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L'alibi era perfetto - Itália
Más allá de la duda - México
A Verdade e o Medo - Portugal
Sinopse
Para revelar falhas no sistema penal americano, um novelista é convencido a ser incriminado por assassinato para depois provar sua inocência e sair da prisão.
Beyond a Reasonable Doubt de 1956, no Brasil Suplício de uma Alma. É um bom filme, com uma trama que, pelo menos pra mim, nunca tinha visto. E bem interessante, que dá margem para ser feito muita coisa.
A ideia de Tom Garrett (Dana Andrews) e Austin Spencer (Sidney Blackmer) é aquele tipo de coisa que todo mundo já sabe que vai dar merda, só não sabemos como.
A morte de Austin foi meio abrupta, e acho que faltou o filme detalhar uma passagem de tempo nesse período, pois Susan (Joan Fontaine) praticamente nem sentiu ou viveu o luto — ou melhor, o filme não mostrou isso. Nem parece que se tratava do pai dela. Mas tudo bem, isso é relevável.
O importante é que o filme é bom, é curto e tem um plot que poderia ser interessante se talvez feito de outra maneira.
Ele ramelando no final do filme e falando o verdadeiro nome de Patty simplesmente do nada, depois de se manter intransponível durante todo o filme, e o pior: antes do perdão oficial do governador. Ele se fodendo no final sinceramente não me agradou. Mesmo sabendo que ele merecia, achei meio burrice e um pouco forçado para alguém que se segurou até aquele momento. Confesso que seria mais real e preferível que tivesse passado batido. No geral, um bom thriller com uma premissa original, mesmo com alguns furos no desfecho.
Tom Garrett (Dana Andrews) é um escritor famoso e conhecido por questionar o sistema penal americano, junto com o sogro, eles pegam um investigação em curso, onde tentam em segredo, com provas falsas, mostrar pra sociedade que a pena de morte, pode cometer erros e levar qualquer pessoa inocente para cadeira elétrica.
Então seu sogro Austin (Sidney Blackmer), convence Tom a ser esse assassino fake, e eles vão para o local do assassinato em questão, tiram fotos, inserem objetos pessoais, digitais, procuram as amigas da vitima, sai com ela pro local da morte, enche ela de certeza, que ele é o assassino, esperando que alguma coisa aconteça, para que ele vá preso e seja julgado por esse crime. Onde no julgamento depois da condenação, Tom e o sogro, contariam toda a verdade, apresentado as provas forjadas.
Mas Tom se esqueceu de combinar com o sogro de não morrer antes da condenação e com as provas junto com ele. Cê é loco.
Fritz Lang faz festa nessa história, "Suplício de uma Alma" (mais uma tradução absurda da época), amarra você do inicio ao fim, pela ousadia e coragem principalmente de Tom, ao embarcar numa canoa furada dessa. O filme é rápido, tenso, nervoso, deixando você preocupado o tempo todo com o que essa dupla esta fazendo. Depois que o sogro bate as botas com as provas junto, o filme vira um desespero da porra.
Susan (Joan Fontaine), ex noiva de Tom, junto com um amigo, são convencidos da inocência do moço, fazendo de tudo parar ajuda-lo. Eles tentam convencer o procurador Roy Thompson (Philip Bourneuf), que era amigo de ambos, o juiz e o jure, que a história de Tom era verdade e que eles estavam levando um homem inocente para morte. Mas como eles não conseguiram uma prova se quer, o bicho foi pro corredor.
As cenas finais são muito boas. aquele corre corre de filme de tribunal, onde a salvação do protagonista era certa. Mas o filme tem uma reviravolta loca, que demora pra aceitar, mas que com whisky com gelo, você aceita fácil, colocando até a famosa espoja "seca" na cabeça do vagabundo.
Beyond a Reasonable Doubt, dirigido por Fritz Lang, é um bom filme do cinema noir e uma das críticas mais afiadas à pena de morte no cinema clássico. A trama é cuidadosamente construída, levando o espectador a mergulhar em um dilema moral e jurídico enquanto questiona os limites da verdade e da manipulação. Lang conduz a narrativa com maestria, mantendo a tensão elevada do início ao fim. O público se vê inquieto, ansiando para que a verdade venha à tona,
Beyond a Reasonable Doubt de 1956, no Brasil Suplício de uma Alma. É um bom filme, com uma trama que, pelo menos pra mim, nunca tinha visto. E bem interessante, que dá margem para ser feito muita coisa.
