Documentário da 20th Century Fox Home Entertainment e HMA Video que serve como uma espécie de making off do sucesso O jovem Frankenstein (74), dirigido por Mel Brooks. Único filme dirigido pelo produtor Patrick Cousans.
Alguns filmes mencionados durante os depoimentos da equipe técnica entrevistada: Drácula (31), Frankenstein (31), A noiva de Frankenstein (35), O filho de Frankenstein (39), A alma de Frankenstein (42) e Banzé no Oeste (74). Este documentário está no DVD da edição especial de O jovem Frankenstein (74). Incluído como um recurso especial no lançamento em bluray do mesmo filme. Os únicos atores originais do filme antigo que participam do documentário são Gene Wilder (1933-2016) e Gene Hackman.
Documentário da Cinémathèque JM Boursicot e European Trash Cinema que é uma co-produção anglo-franco-ítalo-hispano-russo-suíço-estadunidense. O cadastro da duração deste show de propagandas antigas está errado, pois este filme tem 74 minutos.
Uma saraivada de comerciais de TV europeus dirigidos por vários diretores famosos de toda a Europa e dos EUA. Compilado e produzido por Jean-Marie Boursicot, que também escreveu, dirigiu e produziu a sequência The King of Ads, Part 2 (93), que é mais curta, tem menos propagandas, menos diretores e tem 56 minutos.
Pra se ter uma idéia, esse amontoado de comerciais dos anos 90 e 2000 tem cerca de 50 diretores distintos, alguns bem famosos e outros nem tanto. As atrizes e cantoras Grace Jones, Vanessa Paradis e Emmanuelle Seigner participam de alguns dos comerciais.
Documentário da Leva FilmWorks e Warner Home Video que é uma visão geral da criação e uma análise da popularidade contínua de O iluminado (80), de Stanley Kubrick (1928-1999). mostrando como Kubrick fez “o filme mais assustador do mundo” na época.
Há as participações dos escritores John Baxter, autor do livro "Stanley Kubrick: A biography", Paul Duncan, autor do livro "Stanley Kubrick: The complete films", David Hughes, autor do livro "The complete Kubrick" e Charles Champlin autor "Movies grow up: 1940-1980"; além dos depoimentos dos diretores Sydney Pollack (1934-2008), Steven Spielberg, William Friedkin (1935-2023) e Hugh Hudson (1936-2023).
Este documentário conta a estória por trás da criação do rico conto de Kubrick sobre horror psicológico e mal sobrenatural. Ele também explora por que o filme resiste ao teste do tempo, contando entre seus admiradores Spielberg, que afirma tê-lo assistido pelo menos duas dúzias de vezes. Por meio de entrevistas com estes cineastas atuais, examinamos por que O iluminado (80) continua a deslumbrar e aterrorizar o público, mais de 2 décadas após seu lançamento.
Produção inglesa da Eagle Film SS e Warner Home Video que também é conhecido como "Filmando 'O Iluminado'", este curto documentário de terror faz parte da série de TV "Arena", que se iniciou em 1975 e atualmente está na 49° temporada sem interrupções, com 626 episódios. Filmado em Borehamwood, Hertfordshire, Inglaterra, no Reino Unido.
Bacana de se ver um making-of de um dos filmes de horror mais emblemáticos dos anos 80, que nos brinda com as participações e entrevistas com o diretor Stanley Kubrick (1928-1999), os atores Jack Nicholson, Shelley Duvall (1949-2024), Scatman Crothers (1910-1986) e o garotinho Danny Lloyd, único filme que participou na carreira - sem contar um filme para TV que fez em Will: The autobiography of G. Gordon Liddy (82) e uma ponta em Doutor Sono (19). Este curta foi fotografado, co-editado e dirigido por Vivian Kubrick, filha do diretor, além de vermos a mãe dele também, Gert Kubrick (1903-1985).
O ator James Mason (1909-1984) e sua família visitam o set, pois ele estava por perto filmando Assassinato por decreto (79). Ele é visto no traje de seu personagem, que Vivian aponta em sua faixa de comentários. É um making-of muito interessante. É provavelmente um dos melhores que já vi. Ele faz o que um documentário deve fazer; dá entrevistas com atores, mostra os sets e até mesmo o clima geral no set, apenas em sua simplicidade e crueza de detalhes.
Curta-metragem que é um documentário histórico sobre a vida e a história americana produzido para a celebração do Ano Novo do milênio. Também conhecido como "American Journey", é uma composição orquestral de 6 partes do compositor americano John Williams. A peça foi encomendada pelo presidente dos EUA Bill Clinton para acompanhar uma apresentação multimídia intitulada "The Unfinished Journey".
Narração fraca e desinteressante e escolhas ruins nos clipes se combinam para uma produção sem intercorrências. Na verdade, se os produtores deliberadamente se propuseram a fazer um discurso estúpido, condescendente e de esquerda, eles não poderiam ter feito um trabalho melhor do que o que acabaram fazendo. Apresenta vários clipes rápidos de cenas dos mais famosos filmes musicais e seus artistas famosos, além das personalidades mais influentes dos EUA ao longo do último século passado.
Drama em preto e branco de curta-metragem da Dudley Pictures Corporation cujo filme foi criado para arrecadar fundos para o "Los Angeles Community Chest" e amplamente distribuído.
