O Dia Em Que A Terra Parou

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O Dia Em Que A Terra Parou (1951)
The Day The Earth Stood Still Outros títulos
Média do filme: 3.9 de 5 — baseado em 2368 votos
MÉDIAFILMOW
3.9
2368 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Robert Wise
Data de lançamento 18 Set. 1951 Outras datas
Duração 92 min (1h32)
Classificação indicativa de O Dia Em Que A Terra Parou: L - Livre para todos os públicos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

18 Set. 1951

Duração

92 minutos Classificação indicativa de O Dia Em Que A Terra Parou: L - Livre para todos os públicos
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Sinopse

O alienígena Klaatu chega à Terra acompanhado pelo seu fiel robô Gort, após viajar 200 milhões de milhas pelo espaço. O objetivo é deixar uma mensagem de paz a todas as lideranças do planeta. Porém, no momento em que desembarca da sua espaçonave em Washington, ele é recebido como uma grande ameaça. Acuado, Klaatu - que tem aparência igual à dos terráqueos - resolve conviver durante algum tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não salvar o nosso planeta.

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
vinnybritto1
Vinny Britto
2 semanas atrás

Só tinha assistido o remake e ainda assim não lembro de nada, então não dá pra comparar.
História simples e funcional, com uma ótima mensagem, e entrega um filme marcante e competente mesmo com os poucos recursos da época.
Vou aproveitar pra rever o remake.

30-08-2026

sertaocosmico
jefferson honorato
3 meses atrás

“Eles chegaram!”

👽 Viemos visitá-los em paz e boa vontade! Conferir esses clássicos da Ficção Científica é simplesmente fascinante. Estou fazendo esse revisionismo histórico não só no cinema, mas também na literatura. O gênero Sci-Fi é uma mina de ouro de grandes ideias, e O Dia Em Que a Terra Parou (1951) é mais uma prova disso.

👽 Escrevo em 2026, tensões de dimensões atômicas ainda se fazem presentes no dia-a-dia da classificada raça humana. A tal da guerra fria ainda se faz presente, acordos de paz, que mais parecem pactos zilionários, pois a desconfiança que alguém está lucrando com esse medo, não é mais uma teoria da conspiração.

👽 Urânio, O Dia Em Que a Terra Parou carrega consigo uma mensagem que não envelheceu. Sua mensagem pacifista e crítica é brilhante. A destruição faz parte do nosso DNA, pois tenho certeza que se um ser Alienígena resolver visitar nossa comunidade terra e fazer uma tour por aqui, esse vai zarpar e avisar para seus amigos interplanetários que essa budega não tem jeito mesmo.

👽 Perante ao cosmo, nosso comportamento é bem estranho, somos mesquinhos, nosso ego é inflado, não temos senso de humor, se achamos a última bolacha do pacote, e se você tem uma Bomba Atômica em seu quintal, podemos classificá-lo como “Deus”. O dinheiro comanda, a religião é de maneira usurpada, o tal sentido da vida fica sendo algumas latinhas de cevada ou algum entorpecente que faça esquecer onde estou.

👽 O Dia Em Que a Terra Parou é clássico do cinema Sci-Fi. Uma das películas mais importantes da fascinante era atômica no cinema. A ótima direção de Robert Wise deixa as coisas ainda mais interessantes. O filme é baseado no conto: Adeus ao Mestre (1940) escrito por Harry Bates.

andrezanarella
André Zanarella
½
5 meses atrás

10.01.2009

penelopepoczuda
Penelope
8 meses atrás

Ao ver The Day the Earth Still Stood, me dei conta de como minha percepção sobre os anos 50 é moldada por obras que tentam imitar ou recriar aquela década. Talvez por isso seja tão prazeroso encontrar um filme saído diretamente dela: os telefones, as roupas, Washington em evidência — o Obelisco, as ruas, o trânsito congelado. Há algo de admirável nesse gesto de observar um mundo antigo simplesmente funcionando.

Assisti ao filme numa versão imperfeita, com um colorido desbotado, instável. Longe de atrapalhar, isso acabou somando charme. A sensação foi a de reconhecer imagens em estado quase bruto — imagens que o cinema passou décadas tentando reaprender a fabricar. O disco voador aparece do jeito que quem jura ter visto sempre descreveu: perfeitamente redondo, cortando o céu, pousando com solenidade, abrindo-se com uma rampa cerimonial (talvez uma rampa que eu gostaria muito de subir). Lá dentro, botões demais, painéis demais. Antes, tudo parecia exigir botões; hoje, tudo foi substituído por telas lisas. Até o robô surpreende: um homem de lata, imponente, que não precisa se mover muito para impor ordem. Quando age, basta um feixe de luz para desintegrar um tanque em segundos.

