No Grande Prêmio de Mônaco Pete Aron (James Garner), um piloto americano que dirige um Jordan-BRM, tem problemas na caixa de marcha e faz seu carro mergulhar no mar. Porém o fato mais grave foi ter ferido seriamente o piloto inglês Scott Stoddard (Brian Bedford), seu companheiro de equipe. Este acidente provoca a demissão de Aron, que é contratado pela equipe japonesa Yamura. Durante a recuperação de Stoddard sua mulher, Pat (Jessica Walter), se envolve com Aron, pois ela parece determinada em deixar Scott. Paralelamente o piloto francês Jean-Pierre Sarti (Yves Montand) e o piloto italiano Nino Barlini (Antonio Sabato), ambos da Ferrari, se envolvem com Louise Frederickson (Eva Marie Saint), uma jornalista americana, e Lisa (Françoise Hardy), uma bela jovem.
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As corridas são empolgantes e bem filmadas, percebe-se o cuidado em dar a devida atenção ao que o filme tem de melhor - a sua razão de ser, aliás. Infelizmente todo o resto é enfadonho e encheção de linguiça para dar um pouco de profundidade aos personagens, enquanto aguardamos o que realmente importa.
O melhor filme já feito sobre a Fórmula-1, dirigido pelo mestre John Frankenheimer, com elenco estelar e grande trilha sonora de Maurice Jarre!
É um filme que pra mim seria nota 8.5-9 se tivesse 90min-110 min de duração. Os diálogos não são ruins, mas a maioria das cenas parece não levar a lugar nenhum. Me parece que queriam mostrar como era a vida de cada um dos pilotos, mas me pareceu cansativo e desinteressante com o tempo. Não entendi tratarem o James Garner como mocinho sendo que era o mais babaca de todos. As cenas de corrida são realmente impressionantes e emocionantes para um filme de quase 60 anos
"Grand Prix", cult-movie dos anos 60 é, talvez, o melhor filme já feito sobre automobilismo. As tomadas com câmeras a bordo dos carros são espetaculares e a fotografia, acrescida de belíssima trilha sonora continuam marcantes e atemporais. Destaque para o vigoroso elenco estelar e eficiente direção de John Frankenheimer. Realidade e ficção que resultaram num grande e empolgante clássico do gênero.
A experiência de ver essas máquinas/modelos da boa época do automobilismo em que o piloto era peça do conjunto não tem preço. Acho que o filme é belo tanto pelas histórias pessoais dos pilotos que são riquíssimas como o belo retrato cinematográfico nas pistas, principalmente nos GP's de F1 de Monza e Mônaco. O filme dá um desfecho da forma como iniciou, a clássica briga de pilotos: o carro inglês participa contra o carro japonês. Jean Pierre Sarti faz também muito do filme. Não chega a ser um exagero de egos a obra anda naturalmente. O grande cômico do filme é a participação calada dos pilotos reais de F1, principalmente o Graham Hill, que aparece em monte de cenas fazendo o piloto "Bob". Acredite se quiser. Outros são Phil Hill e Jochen Rindt. É...piloto sabe mesmo é pilotar e ator atuar.