Simplesmente foi uma grande decepção. O enredo de "gosto de uma menina que tem uma doença terminal" já foi repetido várias vezes e eu não acho que o anime é ruim por causa disso. Pra mim a decepção veio por ele contar mais uma vez essa história de um modo tão previsível, tedioso e repetitivo.
- Nos primeiros episódios nós assistimos uma repetição das mesmas cenas, basicamente. O mesmo teatro, as mesmas apresentações, os mesmos jurados e as mesmas questões, como a situação do Arima Kousei, em que ele não conseguia ouvir o que ele toca após algum tempo tocando. Acho que isso poderia ter sido explorado de uma outra forma, e as apresentações poderiam contar com um espaço novo, outro piano, jurados diferentes e etc.
- Nenhum dos personagens evoluiu o tanto que eles poderiam ter evoluído durante o anime. O Kousei, por exemplo, conseguiu superar o seu problema ao tocar piano, superando a questão que ele tinha com a mãe e depois aceitando a morte de Kaori. Entretanto, ele não mudou a forma de se relacionar com a Kaori e Tsubaki. Ao invés de ter percebido e aceitado que ele gostava da Kaori e buscado ficar ainda mais próximo dela e aproveitar ao máximo antes dela ir, o que aconteceu foi o personagem procurando desculpas para não visitá-la. Além de que ele também não conseguiu abertamente rejeitar a Tsubaki, escolhendo deixar que a menina continuasse a ter esperanças com ele. A Tsubaki é a personagem que menos evoluiu, já que ela está seguindo o Kousei desde que nasceu. E se ela não consegue perceber sozinha que isso faz mal pra ela, caberia ao Kousei de rejeitá-la, mas nenhum dos dois é corajoso o suficiente para esclarecer a situação e mesmo com o final do anime isso ainda não é resolvido, terminando com o covarde e a seguidora do covarde, péssimo. E a Kaori foi uma boa personagem até, conseguiu aceitar a sua doença, aproveitar o que restava e acreditar que poderia sobreviver, mesmo que fosse quase impossível. Revelou que amava o Kousei, mesmo que já estivesse morta, pelo menos isso foi dito e confesso que nem esperava que fosse porque temos um histórico do "não dizer nada e guardar tudo pra mim" neste anime.
- As falas pareciam ter sido escritas por homens velhos com mais de 60 anos. O anime simplesmente não conseguia rodar um episódio sem "Você é uma garota normal, por isso é frágil", "Seja homem" e etc. Toda vez eu lia uma frase dessas eu revirava os olhos.Essas frases são essencialistas, se baseiam somente no senso comum, reprodutoras de machismo, normalizantes e o caralho a quatro. Já vi muito anime e já vi isso antes, claro, mas em todo santo episódio foi novo pra mim .
- No final optaram por recorrer ao mesmo recurso já usado antes "Eu admirava o Kousei desde os meus 5 anos". Que recurso preguiçoso. Todas as crianças tinham um complexo admirador do Kousei. Bleh.
- Humor forçado e sem graça. Não preciso nem comentar, acho que vocês também não esboçaram reações.
O ponto positivo é que teve boas músicas e foi bom ver a evolução de alguns personagens com algumas questões...Só. É um anime superestimado pra mim.
Em Atomic Blonde não consegui criar interesse pela história e nem pelos personagens que estavam sendo retratados ali, e as cenas de lutas que investem mais na performance do que no impacto também não me deram uma boa impressão. O filme também carrega a ideia do salvador estadunidense, que irá libertar a Alemanha Oriental do socialismo, tratando os soviéticos como o "outro", que é incorrigivelmente violento e perigoso, e o socialismo que só sofre protestos atrás de protestos, aparentando não ter trago nada de bom para o povo alemão. Ademais, o visual do filme é lindo, as músicas que tocam durante as cenas de lutas são divertidas também, mas só isso.
Achei o documentário um tanto quanto desconexo ao mostrar várias realidades durante o longa, por mais que saiba que todas são capitalistas e este é aspecto que as liga, ainda assim, desconexo. As análises do narrador sobre como é o capitalismo hoje é mais interessante do que a história de algumas organizações que foram apresentadas. Superficial, mediano.
Deveria ter visto mais cedo e consequentemente, conhecido meu corpo mais cedo. Ainda assim, válido. Tipo de filme que deve ser apresentado à todas as meninas, um ensaio sobre o feminino e tudo que se acerca dele. Que experiência.
"Quantos pintos você aguenta na sua vagina? E no seu anus? Dupla penetração? O quanto você aguenta?"
