O filme mostra uma tarde na vida de duas mulheres, fechadas em casa e em silêncio. Uma de- las, Isabelle Granger, está preocupada com o com- portamento violento da filha Nathalie. Do mundo exterior surgem ecos via rádio e, mais tarde, um vendedor de máquinas de lavar. Na singularidade narrativa de Duras, sobressaem uma poderosa im- pressão de um tempo suspenso, “parado”, e uma angústia contida, talvez mais violenta ainda pela ausência de expressão.
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O Gerard Depadieu parece eu tentando vender qualquer coisa.
Difícil, porém extraordinário: quase um filme de terror, tamanha a pujança intensificada de sua trama rarefeita, em que a personagem-título quase não aparece, oprimida por um mundo adulto que não assume ser o verdadeiro inoculador da violência incontida que é atribuída a ela... Repleto de falsos 'raccords' e de atuações desdramatizadas (com um inaudito alívio cômico-angustiante a cargo do personagem de Gerard Depardieu), este filme deixa-nos aflitos, tamanha a cadência merencória daquelas notas isoladas de piano, continuamente dedilhadas ao longo da projeção. Maravilhoso e aflitivo, uma das obras mais maduras da diretora, ainda na fase inicial de sua filmografia radicalmente experimental! (WPC>)
ela tentou por o gatinho no carrinho de boneca
É tanta letargia, que...
Cansativo, enigmático, sem objetivo. Apenas uma cena boa. Valeu o registro.