O único filme narrado na carreira de Richard Widmark (1914-2008).e o 1° de 2 curtas em que atuou. Um dos primeiros trabalhos no cinema de Chuck Connors (1921-1992), que aqui trabalha como ator principal. O diretor áustro-húngaro Laslo Benedek (1905-1992) é o mesmo realizador de A morte do caixeiro viajante (51), O selvagem (53) e Namu, a baleia assassina (66), dentre outros.
Drama defendendo um tratamento mais solidário para adolescentes problemáticos. Filmado como um filme de baixo orçamento de Hollywood, o filme reflete a crescente preocupação do período com a delinquência juvenil.
Documentário biográfico feito para a TV da Van Ness Films, Foxstar Productions, A+E Networks e 20th Century Fox que pertence a série "Biography", que começou em 1987 e dura até hoje, tendo mais de 1200 episódios gravados; este exemplar foi narrado pelo ator Peter Graves (1926-2010).
A&E Biografia sobre a vida e a época da bela atriz dos anos 40, Gene Tierney (1920-1991) e entrevista com seu ex-marido, o figurinista Oleg Cassini (1913-2006), sua segunda filha, Christina Cassini (1948-2015), e sua co-estrela, Richard Widmark (1914-2008). Como quase sempre, mais um documentário interessante pra quem gosta de se aprofundar ainda mais sobre a vida e a carreira de mais uma estrela de Hollywood, no cso, a linda Gene Tierney, conhecida por sua beleza enigmática, seu talento precoce, sua vida familiar tumultuada e as pessoas mais próximas que contam um pouco sobre sua vida.
Documentário de guerra em preto e branco da Navy Department e U.S. War Department vencedor do Oscar de melhor documentário de curta-metragem. A versão original deste filme, com duração de 82 minutos, não foi lançada, mas foi mantida pelo Arquivo Nacional. Uma versão editada de 32 minutos de duração, que removeu um longo segmento introdutório e um epílogo mais curto, teve lançamento limitado para públicos específicos.
Walter Huston (1883-1950), que interpretou o Tio Sam, e que era a personificação dos Estados Unidos, nasceu no Canadá. Durante a introdução com Ben Mankiewicz e Mark Harris, uma das muitas razões pelas quais o filme foi censurado em 1943, ele foi considerado muito racista contra os japoneses. Os aviões japoneses que atacaram Pearl Harbor eram bombardeiros "Dauntless" dos EUA. John Ford (1894-1973) foi contratado para refazer algumas cenas, filmar novas e reeditar o filme depois que o Exército expressou seu descontentamento com os resultados do diretor original Gregg Toland (1904-1948), que foi seu único filme como diretor.
O final fala sobre a perspectiva futura dos EUA de ter bom senso, mas mostra as bandeiras de alguns dos países assim como mostram a Grã-Bretanha e a Austrália, mas não o Canadá? No bom senso, faria mais sentido mostrar os países com os quais os EUA têm dupla cidadania. Desta forma, também faria mais sentido permitir apenas línguas/religiões de países com dupla cidadania num país?
Co-produção anglo-estadunidense que é uma comédia e drama de aventura indicado ao Oscar de melhor curta em live-action. O filme foi baseado no conto homônimo de 1977 de Roald Dahl (1916-1990). É a 2° adaptação cinematográfica de uma obra de Dahl dirigida por Anderson, depois de O fantástico Sr. Raposo (09).
Reúne Ralph Fiennes e Ben Kingsley 30 anos depois de A lista de Schindler (93). Um dos 4 curtas da Netflix dirigidos por Wes Anderson e baseados nas estórias de Roald Dahl, todos lançados em 4 dias na mesma semana: 27 a 30 de setembro de 2023. Eis os outros filmes: Parte 2 The Swan (23), Parte 3 The Rat Catcher (23) e Parte 4 Veneno (23).
Não curto muito este estilo dos personagens falando diretamente para as câmeras, narrando e atuando ao mesmo tempo, além dos cenários móveis que mais parecem um teatro filmado pra inglês ver. Resumindo, achei um filme chato, sem graça e entediante.
Vídeo musical inglês da MGM com diversas sequências do filme em preto e branco e as cenas de palco em cores. Este foi o 3° de 7 vídeos musicais de Alan Parker (1944-2020).
O videoclipe de "Hey you!" foi editado de "Pink Floyd The Wall" (82), de Alan Parker, adaptação cinematográfica da excelente obra-prima do grupo lançada em 1979. Ao contrário de "Another brick in the wall", que era toda a sequência girando Pink na escola, este clipe edita diversas sequências do filme (as mais intensas ou mais caóticas) para se adaptar à ideia da música de forma metafórica e a grandiosa cinematografia do filme foi alterada para um preto e branco simbólico.
Produção inglesa que é um documentário de curta-metragem em preto e branco da Appleby & Schlesinger, sendo o 2° filme do diretor John Schlesinger (1926-2003), que aqui dirigiu, fotografou e co-produziu o filme, que não tem diálogos, apenas música ambiente.
Uma visão alegre dos londrinos passando o dia no Hyde Park, em Londres, Inglaterra, durante um domingo de verão nos anos 50. Os sujeitos da câmera do cineasta parecem estar se divertindo muito em seu domingo quente de verão, embora alguns dos cidadãos mais velhos pareçam claramente desaprovadores. Há famílias passeando no parque, crianças brincando, animais de estimação se divertindo, casais namorando, pessoas idosas observando e outros mais se aventurando no lago local.
