Tecnicamente bem filmado e atuado, mas a história é banal, desconexa e sem propósito. Talvez a falta de tempo tenha contribuído pra isso, ou talvez não. Nunca saberemos...
Assim parece que o maior interesse do diretor era focar na questão homoerótica (por algum fetiche pessoal talvez) e com isso o desenvolvimento da trama ficou de lado.
Pelo menos o desperdício de tempo foi apenas 30 minutos...
Bem legal a ideia de reunir o elenco para mostrar o destino que os personagens tiveram ao longo do tempo.
Na história, George fica sabendo do noivado do filho e pensa que finalmente se vingar com a festa sendo paga pelo próximo "pai da noiva" (com a participação do De Niro) mas descobre que a festa vai ser apenas virtual.
Foi nostálgico rever os personagens depois de tanto tempo. A ideia foi criativa e bem executada dentro do contexto e limitações da pandemia, aproveitando inclusive pra colocar piadas sobre quarentena e a paranoia da época. A parte do congelamento de imagem feito pelo Steven Martin foi genial.
No final não ficou tão forçado e deu um encerramento de ciclo simpático para a "trilogia".
Impressionante o nível de detalhamento e perfeccionismo do Guilhermo del Toro em seus trabalhos e como toda a equipe embarca junto nas loucuras do diretor.
Vai desde a concepção dos personagens e escolha dos atores até a construção impecável dos cenários, com destaque para a construção do laboratório e de um navio em tamanho real para dar mais realismo para a história.
O curta sofre do mesmo defeitos dos outros feitos pelo diretor, começa de uma forma instigante mas o desenvolvimento não mantêm o nível. E pra piorar o final é preguiçoso e nem se esforça para passar alguma lição de moral válida, que faça valer os 17 minutos perdidos de quem assiste.
Então tirando a estética surreal dos episódios, pouca coisa presta neste e em todo o conjunto de contos lançados pelo Wes Anderson. Absolute lixo!
Interessante ver a repercussão que um filme tão despretensioso conseguiu alcançar, a ponto de ser lembrado até hoje. As entrevistas tanto com os participantes originais do documentário quanto de outras personalidades da época mostram o público ainda lembra com carinho do filme.
Por outro lado saber que grande parte do "enredo" e conflitos vistos no filme foram inventados é meio frustrante e tira um pouco do encanto do produto.
Mas por outro lado ver os bastidores das gravações e cenas inéditas trazem um diferencial a mais ao documentário. Vale a pena conhecer por curiosidade.
A produção é como se fosse uma variação do "Zorra Total" só que mostrando mais peitos. As piadas não são grande coisa e na maioria satirizam temas políticos da época. Então para quem não tiver ideia sobre o que está sendo satirizado vai parecer ainda mais sem graça.
O filme é mais famoso por ter sido a estreia de Jim Carrey no cinema. Apesar disso sua participação no filme é bem discreta, se limitando a alguns segundos na tela onde aparece fazendo caretas e se contorcendo ao imitar Ronald Reagan. Não é grande coisa mas vale pela curiosidade...
Interessante a ideia de colocar especialistas em reconhecer padrões de fala para analisar as entrevistas mais polêmicas do Michael Jackson. Apesar de não servir como um veredito definitivo serve como curiosidade para quem sempre acompanhou as aventuras desse personagem pop.
Sobre a verdade sobre o que teria ocorrido entre 4 paredes com suas supostas vítimas nunca teremos respostas definitivas. Como foi dito no documentário cada um vai preferir acreditar na versão que lhe parecer mais conveniente de acordo com o nível de idolatria que mantinha pela figura do Michael Jackson.
Esse é o resultado quando se junta duas mentes brilhantes como Michael Jackson e John Landis num mesmo projeto.
Simplesmente essa foi a produção que revolucionou o jeito de se fazer videoclipe no mundo. E virou um ícone mundial, difícil achar alguém nesse planeta que não tenha visto pelo menos algum trecho desse clipe...
