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Data de lançamento
24 Nov. 2004Duração
Junho de 323 A.C., Babilônia, Pérsia. Quando faltava um mês para completar 33 anos, morre precocemente Alexandre, o Grande (Colin Farrell), que tinha conquistado 90% do mundo conhecido. Alexandria, Egito, 40 anos depois. Ptolomeu (Anthony Hopkins), um general de Alexandre que o conhecia bem, narra para Cadmo, um escriba, que se tornou o guardião do corpo de Alexandre, que ali está embalsamado à moda egípcia (Ptolomeu se tornou faraó, pois ficou com o Egito quando o império foi dividido). Tristemente Ptolomeu frisa que as grandes vitórias dos exércitos de Alexandre foram esquecidas e diz para Cadmo que Alexandre era um deus, ou a pessoa mais perto disso, que já vira. Apesar de ser chamado de tirano, Ptolomeu diz que só os fortes governam, mas Alexandre era mais, pois mudou o mundo. Antes dele havia tribos e depois dele tudo passou a ser possível. Surgiu a idéia que o mundo poderia ser governado por um só rei. Era um império não de terras e de ouro, mas da mente, uma civilização helênica aberta a todos. No oriente, o vasto império persa dominava quase todo o mundo conhecido. No ocidente, as outroras cidades-estado gregas, Tebas, Atenas, Esparta, haviam perdido o orgulho. Os reis persas subornavam os gregos com ouro, para usá-los como mercenários. O pai de Alexandre, Felipe, o Caolho (Val Kilmer), começou a mudar tudo isso, unindo tribos de pastores ignorantes das terras altas e baixas. Com sua coragem e seu sangue criou um exército profissional, que subjugou os traiçoeiros gregos. Então voltou-se para a Pérsia, onde se dizia que o rei Dario, em seu trono na Babilônia, temia Felipe. Foi dessa viril guerreira que nasceu Alexandre, em Pela, Macedônia. A mãe, a rainha Olímpia (Angelina Jolie), era chamada por alguns de feiticeira e diziam que Alexandre era filho de Dionísio ou Zeus. Mas não havia um homem na Macedônia que, vendo pai e filho juntos, não tivesse dúvidas, mas nenhum poderia imaginar o fabuloso destino de Alexandre.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2005:
Fiz muita questão de vê-lo no cinema, mas foi decepcionante.
Avaliação em nota: 5.7
Não vi a versão de cinema, somente a Versão Final, achei longo demais flashbaçks desnecessariamente confusos, e principalmente um Farrell que transformou o grande Xandão da Macedônia em um moleque chorão. Nota 7,0.
Acontece o mesmo que com Cruzada: a versao estendida é muito melhor.
23.06.2009
6.5
Assisti a tal da “versão final” primeiro, e gostei muito (filmao que passou bem rápido).
Gosto como o filme expressa com força a face mais “ridícula” e “emotiva” de figuras lendárias que eram na verdade apenas humanos, porém com as ambições e ideologias deles sendo sim expressas grandiosamente após estarmos inseridos na narrativa mais íntima da jornada deles. A forma como todo o cerne deles entra em encontro com momentos mais patéticos ao mesmo tempo que se choca com momentos extremamente épicos, foi muito interessante.