Produção inglesa em preto e branco da British Transport Films, British Lion Film Corporation e Star Sound venceu o BAFTA de melhor curta-metragem. Foi o 3° filme do diretor britânico John Schlesinger (1926-2003), que também escreveu o roteiro. O filme foi indicado ao Oscar de melhor documentário - curta em 1963. Após o anúncio das indicações, descobriu-se que o filme já havia sido lançado e a indicação teve que ser retirada.
A maioria das pessoas no filme eram pessoas reais cuidando de seus negócios. O filme cobriu funcionários e passageiros ao redor da estação. Os trens ainda eram puxados por locomotivas a vapor. as mudanças nos padrões das emoções humanas durante 24 horas na vida da Estação Waterloo. Um documentário simples e eficiente, com poucos diálogos, mostrando o vai e vem dos passageiros numa estação movimentada de trens londrina.
Drama de guerra de propaganda da Warner Bros. vencedor do Oscar de melhor documentário de curta-metragem. Os direitos autorais do filme foram renovados. No início do mesmo ano, Don Siegel (1912-1991) estreou na direção em outro curta-metragem Star in the night (45), que também ganhou um Oscar.
Esta pequena produção usou clipes desse filme, Triunfo da vontade (35), outro documentário histórico alemão, juntamente com outro curta de Frank Capra, Your job in Germany (45). Esses filmes da Segunda Guerra Mundial incluem Os filhos de Hitler (43); O capanga de Hitler (43) também conhecido como O carrasco de Hitler; Hitler – Vivo ou morto (42); A quadrilha de Hitler (44) também conhecido como Hitler & cia.; o curta-metragem documental Hitler lives (45); A estranha morte de Adolfo Hitler (43); Mulheres de Hitler, também conhecido como Escravas de Hitler (43); os curtas cômicos O diabo com Hitler (42) e A besta de Berlim (39).
O filme alerta que entre os alemães derrotados ainda havia apoiadores do nazismo e pedia ao mundo que não se deixasse enganar novamente pelos alemães. Mais um daqueles vários documentários fortes e impactantes sobre os horrores da guerra, campos de concentração se espalhando pela Europa e os planos maléficos de Hitler pelo poder.
Produção australiana que é um documentário biográfico de curta-metragem narrado por Shannon Lee, a filha caçula de Bruce Lee (1940-1973). O diretor/produtor australiano Walt Missingham dirigiu apenas 3 documentários, todos com Bruce Lee.
Alguns dos nomes que dão entrevistas: James Coburn (1928-2002), o ex-James Bond George Lazenby, o astro chinês Jackie Chan, John Saxon (1936-2020) e Chuck Norris, dentre outros artistas influentes que conviveram com o astro das artes marciais. Um documentário informativo sobre a antiga prática do Kung Fu no Templo Shaolin na China.
O filme centra-se na história das artes marciais e no impacto fenomenal que Bruce Lee teve nesta cultura. Também apresenta a famosa luta Bruce Lee vs. Chuck Norris. Walt Missingham se tornou o 1° não-chinês a praticar Kung Fu no Templo Shaolin. Este programa oficial e informativo utiliza imagens de arquivo raramente vistas para traçar tanto a história das artes marciais quanto o impacto fenomenal que Bruce Lee tinha dessa cultura milenar.
Faroeste dramático da Warner Bros. vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de 2 rolos. Este foi o 1° lançamento comercial do diretor Don Siegel (1912-1991) no cinema. O filme é uma releitura moderna da história da Natividade, ambientada na véspera de Natal em um motel deserto no sudoeste dos Estados Unidos.
J. Carrol Naish (1896-1973) apresenta seu diálogo da mesma maneira (embora um pouco mais áspero) que seu personagem de rádio Luigi Basco em Life with Luigi (52). Embora não tenha sido creditada por opção, este curta-metragem foi co-escrito por Betty Smith (1896-1972) que, na época, estava romanticamente envolvida com o roteirista Robert Finch (1909-1959). Laços humanos (45), a adaptação cinematográfica do romance best-seller de Smith, foi lançada no mesmo ano.
Embora curto e simples, uma estória que deixa várias mensagens positivas para as pessoas na época natalina, como a gratidão, a generosidade e o amor ao próximo. O verdadeiro significado do Natal fica evidente quando o dono de um café, cansado do mundo, dá abrigo a um jovem casal grávido e as alusões ao presépio e o nascimento de Jesus Cristo são mais do que aparentes.
Documentário de curta-metragem de propaganda da United States Public Health Service e War Activities Committee of the Motion Pictures Industry indicado ao Oscar de melhor documentário de curta-metragem. A intenção do filme na época foi para alertar os soldados americanos contra a sífilis, uma doença venérea contagiosa.
Arthur Lubin (1898-1995) dirigiu este é mais 2 curtas em sua carreira: Keeping fit (42) e Gobs in a mess (53). O filme foi alvo de protestos da Legião Católica da Decência. Durante a Segunda Guerra Mundial foram produzidos diversos documentários curtos sobre temas similares e sobre os horrores da guerra.
