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Data de lançamento
20 Ago. 1942Duração
Quando uma fábrica de tecidos pega fogo, o dono diz que o incêndio foi criminoso e acusa Dilg, seu empregado, de ser o responsável. Durante o seu julgamento sente que será condenado e foge, indo pedir ajuda para Nora, por quem desde a juventude nutria uma paixão. Acontece que Nora alugara para Michael Lightcap a casa onde Dilg pretendia se esconder. Nora acreditava que Lightcap chegaria no dia seguinte, mas chega naquela noite. Nora tenta se livrar dele, alegando que a casa não está pronta, mas não consegue. Dilg não pôde ir embora, pois se machucara na fuga, assim ela o esconde no sótão e arruma um pretexto para passar a noite ali. A partir daí os acontecimentos tomam um rumo inesperado.
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22.11.2004
Sei lá, não gostei não, achei um pouco ( talvez muito) quadrado demais, tenta ser uma comédia mas não consegue , tenta fazer uma observação sobre a justiça ou injustiça neste caso mas o discurso é frágil demais. O pouco que funciona se deve ao carisma de Arthur com Grant mas no geral é meio bobo.
É importante reconhecer o esforço dos diretores ao tentarem algo diferente as vezes. George Stevens tenta fugir das comédias bobas e tradicionais da época, porém, a narrativa de The Talk of the Town é pouco sustentável, e apesar de grandes atores como Cary Grant e Jean Arthur, o roteiro não traz nada de excepcional para uma comedia com duas longas horas de duração.
O trio de protagonistas é sensacional... fiquei divido sobre quem eu gostaria que ela ficasse (até eu querendo decidir por ela kkk) mas no final,
tanto faz. Ambos eram boas pessoas e merecedoras.
Jean Arthur perfeita como sempre mano, rainha demais.
Apesar de ser longo e eu não gostar muito de filmes longos esse me surpreendeu e foi melhor do que eu imaginava.
O trio Cary Grant, Jean Arthur e Ronald Colman funcionam com uma química impressionante (cheguei a torcer para que o trio vivesse esse triângulo amoroso até o fim). Falando em final, acho que eu ficaria satisfeita com qualquer um dos finais, de tão bem roteirizado que foi. As personagens são muito bem construídas, as cenas de comédia (que lembram inclusive as do cinema mudo do Arbuckle) tem a dose certa de graça e fazem rir até nos dias de hoje e, além de tudo, as discussões acerca do sistema judiciário são interessantes e construtivas. Algumas cenas que colocam Leopold e Lightcap separados por objetos da cena (como partes do corrimão da escada, ou vigas de madeira) encenam e demonstram através das imagens a divisão que há entre ambos. E todos são amigos e companheiros até o fim. Excelente filme, tinha que ser assistido por mais gente, divulgado