Gostei mais que da temporada anterior. Há muitos momentos de adrenalina e suspense bastante criativos, principalmente envolvendo os zumbis. Resumindo, a ação é o ponto forte, a parte do drama é que se torna enfadonha e cansativa às vezes, principalmente na relação entre Megan e o filho. Ainda assim, os méritos superam as falhas, principalmente quando fica atestado que Negan é o personagem mais interessante e complexo do universo TWD. Menção honrosa para a fotografia e a cinematografia em geral.
Como um longa de duas horas e meia consegue ser tão superficial na abordagem das relações entre alguns personagens? Falta coesão, falta profundidade. E em termos estéticos, o excesso de digitalização me decepciona muito também, poucos quadros entregam beleza, pois a maioria das cenas é muito tratada e artificial. Poxa, até os ratinhos são de CGI... na boa, a computação gráfica destruiu o cinema. Eu sou admiradora das coisas mais orgânicas. Não tem a marca do Del Toro, é genérico. Não gostei não.
Filme de Zumbi com baixíssimo orçamento bastante digno, viu? Conseguiu trazer certa originalidade em um gênero já tão gasto e saturado. Não tem muita pirotecnia, nem muita ação, nem muita energia. Aqui, tenta-se trazer uma ideia mais realista e introspectiva mesclada com toques de leveza e até um pouco de humor. Isso funciona em alguns momentos, mas em outros, não. A ambientação é seu maior trunfo, a fotografia é boa e os quadros da natureza emolduraodos em alguns takes são belos. Na somativa, ainda vale ser conferido.
Filme que exala poesia tanto nas imagens quanto nas palavras. "Mas Buda, misericordiosamente, nos fez cegas para que não pudéssemos ver o inferno deste mundo". Essa frase gera reflexões e, diante do desenrolar da trama, escancara o fato de que o inferno não necessita ser visto para ser vivido ou sentido, e que a cegueira consequentemente priva de enxergar as belezas do mundo, mas esta mesma beleza pode ser sentida também. "Eu não o vi, mas eu vi o coração dele, tão belo e tão bondoso como nenhum outro."
Essa pessoa com essa peruca tosca e essa maquiagem de defunto tira qualquer credibilidade do filme. Não dá pra levar a sério. A fotografia é horrorosa. O filme é artificial em todos os sentidos possíveis e falha miseravelmente ao tentar ser estranho e diferentão. Ruim demais!
O filme é um grande desperdício de potencial. Poderia ter sido um divertidíssimo trash se tivesse dado mais tempo de tela para o gore, violência e humor oferecidos nos ataques do lobisomem falante e sacana. A diversão sanguinolenta perde muito espaço para o romance investigativo bobo, transformando a maior parte do longa numa bobagem adolescente padrão Nickelodeon. Uma pena!
As vezes é disso que a gente precisa: picaretagem e canastrice. Vírus é o puro suco da diversão que o cinema trash pode oferecer. Uma deliciosa salada de frutas que mistura vários elementos e recursos tão presentes no cinema B dos anos 80. Para mim, essa colagem funcionou. O filme não perde a dinâmica, está sempre em um bom ritmo. Na medida do possível, a película apresenta certa preocupação em desenvolver a personalidade dos personagens e ainda se ocupa de uma mensagem social simples e objetiva sem deixar que a narrativa se torne sisuda. Há cenas muito criativas e muito gore. Dá para ser feliz nos seus cem minutos de duração se não assistir com enormes pretensões. Recomendadíssimo.
Uma ótima obra cinematográfica do terror moderno. O interessante é que se trata de um roteiro bastante original mas que se fortalece em inspirações do universo thriller e giallo dos anos 70. As referências do diretor são notáveis aos olhares mais atentos. Me remeteu muito ao excelente "Perfume da Senhora de Preto" e também a algumas obras do mestre Dario Argento. Dito isso, aqui o diretor demonstra talento ao conseguir imprimir uma atmosfera de tensão e suspense em que o macabro seduz e prende o expectador do início ao fim. O texto é simples e coeso, o que ajuda a entrar na trama. Há também alguns quadros de estranha beleza. Sim: o terror pode ser belo. E o cinema desse gênero carece de mais obras assim.