Documentário de curta-metragem feito pela Airlie Productions, District of Columbia Medical Society, George Washington University - The Department of Medical and Public Affairs, National Institute of Alcohol Abuse & Alcoholism (NIAAA) e U.S. Office of Education, Department of Health, Education and Welfare, para o Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo. Distribuído pelo National Audiovisual Center, Washington, D.C.
Interessante curta narrado por um dos ícones de Hollywood, Robert Mitchum, que também sofreu desta doença do alcoolismo. Outros itens de informação incluem como a maconha pode levar a drogas mais pesadas e que as pessoas devem entender completamente que esta pequena planta pode causar grandes danos a você. O roteiro simples e objetivo é tratado com humor e muita seriedade. Todo o objetivo deste curta é ensinar aos Estados Unidos que as drogas são ruins e que não valem a pena experimentar.
Documentário histórico de guerra que foi o 2° filme da série de documentários de 7 filmes de Frank Capra (1897-1991) da série 'Why We Fight'. Este filme é de domínio público; nunca foi registrado ou renovado. Eis as sequências: Prelúdio de uma guerra (42), A batalha da Rússia (43), Dividir e conquistar (43), The battle of Britain (43), The battle of China (44) e War comes to America (45).
No ano de 2000, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos determinou que este filme (e os outros seis documentários da série 'Why We Fight') fosse "culturalmente significativos" e os selecionou para preservação no National Film Registry. Este documentário é considerado um filme de documentário de propaganda da Segunda Guerra Mundial dos Estados Unidos. Este foi o filme mais curto dos 7 e introduz a Alemanha como uma nação cujas ambições agressivas começaram em 1863 com Otto von Bismarck e com os nazistas como sua última encarnação.
Esta comédia curta francesa foi dirigida por Jacques Berr e não por Jacques Tati, como foi cadastrada erradamente. Tati, pra quem não conhece, atuou e dirigiu poucos filmes em sua carreira, mas boa parte de seus filmes são considerados clássicos da comédia ingênua, em que o som ao redor se torna tão protagonista quanto os próprios personagens a sua volta. Aliás, nesse filme, o personagem de Tati chega a falar bastante, coisa rara na maioria de suas estórias. Ele atua ao lado do alemão Rhum, que tem uma filmografia bastante modesta.
Tati e Rhum formam um curioso par de andarilhos e cavalheiros que tentam sombrear seus ternos de três peças, depois de passar a noite em uma boca de metrô. Eles arrumam um passeio improvisado num calhambeque-ônibus sem muita segurança para um grupo de pessoas até chegarem num restaurante, onde comem ao ar livre, tudo pra conseguirem dinheiro.
O curta é mais indicado pras crianças, é bem inocente e pastelão, tem algumas gags bem engraçadas, que tentam imitar as comédias do cinema mudo.
Uma história de amor durante a era hippie no final dos anos 60. Dois andarilhos, um jovem e uma moça, encontram-se no deserto e decidem viajar juntos, mesmo tendo dificuldades pra conseguir uma carona. Os dois viajantes caminham pela estrada rumo ao seu destino, uma praia, tornando-se amigos e amantes.
O título significa 'caminhar sem pressa': a estória tem uma agradável trilha sonora, imagens bonitas do deserto e da praia e ausência de diálogos. Mais tarde, em 1981, Spielberg foi um dos fundadores da produtora Amblin, onde foram realizados vários de seus sucessos. Não tem nada de excepcional, mas é sempre prazeroso conhecer o trabalho de um grande e bem-sucedido diretor norte-americano.
Quem diria que o renomado diretor Tobe Hooper (1943-2017) iniciasse sua carreira com uma comédia curta (em cores) despretensiosa e sem nexo como essa! Contando com apenas três personagens que fazem estripulias num castelo, dá de rir um pouco das situações um tanto absurdas. Nos anos seguintes, pra quem é fã ou já ouviu falar do cineasta, ele só faria filmes de terror, até ter falecido recentemente. Mas vale como curiosidade conhecer essa raridade!
Um bom curta trash, bem amador e filmado com uma câmera Super 8. É do típico festival da nojeira, pra ninguém botar defeito. Este filme é considerado a prequela do clássico A morte do demônio (81), o primeiro grande sucesso de Sam Raimi como diretor. Dos quatro no elenco, dois deles atuaram no filme citado. Mas este pequeno conto é bem tenso, horroroso e que parece interminável para os protagonistas.
O que dá agonia mesmo é uma das moças sendo perseguida no bosque e tentando entrar na cabana: mas o maior problema é ela tentar abrir a porta com a chave e a mão trêmula.
Desta vez, não tem nada de suspense ou terror, mas é Sam Raimi mostrando sua veia cômica num curta silencioso sem pé nem cabeça. É o tal negócio, as vezes sem ter muito o que fazer, embarcamos nessas dragas simplesmente por teimosia..., ou curiosidade de vasculhar as obras de um grande diretor.
Com apenas 19 anos, Sam Raimi já demonstrava seu talento por trás das câmeras ao realizar este filme curto. Apenas dois atores (assassino e vítima), sem diálogos, uma trilha sonora sinistra e um acontecimento que já dá de adivinhar o seu desfecho.
Making Frankensense of Young Frankenstein
4.0 1Documentário da 20th Century Fox Home Entertainment e HMA Video que serve como uma espécie de making off do sucesso O jovem Frankenstein (74), dirigido por Mel Brooks. Único filme dirigido pelo produtor Patrick Cousans.