As atuações são muito boas, dando para a história um ritmo ágil e conseguindo manter a atenção do espectador fixa do início ao fim.
Mas infelizmente todo esse esforço para se criar um clima tenso e angustiante é desperdiçado por um final preguiçoso que não desperta reflexões, críticas e nem é irônico. É apenas idiota e inútil, completo desperdício de 17 minutos de vida...
Apesar da qualidade técnica da produção e da excelente atuação dos atores a história em si não é das mais interessantes. E os 17 minutos do episódio chegam a se tornar entediantes...
O conto só mostra alguma inspiração nos momentos finais, quando é revelado que os ratos não comeram a isca por estarem se alimentando do corpo do sujeito desaparecido que aparece no cartaz.
Traz algumas curiosidades sobre a produção do reality como a montagem das provas e os motivos de algumas serem diferentes da série coreana.
Mas faltou mostrarem mais detalhes dos bastidores, como o relacionamento entre os participantes fora das provas e as intrigas que rolaram durante a convivência.
A produção com estilo teatral é visualmente atraente e conta com uma edição ágil e criativa que torna agradável a experiência de assistir ao curta metragem.
Mas o conteúdo não é dos mais impactantes, promete muito no início mas se mostra apenas um conto de fadas simplista com aquela "moral da história" manjada no final.
Não é grande coisa, mas vale pela "atuação" do macaco que naturalmente tem essa expressão assustada que combinou perfeitamente com um suspeito sendo interrogado.
Belo documentário sobre os bastidores da produção do filme. É surpreendente ver todo o cuidado e o nível de detalhismo dos profissionais envolvidos, desde a fase de concepção dos personagens até a trilha sonora e dublagens.
Animação stop-motion é uma arte quase extinta em tempos de CGI, por isso esse trabalho quase artesanal do Guillermo del Toro e sua equipe merece ainda mais respeito.
O resultado foi gratificante e mostrou que tanta dedicação de tempo e recursos valeram a pena. Deram forma a uma versão do Pinocchio que certamente será lembrada com carinho pelas novas gerações!
As perguntas poderiam ser mais difíceis, mas como é para o público infantil dá pra entender. A interação do personagem com quem joga é bem feita e os diversos finais são criativos e engraçados.
A proposta desses filmes interativos é interessante, tomara que a Netflix continue investindo nesse formato e facilitando o acesso pois não em qualquer dispositivo que aceita esse tipo de conteúdo.
Aziz Ansari em 30 minutos conseguiu resumir bem o nível de alienação mental que as redes sociais estão promovendo no mundo. O tanto de energia que se gasta interagindo e discutindo assuntos banais é perturbador, e a tendência não é melhorar...
Legal o tom nostálgico que Ansari deu ao show, citando seu início de carreira, onde tudo era mais simples e autêntico, se podia abordar uma variedade mais ampla de assuntos sem a atual paranóia do cancelamento. O próprio comediante disse que resolveu um celular sem redes sociais pra tentar trabalhar e ao mesmo tempo manter sua sanidade mental.
Enfim, não é o show pra morrer de rir mas traz de modo leve algumas questões interessantes pra reflexão...
Pode até ter sido bem intencionado mas foi pessimamente executado.
Pegaram um tema social pertinente, misturaram com a notícia do dia e colocaram tudo da forma mais caricata e constrangedora possível.
Entre vitimizar um lado e demonizar o outro, a vontade de militar foi tanta que esqueceram do mais importante que seria apontar ou propor algum caminho pra resolver o problema...
Ironicamente o filme está sendo considerado um plágio feito por um diretor branco que roubou a ideia de uma negra sem dar créditos. Procurem por "Groundhog Day for a Black Man".
Ps. Espero que não gostar de filme ruim ainda não esteja sendo criminalizado como racismo...