Há uma mescla entre cenas grotescas de pesca predatória em que ocorre uma chacina real de tubarões e outros animais marinhos e cenas de amor livre, curtição e hedonismo embalados por uma trilha cafona em um cenário paradisíaco... o resultado é um produto sem coesão de gosto duvidoso que irá decepcionadar o público que provavelmente espera um filme de ataques sanguinolentos de um tubarão implacável. Na realidade aqui o tubarão nem é o verdadeiro predador. Não deixa de oferecer alguma diversão, mas...
E não, o gore não salva. Nesse caso o gore não orna com todo o contexto e nem deveria estar nesse tipo "asséptico" de filme que vem sendo produzido pela indústria cinematográfica...
É um filme que causa vertigem e tontura, a câmera fica girando, girando e girando a maior parte do tempo, e só de lembrar eu já me sinto zonza. Se torna um recurso irritante e exagerado. Desnecessário. Além disso, várias outras coisas também não funcionam, como a atuação do Clifton Collins, por exemplo, que é pura canastrice. O ponto alto aqui é Samantha Stone, que está no auge de sua beleza.
Dentre as referências que o diretor utiliza, a mais evidente (e talvez mais descarada) é a do excelente A Mulher de Areia (1964). Quem já assistiu à película de Hiroshi Teshigahara, ou tiver pelo menos a curiosidade de ler a sinopse da obra, saberá do que estou falando. Ele claramente pega o argumento desse clássico da Nouvelle Vague japonesa e traveste com a roupagem do pós terror. O resultado é bom? Não. Temos pouco mais de uma hora e meia de uma trama que não se desenvolve num bom ritmo, deixando o filme arrastado e cansativo. O longa conta com alguns raros momentos de beleza garantidos pela boa fotografia e pelos belos quadros da paisagem, no entanto, o resultado final é apenas medíocre.
Negócio é o seguinte: me parece que os idealizadores tinham roteiro para uns quatro filmes, mas enfiaram tudo em um filme só... o terceiro ato da história é uma sequência de vários plots twists carpados. No mais, é uma obra incoesa que, em alguns momentos, acerta na atmosfera, na tensão e compõe belos quadros na tela. Não vou dizer que foi ruim. Também não foi tão bom assim...
Um filme em que, na minha concepção, nada funcionou. Extremamente sem "punch", ainda que contenha doses de violência. Carrega uma boa tese/crítica social? Sim! Porém, sendo apenas o texto pelo texto, eu preferiria ter lido um artigo, pois a forma como as coisas foram feitas dentro da linguagem cinematográfica para transmitir a mensagem tornou tudo extremamente mal desenvolvido, leviano e até mesmo patético. Não sei como um diretor que fez filmes como Pieta e The Coast Guard conseguiu perder tanto a mão.
Filme horroroso! Nota superestimada. Longa que, na prática, é totalmente trash, mas na teoria tem pretensão de ser sério e cabeça, sem apresentar condição nenhuma para isso. Perdendo a oportunidade de ser divertido, se torna apenas chato e cansativo.
Decepcionada pois esperava mais por se tratar de um bom diretor, com um trabalho extremamente regular e competente. Se é verdade que praticamente todo bom diretor precisa de um filme ruim no currículo, eis aqui a nódoa no currículo do Bong Joon-Ho. Que os filmes de qualidade duvidosa dele parem por aqui, esse eu nem consegui assistir mais que 40 minutos...
Muitos comentários fazem a relação entre este ótimo filme de Aldo Lado e The Last House on the Left, o que faz todo sentido; aliás, L'Ultimo Treno della Notte me agrada mais que a película americana em termos de atmosfera, de feitura, de roteiro e de maturidade. Mas o que me chamou atenção de verdade foi uma segunda (provavelmente primeira) intertextualidade observada: A Fonte da Donzela, obra-prima e seminal de Bergman, ecoa a todo momento no enredo dirigido por Lado. A afirmação também é claramente recíproca em relação ao produto de Craven e, consequentemente, em relação a muitos outros filmes com o mesmo argumento dos quais possamos nos lembrar.
