Dirigido por
Data de lançamento
10 Set. 1999Duração
Um explosivo sofredor de insônia (Edward Norton) e um carismático vendedor de sabonetes (Brad Pitt) canalizam agressão primitiva masculina transformando-a em uma nova e chocante forma de terapia. Seu conceito pega, e formam-se diversos clubes da luta clandestinos em cada cidade, até que a sensual e excêntrica Marla (Helena Bonham Carter) entra na jogada e desencadeia uma situação fora de controle rumo ao caos.
Baseado no romance homônimo de Chuck Palahniuk.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
É engraçado como eu ja sabia tudo sobre o filme mais nunca tinha visto, para quem pensa se vale a pena, eu daria uma chance é realmente um bom filme.
Um filme que vai muito além da violência e provoca reflexões sobre consumo, identidade e a forma como enxergamos a própria vida. A narrativa é inteligente, provocadora e cheia de detalhes que ganham novos sentidos ao longo da história. Para mim, é um daqueles filmes que continuam relevantes mesmo anos depois.
Um filme intenso e provocativo, que faz refletir sobre identidade, consumo e os padrões que seguimos. Uma história marcante e cheia de questionamentos que continua atual.
Esse filme esteve na minha lista de filmes para assistir por muito tempo, um filme famoso, você cria uma expectativa, não sei o que eu esperava de um filme chamado "clube da luta"...
Mas no final o filme representa exatamente o que o título propõe. Um bando de zé ninguém fracassado achando que o resto do mundo precisa aplaudir a necessidade deles de serem vistos através de atos de violência. Não sei o que é pior, o filme que romantiza essa violência e sujeira, o livro que narra episódios de misoginia como se não fosse nada, ou quem deciciu chamar qualquer um dos dois de revolucionário.
O que há de novo em homens se socando até a morte e infligindo violência na sociedade?
É um filme tão superestimado, Clube da Luta" envelheceu mal, trocando profundidade por uma crise de meia-idade juvenil e rasa. O filme confunde anarquia com rebeldia de shopping center e entrega uma crítica ao consumismo que é pura hipocrisia de Hollywood. Visualmente é datado, o ritmo cansa e o plot twist final hoje parece apenas um truque barato para impressionar adolescentes.