O filme é uma peça arqueológica da história do cinema. Inspirado nos romances de Júlio Verne, "Da Terra à Lua" (1865) e "Ao Redor da Lua" (1870).
É incrível pensar na criatividade necessária pra se usar ao máximo os recursos técnicos da época. Os truques de filmagem eram inovadores, como por exemplo a icônica cena da cápsula acertando a lua ou os selenitas explodindo perfeitamente.
Dá pra imaginar o espanto das pessoas recém saídas do século 18 assistindo essas imagens. Ninguém naquele tempo sequer imaginava que um dia seria possível realmente pousar na lua, e nem se haveria alguma forma de vida por lá. Por isso que o filme é considerado a primeira ficção científica da história.
Além de toda a questão do pioneirismo técnico, o filme tem um roteiro bem estruturado com princípio, meio e final. Inclusive com um plot twist do confronto inesperado com os Selenitas. E pro povo não dizer depois que aquilo tudo era "história de pescador" dos astronautas, os viajantes ainda trouxeram um exemplar de selenita pra exibir na festa final. Ou seja, a história poderia ter rendido até uma continuação...
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Estranha Forma de Vida
3.3 187 Assista AgoraTecnicamente bem filmado e atuado, mas a história é banal, desconexa e sem propósito. Talvez a falta de tempo tenha contribuído pra isso, ou talvez não. Nunca saberemos...
Assim parece que o maior interesse do diretor era focar na questão homoerótica (por algum fetiche pessoal talvez) e com isso o desenvolvimento da trama ficou de lado.
Pelo menos o desperdício de tempo foi apenas 30 minutos...
O Pai da Noiva 3
3.5 4Bem legal a ideia de reunir o elenco para mostrar o destino que os personagens tiveram ao longo do tempo.
Na história, George fica sabendo do noivado do filho e pensa que finalmente se vingar com a festa sendo paga pelo próximo "pai da noiva" (com a participação do De Niro) mas descobre que a festa vai ser apenas virtual.
Foi nostálgico rever os personagens depois de tanto tempo. A ideia foi criativa e bem executada dentro do contexto e limitações da pandemia, aproveitando inclusive pra colocar piadas sobre quarentena e a paranoia da época. A parte do congelamento de imagem feito pelo Steven Martin foi genial.
No final não ficou tão forçado e deu um encerramento de ciclo simpático para a "trilogia".
A Timeless Call
2.9 2Um tributo aos veteranos de guerra norte-americanos feito especialmente para a Convenção Democrata de 2008.
Frankenstein: Aula de Anatomia
3.7 5 Assista AgoraImpressionante o nível de detalhamento e perfeccionismo do Guilhermo del Toro em seus trabalhos e como toda a equipe embarca junto nas loucuras do diretor.
Vai desde a concepção dos personagens e escolha dos atores até a construção impecável dos cenários, com destaque para a construção do laboratório e de um navio em tamanho real para dar mais realismo para a história.
O Cisne
3.4 38 Assista AgoraO curta sofre do mesmo defeitos dos outros feitos pelo diretor, começa de uma forma instigante mas o desenvolvimento não mantêm o nível. E pra piorar o final é preguiçoso e nem se esforça para passar alguma lição de moral válida, que faça valer os 17 minutos perdidos de quem assiste.
Então tirando a estética surreal dos episódios, pouca coisa presta neste e em todo o conjunto de contos lançados pelo Wes Anderson. Absolute lixo!
Raw Iron: The Making of ‘Pumping Iron
3.7 1Interessante ver a repercussão que um filme tão despretensioso conseguiu alcançar, a ponto de ser lembrado até hoje. As entrevistas tanto com os participantes originais do documentário quanto de outras personalidades da época mostram o público ainda lembra com carinho do filme.
Por outro lado saber que grande parte do "enredo" e conflitos vistos no filme foram inventados é meio frustrante e tira um pouco do encanto do produto.
