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Data de lançamento
14 Março 2000Duração
Erin é a mãe de três filhos que trabalha num pequeno escritório de advocacia. Quando descobre que a água de uma cidade no deserto está sendo contaminada e espalhando doenças entre seus habitantes, convence seu chefe a deixá-la investigar o assunto. A partir de então, utilizando-se de todas as suas qualidades naturais, desde a fala macia e convincente até seus atributos físicos, consegue convencer os cidadãos da cidade a cooperarem com ela, fazendo com que tenha em mãos um processo de 333 milhões de dólares.
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Assisti a Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento por causa de um trabalho do meu curso de Enfermagem sobre a contaminação da água. Como o filme é baseado em uma história real que envolve a poluição dos recursos hídricos por uma grande empresa, ele acabou sendo a escolha perfeita para o tema.
Julia Roberts entrega uma atuação extraordinária e absolutamente merecedora do Oscar. Ela conduz o filme com muito carisma, personalidade e intensidade, transmitindo toda a determinação, a vulnerabilidade e a força de Erin Brockovich. É uma interpretação que sustenta a obra do início ao fim.
A narrativa segue a estrutura clássica dos filmes baseados em fatos reais, sem fugir muito da fórmula. Não é o meu tipo favorito de história, mas o roteiro é competente, mantém o interesse durante toda a projeção e sabe conduzir os acontecimentos de forma envolvente.
Tecnicamente, o filme é bastante sólido. A direção é discreta, a fotografia cumpre bem seu papel e o roteiro consegue equilibrar drama, humor e crítica social sem exageros. Talvez não seja um filme grandioso em sua execução, mas é extremamente eficiente ao contar uma história importante, cujo tema continua atual, especialmente quando pensamos nos impactos da contaminação ambiental e na responsabilidade das grandes empresas.
eu sei que é um filme oscar bait e blablabla, MAS teve coisas muuuuuito interessantes que eu fiquei pensando mais do ponto de vista do roteiro e como isso pode possivelmente desdobrar para a vida "real"
primeiro que a JULIA ROBERTS conhece um cara aleatório perebado de moto que é SUPER RUDE com ela e no outro dia o cara me entra na casa dela pra cuidar das crianças. gente pelo amor isso aqui se não é um filme de terror eu não sei o que é. serio, essa primeira cena já me deixou extremamente panicada que o cara aleatório entrou na casa dela SEM PERMISSÃO para olhar as CRIANÇAS PEQUENAS!!! serio...não sei nem o que pensar mais disso só sei que alugou um quarteirão na minha cabeça e só consigo pensar nisso com pânico.
segundo que o cara é extremamente rude com ela em todas as situações possíveis, tipo quando ela ta sofrendo de não poder estar com a criança e ele simplesmente joga na cara dela isso, por telefone, fazendo questão de contar todos os detalhes, que tipo de pessoa faz isso? fora que eu algumas cenas eles tão conversando e o roteiro faz parecer que é "bonitinho" e "fofinho" "comédia romântica" e eu me pergunto: pra quem? como o patriarcado realmente se infiltra na nossa imaginação só pra gente engolir coisas tipo isso, as coisas que ele fala pra ela são extremamente grosseiras, zombando dela (e ela dá um sorriso de canto...pqp).
por último, mas não obstante, a cena em que ele diz que vai embora e ela faz um monólogo belíssimo sobre como ela sempre esteve sozinha e dessa vez vai se escolher. e o que o cara faz? vai embora. porque pra ele o importante eram palavras de carinho, "poxa ela não está me valorizando"....realmente, é só a mulher começar a dar certo na carreira ou ter algum reconhecimento que vem um perebado encher o saco e tentar botar ela pra baixo, achei lindíssimo ela se escolher e ele ir embora. realmente, tava ali só pra atrapalhar mesmo...a performance sempre chega a seu fim (performou e performou que cuidaria das crianças para poder jogar na cara dela depois que ela era insensível, parabéns)
Hipnótica Júlia Roberts!!
28.01.2003
Muito bom, atuação da Júlia é maravilhosa, como sempre.