Embora inocente, repórter Frank Ross (James Cagney) é considerado culpado de assassinato e é enviado para a prisão. Enquanto seus amigos do jornal tentam descobrir quem o incriminou, Frank fica endurecido pela vida na prisão e seu otimismo se transforma em amargura. Ele conhece o seu colega detento Stacey (George Raft) e eles decidem ajudar um ao outro.
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Gostei muito da química entre Raft e Cagny, dois dos grandes atores da velha hollywood, ambos pouco mencionados diga-se de passagem. Mas eu sinceramente achei o conto meio monótono demais e o final sinceramente é muito difícil de engolir a volta à prisão mirando um novo escape. Vale mais por ser uma espécie de preludio do que seria o Fúria Sanguinária, aí sim com um Cagney alopradíssimo.
Em Each Dawn I Die (1939), lançado no Brasil como A Morte Me Persegue, acompanhamos um drama prisional estrelado por James Cagney e George Raft que mistura denúncia social, amizade e injustiça em uma narrativa marcada por tensão constante. O filme é bom, tem força temática e duas presenças carismáticas no centro da história, porém eu achei meio cansativo; apesar de ser relativamente curto, ficou maçante e frustrante durante boa parte do tempo.
A trama acaba soando arrastada, principalmente porque passamos grande parte do filme vendo Ross (James Cagney) sofrer injustiça atrás de injustiça sem nunca conseguir, de fato, provar sua inocência.
Fica uma sensação constante de frustração, e acredito que poderiam ter agilizado mais os acontecimentos para termos mais momentos marcantes e menos repetição de sofrimento. É injustiça atrás de injustiça, e isso pesa.
Ainda assim, vale a pena pelo desfecho e, principalmente, pela parceria entre Ross (James Cagney) e Stacey (George Raft).
É na relação dos dois que o filme encontra seu coração, com o companheirismo de Stacey (George Raft) coroando toda a jornada, especialmente no gesto final em que ele entrega a foto a Ross (James Cagney), reconhecendo que ele foi o único homem honesto que cruzou seu caminho.
Assistido em 16/02/2026
Uma decepção. Nem James Cagney salva esse filme.
Each Dawn I Die é muito inferior se comparado ao filme de mesmo gênero: I am a Fugitive from a Chain Gang. Possui diversos furos de roteiro, onde temos situações incabíveis que sabemos que não iriam acontecer, além de ser um filme que envelheceu MUITO mal, sendo muito diferente da realidade aonde nos encontramos. A sociedade, neste momento mais critico, precisa de presídios rígidos como haviam antigamente. Temos um país de grande exemplo: El Salvador. Onde o presidente limpou a criminalidade e conta com o apoio de 90% da população.
Esse aqui já entrou na minha lista dos melhores filmes de prisão que eu já assisti, mesmo tendo repetindo o clichê de transformar os detentos como meras vítimas de um sistema carcerário cruel não mencionando os crimes desses. A grande força dele está na história do protagonista que mesmo preso procura nunca desistir de provar a sua inocência e ter de volta a sua liberdade. James Cagney entrega aqui mais uma de suas grandes atuações, mostrando também a sua versatilidade já que transitava muito bem entre o bem e o mal nos personagens que interpretava.
Mais uma excelente performance de James Cagney no papel de Frank Ross, condenado indevidamente por um crime. Cagney ficaria imortalizado por papeis de gangster. Neste filme tem a companhia do ator George Raft, como "Hood" Stacey. Clássico.