Alguns filmes mencionados durante os depoimentos da equipe técnica entrevistada: Drácula (31), Frankenstein (31), A noiva de Frankenstein (35), O filho de Frankenstein (39), A alma de Frankenstein (42) e Banzé no Oeste (74). Este documentário está no DVD da edição especial de O jovem Frankenstein (74). Incluído como um recurso especial no lançamento em bluray do mesmo filme. Os únicos atores originais do filme antigo que participam do documentário são Gene Wilder (1933-2016) e Gene Hackman.
O Rei Dos Anúncios
3.2 2Documentário da Cinémathèque JM Boursicot e European Trash Cinema que é uma co-produção anglo-franco-ítalo-hispano-russo-suíço-estadunidense. O cadastro da duração deste show de propagandas antigas está errado, pois este filme tem 74 minutos.
Uma saraivada de comerciais de TV europeus dirigidos por vários diretores famosos de toda a Europa e dos EUA. Compilado e produzido por Jean-Marie Boursicot, que também escreveu, dirigiu e produziu a sequência The King of Ads, Part 2 (93), que é mais curta, tem menos propagandas, menos diretores e tem 56 minutos.
Pra se ter uma idéia, esse amontoado de comerciais dos anos 90 e 2000 tem cerca de 50 diretores distintos, alguns bem famosos e outros nem tanto. As atrizes e cantoras Grace Jones, Vanessa Paradis e Emmanuelle Seigner participam de alguns dos comerciais.
View from Overlook: Crafting The Shining
3.8 1Documentário da Leva FilmWorks e Warner Home Video que é uma visão geral da criação e uma análise da popularidade contínua de O iluminado (80), de Stanley Kubrick (1928-1999). mostrando como Kubrick fez “o filme mais assustador do mundo” na época.
Há as participações dos escritores John Baxter, autor do livro "Stanley Kubrick: A biography", Paul Duncan, autor do livro "Stanley Kubrick: The complete films", David Hughes, autor do livro "The complete Kubrick" e Charles Champlin autor "Movies grow up: 1940-1980"; além dos depoimentos dos diretores Sydney Pollack (1934-2008), Steven Spielberg, William Friedkin (1935-2023) e Hugh Hudson (1936-2023).
Este documentário conta a estória por trás da criação do rico conto de Kubrick sobre horror psicológico e mal sobrenatural. Ele também explora por que o filme resiste ao teste do tempo, contando entre seus admiradores Spielberg, que afirma tê-lo assistido pelo menos duas dúzias de vezes. Por meio de entrevistas com estes cineastas atuais, examinamos por que O iluminado (80) continua a deslumbrar e aterrorizar o público, mais de 2 décadas após seu lançamento.
Making 'The Shining'
4.0 4Produção inglesa da Eagle Film SS e Warner Home Video que também é conhecido como "Filmando 'O Iluminado'", este curto documentário de terror faz parte da série de TV "Arena", que se iniciou em 1975 e atualmente está na 49° temporada sem interrupções, com 626 episódios. Filmado em Borehamwood, Hertfordshire, Inglaterra, no Reino Unido.
Bacana de se ver um making-of de um dos filmes de horror mais emblemáticos dos anos 80, que nos brinda com as participações e entrevistas com o diretor Stanley Kubrick (1928-1999), os atores Jack Nicholson, Shelley Duvall (1949-2024), Scatman Crothers (1910-1986) e o garotinho Danny Lloyd, único filme que participou na carreira - sem contar um filme para TV que fez em Will: The autobiography of G. Gordon Liddy (82) e uma ponta em Doutor Sono (19). Este curta foi fotografado, co-editado e dirigido por Vivian Kubrick, filha do diretor, além de vermos a mãe dele também, Gert Kubrick (1903-1985).
O ator James Mason (1909-1984) e sua família visitam o set, pois ele estava por perto filmando Assassinato por decreto (79). Ele é visto no traje de seu personagem, que Vivian aponta em sua faixa de comentários. É um making-of muito interessante. É provavelmente um dos melhores que já vi. Ele faz o que um documentário deve fazer; dá entrevistas com atores, mostra os sets e até mesmo o clima geral no set, apenas em sua simplicidade e crueza de detalhes.
The Unfinished Journey
3.1 2Curta-metragem que é um documentário histórico sobre a vida e a história americana produzido para a celebração do Ano Novo do milênio. Também conhecido como "American Journey", é uma composição orquestral de 6 partes do compositor americano John Williams. A peça foi encomendada pelo presidente dos EUA Bill Clinton para acompanhar uma apresentação multimídia intitulada "The Unfinished Journey".
Narração fraca e desinteressante e escolhas ruins nos clipes se combinam para uma produção sem intercorrências. Na verdade, se os produtores deliberadamente se propuseram a fazer um discurso estúpido, condescendente e de esquerda, eles não poderiam ter feito um trabalho melhor do que o que acabaram fazendo. Apresenta vários clipes rápidos de cenas dos mais famosos filmes musicais e seus artistas famosos, além das personalidades mais influentes dos EUA ao longo do último século passado.
Boy with a Knife
3.5 1Drama em preto e branco de curta-metragem da Dudley Pictures Corporation cujo filme foi criado para arrecadar fundos para o "Los Angeles Community Chest" e amplamente distribuído.
