O mais assustador é perceber como essa realidade se aproxima da nossa sociedade.
A série está de parabéns por retratar tão bem uma sociedade doente! Uma geração que parece perdida em relação à própria identidade, que confunde liberdade com libertinagem e busca preencher seus vazios emocionais com sexo casual, bebidas, drogas e relações superficiais. Pessoas que mal conhecem alguém e já abrem as portas da própria casa e da própria vida, sem limites ou discernimento.
Não sabem o que querem, não têm controle emocional, fazem escolhas destrutivas e depois se colocam no papel de vítimas. Querem mudar de vida, mas ou não têm coragem de abandonar o que os destrói, ou continuam abrindo brechas para permanecer presos aos mesmos ciclos.
Marcelo é um exemplo disso, estava tentando se reerguer, mas não conseguiu romper de vez com o passado...
Triste perceber que normalizam a própria destruição e parecem ter esquecido o valor dos princípios, do autocontrole e da responsabilidade pelas próprias escolhas...
O mais assustador é perceber como essa realidade se aproxima da nossa sociedade.
A série está de parabéns por retratar tão bem uma sociedade doente! Uma geração que parece perdida em relação à própria identidade, que confunde liberdade com libertinagem e busca preencher seus vazios emocionais com sexo casual, bebidas, drogas e relações superficiais. Pessoas que mal conhecem alguém e já abrem as portas da própria casa e da própria vida, sem limites ou discernimento.
Não sabem o que querem, não têm controle emocional, fazem escolhas destrutivas e depois se colocam no papel de vítimas. Querem mudar de vida, mas ou não têm coragem de abandonar o que os destrói, ou continuam abrindo brechas para permanecer presos aos mesmos ciclos.
Marcelo é um exemplo disso, estava tentando se reerguer, mas não conseguiu romper de vez com o passado...
Triste perceber que normalizam a própria destruição e parecem ter esquecido o valor dos princípios, do autocontrole e da responsabilidade pelas próprias escolhas...