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Helen é uma mulher bem-sucedida, professora de música, com uma filha (Julie) e o seu marido (David). Sua carreira segue em uma trilha perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: Helen sofre de bipolaridade e tenta esconder isso de maneira desesperadora.
O roteiro deste filme e o modo como as cores vão ficando frias cria uma linha linear onde podemos ser telespectadores de uma terrível doença que assombra Helen, e que, além disso, está destruindo não só sua sanidade mental como ferindo aqueles que mais a amam. Completamente desvanecida de sua melhora, ela decide seguir outro caminho.
O mais bonito de ver nesta narrativa é a forma como o diretor criou os cenários da fase depressiva de Helen, sempre com tons frios, escuros e sem trilha sonora, causando um desespero e um sufocamento para quem o assiste.
A trama muda sua estrutura ao longo do filme e surpreende, apesar de falhar em criar laços mais fortes de personagens e não saber criar direito uma base para eles, como ocorre com a relação de Helen e sua aluna Mathilda, que apenas surge na trama sem explicação de sua origem e/ou destino.
Apesar disso, Mathilda encanta por sua semelhança com Helen, colocando novas características para uma trama forte e arriscada.
Helen é um filme que precisa ser digerido com calma, mas que com certeza vale uma atenção especial.
O filme conta a história de Larry, um professor de física na Universidade de Midwestern, que recebe a notícia de que a sua esposa está deixando-o porque se apaixonou por outro, Sy Ableman. A família nos traz personagens conflituosos como o seu irmão Arthur que dorme no sofá, o filho Danny que é problemático e rebelde e sua filha Sarah que frequentemente rouba dinheiro de sua carteira para uma plástica no nariz.
O filme é cheio de referências bíblicas e é uma obra para poucos. Quem não estiver familiarizado com a religião judaica pode estranhar certos nomes e tradições que aparecem durante a trama. Entretanto, isto não interfere para quem assiste, pois o filme ao mesmo tempo que tem seu lado religioso também tem seu toque cômico e dramático.
Pode-se observar a luta constante e desesperada do personagem principal em tentar manter a calma mesmo sendo posto para fora de casa e com seus filhos gastando seu dinheiro de forma desenfreada. O personagem principal tenta friamente manter sua sanidade mental perante tantas coisas ruins que a vida está lhe proporcionando.
Há uma contraposição entre a fé em Deus e os homens sérios, que não acreditam em nada. Existe uma dualidade entre esses dois mundos que é muito marcante durante a narrativa.
Um homem sério é um filme sobre perspectivas e, mais do que isso, é um filme que nos mostra que realmente nem tudo há um motivo para ser e que simplesmente devemos aceitar as coisas com simplicidade, da forma que elas são mesmo se não fizerem tanto sentido assim de início.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
vi que tu quer assistir flowers 2015 de phil estevens,entao irá ver a triologia completa de phil q é lung II 2016,flowers 2015 e flowers 02 2020. Graças ao cineasta phil vim para compartilhar o link direto do canal do cineasta phil estevens tem muita coisa boa e rára lá, se for possivel deixa o like no canal dele e marcar como gostei agradeceremos,,isso irá ajuda_lo muito ok é só questao de bom censo e comprienção ok conto contigo..
Link_https://www.youtube.com/user/Pstevensperhaps/videos
Muito interessante sua lista de filmes, dos mais populares aos mais cults.
Sobre Perfume: Achei o filme fraco. Não é um super plot e ajudaria mais se os atores fossem realmente franceses. A narrativa segue uma linha e partindo para o final o diretor erra na mão, tornando algo muito fantasioso. Para fãs do filmes do tipo, um Hannibal consegue dar de 10/0.
@cherrymoonwrite
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