"Consuma pornografia! Olhe o quanto você não é antiquado e super liberal quando assiste! Você só precisa da sua mão! Sua mão! Uma única mão!"
Quando eles chamam a ponografia de mercado, indústria ou entretenimento adulto me dá náuseas. "Adulto" quando todos consomem e quem faz parte não existe. Quem trabalha na pornografia não existe. A pornografia é um mundo separado do mundo real, em que ter e procurar por fetiches repulsivos é aceito e recomendado por propagandas por toda a internet. Se é tão ruim, porquê é tão promovido? As pessoas neste ramo não existem fora dele e vivem uma vida secreta, em que você não pode dizer com o que trabalha e como trabalha, não há sociabilidade, não há um convívio social saudável. Uma indústria que é regulamentada em alguns lugares e não em outros, mas ainda assim é vista com maus olhos, e deve, deve ser. Uma indústria que desumaniza pessoas não deve existir. Uma indústria que é patrocinada diretamente pela máfia, em que os que a controlam ganham todo o dinheiro, deixando quase nada pra quem trabalha nas câmeras ou ao redor destas. Uma indústria que trata humanos como objetos não deve existir. Uma indústria que promove doenças e falsifica atestados médicos não deve existir. O documentário destaca o que é o pornô e o que ele, de fato, faz com as pessoas. As entrevistas, o lado humano, é o que de mais interessante o documentário tem a oferecer. Revoltem-se com essa indústria de merda.
"Com a chegada das multinacionais do sexo, o que conhecíamos como pornografia cedeu lugar a um setor sujeito às regras de um mundo ultraliberal. Um capitalismo sem restrições, uma política de terra arrasada, um desprezo total pelos trabalhadores."
"Bem, e você sabe, o dinheiro fala e a ética vaza."
Aquele documentário que faz a gente sair do carnista pro vegetariano e você acha que acabou por aí? A gente quer todo mundo cortando os derivados também. Justíssimo e a caminho. O veganismo é bom pra todo mundo, menos pros latifundiários.
Tava eu procurando anotações da escola em um caderno e me deparo com: mulheres são jogadas na água, se flutuarem, bruxas, se afundarem, inocentes. Haxan nos apresenta uma puta bagagem sobre religião, superstição e principalmente as mulheres com relação ao misticismo que transita a história humana desde os seus primórdios. O que esse longa fala é: a caça às bruxas nunca cessou, ela só tem uma roupagem diferente hoje.
O amor do Qiu é o amor em sua forma mais genuína. Exultante ver esse tipo de amor retratado em uma animação, e que animação foda. É muito peixe e baleia voando no céu.
Nosferatu passa longe de causar medo, contudo a aparência do filme é fantástica, e ainda mais dele, a construção do vampiro que há de dormir no caixão que foi sepultado mais o corpo alto e magro formam um combo de ouro quando vamos tratar dessas criaturas (diria que é o meu preferido!). Sehr gut!
A aesthetic essencial dos primeiros trabalhadores homens que operavam máquinas do século XIX é a camisa suja de graxa + calça preta, e como o Chaplin tava ligado nisso, viu? Uma pena eu não ter visto este filme a primeira vez que a Revolução Industrial me foi apresentada na escola. Sem dúvidas um classicão atemporal.
Parece um filme educativo pra entrar na seita do "mestre" Ryuho Okawa, que afirma ser a reencarnação do próprio buda. Vale a pena ver pela mistura de religiões e os iluminados de cada tempo, mas só isso mesmo.
Sofia Coppola não quis fazer um retrato das ideias iluministas, a independência dos Estados Unidos com a ajuda da França ou relatar, de fato, a revolução francesa. O filme é sobre a Maria Antonieta, nascida austríaca e transformada na última rainha da França.
Uma boa sinopse, uma boa premissa, mas pecou no seu desenvolvimento. Os pontos positivos são: A estética gótica (que, por sinal, já é marca registrada do Tim Burton), como, por exemplo: a ambientação e a vestimenta dos personagens. Os pontos negativos superaram os positivos, o começo nos instiga, quem é o cavaleiro sem cabeça ou quem o controla? Porém, o desenvolvimento foi confuso, sem deixar pistas para que o telespectador pudesse indagar-se quem controla o cavaleiro, e no final, quem o controlava, era uma personagem que pouco apareceu ou foi ao menos desenvolvida durante o filme. Tim Burton me encanta muito mais com suas animações do que, de fato, os seus filmes "reais". Superestimado.
chorei do começo ao fim. inclusive quando eles discutiam sobre o passado: e se nós não tivéssemos terminado, e se você não tivesse ido embora ou tido coragem pra entrar no trem junto comigo! o "e se" é muito marcante neste filme.