Mas por outro lado ver os bastidores das gravações e cenas inéditas trazem um diferencial a mais ao documentário. Vale a pena conhecer por curiosidade.
The Sex and Violence Family Hour
3.2 7A produção é como se fosse uma variação do "Zorra Total" só que mostrando mais peitos. As piadas não são grande coisa e na maioria satirizam temas políticos da época. Então para quem não tiver ideia sobre o que está sendo satirizado vai parecer ainda mais sem graça.
O filme é mais famoso por ter sido a estreia de Jim Carrey no cinema. Apesar disso sua participação no filme é bem discreta, se limitando a alguns segundos na tela onde aparece fazendo caretas e se contorcendo ao imitar Ronald Reagan. Não é grande coisa mas vale pela curiosidade...
Michael Jackson: A Faking It Special
3.0 4Interessante a ideia de colocar especialistas em reconhecer padrões de fala para analisar as entrevistas mais polêmicas do Michael Jackson. Apesar de não servir como um veredito definitivo serve como curiosidade para quem sempre acompanhou as aventuras desse personagem pop.
Sobre a verdade sobre o que teria ocorrido entre 4 paredes com suas supostas vítimas nunca teremos respostas definitivas. Como foi dito no documentário cada um vai preferir acreditar na versão que lhe parecer mais conveniente de acordo com o nível de idolatria que mantinha pela figura do Michael Jackson.
Thanksgiving
4.2 23O curta consegue ser muito mais brutal e sanguinário que o filme de 2023. Pena que amenizaram tanto, deviam ter mantido o mesmo padrão.
Fico imaginando a polêmica que essa versão da perua no forno iria causar se estivesse no filme :)
O Orgulho da Nação
3.7 56Vale pela zoeira e inversão das expectativas. Dando uma ideia sobre a megalomania da propaganda nazista durante a guerra.
Michael Jackson: Thriller
4.7 29Esse é o resultado quando se junta duas mentes brilhantes como Michael Jackson e John Landis num mesmo projeto.
Simplesmente essa foi a produção que revolucionou o jeito de se fazer videoclipe no mundo. E virou um ícone mundial, difícil achar alguém nesse planeta que não tenha visto pelo menos algum trecho desse clipe...
E Depois?
3.2 76 Assista AgoraVai do nada a lugar nenhum em 18 minutos. Belo pedaço de merd...
Veneno
3.3 35 Assista AgoraAs atuações são muito boas, dando para a história um ritmo ágil e conseguindo manter a atenção do espectador fixa do início ao fim.
Mas infelizmente todo esse esforço para se criar um clima tenso e angustiante é desperdiçado por um final preguiçoso que não desperta reflexões, críticas e nem é irônico. É apenas idiota e inútil, completo desperdício de 17 minutos de vida...
O Caçador de Ratos
3.1 39 Assista AgoraApesar da qualidade técnica da produção e da excelente atuação dos atores a história em si não é das mais interessantes. E os 17 minutos do episódio chegam a se tornar entediantes...
O conto só mostra alguma inspiração nos momentos finais, quando é revelado que os ratos não comeram a isca por estarem se alimentando do corpo do sujeito desaparecido que aparece no cartaz.
Round 6: O Desafio – Making Of
3.1 2Traz algumas curiosidades sobre a produção do reality como a montagem das provas e os motivos de algumas serem diferentes da série coreana.
Mas faltou mostrarem mais detalhes dos bastidores, como o relacionamento entre os participantes fora das provas e as intrigas que rolaram durante a convivência.
A Incrível História de Henry Sugar
3.6 179A produção com estilo teatral é visualmente atraente e conta com uma edição ágil e criativa que torna agradável a experiência de assistir ao curta metragem.
Mas o conteúdo não é dos mais impactantes, promete muito no início mas se mostra apenas um conto de fadas simplista com aquela "moral da história" manjada no final.
What Did Jack Do?