O único filme narrado na carreira de Richard Widmark (1914-2008).e o 1° de 2 curtas em que atuou. Um dos primeiros trabalhos no cinema de Chuck Connors (1921-1992), que aqui trabalha como ator principal. O diretor áustro-húngaro Laslo Benedek (1905-1992) é o mesmo realizador de A morte do caixeiro viajante (51), O selvagem (53) e Namu, a baleia assassina (66), dentre outros.
Drama defendendo um tratamento mais solidário para adolescentes problemáticos. Filmado como um filme de baixo orçamento de Hollywood, o filme reflete a crescente preocupação do período com a delinquência juvenil.
Gene Tierney: Um Retrato Fragmentado
4.3 3Documentário biográfico feito para a TV da Van Ness Films, Foxstar Productions, A+E Networks e 20th Century Fox que pertence a série "Biography", que começou em 1987 e dura até hoje, tendo mais de 1200 episódios gravados; este exemplar foi narrado pelo ator Peter Graves (1926-2010).
A&E Biografia sobre a vida e a época da bela atriz dos anos 40, Gene Tierney (1920-1991) e entrevista com seu ex-marido, o figurinista Oleg Cassini (1913-2006), sua segunda filha, Christina Cassini (1948-2015), e sua co-estrela, Richard Widmark (1914-2008). Como quase sempre, mais um documentário interessante pra quem gosta de se aprofundar ainda mais sobre a vida e a carreira de mais uma estrela de Hollywood, no cso, a linda Gene Tierney, conhecida por sua beleza enigmática, seu talento precoce, sua vida familiar tumultuada e as pessoas mais próximas que contam um pouco sobre sua vida.
O Ataque a Pearl Harbor
3.0 2 Assista AgoraDocumentário de guerra em preto e branco da Navy Department e U.S. War Department vencedor do Oscar de melhor documentário de curta-metragem. A versão original deste filme, com duração de 82 minutos, não foi lançada, mas foi mantida pelo Arquivo Nacional. Uma versão editada de 32 minutos de duração, que removeu um longo segmento introdutório e um epílogo mais curto, teve lançamento limitado para públicos específicos.
Walter Huston (1883-1950), que interpretou o Tio Sam, e que era a personificação dos Estados Unidos, nasceu no Canadá. Durante a introdução com Ben Mankiewicz e Mark Harris, uma das muitas razões pelas quais o filme foi censurado em 1943, ele foi considerado muito racista contra os japoneses. Os aviões japoneses que atacaram Pearl Harbor eram bombardeiros "Dauntless" dos EUA. John Ford (1894-1973) foi contratado para refazer algumas cenas, filmar novas e reeditar o filme depois que o Exército expressou seu descontentamento com os resultados do diretor original Gregg Toland (1904-1948), que foi seu único filme como diretor.
O final fala sobre a perspectiva futura dos EUA de ter bom senso, mas mostra as bandeiras de alguns dos países assim como mostram a Grã-Bretanha e a Austrália, mas não o Canadá? No bom senso, faria mais sentido mostrar os países com os quais os EUA têm dupla cidadania. Desta forma, também faria mais sentido permitir apenas línguas/religiões de países com dupla cidadania num país?
A Incrível História de Henry Sugar
3.6 178Co-produção anglo-estadunidense que é uma comédia e drama de aventura indicado ao Oscar de melhor curta em live-action. O filme foi baseado no conto homônimo de 1977 de Roald Dahl (1916-1990). É a 2° adaptação cinematográfica de uma obra de Dahl dirigida por Anderson, depois de O fantástico Sr. Raposo (09).
Reúne Ralph Fiennes e Ben Kingsley 30 anos depois de A lista de Schindler (93). Um dos 4 curtas da Netflix dirigidos por Wes Anderson e baseados nas estórias de Roald Dahl, todos lançados em 4 dias na mesma semana: 27 a 30 de setembro de 2023. Eis os outros filmes: Parte 2 The Swan (23), Parte 3 The Rat Catcher (23) e Parte 4 Veneno (23).
Não curto muito este estilo dos personagens falando diretamente para as câmeras, narrando e atuando ao mesmo tempo, além dos cenários móveis que mais parecem um teatro filmado pra inglês ver. Resumindo, achei um filme chato, sem graça e entediante.
Pink Floyd: Hey You
4.2 4Vídeo musical inglês da MGM com diversas sequências do filme em preto e branco e as cenas de palco em cores. Este foi o 3° de 7 vídeos musicais de Alan Parker (1944-2020).
O videoclipe de "Hey you!" foi editado de "Pink Floyd The Wall" (82), de Alan Parker, adaptação cinematográfica da excelente obra-prima do grupo lançada em 1979. Ao contrário de "Another brick in the wall", que era toda a sequência girando Pink na escola, este clipe edita diversas sequências do filme (as mais intensas ou mais caóticas) para se adaptar à ideia da música de forma metafórica e a grandiosa cinematografia do filme foi alterada para um preto e branco simbólico.
Sunday in the Park
3.8 1Produção inglesa que é um documentário de curta-metragem em preto e branco da Appleby & Schlesinger, sendo o 2° filme do diretor John Schlesinger (1926-2003), que aqui dirigiu, fotografou e co-produziu o filme, que não tem diálogos, apenas música ambiente.
