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Muitos filmes bons?
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
O caráter político da narrativa, ao trazer como pano de fundo a situação dos direitos humanos e dos presos políticos no Irã, sustenta o filme; a relevância reside nesse fato.
Desde o ponto de vista da experiência cinematográfica, da experiência de quem assiste, há a sensação de que se sabe a intenção do diretor e que o resultado das cenas poderia ser melhor. As cenas que poderiam ser instigantes são mornas; aquelas que deveriam ser incômodas ficam muito mais na intenção que nos efeitos reais.
Permanece, é claro, o argumento principal, o mote do filme: que tanto os torturadores (o braço armado do regime) quanto os rebeldes (os presos políticos) são vítimas de um sistema político que destroi a todos, mesmo que nas diferentes posições.
Penso que Jafar Panahi poderia ter feito cenas muito mais bem cuidadas, que estivessem à altura da questão que ele aborda.
O desfecho parecia um tanto óbvio, e as cenas finais foram pouquíssimo criativas. Isso não retira o peso político da obra, apenas reflete os limites que a abordagem de tais questões têm para aqueles que estão imersos nelas.