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Consigo relacionar esse filme com uma citação do Bukowski:
O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece.
"It’s that thing when you’re with someone and you love them and they know it and they love you and you know it but it’s a party and you’re both talking to other people and you’re laughing and shining and you look across the room and catch each other’s eyes. But not because you’re possessive, or it’s precisely sexual, but because that is your person in this life and it’s funny and sad but only because this life will end and it’s this secret world that exists right there. In public. Unnoticed. That no one else knows about. It’s sort of like how they say that other dimensions exist all around us but we don’t have the ability to perceive them. That’s what I want out of a relationship. Or just life, I guess."
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O novo app do Filmow é oficial!
Olá, cinéfilo!
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Bons filmes!
Equipe Filmow
bruna,
Como o filme Um Lugar Silencioso - Parte II (http://filmow.com/um-lugar-silencioso-parte-ii-t254768/) ainda não está sendo exibido comercialmente, o sistema removeu a sua indicação “já vi”. Caso você tenha assistido à obra em alguma mostra ou festival, por favor, confirme data e local no formulário abaixo para reabilitar a sua marcação.
Esta medida está sendo tomada para zelar pela veracidade e credibilidade do conteúdo publicado no Filmow, reforçando a relação de confiança entre o site e seus usuários.
Obrigado pela colaboração.
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"Você acha que não entendo? O sonho impossível de "ser". Não "parecer", mas "ser" você. Consciente o tempo todo. Vigilante. Ao mesmo tempo, o abismo entre o que você é para si e para outros. O sentimento de vertigem e o constante desejo de finalmente ser exposto. Ser visto por dentro, cortado, talvez até aniquilado. Cada tom de voz uma mentira, cada gesto uma falsidade, cada sorriso uma tristeza. Cometer suicídio? Oh, não. Isso é feio. Não se faz isso. Mas você pode se tornar imóvel, você pode ficar calada. Assim pelo menos não mente. Você pode se fechar, se trancar. Assim não tem que interpretar papéis, fazer caras ou falsos gestos. Você acha... Mas veja, a realidade não coopera. Seu esconderijo não é impermeável. A vida penetra em tudo. Você é forçada a reagir. Ninguém pergunta se é real ou irreal, se é verdade ou mentira. Apenas no teatro a questão carrega peso. Mesmo lá, difícilmente. Eu te entendo, Elisabet. Eu entendo você ficar calada, você é imóvel. Que você colocou essa falta de vontade num sistema fantástico. Eu te entendo e te admiro. Eu acho que você deveria manter esse papel até que ele seja descartado. Até que não seja mais interessante. Aí você pode deixá-lo. Assim como você, pouco a pouco, deixa todos os outros papéis."