Sem dúvidas, é um curta sobre amor. Amar é ceder, amar é doar, mas até que ponto isso é saudável, sabe? Passei um bom tempo tentando entender se o fato do protagonista e alguns outros robôs serem, de fato, robôs. Perguntei-me se eles representavam alguma minoria social, se eram deficientes, negros, asiáticos, tentei ir mais longe! Porém, no fim, o que o filme me mostrou, de verdade, é uma história de amor, seja ele abusivo ou tóxico. Três estrelas e meio!
"Quase me apetece dizer que não há uma Língua Portuguesa. Há línguas em português. É uma língua que tinha de passar, inevitavelmente, por transformações segundo os lugares onde a falam, as culturas e as influências. Mas isso não tira nada da evidência de que trata do corpo da língua portuguesa. É um corpo espalhado pelo mundo." (José Saramago). Documentário riquíssimo, tanto informativo como poético, mostrando não só como a língua portuguesa se desenvolveu e continua a transformar-se, mas a essência dos povos, da cultura lusófona. Essencial pra quem trabalha, escrevendo ou ensinando português.
Shigatsu wa Kimi no Uso
4.5 112 Assista AgoraSimplesmente foi uma grande decepção. O enredo de "gosto de uma menina que tem uma doença terminal" já foi repetido várias vezes e eu não acho que o anime é ruim por causa disso. Pra mim a decepção veio por ele contar mais uma vez essa história de um modo tão previsível, tedioso e repetitivo.
Os problemas são vários:
- Nos primeiros episódios nós assistimos uma repetição das mesmas cenas, basicamente. O mesmo teatro, as mesmas apresentações, os mesmos jurados e as mesmas questões, como a situação do Arima Kousei, em que ele não conseguia ouvir o que ele toca após algum tempo tocando. Acho que isso poderia ter sido explorado de uma outra forma, e as apresentações poderiam contar com um espaço novo, outro piano, jurados diferentes e etc.
- Nenhum dos personagens evoluiu o tanto que eles poderiam ter evoluído durante o anime. O Kousei, por exemplo, conseguiu superar o seu problema ao tocar piano, superando a questão que ele tinha com a mãe e depois aceitando a morte de Kaori. Entretanto, ele não mudou a forma de se relacionar com a Kaori e Tsubaki. Ao invés de ter percebido e aceitado que ele gostava da Kaori e buscado ficar ainda mais próximo dela e aproveitar ao máximo antes dela ir, o que aconteceu foi o personagem procurando desculpas para não visitá-la. Além de que ele também não conseguiu abertamente rejeitar a Tsubaki, escolhendo deixar que a menina continuasse a ter esperanças com ele. A Tsubaki é a personagem que menos evoluiu, já que ela está seguindo o Kousei desde que nasceu. E se ela não consegue perceber sozinha que isso faz mal pra ela, caberia ao Kousei de rejeitá-la, mas nenhum dos dois é corajoso o suficiente para esclarecer a situação e mesmo com o final do anime isso ainda não é resolvido, terminando com o covarde e a seguidora do covarde, péssimo. E a Kaori foi uma boa personagem até, conseguiu aceitar a sua doença, aproveitar o que restava e acreditar que poderia sobreviver, mesmo que fosse quase impossível. Revelou que amava o Kousei, mesmo que já estivesse morta, pelo menos isso foi dito e confesso que nem esperava que fosse porque temos um histórico do "não dizer nada e guardar tudo pra mim" neste anime.
- As falas pareciam ter sido escritas por homens velhos com mais de 60 anos. O anime simplesmente não conseguia rodar um episódio sem "Você é uma garota normal, por isso é frágil", "Seja homem" e etc. Toda vez eu lia uma frase dessas eu revirava os olhos.Essas frases são essencialistas, se baseiam somente no senso comum, reprodutoras de machismo, normalizantes e o caralho a quatro. Já vi muito anime e já vi isso antes, claro, mas em todo santo episódio foi novo pra mim .
- No final optaram por recorrer ao mesmo recurso já usado antes "Eu admirava o Kousei desde os meus 5 anos". Que recurso preguiçoso. Todas as crianças tinham um complexo admirador do Kousei. Bleh.
- Humor forçado e sem graça. Não preciso nem comentar, acho que vocês também não esboçaram reações.
O ponto positivo é que teve boas músicas e foi bom ver a evolução de alguns personagens com algumas questões...Só. É um anime superestimado pra mim.
