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O veterano detetive Edward X. Delaney (Frank Sinatra) aceita a difícil missão de desvendar um assassinato, enquanto sua esposa (Faye Dunaway) está hospitalizada à beira da morte. Ajudado por colegas ele tem que passar por cima de tudo que acredita para comandar uma caçada humana que não pode falhar. Um só erro, e o assassino estará livre...
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Fraco poilicial que marcou a despedida de Sinastra das telas, em uma história repetitiva e sem sal.
Visto hoje(19/11/2024) e pela primeira vez um doa últimos filmes do mega astro Frank Sinatra. Frank interpreta um detetive de homicídios de Nova York investigando uma série de assassinatos. Esta história principal é boa. É envolvente e assustadora. O problema vem na subtrama com sua esposa Faye Dunaway(Chinatown) como a esposa moribunda de Frank. A cada 10 ou 15 minutos o filme para bruscamente para que Frank possa visitar ela no hospital. É uma distração desnecessária para a trama principal.
As estrelas Frank Sinatra e Faye Dunaway são feitas para parecerem envelhecidas e decadentes, o filme é sobre a velhice deles se aproximando e isso faz do filme um exercício de tédio. E a história do assassino não foi tão interessante.
"The First Deadly Sin" foi totalmente decepcionante para um cantor e ator do naipe de Frank Sinatra. Uma estrela só pela sua presença.
Não temos uma bela apresentação de Frank Sinatra,muito menos de Faye Dunaway,mas os dois estão numa boa sincronia e comanda o filme super bem.O que mais consegue chamar atenção,são os diálogos que são bem colocados em prática,e sempre em ótimos lugares.
>Maratona Bruce Willis - Assistido em 08 de Fevereiro de 2019
-Dou nota 5/10
Longo, chato, enfadonho e brochante...esta fita oitentista estrelada pelo cantor Frank Sinatra (que é um excelente cantor, porém, um mal ator) não se decide se é suspense ou drama. Enquanto isso, vemos uma pobre Faye Dunaway inclausurada numa cama o filme todo. Faye Dunaway é boa atriz, se ela não tivesse um personagem tão estático, roubaria a cena fácil fácil do fraco protagonista. Direção e interpretações sem inspirações e elenco opaco, se salva muito pouco aqui, somente a fotografia soturna e a presença de Dunaway, embora com um personagem limitado.
Frank Sinatra dá dignidade a qualquer filme. Este aqui não é tão bom. O drama pessoal do detetive e de sua esposa ficou razoavelmente desenvolvido, mas a trama principal, da investigação, ficou frouxa, tanto que, perto do fim, a motivação do assassino poderia ser qualquer uma, assim como poderia ser qualquer uma a atitude do detetive.