Uma visão alegre dos londrinos passando o dia no Hyde Park, em Londres, Inglaterra, durante um domingo de verão nos anos 50. Os sujeitos da câmera do cineasta parecem estar se divertindo muito em seu domingo quente de verão, embora alguns dos cidadãos mais velhos pareçam claramente desaprovadores. Há famílias passeando no parque, crianças brincando, animais de estimação se divertindo, casais namorando, pessoas idosas observando e outros mais se aventurando no lago local.
Terminus
4.0 1Produção inglesa em preto e branco da British Transport Films, British Lion Film Corporation e Star Sound venceu o BAFTA de melhor curta-metragem. Foi o 3° filme do diretor britânico John Schlesinger (1926-2003), que também escreveu o roteiro. O filme foi indicado ao Oscar de melhor documentário - curta em 1963. Após o anúncio das indicações, descobriu-se que o filme já havia sido lançado e a indicação teve que ser retirada.
A maioria das pessoas no filme eram pessoas reais cuidando de seus negócios. O filme cobriu funcionários e passageiros ao redor da estação. Os trens ainda eram puxados por locomotivas a vapor. as mudanças nos padrões das emoções humanas durante 24 horas na vida da Estação Waterloo. Um documentário simples e eficiente, com poucos diálogos, mostrando o vai e vem dos passageiros numa estação movimentada de trens londrina.
Hitler Lives?
2.5 2Drama de guerra de propaganda da Warner Bros. vencedor do Oscar de melhor documentário de curta-metragem. Os direitos autorais do filme foram renovados. No início do mesmo ano, Don Siegel (1912-1991) estreou na direção em outro curta-metragem Star in the night (45), que também ganhou um Oscar.
Esta pequena produção usou clipes desse filme, Triunfo da vontade (35), outro documentário histórico alemão, juntamente com outro curta de Frank Capra, Your job in Germany (45). Esses filmes da Segunda Guerra Mundial incluem Os filhos de Hitler (43); O capanga de Hitler (43) também conhecido como O carrasco de Hitler; Hitler – Vivo ou morto (42); A quadrilha de Hitler (44) também conhecido como Hitler & cia.; o curta-metragem documental Hitler lives (45); A estranha morte de Adolfo Hitler (43); Mulheres de Hitler, também conhecido como Escravas de Hitler (43); os curtas cômicos O diabo com Hitler (42) e A besta de Berlim (39).
O filme alerta que entre os alemães derrotados ainda havia apoiadores do nazismo e pedia ao mundo que não se deixasse enganar novamente pelos alemães. Mais um daqueles vários documentários fortes e impactantes sobre os horrores da guerra, campos de concentração se espalhando pela Europa e os planos maléficos de Hitler pelo poder.
The Path of the Dragon
3.6 1Produção australiana que é um documentário biográfico de curta-metragem narrado por Shannon Lee, a filha caçula de Bruce Lee (1940-1973). O diretor/produtor australiano Walt Missingham dirigiu apenas 3 documentários, todos com Bruce Lee.
Alguns dos nomes que dão entrevistas: James Coburn (1928-2002), o ex-James Bond George Lazenby, o astro chinês Jackie Chan, John Saxon (1936-2020) e Chuck Norris, dentre outros artistas influentes que conviveram com o astro das artes marciais. Um documentário informativo sobre a antiga prática do Kung Fu no Templo Shaolin na China.
O filme centra-se na história das artes marciais e no impacto fenomenal que Bruce Lee teve nesta cultura. Também apresenta a famosa luta Bruce Lee vs. Chuck Norris. Walt Missingham se tornou o 1° não-chinês a praticar Kung Fu no Templo Shaolin. Este programa oficial e informativo utiliza imagens de arquivo raramente vistas para traçar tanto a história das artes marciais quanto o impacto fenomenal que Bruce Lee tinha dessa cultura milenar.
Star in the Night
3.4 2Faroeste dramático da Warner Bros. vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de 2 rolos. Este foi o 1° lançamento comercial do diretor Don Siegel (1912-1991) no cinema. O filme é uma releitura moderna da história da Natividade, ambientada na véspera de Natal em um motel deserto no sudoeste dos Estados Unidos.
J. Carrol Naish (1896-1973) apresenta seu diálogo da mesma maneira (embora um pouco mais áspero) que seu personagem de rádio Luigi Basco em Life with Luigi (52). Embora não tenha sido creditada por opção, este curta-metragem foi co-escrito por Betty Smith (1896-1972) que, na época, estava romanticamente envolvida com o roteirista Robert Finch (1909-1959). Laços humanos (45), a adaptação cinematográfica do romance best-seller de Smith, foi lançada no mesmo ano.
Embora curto e simples, uma estória que deixa várias mensagens positivas para as pessoas na época natalina, como a gratidão, a generosidade e o amor ao próximo. O verdadeiro significado do Natal fica evidente quando o dono de um café, cansado do mundo, dá abrigo a um jovem casal grávido e as alusões ao presépio e o nascimento de Jesus Cristo são mais do que aparentes.
To the People of the United States
3.5 1Documentário de curta-metragem de propaganda da United States Public Health Service e War Activities Committee of the Motion Pictures Industry indicado ao Oscar de melhor documentário de curta-metragem. A intenção do filme na época foi para alertar os soldados americanos contra a sífilis, uma doença venérea contagiosa.
