Alguma vez na vida você já sonhou que todos os homens adormeceram?
'Los reyes del mundo' nos mostra uma triste realidade em vários locais do planeta, uma realidade cheia de incertezas e que força os "participantes" a crescer prematuramente, mesmo com tanta imaturidade dentro de si.
O filme começa bem lento, e para ser sincero existe uma grande ida e vinda de uma boa cadência. Mas se você permanecer assistindo vai querer acompanhar a jornada até o fim.
Nos é mostrada uma fotografia belíssima mesmo que em meio a paisagens e situações tão "feias". Ai temos a reflexão sobre a beleza que existe na dor, a reflexão sobre a persistência que tem que existir quando queremos se apegar a algo.
De vez em quando, eu tomo vergonha e confiro os filmes que estão há meses em Minha Lista Netflix. Foi o caso aqui: no início, não estava curtindo tanto quanto eu pensava. Havia algo que parecia descompassado, como se o Terence Malick fosse contratado para dirigir uma versão colombiana de PIXOTE, A LEI DO MAIS FRACO. Quanto mais os protagonistas juvenis se embrenham pelas florestas interioranas, mais o filme vai sendo dotado de instantes epifânicos: os encontros com os moradores pobres porém gentis são mágicos em seu realismo inclemente. Por mais árdua que seja a temática geral (a da colaboração dos menos favorecidos com a expropriação de si próprios, pelos magnatas da exploração de minérios e terrenos naturais), a diretora consegue manter o ritmo poético, fazendo com que simpatizemos cada vez mais com o magnético protagonista e narrador. O desfecho é triste, porém belíssimo. Gostei bastante! (WPC>)
Os capitães da areia colombianos...Belo, triste e poético. "No meu mundo perfeito, você não existe se não quiser."
4.10.25.
Gostei e recomendo é um filme peculiar
Alguma vez na vida você já sonhou que todos os homens adormeceram?
'Los reyes del mundo' nos mostra uma triste realidade em vários locais do planeta, uma realidade cheia de incertezas e que força os "participantes" a crescer prematuramente, mesmo com tanta imaturidade dentro de si.
O filme começa bem lento, e para ser sincero existe uma grande ida e vinda de uma boa cadência. Mas se você permanecer assistindo vai querer acompanhar a jornada até o fim.
Nos é mostrada uma fotografia belíssima mesmo que em meio a paisagens e situações tão "feias". Ai temos a reflexão sobre a beleza que existe na dor, a reflexão sobre a persistência que tem que existir quando queremos se apegar a algo.
Assista 'Los reyes del mundo'!!
Vazio demais! Não acontece nada demais, a não ser um bando de noias fazendo algazarras no dia a dia.
ABANDONEI com 24 minutos...
De vez em quando, eu tomo vergonha e confiro os filmes que estão há meses em Minha Lista Netflix. Foi o caso aqui: no início, não estava curtindo tanto quanto eu pensava. Havia algo que parecia descompassado, como se o Terence Malick fosse contratado para dirigir uma versão colombiana de PIXOTE, A LEI DO MAIS FRACO. Quanto mais os protagonistas juvenis se embrenham pelas florestas interioranas, mais o filme vai sendo dotado de instantes epifânicos: os encontros com os moradores pobres porém gentis são mágicos em seu realismo inclemente. Por mais árdua que seja a temática geral (a da colaboração dos menos favorecidos com a expropriação de si próprios, pelos magnatas da exploração de minérios e terrenos naturais), a diretora consegue manter o ritmo poético, fazendo com que simpatizemos cada vez mais com o magnético protagonista e narrador. O desfecho é triste, porém belíssimo. Gostei bastante! (WPC>)