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No século XIX, época da Escravidão no Brasil, no interior do Estado de São Paulo, o poderoso latifundiário Pedro toma a pequena criança Celeste do casal de caipiras colonos, Sigismundo e Floriana, criando-a como filha.
Treze anos depois, Celeste está de férias do colégio religioso e retorna à fazenda acompanhada da freira Irmã Isabel. Pedro avisa aos pais dela que a moça continuará na casa dele e os ameaça de morte caso lhes revelem a verdade.
Com a ajuda do Coronel Orlando e dos filhos dele, Cláudio, Otávio e Sônia, e do filho mais velho, Fernando, Sigismundo e Floriana enfrentam Pedro e tentam contar à Celeste qual é sua verdadeira família.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Mais um ótimo filme do Mazza, como a simplicidade e um bom roteiro pode fazer um excelente filme, é triste q ate hoje ele nao tenha o reconhecimento q merece.
Muito bom! Aliás, mais drama do que comédia, como de costume. Tem situações engraçadas e cômicas graças ao personagem do Mazza, mas o filme em si é um drama e um retrato do Brasil na época da escravidão, onde, como o próprio Sigismundo diz, eles são escravos brancos, e os donos de fazenda mandavam mais que a polícia.
Aliás, a polícia é só figurativa nessa época do Brasil, né?
Há bons personagens secundários que não são tão explorados, como o Coronel Orlando e seus filhos, que ajudam Sigismundo.
E os dois filhos do Coronel marcam um encontro com Celeste no mesmo horário kkkkkkk
A cena em que Celeste descobre que era filha de Sigismundo e que, consequentemente, ainda tinha a mãe viva foi forte.
Em contrapartida, a própria Celeste falando que queria namorar me pegou desprevenido. Ela estava ON FIRE, não aguentava mais essa convivência com freiras.
"Vamos para um pouco em casa, minha nega." "Nega é tua mãe."
Várias frases e tiradas que, se eu for pontuar todas aqui, nem vou lembrar. KKKKKKKK
Fiquei imaginando quantas histórias iguais a essa já não devem ter ocorrido nos interiores do Brasil, em um passado não tão distante.
Assistido em 18/06/2025
10.03.1995
Se você decidiu (assim como eu) por assistir todos os filmes com o Mazaroppi vai notar que eles têm sempre o mesmo enredo, o filho pobre se apaixona por outro de família rica. Além disso colocam personagens sem nexo que viram parte do título do filme: a freira, a girafa, a égua, a linguiça... Um pecado porque as produções são bem feitas. Nota 5,0
- 8/10
- o cinema brasileiro não deixava nada a dever ao estadunidense nesse período, só tinha um orçamento bem menor
- o filme divide bem o drama e a diversão da trama e as músicas cantadas pelo Jeca dão todo um charme a película