Jocasta estudou muito e se formou em sociologia e administração de empresas, se tornando uma bem-sucedida socióloga e empresária, amparada pela amiga Vera, mas é frustrada e insatisfeita pelo fato de nunca ter conhecido o filho. Até hoje ela sofre por isso e já fez de tudo mas nunca achou o menino Édipo. Édipo se torna um homem de bom caráter e um promissor produtor de vídeo, porém com fortes poderes paranormais, o que lhe causa muitos tormentos, pois ele tem visões e se sente diferente dos outros por isso, desde criança.Édipo e o pai se reencontram, por acaso, numa briga de trânsito. Sem saber da verdadeira identidade de Laio, Édipo acidentalmente o mata, empurrando-o de um penhasco, pois a briga foi em uma estrada deserta numa cidade do interior, onde casualmente eles estavam.
Édipo fica totalmente transtornado e se sente culpado e passa a sofrer de um remorso imenso, mesmo nunca tendo conhecido a vítima, seu pai.
Ele é levado preso, pois alguns policias viram a ação e assim ele é julgado, mas contrata um ótimo advogado e é absolvido, para seu alívio.
Mais tarde, ele decide mudar sua vida e vai procurar trabalho em uma empresa fora de sua área de atuação e acaba conhecendo e se apaixonando por Jocasta. Os dois se envolvem e se apaixonam perdidamente. Jocasta nem desconfia que o homem que está amando é seu filho. De início ficou desconfiada pois o nome Édipo não é muito comum e ele tem a idade que seu filho teria hoje, mas ela já viu outros Édipos com essa idade e nunca imaginaria que seu filho voltaria dessa forma.
Eles passam a namorar e decidem morar juntos, se tornando um casal feliz e apaixonado. Viajam muitas vezes e dormem juntos, sem imaginar o terrível pecado que estão cometendo. É a primeira vez que Jocasta está amando de verdade na vida, assim como Édipo, que econtra em uma mulher mais velha um aprendizado na cama e na vida.
Após viverem sempre apaixonados, Édipo sofre um acidente em que precisa de sangue. Jocasta doa mas ocorre um erro na ficha em que é pedido o DNA junto com a transfusão, e assim de forma totalmente terrível e traumática, eles descobrem que são mãe e filho!
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Terminei de assistir hoje.
Uma novela de seu tempo. À mim cumpriu o que prometia as novelas daquela época, com tramas emblemáticas e um ar mais soturno.
A trama tinha alguns personagens excelentes, assim como tinha outros intragáveis. Elenco veterano espetacular, e elenco jovem péssimo, ou seja, isso dos jovens atores serem ruins, não é de hoje.
Valeria a pena uma reprise no CANAL VIVA.
Bem boa!!!
Trabalhas com o tema de Sófocles e Freud é pra lá de interessante. Sem contar que Tony Carrado é um personagem icônico pra mim.
Novela com trama um tanto mítica, nem a inexpressividade e mal atuação de Felipe Camargo comprometeu a novela que, possui ótimo elenco de apoio e é encabeçado pelo sempre carismático Nuno Leal Maia e a diva iluminando a tela Vera Fisher. E ainda teve a interpretação mítica e poderosa da cantora Rosana entoando "O Amor e o Poder" que tocou bastante na época do lançamento da novela. Ótima novela e trama!
"É melzinho na chupeta" bordão de Nuno leal maia que ficou famoso na época.
Eu tinha medo do personagem do Carlos Augusto Strazzer, a musica mais tocada no brasil em 87, o amor e o poder da Rosana, tema do personagem do Nuno Leal Maia...impressionante como conseguiam criar personagens peculiares nessa epoca, vc poderia ter, 6,7 personagens com a msma importancia para a trama....Novela épcia..