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É um filme leve que me fez lembrar aquele gênero de anime "slice of life". A protagonista foi perfeita pro papel com a ingenuidade e fofura que ela conseguiu interpretar. Tem algumas situações convenientes demais? Tem. Mas acho que essa que era a ideia: ter um quê de místico e destino. Mesmo com uns clichêzinhos, é aquele tipo de filme pra se assistir de bom humor.
Enquanto a primeira parte da história me emocionou, não gostei da segunda parte do filme. Também achei alguns "hits" deslocados na trama, tipo quando toca "Say yes to Heaven" da Lana Del Rey, que tem uma letra sobre submissão amorosa, num momento curioso sobre família... eu, heim?!<br/> A segunda metade me passou a impressão que o filme quer ser mais descolado do que realmente é. Parece que fizeram uma pesquisa de mercado, viram tudo quanto é coisa alternativa que tava na moda e inseriram ali na narrativa. E eu achava que os hipsters tinham caído no marasmo em 2017... <br/><br/>A protagonista é interpretada por uma boa atriz, mas o restante do elenco (com exceção do Max) é tão fraco que deixa a história mais fraca do que realmente é.
<br/><br/>Além disso, achei a "moral da história" sobre superação do luto muito... irônica.
E, por fim: Ahhhh, não quero ver mais nenhum hipster na minha frente!!
Últimos recados
Só para dar aquela apimentada Básica 🌶🌶🔞🔥🔥🔞
https://filmow.com/listas/extreme-gore-666-l209785/
A companheira de filmes que mais amo nesse mundo <3
Curti muito o seu perfil.
Muito bem-vinda
Divertido, bem filmado, boa trilha sonora. Fui assistir sem saber de nada da história e adorei! Eu nem consigo imaginar outro cara que não fosse o Ryan Gosling interpretando tão bem aquela personalidade engraçada. A ciência é apresentada de um jeito bem interessante, e acho que a maioria vai conseguir sacar aquele universo sem grandes sofrimentos.
Curti a montagem porque acho que faz bastante sentido com o desenvolvimento do personagem no decorrer da história - o que talvez não ficaria tão impactante se a montagem tivesse sido feita em dois atos.
O personagem se encontra, você vai se encontrando junto com ele.
A cada lembrança que o Grace rememora, ele muda um pouco. No final, ele que tinha tanto medo de tudo, sem lembrar de quem era, se descobre um homem corajoso (como tão bem afirmado pelo Rocky)
Fica um pouco explicativo demais no final, o que não estraga a experiência. Aliás, to notando que essa é uma tendência dos filmes mais modernos, de não deixar pontas soltas, tipo o final de Mickey 17. Enfim, estou curiosa pra ir conferir o livro. Dizem por aí que tem algumas diferenças entre as personalidades dos personagens (principalmente do Rocky).
Dizem que o Rocky virou um pet do Grace no filme (o que concordo), e que no livro o Rocky seria mais digno em sua alienígezura kk, um ser mais potente. É bem coisa de filme norte americano dar muita luz pro protagonista e transformar seu fiel escudeiro num petzinho, né?...