Atômica
3.6 1,1KEm Atomic Blonde não consegui criar interesse pela história e nem pelos personagens que estavam sendo retratados ali, e as cenas de lutas que investem mais na performance do que no impacto também não me deram uma boa impressão. O filme também carrega a ideia do salvador estadunidense, que irá libertar a Alemanha Oriental do socialismo, tratando os soviéticos como o "outro", que é incorrigivelmente violento e perigoso, e o socialismo que só sofre protestos atrás de protestos, aparentando não ter trago nada de bom para o povo alemão. Ademais, o visual do filme é lindo, as músicas que tocam durante as cenas de lutas são divertidas também, mas só isso.
Apocalypse Now
4.3 1,2K Assista AgoraHorrível, não assistam. Vão perder 3h da sua vida. Assistam Platoon, bem melhor.
Um Novo Capitalismo
3.2 14Achei o documentário um tanto quanto desconexo ao mostrar várias realidades durante o longa, por mais que saiba que todas são capitalistas e este é aspecto que as liga, ainda assim, desconexo. As análises do narrador sobre como é o capitalismo hoje é mais interessante do que a história de algumas organizações que foram apresentadas. Superficial, mediano.
MIAU - Movimento Insurgente Para a Autonomia de Si Mesma
4.7 16Deveria ter visto mais cedo e consequentemente, conhecido meu corpo mais cedo. Ainda assim, válido. Tipo de filme que deve ser apresentado à todas as meninas, um ensaio sobre o feminino e tudo que se acerca dele. Que experiência.
Pornocracy: The New Sex Multinationals
3.2 36"Quantos pintos você aguenta na sua vagina? E no seu anus? Dupla penetração? O quanto você aguenta?"
"Consuma pornografia! Olhe o quanto você não é antiquado e super liberal quando assiste! Você só precisa da sua mão! Sua mão! Uma única mão!"
Quando eles chamam a ponografia de mercado, indústria ou entretenimento adulto me dá náuseas. "Adulto" quando todos consomem e quem faz parte não existe. Quem trabalha na pornografia não existe. A pornografia é um mundo separado do mundo real, em que ter e procurar por fetiches repulsivos é aceito e recomendado por propagandas por toda a internet. Se é tão ruim, porquê é tão promovido? As pessoas neste ramo não existem fora dele e vivem uma vida secreta, em que você não pode dizer com o que trabalha e como trabalha, não há sociabilidade, não há um convívio social saudável. Uma indústria que é regulamentada em alguns lugares e não em outros, mas ainda assim é vista com maus olhos, e deve, deve ser. Uma indústria que desumaniza pessoas não deve existir. Uma indústria que é patrocinada diretamente pela máfia, em que os que a controlam ganham todo o dinheiro, deixando quase nada pra quem trabalha nas câmeras ou ao redor destas. Uma indústria que trata humanos como objetos não deve existir. Uma indústria que promove doenças e falsifica atestados médicos não deve existir. O documentário destaca o que é o pornô e o que ele, de fato, faz com as pessoas. As entrevistas, o lado humano, é o que de mais interessante o documentário tem a oferecer. Revoltem-se com essa indústria de merda.
"Com a chegada das multinacionais do sexo, o que conhecíamos como pornografia cedeu lugar a um setor sujeito às regras de um mundo ultraliberal. Um capitalismo sem restrições, uma política de terra arrasada, um desprezo total pelos trabalhadores."
"Bem, e você sabe, o dinheiro fala e a ética vaza."
A Conspiração da Vaca: O Segredo da Sustentabilidade
4.4 213 Assista AgoraAquele documentário que faz a gente sair do carnista pro vegetariano e você acha que acabou por aí? A gente quer todo mundo cortando os derivados também. Justíssimo e a caminho. O veganismo é bom pra todo mundo, menos pros latifundiários.
Haxan: A Feitiçaria Através dos Tempos
4.2 187 Assista AgoraTava eu procurando anotações da escola em um caderno e me deparo com: mulheres são jogadas na água, se flutuarem, bruxas, se afundarem, inocentes. Haxan nos apresenta uma puta bagagem sobre religião, superstição e principalmente as mulheres com relação ao misticismo que transita a história humana desde os seus primórdios. O que esse longa fala é: a caça às bruxas nunca cessou, ela só tem uma roupagem diferente hoje.
O Peixe Grande & Begônia
4.0 213 Assista AgoraO amor do Qiu é o amor em sua forma mais genuína. Exultante ver esse tipo de amor retratado em uma animação, e que animação foda. É muito peixe e baleia voando no céu.
