Últimas opiniões enviadas
O mesmo cara que produziu o excelente "O sexto sentido" , outras obras maravilhosas como "A vila", "sinais" também é capaz de escrever e dirigir aberrações como esse péssimo "Armadilha".
O filme tinha uma ótima premissa, a gente fica na expectativa para ver como o serial killer vai conseguir sair dessa "armadilha", aí toda a boa construção inicial se perde numa solução preguiçosa, muito mal feita e com um dos finais mais cretinos que já vi no cinema - no mesmo nível dos lixos A Substância e Emília Pérez em termos de qualidade duvidosa, roteiro preguiçoso e atuações medíocres. Nem o rostinho bonito e talento do Josh Hartnett conseguiu dar um alívio a este filme.
Horrível num nível inimaginável. Eu fico me questionando como alguém conseguiu aprovar esse roteiro e, depois do filme finalizado, dar o ok e entender que o público merecia perder seu tempo assistindo isso. Nota: dó.
Do mesmo nível da Substância: um dos piores filmes do ano. Não vale seu tempo.
A expressão que melhor define o filme é "muito barulho por nada". Fora as atuações de Zoe Saldanha e da atriz que faz a Emília Pérez (Karla Sofía) nada nesse longa justifica os elogios que foram feitos como se fosse uma inovação audiovisual. Não é!
O primeiro ato do filme é excelente. Depois a história se perde numa trama sem sentido. A história se torna arrastada, vazia, com coreografias e músicas que não dizem exatamente qual a relação com a trama. O filme volta a ficar interessante
a partir da transição da personagem homônima
Mas até a transição de Emília
O filme volta a se encontrar no quarto ato, já na Cidade do México, com alguns musicais interessantes. A cena da Zoe Saldanha
coreografando sobre as mesas enquanto Emília Pérez discursa
Enfim, há mais coisas negativas do que positivas no longa. A narrativa não me convenceu porque foi contada sem qualquer coerência. A personagem de Selena Gomez, Jéssica, é caricata e sua atuação está muito exagerada. Zoe fez um trabalho significativo mostrando outras facetas ao cantar e dançar, mas seu personagem não foi bem construído.
A cereja do bolo, o grande trunfo do filme, é a atuação espetacular da atriz Karla Sofía. Ela merece muito ser indicada por sua atuação.
É um filme com alguns números músicais ok, nada surpreendente, e duas atuações brilhantes. Para quem não curte musicais, evite-o. Aos que curtem musicais como eu, o filme foi decepcionante. Nota: 7 pelo conjunto.
Faltou ousadia, criatividade e coerência narrativa para o longa dizer mais. Não me convenceu. Terminei Emília Pérez sem entender exatamente o que causou esse burburinho em torno do filme.
Últimos recados
Oi, Luci, obrigado pela curtida da minha lista de filmes sobre História Geral e espero que tenha gostado dela, mas tem também as minhas outras duas listas complementares de História do Brasil e do Oriente Médio, espero que você goste também. Abraços.
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Em resumo:
*ótimo trabalho da atriz que interpreta Anora. Mas não acho sua atuação melhor ou que tenha um destaque como Callas de Angelina Jolie. Tendo o peso de que interpretar uma personagem num filme biográfico exige mais do ator.
**é um filme sem qualquer coerência narrativa. Inicia contando uma coisa que se perde em meio ao barulho, caos e repetição do mesmo argumento ao longo de mais de uma hora de filme.
*** a história do filme só começa depois
de quase 1 hora de cenas de sexo e uso de drogas como forma do diretor reforçar a superficialidade e diferenças entre Anora e o núcleo do jovem russo com quem ela inicia um envolvimento sexual..
**** Nada justifica o hype desse longa.
"Anora" está no mesmo patamar de Emília Perez: muito barulho por nada.
O longa é lamentavelmente um grande desperdício de tempo. Nada no filme justiça o hype. A única coisa positiva desse caos narrativo que vemos em tela é a atuação da atriz Mikey Madison. Ela consegue demonstrar com muito talento o vazio, desespero e, em grande medida, a carência afetiva que ela busca esconder em sua performance sexual trabalhando como acompanhante e dançarina numa boate em Nova York.
As cenas que exigiram da atriz um pouco mais de emoção foram sustentadas com qualidade e técnica. Mas a trama em si não nos ajuda a ter qualquer empatia com Anora, seu desespero diante da frustração do desejo não realizado nos parece distante. A narrativa em nenhum momento nos aproxima da personagem . Não sabemos nada sobre ela ou suas motivações. As migalhas oferecidas não nos dizem nada além do que a própria personagem oferece aos seus clientes. Mas essa ausência de emoção não é culpa da atriz.
No geral, é um roteiro raso. A primeira hora do filme é um processo maçante e repetitivo
de cenas de sexo, uso de drogas e festas. Um ciclo repetitivo que não nos comunica nada
É um filme barulhento, caótico, entediante, repetitivo, muito confuso e sem qualquer coerência narrativa. O filme não cativa. Não surpreende. Terminei com a sensação de que poderia ter uma hora a menos e ainda assim não causaria impacto algum.
Nota: 5/10 (apenas pela atuação da Madison) - e aqui já adianto que a Callas da Angelina Jolie se destacou mais mesmo sofrendo a mesma limitação narrativa desse longa. Se for indicada ao Oscar, ok. Mas se não for indicada não terá qualquer problema. Houve atuações melhores e que merecem indicação.