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Data de lançamento
20 Junho 1946Duração
1862. Anna Owens (Irene Dunne) é uma jovem viúva inglesa que, tendo um filho para criar, aceita trabalhar como professora das crianças da família real do Sião. Quando chega a Bangcoc o choque cultural é imediato. Aos poucos ela obtém o respeito do rei (Rex Harrison), se tornando sua confidente e conselheira diplomática.
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Eu já conhecia a versão musical de 1956 dessa mesma história. Para minha surpresa essa primeira versão de 1946 teve resultado melhor. A história parece mais envolvente e o roteiro e a direção parecem aproveitar melhor o conflito cultural entre os protagonistas que existe nela. Se destacam também o requintado trabalho de direção de arte e as atuações do elenco que tem à frente a sempre competente e carismática Irene Dunne.
Por incrível que pareça gostei mais da versão protagonizada pelo a Jodie Foster. Neste longa-metragem, defendido por Irene Dunne, me fez parecer que o roteiro romantiza por demais aos questões da colonização européia (vide; ocidente civilizado; oriente não civilizado) geradas pelo choque cultural que a personagem sofre. Na versão de 1999, o filme é mais crítico no que tange a colonização. Ademais, Irene Dunne, está sublime no papel título. Mas achei que Rex Harrison destoou um pouco, mas não comprometeu.
Versão desinteressante.Atuações robóticas,não causam nenhum tipo de emoção.Personagens bem caricatos e efeitos mal realizados.
>Assistido em 19 de Abril de 2023
Ocidental boazinha que disciplina os orientais bárbaros e exóticos a serem civilizados. Inclusive ensina os bárbaros a terem sentimentos por outros humanos, porque OBVIAMENTE no Oriente era só selvageria. Enfim, nada de novo vindo de um filme estadunidense falando do "Outro".
Adoro. Mas, depois que eu descobri que
a Linda Darnell morreu queimada, ficou bem mais difícil de ver a cena da morte da Tuptim