Jornalista de Nova York pressionado pelo editor, que exige dele um furo de reportagem, acaba inventando uma história sobre drogas e exploração de mulheres. Mas a polícia se interessa pelo caso e ele acaba perseguido por bandidos de verdade.
Há alguns bons nomes como Morgan Freeman e Christopher Reeve, porém não é lá grande coisa. A trama poderia ter sido melhor desenvolvida, mas a burrice de Jonathan foi tão grande desde o começo que só me fez ter raiva do personagem.
Ele poderia ter falado a verdade sobre sua história inventada; mesmo que não quisesse revelá-la, poderia ter dito que foi inspirada ou exagerada, não sei, poderia ter deixado claro desde o início tanto para seu chefe quanto para a justiça. Além disso, ele poderia ter evitado se encontrar com Fast. Enfim, várias ocasiões em que ele poderia ter tido uma melhor decisão.
Morgan Freeman está bem no seu papel, embora saibamos que ele é um ator bem maior do que o apresentado aqui.
Gostaria que Fast Black pagasse pelo seu crime na cadeia e não morresse desse jeito, pelo seu principal funcionário. Este, por causa de pouca grana, ficou com medo e matou Fast antes que este o matasse.
Há boas presenças femininas com algum talento e muita beleza.
Fui com muita sede ao pote ao conferir este filme que foi, inclusive, indicado as categorias do Oscar de ator e atriz coadjuvante, Kathy Baker e Morgan Freeman, ambos superestimados pela academia, uma vez que, não estavam em seus melhores trabalhos.o filme também achei muito morne, com problemas de ritmo e falta de uma direção mais segura. O elenco, portanto, é quem nos atrai um pouco, mas não o suficiente para melhorar o filme.
Um historia sobre um playboy em sua inocência, conhecendo aos poucos o submundo que inventava nos jornais. Não sabia dos perigos, e acabou colocando as pessoas que amava em risco por apenas um furo jornalístico. No final, é sempre pela mídia, e nunca pela vidas que ali se encontram. Até quando ele se vê envolvido com as pessoas do gueto, é somente pelo tesão da nova informação, deixando tudo que ele mesmo amava pra trás por puro egoísmo profissional.
Fisher inventava histórias de uma classe, só para depois ter que enfrentá-los pra valer, e passar pelo que eles se sujeitam há tanto tempo. A cena do beijo no carro é a mais forte, porque ao mesmo tempo que vemos algo misógino, também percebemos que as próprias mulheres ali inseridas já aceitaram tal fato, e que pra elas mesmas não dá pra acontecer mudança. O jornalista, agora menos frio e em choque, de nada valia naquele campo. Às vezes você está embaixo, e nenhuma luz de esperança e gentileza poderá te colocar por cima, e em paz. Às vezes, uma mulher deve tomar os seus direitos na marra.
No final, Fisher usou sua inteligência de vilão, com a malandragem e sede de vingança, para colocar um povo contra eles mesmos. Assim, ele teve "apenas" mais uma história para contar em mais um dia de seu "pacato" jornal.
Senti que faltou partes no roteiro, como se houvessem cortes abruptos, mas era só preguiça de um desenvolvimento mesmo. É bonito demais ver o Morgan atuando com o Christopher, não só pelas atuações em si, mas também porque eles ficaram lindos e conectados juntos, como se tivessem nascidos para estarem ali.
Irregular.
Há alguns bons nomes como Morgan Freeman e Christopher Reeve, porém não é lá grande coisa. A trama poderia ter sido melhor desenvolvida, mas a burrice de Jonathan foi tão grande desde o começo que só me fez ter raiva do personagem.
Ele poderia ter falado a verdade sobre sua história inventada; mesmo que não quisesse revelá-la, poderia ter dito que foi inspirada ou exagerada, não sei, poderia ter deixado claro desde o início tanto para seu chefe quanto para a justiça. Além disso, ele poderia ter evitado se encontrar com Fast. Enfim, várias ocasiões em que ele poderia ter tido uma melhor decisão.
Morgan Freeman está bem no seu papel, embora saibamos que ele é um ator bem maior do que o apresentado aqui.
Não gostei desse final.
Gostaria que Fast Black pagasse pelo seu crime na cadeia e não morresse desse jeito, pelo seu principal funcionário. Este, por causa de pouca grana, ficou com medo e matou Fast antes que este o matasse.
Há boas presenças femininas com algum talento e muita beleza.
Assistido em 09/06/2025.
Fui com muita sede ao pote ao conferir este filme que foi, inclusive, indicado as categorias do Oscar de ator e atriz coadjuvante, Kathy Baker e Morgan Freeman, ambos superestimados pela academia, uma vez que, não estavam em seus melhores trabalhos.o filme também achei muito morne, com problemas de ritmo e falta de uma direção mais segura. O elenco, portanto, é quem nos atrai um pouco, mas não o suficiente para melhorar o filme.
Muito bom
Um historia sobre um playboy em sua inocência, conhecendo aos poucos o submundo que inventava nos jornais. Não sabia dos perigos, e acabou colocando as pessoas que amava em risco por apenas um furo jornalístico. No final, é sempre pela mídia, e nunca pela vidas que ali se encontram. Até quando ele se vê envolvido com as pessoas do gueto, é somente pelo tesão da nova informação, deixando tudo que ele mesmo amava pra trás por puro egoísmo profissional.
Fisher inventava histórias de uma classe, só para depois ter que enfrentá-los pra valer, e passar pelo que eles se sujeitam há tanto tempo. A cena do beijo no carro é a mais forte, porque ao mesmo tempo que vemos algo misógino, também percebemos que as próprias mulheres ali inseridas já aceitaram tal fato, e que pra elas mesmas não dá pra acontecer mudança. O jornalista, agora menos frio e em choque, de nada valia naquele campo. Às vezes você está embaixo, e nenhuma luz de esperança e gentileza poderá te colocar por cima, e em paz. Às vezes, uma mulher deve tomar os seus direitos na marra.
No final, Fisher usou sua inteligência de vilão, com a malandragem e sede de vingança, para colocar um povo contra eles mesmos. Assim, ele teve "apenas" mais uma história para contar em mais um dia de seu "pacato" jornal.
Senti que faltou partes no roteiro, como se houvessem cortes abruptos, mas era só preguiça de um desenvolvimento mesmo. É bonito demais ver o Morgan atuando com o Christopher, não só pelas atuações em si, mas também porque eles ficaram lindos e conectados juntos, como se tivessem nascidos para estarem ali.