Filme extremamente bem executado, com um roteiro permeado de clichês que funcionam e deixam tudo amarradinho e divertido. Aliás, tudo aqui funciona: os personagens, a dinâmica, o humor... a edição de cenas é um show de técnica e adrenalina do início ao fim! Schwarzenegger não decepciona no papel de linha dura, que já interpretou à exaustão, está ótimo em cena. Há sempre nele aquela aura de canastrice que eu adoro, agora com as devidas pinceladas dadas pelo avançar da idade. E o bacana é que o próprio filme flerta com essa questão e a contextualiza na trama. Está aí um belo exemplar de filme atual que sabe dosar a nostalgia e os elementos clássicos de gêneros como ação e Western, sem deixar de ser repaginado, moderno. Jee Woon mostra que não só tem o domínio da técnica e das câmeras, mas também entende do riscado quando o assunto é entregar o que promete: diversão e entretenimento de qualidade!
The Walking Dead: Dead City (2ª Temporada)
3.0 33Gostei mais que da temporada anterior. Há muitos momentos de adrenalina e suspense bastante criativos, principalmente envolvendo os zumbis. Resumindo, a ação é o ponto forte, a parte do drama é que se torna enfadonha e cansativa às vezes, principalmente na relação entre Megan e o filho. Ainda assim, os méritos superam as falhas, principalmente quando fica atestado que Negan é o personagem mais interessante e complexo do universo TWD. Menção honrosa para a fotografia e a cinematografia em geral.
The Walking Dead: Dead City (1ª Temporada)
3.4 76 Assista AgoraA temporada tem seus bons momentos. Destaque para a cinematografia em geral, principalmente a fotografia.
Frankenstein
3.7 598 Assista AgoraComo um longa de duas horas e meia consegue ser tão superficial na abordagem das relações entre alguns personagens? Falta coesão, falta profundidade. E em termos estéticos, o excesso de digitalização me decepciona muito também, poucos quadros entregam beleza, pois a maioria das cenas é muito tratada e artificial. Poxa, até os ratinhos são de CGI... na boa, a computação gráfica destruiu o cinema. Eu sou admiradora das coisas mais orgânicas. Não tem a marca do Del Toro, é genérico. Não gostei não.
The Walking Dead: The Ones Who Live (1ª Temporada)
3.7 91 Assista AgoraFraquíssima. Vale pela satisfação de ver um final feliz de dois personagens queridos que são lindos juntos.
poxa, não saiu uma lágrima dos olhos da prole no reencontro com os pais.
Famintos
2.9 68 Assista AgoraFilme de Zumbi com baixíssimo orçamento bastante digno, viu? Conseguiu trazer certa originalidade em um gênero já tão gasto e saturado. Não tem muita pirotecnia, nem muita ação, nem muita energia. Aqui, tenta-se trazer uma ideia mais realista e introspectiva mesclada com toques de leveza e até um pouco de humor. Isso funciona em alguns momentos, mas em outros, não. A ambientação é seu maior trunfo, a fotografia é boa e os quadros da natureza emolduraodos em alguns takes são belos. Na somativa, ainda vale ser conferido.
Balada de Orin
4.0 5Filme que exala poesia tanto nas imagens quanto nas palavras. "Mas Buda, misericordiosamente, nos fez cegas para que não pudéssemos ver o inferno deste mundo". Essa frase gera reflexões e, diante do desenrolar da trama, escancara o fato de que o inferno não necessita ser visto para ser vivido ou sentido, e que a cegueira consequentemente priva de enxergar as belezas do mundo, mas esta mesma beleza pode ser sentida também. "Eu não o vi, mas eu vi o coração dele, tão belo e tão bondoso como nenhum outro."
Violett
1.9 4Essa pessoa com essa peruca tosca e essa maquiagem de defunto tira qualquer credibilidade do filme. Não dá pra levar a sério. A fotografia é horrorosa. O filme é artificial em todos os sentidos possíveis e falha miseravelmente ao tentar ser estranho e diferentão. Ruim demais!