3.2 143 Assista AgoraNão é grande coisa, mas vale pela "atuação" do macaco que naturalmente tem essa expressão assustada que combinou perfeitamente com um suspeito sendo interrogado.
Pinóquio por Guillermo del Toro: Cinema Feito à Mão
4.3 17 Assista AgoraBelo documentário sobre os bastidores da produção do filme. É surpreendente ver todo o cuidado e o nível de detalhismo dos profissionais envolvidos, desde a fase de concepção dos personagens até a trilha sonora e dublagens.
Animação stop-motion é uma arte quase extinta em tempos de CGI, por isso esse trabalho quase artesanal do Guillermo del Toro e sua equipe merece ainda mais respeito.
O resultado foi gratificante e mostrou que tanta dedicação de tempo e recursos valeram a pena. Deram forma a uma versão do Pinocchio que certamente será lembrada com carinho pelas novas gerações!
Pega Ladrão!
3.4 9As perguntas poderiam ser mais difíceis, mas como é para o público infantil dá pra entender. A interação do personagem com quem joga é bem feita e os diversos finais são criativos e engraçados.
A proposta desses filmes interativos é interessante, tomara que a Netflix continue investindo nesse formato e facilitando o acesso pois não em qualquer dispositivo que aceita esse tipo de conteúdo.
Aziz Ansari: Nightclub Comedian
4.1 2 Assista AgoraAziz Ansari em 30 minutos conseguiu resumir bem o nível de alienação mental que as redes sociais estão promovendo no mundo. O tanto de energia que se gasta interagindo e discutindo assuntos banais é perturbador, e a tendência não é melhorar...
Legal o tom nostálgico que Ansari deu ao show, citando seu início de carreira, onde tudo era mais simples e autêntico, se podia abordar uma variedade mais ampla de assuntos sem a atual paranóia do cancelamento. O próprio comediante disse que resolveu um celular sem redes sociais pra tentar trabalhar e ao mesmo tempo manter sua sanidade mental.
Enfim, não é o show pra morrer de rir mas traz de modo leve algumas questões interessantes pra reflexão...
Dois Estranhos
4.2 293 Assista AgoraPode até ter sido bem intencionado mas foi pessimamente executado.
Pegaram um tema social pertinente, misturaram com a notícia do dia e colocaram tudo da forma mais caricata e constrangedora possível.
Entre vitimizar um lado e demonizar o outro, a vontade de militar foi tanta que esqueceram do mais importante que seria apontar ou propor algum caminho pra resolver o problema...
Ironicamente o filme está sendo considerado um plágio feito por um diretor branco que roubou a ideia de uma negra sem dar créditos. Procurem por "Groundhog Day for a Black Man".
Ps. Espero que não gostar de filme ruim ainda não esteja sendo criminalizado como racismo...
Viagem à Lua
4.4 881 Assista AgoraO filme é uma peça arqueológica da história do cinema. Inspirado nos romances de Júlio Verne, "Da Terra à Lua" (1865) e "Ao Redor da Lua" (1870).
É incrível pensar na criatividade necessária pra se usar ao máximo os recursos técnicos da época. Os truques de filmagem eram inovadores, como por exemplo a icônica cena da cápsula acertando a lua ou os selenitas explodindo perfeitamente.
Dá pra imaginar o espanto das pessoas recém saídas do século 18 assistindo essas imagens. Ninguém naquele tempo sequer imaginava que um dia seria possível realmente pousar na lua, e nem se haveria alguma forma de vida por lá. Por isso que o filme é considerado a primeira ficção científica da história.
Além de toda a questão do pioneirismo técnico, o filme tem um roteiro bem estruturado com princípio, meio e final. Inclusive com um plot twist do confronto inesperado com os Selenitas. E pro povo não dizer depois que aquilo tudo era "história de pescador" dos astronautas, os viajantes ainda trouxeram um exemplar de selenita pra exibir na festa final. Ou seja, a história poderia ter rendido até uma continuação...