
Excelente filme! O filósofo francês Jean Paul Sartre disse: somos condenados a liberdade! Somos livres! Apoio a eutanásia assistida. Porém, com a condição de que o paciente esteja lúcido para tomar essa decisão. As vezes, o amor dos parentes privam a liberdade de quem eles amam e passam a controlar a saúde e decisão desta pessoa. É um assunto polêmico para muitos. Mas somos livres para externar nossa opinião e sem bater no peito de que é a verdade absoluta. Em relação ao filme, baita roteiro, diálogos e atuação maravilhosa de Pacino.
Eutanásia é um assunto delicado e que sempre me deixa com muitas reflexões martelando na cabeça. Eu tendo a rechaçar a ideia de permitir que alguém próximo a mim o faça, mas e se a dor for absolutamente insuportável? E se a vida como eu ou como aquela pessoa imagina seja impossível de ser vivida por conta de uma "pior dor de dente que você já sentiu, mas em todos os seus ossos por todos os dias"?
O filme em si não é ruim, mas tem um protagonista um tanto quanto insosso, no limite do desinteressante. Ao mesmo tempo, é bom que não descambe pro melodrama barato.
Biografia bem tradicional, mas conta uma história importante. Chega a indignar a incapacidade do tradicionalismo cristão de enxergar além do próprio umbigo. Al Pacino realmente ótimo no papel. Tive a impressão de que o filme poderia iniciar em algum momento anterior, mostrando com mais calma como ele se envolveu com essa prática.