A Fera Assassina
2.1 51O filme é um grande desperdício de potencial. Poderia ter sido um divertidíssimo trash se tivesse dado mais tempo de tela para o gore, violência e humor oferecidos nos ataques do lobisomem falante e sacana. A diversão sanguinolenta perde muito espaço para o romance investigativo bobo, transformando a maior parte do longa numa bobagem adolescente padrão Nickelodeon. Uma pena!
Os Predadores da Noite
2.7 35As vezes é disso que a gente precisa: picaretagem e canastrice. Vírus é o puro suco da diversão que o cinema trash pode oferecer. Uma deliciosa salada de frutas que mistura vários elementos e recursos tão presentes no cinema B dos anos 80. Para mim, essa colagem funcionou. O filme não perde a dinâmica, está sempre em um bom ritmo. Na medida do possível, a película apresenta certa preocupação em desenvolver a personalidade dos personagens e ainda se ocupa de uma mensagem social simples e objetiva sem deixar que a narrativa se torne sisuda. Há cenas muito criativas e muito gore. Dá para ser feliz nos seus cem minutos de duração se não assistir com enormes pretensões. Recomendadíssimo.
Sisu: Uma História De Determinação
3.5 295 Assista AgoraSe o tétano não matou nosso herói, realmente nada mais o mataria...
Oddity: Objetos Obscuros
3.3 241 Assista AgoraUma ótima obra cinematográfica do terror moderno. O interessante é que se trata de um roteiro bastante original mas que se fortalece em inspirações do universo thriller e giallo dos anos 70. As referências do diretor são notáveis aos olhares mais atentos. Me remeteu muito ao excelente "Perfume da Senhora de Preto" e também a algumas obras do mestre Dario Argento. Dito isso, aqui o diretor demonstra talento ao conseguir imprimir uma atmosfera de tensão e suspense em que o macabro seduz e prende o expectador do início ao fim. O texto é simples e coeso, o que ajuda a entrar na trama. Há também alguns quadros de estranha beleza. Sim: o terror pode ser belo. E o cinema desse gênero carece de mais obras assim.
Assassino dos Mares
2.4 11Há uma mescla entre cenas grotescas de pesca predatória em que ocorre uma chacina real de tubarões e outros animais marinhos e cenas de amor livre, curtição e hedonismo embalados por uma trilha cafona em um cenário paradisíaco... o resultado é um produto sem coesão de gosto duvidoso que irá decepcionadar o público que provavelmente espera um filme de ataques sanguinolentos de um tubarão implacável. Na realidade aqui o tubarão nem é o verdadeiro predador. Não deixa de oferecer alguma diversão, mas...
Dead Night
2.0 11Lifetime meets Investigation Discovery.
E não, o gore não salva. Nesse caso o gore não orna com todo o contexto e nem deveria estar nesse tipo "asséptico" de filme que vem sendo produzido pela indústria cinematográfica...
Assassinatos em Série
2.2 13É um filme que causa vertigem e tontura, a câmera fica girando, girando e girando a maior parte do tempo, e só de lembrar eu já me sinto zonza. Se torna um recurso irritante e exagerado. Desnecessário. Além disso, várias outras coisas também não funcionam, como a atuação do Clifton Collins, por exemplo, que é pura canastrice. O ponto alto aqui é Samantha Stone, que está no auge de sua beleza.
The Queen of Black Magic
3.0 23Genérico e ruim, não tem nada em comum com o divertido, orgânico e autêntico trash cult de 1981 além do nome e da referência a Murni.
A Semeadura
2.4 20 Assista AgoraDentre as referências que o diretor utiliza, a mais evidente (e talvez mais descarada) é a do excelente A Mulher de Areia (1964). Quem já assistiu à película de Hiroshi Teshigahara, ou tiver pelo menos a curiosidade de ler a sinopse da obra, saberá do que estou falando. Ele claramente pega o argumento desse clássico da Nouvelle Vague japonesa e traveste com a roupagem do pós terror. O resultado é bom? Não. Temos pouco mais de uma hora e meia de uma trama que não se desenvolve num bom ritmo, deixando o filme arrastado e cansativo. O longa conta com alguns raros momentos de beleza garantidos pela boa fotografia e pelos belos quadros da paisagem, no entanto, o resultado final é apenas medíocre.
