Tenho quase certeza que foi a última grande novela exibida inédita no Brasil, com um elenco afinado, onde até em pequenos papéis todos sincronizados e perfeitos (como por exemplo foi em Vale Tudo de 1988, Tieta de 1989 e Pai Herói de 1979). A novela destaca a importância de abordar a história da escravidão e os horrores vivenciados durante esse período sombrio da humanidade. Audaciosa, forte, sangrenta e estilisticamente ousada, devo insistir que essa história seja transmitida a cada geração sucessiva, que ela se torne parte integrante da nossa identidade. Os seres humanos têm uma memória notavelmente curta, e por isso é essencial que nos lembremos constantemente dela, já que as novelas ainda são o carro chefe da Rede Globo pelo menos. O elenco em ótima forma carrega a novela com um sentimento de verossimilhança ainda mais devastadora, mesmo nos momentos cômicos feito com maestria principalmente por Olívia Araújo (que poderia ter aparecido muito mais), Nathalia Dill (mesmo com uma personagem detestável até a medula) e Marco Ricca (o mais premiado do elenco). Fica até difícil destacar alguém desse elenco tão bom, mas vamos lá, além dos três já citados: Andreia Horta e Bruno Ferrari são os mocinhos pra lá de carismáticos, Bruno aliás bem mal aproveitado depois dessa novela, Mateus Solano (a personificação do mal), Maitê Proença, Zezé Polessa (sempre ótima), Ricardo Pereira (no melhor papel de sua carreira até agora em 13.03.2026), Caio Blat, Rômulo Estrela, Mariana Nunes (tensa e assustada a novela inteira)...
Tem alguns defeitos sim. A historia foi contada de forma ágil, sem enrolação, porém nos capítulos finais essa agilidade atrapalhou um pouco. Apesar disso, foi uma grata surpresa. É realmente muito boa.
Tenho quase certeza que foi a última grande novela exibida inédita no Brasil, com um elenco afinado, onde até em pequenos papéis todos sincronizados e perfeitos (como por exemplo foi em Vale Tudo de 1988, Tieta de 1989 e Pai Herói de 1979).
A novela destaca a importância de abordar a história da escravidão e os horrores vivenciados durante esse período sombrio da humanidade.
Audaciosa, forte, sangrenta e estilisticamente ousada, devo insistir que essa história seja transmitida a cada geração sucessiva, que ela se torne parte integrante da nossa identidade.
Os seres humanos têm uma memória notavelmente curta, e por isso é essencial que nos lembremos constantemente dela, já que as novelas ainda são o carro chefe da Rede Globo pelo menos.
O elenco em ótima forma carrega a novela com um sentimento de verossimilhança ainda mais devastadora, mesmo nos momentos cômicos feito com maestria principalmente por Olívia Araújo (que poderia ter aparecido muito mais), Nathalia Dill (mesmo com uma personagem detestável até a medula) e Marco Ricca (o mais premiado do elenco).
Fica até difícil destacar alguém desse elenco tão bom, mas vamos lá, além dos três já citados: Andreia Horta e Bruno Ferrari são os mocinhos pra lá de carismáticos, Bruno aliás bem mal aproveitado depois dessa novela, Mateus Solano (a personificação do mal), Maitê Proença, Zezé Polessa (sempre ótima), Ricardo Pereira (no melhor papel de sua carreira até agora em 13.03.2026), Caio Blat, Rômulo Estrela, Mariana Nunes (tensa e assustada a novela inteira)...
A Globo podia voltar com suas novelas das 23h. Essa era MARAVILHOSA! Eu não perdia um capítulo.
Nunca fiquei tão ansioso por uma novela quanto eu fiquei com essa. Uma aula de história.
A Globo deveria voltar a fazer produções assim. OBRA PRIMA!
Tem alguns defeitos sim. A historia foi contada de forma ágil, sem enrolação, porém nos capítulos finais essa agilidade atrapalhou um pouco. Apesar disso, foi uma grata surpresa. É realmente muito boa.