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Duração
Após a morte acidental do amante indesejável de sua filha, Lucia Harper (Joan Bennett) esconde o corpo para proteger sua família. Após um tempo, o parceiro do morto (James Mason) aparece e começa a chantageá-la. O conforto e a segurança de seu mundo está em perigo, logo tudo começa a desmoronar.
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Fui assistindo a esse filme e estranhando os nomes dos personagens parecidos com um que conheço chamado The Deep End(2001). Até que percebi que esse de 1949 é o original. Gostei de ambos, sendo que o final de Na Teia do Destino é ligeiramente melhor.
Ótimo noir e bem diferente em alguns aspectos. As ótimas atuação da Joan Bennett e do James Mason são os destaques. A direção de Max Ophüls é muito boa, com um ótimo ritmo. Só não leva nota maior por causa do final apressado.
Mas é muita burrice, a mulher acha um corpo na praia, e sem ter a certeza de que (supostamente) foi a filha que matou ela arrasta ele, em plena luz do dia kkkkkkk
Lucia não tinha um minuto de paz naquela casa, meu deus, insuportável!!!
Ele se apaixonar por ela tudo bem, entendo... agora ela começar a sentir carinho por ele no final pra mim foi demais.
Filme é bem mediano. Joan Bennett é uma das poucas coisas boas dele.
Um noir diferente, sem a loura femme fatale - trocada por uma mãe felina e voraz - e sem detetives rondando o crime - desta vez o foco foi nos inescrupulosos agiotas. O que se expõe aqui é a hipocrisia do pensamento da instituição "família", onde tudo parece correto na linha tênue entre ser e estar. Ou como defender por garras e dentes seu habitat mesmo que a culpa e condenação caiam em outrem, além de levíssimas abordagens sobre adultério e estafa por gerir tudo no lar. Em resumo: o sacrifício, já que a Srª. Harper (Joan Bennett firme) descobre que sua vida não a pertence e o chantagista Donnelly (James Mason muito leve) sofre por afeição, e a agonia de salvarem a si mesmos. Tudo isso acrescido de um assassinato resultam num pequeno e interessante filme, causando (boa) sensação de incômodo ao espectador.
Roteiro bem mediano com uma historinha pouco crível e para finalizar um bandido bonzinho. Nota 6,0.