Impetigore: Herança Maldita
3.1 79 Assista AgoraNegócio é o seguinte: me parece que os idealizadores tinham roteiro para uns quatro filmes, mas enfiaram tudo em um filme só... o terceiro ato da história é uma sequência de vários plots twists carpados. No mais, é uma obra incoesa que, em alguns momentos, acerta na atmosfera, na tensão e compõe belos quadros na tela. Não vou dizer que foi ruim. Também não foi tão bom assim...
Dente por Dente
3.1 20 Assista AgoraUm filme em que, na minha concepção, nada funcionou. Extremamente sem "punch", ainda que contenha doses de violência. Carrega uma boa tese/crítica social? Sim! Porém, sendo apenas o texto pelo texto, eu preferiria ter lido um artigo, pois a forma como as coisas foram feitas dentro da linguagem cinematográfica para transmitir a mensagem tornou tudo extremamente mal desenvolvido, leviano e até mesmo patético. Não sei como um diretor que fez filmes como Pieta e The Coast Guard conseguiu perder tanto a mão.
O Peso do Talento
3.4 271 Assista AgoraÉ metalinguagem. É Nicolas Cage, o rei dos filmes ruins, em mais um filme ruim. Genial!
Pesadelo Futuro
3.2 21Filme horroroso! Nota superestimada. Longa que, na prática, é totalmente trash, mas na teoria tem pretensão de ser sério e cabeça, sem apresentar condição nenhuma para isso. Perdendo a oportunidade de ser divertido, se torna apenas chato e cansativo.
Expresso do Amanhã
3.5 1,3K Assista grátisDecepcionada pois esperava mais por se tratar de um bom diretor, com um trabalho extremamente regular e competente. Se é verdade que praticamente todo bom diretor precisa de um filme ruim no currículo, eis aqui a nódoa no currículo do Bong Joon-Ho. Que os filmes de qualidade duvidosa dele parem por aqui, esse eu nem consegui assistir mais que 40 minutos...
Foi Deus Quem Mandou
3.4 23 Assista AgoraDatado. Envelheceu super mal, infelizmente.
Assassinatos do Expresso da Meia-Noite
3.2 11Muitos comentários fazem a relação entre este ótimo filme de Aldo Lado e The Last House on the Left, o que faz todo sentido; aliás, L'Ultimo Treno della Notte me agrada mais que a película americana em termos de atmosfera, de feitura, de roteiro e de maturidade. Mas o que me chamou atenção de verdade foi uma segunda (provavelmente primeira) intertextualidade observada: A Fonte da Donzela, obra-prima e seminal de Bergman, ecoa a todo momento no enredo dirigido por Lado. A afirmação também é claramente recíproca em relação ao produto de Craven e, consequentemente, em relação a muitos outros filmes com o mesmo argumento dos quais possamos nos lembrar.
O Último Desafio
3.4 841 Assista AgoraFilme extremamente bem executado, com um roteiro permeado de clichês que funcionam e deixam tudo amarradinho e divertido. Aliás, tudo aqui funciona: os personagens, a dinâmica, o humor... a edição de cenas é um show de técnica e adrenalina do início ao fim! Schwarzenegger não decepciona no papel de linha dura, que já interpretou à exaustão, está ótimo em cena. Há sempre nele aquela aura de canastrice que eu adoro, agora com as devidas pinceladas dadas pelo avançar da idade. E o bacana é que o próprio filme flerta com essa questão e a contextualiza na trama. Está aí um belo exemplar de filme atual que sabe dosar a nostalgia e os elementos clássicos de gêneros como ação e Western, sem deixar de ser repaginado, moderno. Jee Woon mostra que não só tem o domínio da técnica e das câmeras, mas também entende do riscado quando o assunto é entregar o que promete: diversão e entretenimento de qualidade!