A ideia de Tom Garrett (Dana Andrews) e Austin Spencer (Sidney Blackmer) é aquele tipo de coisa que todo mundo já sabe que vai dar merda, só não sabemos como.
Eu pensei o tempo todo nessas fotos de revelação instantânea e em como isso foderia tudo, mas não esperava que fosse tão trágico.
A morte de Austin foi meio abrupta, e acho que faltou o filme detalhar uma passagem de tempo nesse período, pois Susan (Joan Fontaine) praticamente nem sentiu ou viveu o luto — ou melhor, o filme não mostrou isso. Nem parece que se tratava do pai dela. Mas tudo bem, isso é relevável.
O importante é que o filme é bom, é curto e tem um plot que poderia ser interessante se talvez feito de outra maneira.
Ele ramelando no final do filme e falando o verdadeiro nome de Patty simplesmente do nada, depois de se manter intransponível durante todo o filme, e o pior: antes do perdão oficial do governador. Ele se fodendo no final sinceramente não me agradou. Mesmo sabendo que ele merecia, achei meio burrice e um pouco forçado para alguém que se segurou até aquele momento. Confesso que seria mais real e preferível que tivesse passado batido. No geral, um bom thriller com uma premissa original, mesmo com alguns furos no desfecho.
Assistido em 30/08/2026
Um excelente noir! Para o período, foi genial!
Tem Alguns Spoilers...
Tom Garrett (Dana Andrews) é um escritor famoso e conhecido por questionar o sistema penal americano, junto com o sogro, eles pegam um investigação em curso, onde tentam em segredo, com provas falsas, mostrar pra sociedade que a pena de morte, pode cometer erros e levar qualquer pessoa inocente para cadeira elétrica.
Então seu sogro Austin (Sidney Blackmer), convence Tom a ser esse assassino fake, e eles vão para o local do assassinato em questão, tiram fotos, inserem objetos pessoais, digitais, procuram as amigas da vitima, sai com ela pro local da morte, enche ela de certeza, que ele é o assassino, esperando que alguma coisa aconteça, para que ele vá preso e seja julgado por esse crime. Onde no julgamento depois da condenação, Tom e o sogro, contariam toda a verdade, apresentado as provas forjadas.
Mas Tom se esqueceu de combinar com o sogro de não morrer antes da condenação e com as provas junto com ele. Cê é loco.
Fritz Lang faz festa nessa história, "Suplício de uma Alma" (mais uma tradução absurda da época), amarra você do inicio ao fim, pela ousadia e coragem principalmente de Tom, ao embarcar numa canoa furada dessa. O filme é rápido, tenso, nervoso, deixando você preocupado o tempo todo com o que essa dupla esta fazendo. Depois que o sogro bate as botas com as provas junto, o filme vira um desespero da porra.
Susan (Joan Fontaine), ex noiva de Tom, junto com um amigo, são convencidos da inocência do moço, fazendo de tudo parar ajuda-lo. Eles tentam convencer o procurador Roy Thompson (Philip Bourneuf), que era amigo de ambos, o juiz e o jure, que a história de Tom era verdade e que eles estavam levando um homem inocente para morte. Mas como eles não conseguiram uma prova se quer, o bicho foi pro corredor.
As cenas finais são muito boas. aquele corre corre de filme de tribunal, onde a salvação do protagonista era certa. Mas o filme tem uma reviravolta loca, que demora pra aceitar, mas que com whisky com gelo, você aceita fácil, colocando até a famosa espoja "seca" na cabeça do vagabundo.
clássico noir.
Beyond a Reasonable Doubt, dirigido por Fritz Lang, é um bom filme do cinema noir e uma das críticas mais afiadas à pena de morte no cinema clássico. A trama é cuidadosamente construída, levando o espectador a mergulhar em um dilema moral e jurídico enquanto questiona os limites da verdade e da manipulação. Lang conduz a narrativa com maestria, mantendo a tensão elevada do início ao fim. O público se vê inquieto, ansiando para que a verdade venha à tona,
apenas para ser surpreendido por uma reviravolta magistral no desfecho.
Não achei o plot twist não kkk achei bem óbvio desde o início