Em uma pequena cidade da Flórida, Rachel Munro (Madeleine Stowe), uma mulher bem sensual, tem várias brigas com seu marido, Rupert Munro (Charles Dance), um banqueiro. Rachel tem provas de que o marido é infiel e, além disto, a critica sempre, deixando insuportável o clima entre o casal. Cansada desta vida, ela planeja um crime perfeito e usa Kyle Bodine (Ed Harris), um detetive da polícia que está fortemente envolvido por ela. Kyle não imagina que sua vida será afetada, pois se verá vítima de uma trama que só por um detalhe não foi perfeita.
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Que gênero de filme magnífico cara! Torci pro casal desde o início mesmo tendo as divergências e coisas erradas, trama envolvente que me conquistou.
Dizem que o amor é cego — mas, em China Moon, ele é míope, daltônico e tropeça em armadilhas que até um detetive de manual enxergaria a quilômetros. Aqui temos Kyle Bodine (interpretado por Ed Harris e seu couro cabeludo cada vez mais proeminente), um investigador tão sagaz que soluciona crimes com a pontinha do olhar. Mas basta cruzar com Rachel Munro — uma mulher linda, elegante, presa a um casamento violento — para que nosso Sherlock do sul comece a agir como um colegial encantado. E é justamente nesse curto-circuito entre cérebro e libido que mora a delícia desse suspense erótico tão quente quanto traiçoeiro.
A trama é exatamente do tipo que acende meu radar de prazer narrativo: um caso de assassinato abafado sob lençóis, olhares carregados de intenções e uma arma que dispara mais do que balas — dispara uma espiral de culpa, desejo e engano. Rachel apanha do marido, vive enjaulada num luxo opressivo, e quando decide puxar o gatilho, Kyle está lá, pronto pra proteger… ou pelo menos, tentar. O filme joga bem com o mistério, nos puxa para dentro com promessas de luxúria e crime, e nos embala na ilusão de que essa paixão é mais forte que a razão. Convenhamos: ninguém se apaixona tão rápido assim — mas o calor da ficção derrete até bom senso.
Só que, no jogo da paixão e do crime, o roteiro pisa no acelerador e derrapa justo onde podia construir tensão de forma mais saborosa. Eu esperava que a investigação o encurralasse pouco a pouco, que Kyle tivesse que esconder provas com o mesmo cuidado com que ocultava o corpo — que fosse arrancando, um a um, os cabelinhos que já não tem mais. Mas a coisa acontece de forma abrupta: de repente, o chefe o chama e exige a arma, como se todos já soubessem de tudo. O problema não é exatamente a lógica (vai saber o quão comum é uma .38 por lá), mas sim o salto narrativo. A surpresa funciona, a construção até certo ponto também, mas falta aquele suorzinho dramático de quem tá prestes a ser pego.
A reviravolta envolvendo o parceiro de Kyle é eficaz — afinal, são 12 milhões de motivos pra trair, e cada um deles brilha mais que a lua da Flórida. Mas é justamente porque o filme escolhe esconder parte da investigação que a conexão entre pistas e suspeitas parece, às vezes, mais conveniente do que convincente. Ainda assim, o charme do filme está nesse jogo de cortinas: o que se mostra é atraente, e o que se esconde, instiga. Não estamos diante de um noir cerebral, mas de um noir carnal, onde o raciocínio não é prioridade — o impulso é rei.
No fim das contas, China Moon pode até emburrecer seu detetive, mas nunca entorpece quem ama esse tipo de história. É uma jornada de sedução e crime conduzida com classe, suor e um certo exagero que só faz aumentar o prazer. Pode não ser perfeita, mas é como aquele romance tórrido que a gente sabe que vai dar errado — e ainda assim se entrega de olhos fechados. Ou melhor, de olhos vendados.
Finalmente assisti! De bom a muito bom!
Não é ruim não.
Quando eu assisto um filme que tem a Madeleine Stowe eu já fico esperto... Lá vem bomba pro homens!
A Mina não perdoa, "Vingança, Obsessão Fatal, Vingança
O Último dos Moicanos, Os 12 Macacos, etc...".
Todos que se envolvem com ela de alguma forma morrem... Esse "A Lua dos Amantes" deveria ser chamar "A Lua da Morte" e a Madeleine Stowe deveria se chamar "Madeleine Stouro", a Mina é uma bomba! 💣💥💀
Anos 90's, bar, mulher de vermelho, balcão...
Quem resiste? Quem não sonha? O Ed Harris lá coitado, com sua carequinha e com suas pernas finas e tortas sonhou e foi pra cima. Tomou direitinho.
E a história é a mesma, meu marido me maltrata, eu te amo, preciso de você, estou cansado de sofrer, que Tzão, sexo no lago com a historinha do prato da China e com a mama Stouro Nuazinha da Silva Sauro. Vamô casar!
Quando Ed Harris (Kyle) acorda desse sonho, ele não está Nárnia, ele está limpando os sangue do boi na casa dele, saindo com ela no carro, pra afundar o presunto Sadia no lago.
Um trampo do caramba, de repente começa acontecer uma coisas estranhas, a Mina solta umas brechas, o parceiro dele Lamar (Benicio Del Toro novinho) sabe demais, as provas começam a aparecer, o local, o corpo, e circunstâncias que fazem você pegar sua mala e fugir para o Brasil...
E vai piorando, piorando, piorando... Até que Boom 💣💥
A Madeleine Stouro explode no seu colo!
E Ed Harris virou estatística junto de:
Kurt Russell, Ray Liotta, Kevin Costner, Daniel Day-Lewis, Bruce Willis, a turma desse filme e etc...
Mano Mano Mano Mano... Kyle se fode feio! A casa cai!
"A Lua dos Amantes" é isso. Uma chave de cadeia da porra que deve ter passado numa noite nervosa perdida dos anos 90. A trama é muito boa, o elenco é ótimo, as cenas são tensas e os personagens são aquele mistério loco que fazia a gente roer os cotovelos!
A direção do John Baylen é muito competente, fazendo sobrar desconfiança e dúvidas até o fim.
A revelação de tudo vem no final, e sem dó nem piedade sobra chumbo pra todo mundo.
Filme muito bom! E a Madeleine Stowe meu amigo é gata, linda, gostosa, tem numa voz de louça, olhar doce...
Mas passa reto! Os chave de cadeia!
As estatísticas não mentem! Não adianta brigar com números!
Filmão! Anos 90's são foda! Humiiiiilha!!