Ana Flávia
(🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Ana Flávia
    1 mês atrás

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Hey, teacher, leave us kids alone
    All in all, you're just another brick in the wall

  • Ana Flávia
    3 meses atrás

    Um dos elementos desse filme que mais me chama atenção é a ausência da imagem da filha.

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    Somos apresentados à garota apenas na última cena. Para mim, essa escolha, reflete a maneira como a mãe "deixa" de enxergar a criança durante toda a história e apenas "se dá conta" de olhar e vê-la no ápice do desespero.


    Todas as cenas com zoom extremado no rosto da personagem principal é mais uma ferramenta de imersão na angústia da protagonista.
    Subtexto muito importante, tratando de solidão e culpa materna. Há uma pressão social para que a mãe seja imaculada em todos os sentidos. Linda não consegue administrar todos esses padrões e está constantemente perturbada pelo perfeccionismo e pela falta de controle. A doença da filha, da qual ela quer se livrar, a todo custo, é um sintoma disso. Ela tenta ser uma boa mãe, apesar de se perder nas próprias demandas.
    O "buraco" no teto, por sua vez, além de ser um problema doméstico, que, em condições "normais" de temperatura e pressão seria facilmente solicionado
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    (vide a resolução prática do problema quando o marido aparece)

    , vira um encargo completamente dificultoso, porque Linda já está sobrecarregada.
    Quando os problemas se acumulam, as dificuldades resolutivas se ampliam, porque a saída mais fácil, ou mais tranquila, pode sair do campo de visão.

    editado
  • Ana Flávia
    1 ano atrás

    Uma viagem de dois primos ao passado da avó. Como um roteiro aparentemente simples pode criar um filme tão difícil?
    São camadas coletivas - externas - e pessoais - subjetivas - para se debater.

    O cenário e background proposital de uma viagem à Polônia, ao holocausto. O que poderia ser mais doloroso do que isso? A verdadeira dor - histórica e latente - em contraste com as dores pessoais de dois homens nascidos e criados em uma realidade "confortável".

    Em outra camada, o amor entre dois homens - difícil de ver representado no cinema - de personalidades completamente opostas, mas que se reconhecem por um passado comum (não apenas da avó, mas da convivência da infância). Mesmo assim, há um choque, um estranhamento, um desconforto: pessoas amadurecem, mudam...

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    Benji cresceu, mas não se adaptou. Seu primo cresceu, e se conformou ao mundo: fez carreira, casou-se, tem família.

    Um traçou o esperado, convalescendo ao seu perfil introspectivo. O outro, extrovertido, impulsivo, não consegue se conformar ao que o mundo exige dele.

    Ao fim e ao cabo, um é capaz de ensinar o outro, e até mesmo de provocar certa inveja, porque o que falta em um, sobra no seu par.

    Amar quem se é e entender suas limitações é tão difícil quanto ser desafiado por elas.

  • Marcelo 3 anos atrás

    Ana Flávia, o Lázzaro faz essa planilha que está bem completinha. Vi que você estava procurando: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1NcHbcBQhYri1vDg8JDY_w2mjQHLyaMBwEFUthK90rxE/edit#gid=0

  • Vitória 8 anos atrás

    AMEI MUUUITO! <3

  • João Victor 8 anos atrás

    que baita análise do filme gummo!