A Montanha Sagrada
4.2 483 Assista AgoraMasoquismo chegar no final desse aqui.
O Babadook
3.5 2,0K Assista AgoraA criança é o melhor do filme.
A Garota que Conquistou o Tempo
4.1 316 Assista AgoraDefinição do filme sem personalidade.
Nosferatu
4.1 678 Assista AgoraNosferatu passa longe de causar medo, contudo a aparência do filme é fantástica, e ainda mais dele, a construção do vampiro que há de dormir no caixão que foi sepultado mais o corpo alto e magro formam um combo de ouro quando vamos tratar dessas criaturas (diria que é o meu preferido!). Sehr gut!
Tempos Modernos
4.4 1,2K Assista AgoraA aesthetic essencial dos primeiros trabalhadores homens que operavam máquinas do século XIX é a camisa suja de graxa + calça preta, e como o Chaplin tava ligado nisso, viu? Uma pena eu não ter visto este filme a primeira vez que a Revolução Industrial me foi apresentada na escola. Sem dúvidas um classicão atemporal.
As Leis do Sol
4.1 13Parece um filme educativo pra entrar na seita do "mestre" Ryuho Okawa, que afirma ser a reencarnação do próprio buda.
Vale a pena ver pela mistura de religiões e os iluminados de cada tempo, mas só isso mesmo.
Shiki Oriori: O Sabor da Juventude
3.6 103 Assista Agorameh
Maria Antonieta
3.7 1,3K Assista AgoraSofia Coppola não quis fazer um retrato das ideias iluministas, a independência dos Estados Unidos com a ajuda da França ou relatar, de fato, a revolução francesa. O filme é sobre a Maria Antonieta, nascida austríaca e transformada na última rainha da França.
Só quotando as últimas frases desse casal:
Louis XVI: Are you admiring your lime avenue?
Marie-Antoinette: I'm just saying good-bye.
A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça
3.8 1,4K Assista AgoraUma boa sinopse, uma boa premissa, mas pecou no seu desenvolvimento.
Os pontos positivos são: A estética gótica (que, por sinal, já é marca registrada do Tim Burton), como, por exemplo: a ambientação e a vestimenta dos personagens. Os pontos negativos superaram os positivos, o começo nos instiga, quem é o cavaleiro sem cabeça ou quem o controla? Porém, o desenvolvimento foi confuso, sem deixar pistas para que o telespectador pudesse indagar-se quem controla o cavaleiro, e no final, quem o controlava, era uma personagem que pouco apareceu ou foi ao menos desenvolvida durante o filme. Tim Burton me encanta muito mais com suas animações do que, de fato, os seus filmes "reais". Superestimado.
300: A Ascensão do Império
3.2 1,6K Assista AgoraEva Green é a estrela desse filme. Que mulher.
A Ganha-Pão
4.4 280 Assista grátisFILMÃO AF
Pérolas no Mar
4.2 148chorei do começo ao fim. inclusive quando eles discutiam sobre o passado: e se nós não tivéssemos terminado, e se você não tivesse ido embora ou tido coragem pra entrar no trem junto comigo! o "e se" é muito marcante neste filme.
Capitu
4.5 631Eu queria me esquecer de tudo e ver novamente. Esquecer de novo, ver de novo. Esquecer, rever. Marcante.
Estou Aqui
4.2 730Sem dúvidas, é um curta sobre amor. Amar é ceder, amar é doar, mas até que ponto isso é saudável, sabe? Passei um bom tempo tentando entender se o fato do protagonista e alguns outros robôs serem, de fato, robôs. Perguntei-me se eles representavam alguma minoria social, se eram deficientes, negros, asiáticos, tentei ir mais longe! Porém, no fim, o que o filme me mostrou, de verdade, é uma história de amor, seja ele abusivo ou tóxico. Três estrelas e meio!
Língua - Vida em Português
4.0 28"Quase me apetece dizer que não há uma Língua Portuguesa. Há línguas em português. É uma língua que tinha de passar, inevitavelmente, por transformações segundo os lugares onde a falam, as culturas e as influências. Mas isso não tira nada da evidência de que trata do corpo da língua portuguesa. É um corpo espalhado pelo mundo." (José Saramago).
Documentário riquíssimo, tanto informativo como poético, mostrando não só como a língua portuguesa se desenvolveu e continua a transformar-se, mas a essência dos povos, da cultura lusófona. Essencial pra quem trabalha, escrevendo ou ensinando português.