Arthur Lubin (1898-1995) dirigiu este é mais 2 curtas em sua carreira: Keeping fit (42) e Gobs in a mess (53). O filme foi alvo de protestos da Legião Católica da Decência. Durante a Segunda Guerra Mundial foram produzidos diversos documentários curtos sobre temas similares e sobre os horrores da guerra.
America on the Rocks
3.0 1Documentário de curta-metragem feito pela Airlie Productions, District of Columbia Medical Society, George Washington University - The Department of Medical and Public Affairs, National Institute of Alcohol Abuse & Alcoholism (NIAAA) e U.S. Office of Education, Department of Health, Education and Welfare, para o Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo. Distribuído pelo National Audiovisual Center, Washington, D.C.
Interessante curta narrado por um dos ícones de Hollywood, Robert Mitchum, que também sofreu desta doença do alcoolismo. Outros itens de informação incluem como a maconha pode levar a drogas mais pesadas e que as pessoas devem entender completamente que esta pequena planta pode causar grandes danos a você. O roteiro simples e objetivo é tratado com humor e muita seriedade. Todo o objetivo deste curta é ensinar aos Estados Unidos que as drogas são ruins e que não valem a pena experimentar.
O Ataque Nazista
3.6 12Documentário histórico de guerra que foi o 2° filme da série de documentários de 7 filmes de Frank Capra (1897-1991) da série 'Why We Fight'. Este filme é de domínio público; nunca foi registrado ou renovado. Eis as sequências: Prelúdio de uma guerra (42), A batalha da Rússia (43), Dividir e conquistar (43), The battle of Britain (43), The battle of China (44) e War comes to America (45).
No ano de 2000, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos determinou que este filme (e os outros seis documentários da série 'Why We Fight') fosse "culturalmente significativos" e os selecionou para preservação no National Film Registry. Este documentário é considerado um filme de documentário de propaganda da Segunda Guerra Mundial dos Estados Unidos. Este foi o filme mais curto dos 7 e introduz a Alemanha como uma nação cujas ambições agressivas começaram em 1863 com Otto von Bismarck e com os nazistas como sua última encarnação.
Domingo Alegre
3.3 2Esta comédia curta francesa foi dirigida por Jacques Berr e não por Jacques Tati, como foi cadastrada erradamente. Tati, pra quem não conhece, atuou e dirigiu poucos filmes em sua carreira, mas boa parte de seus filmes são considerados clássicos da comédia ingênua, em que o som ao redor se torna tão protagonista quanto os próprios personagens a sua volta. Aliás, nesse filme, o personagem de Tati chega a falar bastante, coisa rara na maioria de suas estórias. Ele atua ao lado do alemão Rhum, que tem uma filmografia bastante modesta.
Tati e Rhum formam um curioso par de andarilhos e cavalheiros que tentam sombrear seus ternos de três peças, depois de passar a noite em uma boca de metrô. Eles arrumam um passeio improvisado num calhambeque-ônibus sem muita segurança para um grupo de pessoas até chegarem num restaurante, onde comem ao ar livre, tudo pra conseguirem dinheiro.
Amblin'
3.4 8É o primeiro curta-metragem completo em 35 mm de um dos maiores gênios do cinema, Steven Spielberg, em início de carreira.
Uma história de amor durante a era hippie no final dos anos 60. Dois andarilhos, um jovem e uma moça, encontram-se no deserto e decidem viajar juntos, mesmo tendo dificuldades pra conseguir uma carona. Os dois viajantes caminham pela estrada rumo ao seu destino, uma praia, tornando-se amigos e amantes.
The Heisters
3.2 2Quem diria que o renomado diretor Tobe Hooper (1943-2017) iniciasse sua carreira com uma comédia curta (em cores) despretensiosa e sem nexo como essa! Contando com apenas três personagens que fazem estripulias num castelo, dá de rir um pouco das situações um tanto absurdas. Nos anos seguintes, pra quem é fã ou já ouviu falar do cineasta, ele só faria filmes de terror, até ter falecido recentemente. Mas vale como curiosidade conhecer essa raridade!
Within the Woods
3.6 37Um bom curta trash, bem amador e filmado com uma câmera Super 8. É do típico festival da nojeira, pra ninguém botar defeito. Este filme é considerado a prequela do clássico A morte do demônio (81), o primeiro grande sucesso de Sam Raimi como diretor. Dos quatro no elenco, dois deles atuaram no filme citado. Mas este pequeno conto é bem tenso, horroroso e que parece interminável para os protagonistas.
O que dá agonia mesmo é uma das moças sendo perseguida no bosque e tentando entrar na cabana: mas o maior problema é ela tentar abrir a porta com a chave e a mão trêmula.
The Sappy Sap
3.0 3Desta vez, não tem nada de suspense ou terror, mas é Sam Raimi mostrando sua veia cômica num curta silencioso sem pé nem cabeça. É o tal negócio, as vezes sem ter muito o que fazer, embarcamos nessas dragas simplesmente por teimosia..., ou curiosidade de vasculhar as obras de um grande diretor.
Clockwork
3.1 7Com apenas 19 anos, Sam Raimi já demonstrava seu talento por trás das câmeras ao realizar este filme curto. Apenas dois atores (assassino e vítima), sem diálogos, uma trilha sonora sinistra e um acontecimento que já dá de adivinhar o seu desfecho.
As cenas de mortes são fortes que, por incrível que pareça, fiquei impressionado. Só não curti muito aquela porta de papelão.