O enredo é simples, mas carrega uma ideia poderosa: alguém pisa num planeta desconhecido disposto a entender seus habitantes — e encontra exatamente o previsível. Klaatu chega à Terra em missão pacifista e é recebido com tiros. É difícil não pensar que, se isso acontecesse hoje, a reação seria a mesma. Nossa primeira linguagem diante do desconhecido continua sendo a força. Ele vem alertar sobre os riscos da energia atômica, mas precisa antes lidar com a incapacidade humana de escutar. Assumindo forma humana, Klaatu se esconde à vista de todos: aluga um quarto numa pensão qualquer, convive com uma mãe solteira e seu filho curioso, escuta conversas banais cheias de desconfiança em relação ao “outro”. É nesse espaço reduzido que o filme aposta no que tem de mais interessante: a possibilidade da troca. Klaatu observa, aprende, compartilha matemática avançada com o cientista mais brilhante da Terra e, com a mesma naturalidade, troca pedras preciosas por dois dólares para que o garoto vá ao cinema.

É na convivência com o garoto que comecei a querer mais do filme. Há algo ali que pede aprofundamento: um menino curioso, sem pai, e um visitante que parece, pela primeira vez, disposto a explicar o mundo em vez de julgá-lo. Existe a possibilidade de um vínculo quase paterno, de ver um afeto nascendo. Mas o filme mantém essa relação sob controle, sem deixá-la se tornar um verdadeiro motor emocional. O mesmo acontece com a mãe. Há momentos que flertam com a possibilidade de um envolvimento afetivo — aquela cena do elevador sem energia —, mas o roteiro recua rapidamente. Talvez seja melhor assim; talvez faltasse tempo ou espaço para desenvolver isso sem soar forçado. Fica a impressão de que o filme prefere observar os humanos a se envolver demais com eles.

Existem também concessões claras ao cinema da época. Em alguns momentos, a vigilância militar parece reduzida demais; situações que forneceriam um aparato gigantesco se resolvem com poucos soldados. Mas isso nunca chega a quebrar o encanto. São simplificações que pertencem ao tempo do filme e que hoje soam menos como erro e mais como convenção funcional. O interesse não está na precisão logística da ameaça, mas na ideia que ele quer colocar em circulação. Lançado num mundo recém-saído da Segunda Guerra e à beira da corrida nuclear, o filme usa a figura do alienígena como intermediário moral: alguém de fora, suficientemente distante para dizer o que ninguém na Terra parecia disposto a ouvir. Klaatu não vem conquistar nem destruir — vem advertir.

No fim, The Day the Earth Still Stood é tão bom em capturar seu tempo que acaba fixando também seus limites. Ele registra os anos 50 em pleno funcionamento, mas se detém quando suas ideias pedem aprofundamento emocional ou filosófico maior. Ainda assim, o cinema pode tentar fazer a Terra parar outra vez — agora com mais palavras, mais tecnologia, mais explicações. Mas poucos conseguem o que este conseguiu: fazer um disco voador descer do céu de um jeito encantador o bastante para o mundo parar.

moysesbenhur
Moyses Ben Hur
9 meses atrás

Reassistido em 18/12/2025 no Youtube.

Filmado em preto e branco poucos anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, e explorando com maestria a instabilidade política gerada pela Guerra Fria que se instalou entre as mais influentes nações do planeta, o filme é o principal representante do cinema do sub-gênero sci-fi, abordando o tema de invasão alienígena com propostas pacíficas.

"O Dia Em Que a Terra Parou" de 1951, tem uma importância extremamente significativa para a história do cinema de Ficção Científica. É um clássico cult, dirigido brilhantemente por Robert Wise e mesmo datado, continua cada vez mais emblemático e atemporal.

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Elenco de O Dia Em Que A Terra Parou

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Billy Gray 4 8

Billy Gray

(Bobby Benson)
Hugh Marlowe 0 15

Hugh Marlowe

(Tom Stevens)
Lock Martin 1 1

Lock Martin

(Gort)
Michael Rennie 1 14

Michael Rennie

(Klaatu)
Patricia Neal 7 61

Patricia Neal

(Helen Benson)
Sam Jaffe 1 15

Sam Jaffe

(Professor Jacob Barnhardt)

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