Domini é uma dedicada filha que passou sua vida adulta enclausurada cuidando do seu doente pai. Após a morte do mesmo, Domini encontra-se perdida espiritualmente e, durante seu luto, procura razões para sua nova vida. Sua busca leva ao deserto do Saara, localizado ao norte da África, onde anseia por uma renovação espiritual. Chegando em seu destino, conhece Boris, que escapara recentemente de um monastério por razões até então desconhecidas. A amizade entre os dois transforma-se subitamente em amor, mas o que ela não sabe é que ele esconde seu passado dela. Entre suas caminhadas pelo deserto, encontram um oásis e nele um homem misterioso que conhece o grande segredo de Boris.
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Bom Dia!
É um filme que estreou em 1936 rápido de gênero romântico que envolve religião no meio.
Esse negócio de misturar os dois, não sei não.
O Filme funciona na época, Fotografia é muito boa para época.
O Roteiro não é isso tudo.
O Charles que eu não acho que foi um dos melhores atores daquela época, aqui ele tenta, mas não sei se ele me convenceu 100% como frei arrependido e depois no final lá.
Gosto do olhar, acho que ele tentou mas o roteiro não é bom.
Para mim a Melhor coisa do filme é a Marlene mesmo.
Que dizia tudo com os olhos, vale da uma olhada, mas não é pra todos os públicos.
Inocente até para época, sua bela e premiada fotografia e o carisma dos dois atores a bela Marlene Dietrich e Charles Boyer compensam bem.
Dietrich nutria uma profunda antipatia pelo produtor David O. Selznick, tendo sido emprestada pela Paramount para o projeto. Selznick, por sua vez, ficou consternado com a maioria dos filmes de Dietrich feitos com von Sternberg, Dietrich não gostou muito do roteiro e reclamou interminavelmente sobre os diálogos. Selznick ficou angustiado com a aparência improvável e perfeita de Dietrich, mas o resultado foi um sucesso de bilheteria e .realmente tem seu charme.
Creio que muita gente já viu, sem querer ou saber, pelo menos uma cena de "O Jardim de Allah". Ela é reproduzida logo no início do clipe da música Time After Time, da Cyndi Lauper, e ouvimos tanto trechos do diálogo entre Marlene Dietrich e Charles Boyer, como vemos um breve adeus entre eles na tela…
Lembrado por esta referência pop, pelo magnetismo estonteante de Marlene Dietrich e por ter sido o primeiro filme de impacto comercial a mostrar a beleza do Technicolor sob o processo de captura de cores por três negativos, "O Jardim de Allah" é um romance dramático esteticamente muito belo e amplamente odiado.
Baseado no livro de Robert Hichens, o longa nos conta a história de uma herdeira europeia (Dietrich) e um monge trapista (Charles Boyer) que quebra seus votos e foge do mosteiro. O roteiro entrega um filme distinto, sucinto e envolvente, abrilhantado pela magnífica trilha sonora de Max Steiner e deslumbrante fotografia. O incrível trabalho de câmera e iluminação também merece aplausos!
É difícil gostar do tom melodramático e anticlimático posto no final do filme, com a entrega do casal às suas convicções religiosas, mesmo ardentes de desejo um pelo outro. De uma certa forma, o filme mostra como as questões religiosas tem um enorme peso sobre as pessoas, mas essa possível crítica não é do filme, é uma interpretação do espectador.
No quesito atuação, Marlene Dietrich e Charles Boyer se destacam em uma de suas melhores performances nas telas.
Este clássico cult de 1936 se encontra disponível no Youtube com legendas em português.
Bom filme.
História interessante e Marlene está maravilhosa.
02/04/2023
Passou o tempo