Solidão iluminada por neon verde molhada de chuva, melada de sorvete, cheirando a cigarro numa Hong Kong sedutora e decadente.
Um filme visualmente sexy e poético que te arrebata com seus personagens complexos, interessantes e que são diariamente sufocados pela realidade de suas vidas. Todos estão perdidos nos seus próprios delírios. Anjos caídos. Gente excêntrica, maluca e febril mas que te fazem rir.
Embora o personagem principal seja a solidão, wong kar wai cria uma atmosfera magnética com seus ângulos de câmera trêmula e próxima ao rosto - aprofundando nos olhares, tristezas e loucuras de cada um - sendo impossível não ser tocado pelas histórias dos personagens.
Eles buscam afeto mas parecem querer fugir dele. Usam a violência e o sexo pra anestesiar a vida vazia e sem significado. Tomam atitudes impulsivas pra não serem esquecidas. No fim, só buscam por conexões genuínas. "Mesmo que a solidão seja a protagonista do filme, a mensagem que ele passa é outra. Os personagens querem ser encontrados, lembrados e amados."
"Most people fall in love for the first time as teenagers. I guess I'm a late bloomer. Maybe I'm too picky. On May 30, 1995, I finally fell in love for the first time. It was raining that night. When I looked at her, I suddenly felt like I was a store. And she was me. Without any warning, she suddenly enters the store. I don't know how long she'll stay. The longer the better, of course."
"Forget him, and it's like forgetting everything. All sense of direction seems lost, like losing oneself. Forget him, and it's like forgetting the joy of life. It's like a stab in the heart, bleeding and in agony."
"You rub elbows with a lot of people every day. Some strangers might become your friends or even confidants. So I never turn my back on a chance to rub elbows. Sometimes I rub till I bleed. No big deal, as long as I'm happy. That night, I ran into that woman again. I knew very well we'd never be friends or confidants. We'd had too many chances to rub elbows in the past. We had rubbed elbows till our clothes tore, but still no sparks. Maybe it was the weather, but that evening I felt a spark."
Uma das fotografias mais bonitas que já vi num filme na vida, e já vi muitos filmes. In the Mood for Love é arte, música e poesia. É desejo visceral e tudo que é dito no silêncio. Um filme que te seduz nas cores, nos diálogos, nos olhares e na trilha sonora. Belíssimo e encantador.
Se eu fosse fazer um filme algum dia, gostaria que fosse com esse nível de direção de arte e dir. de fotografia. Absurdo o que foi feito aqui.
Siempre que te pregunto Que, cuándo, cómo y dónde Tú siempre me respondes Quizás, quizás, quizás
Y así pasan los días Y yo, desesperando Y tú, tú contestando Quizás, quizás, quizás
Estás perdiendo el tiempo Pensando, pensando Por lo que más tú quieras ¿Hasta cuándo? ¿Hasta cuándo?
Chow: I sometimes wonder what I'd be if I hadn't married. Have you ever thought of that? Su: Maybe happier.
Chow: I thought we wouldn't be like them. But I was wrong.
Su: Why did you call me at the office today? Chow: I had nothing to do. I wanted to hear your voice
Su: I didn't think you'd fall in love with me. Chow: I didn't either. I was only curious to know how it started. Now I know. Feelings can creep up just like that. I thought I was in control.
Chow: In the old days, if someone had a secret they didn't want to share... you know what they did? Ah Ping: Have no idea. Chow: They went up a mountain, found a tree, carved a hole in it, and whispered the secret into the hole. Then they covered it with mud. And leave the secret there forever. Ah Ping: What a pain! I'd just go to get laid. Chow: Not everyone's like you.
O filme que eu estava precisando assistir, foi como um abraço. Não vou entrar em aspectos técnicos (que estão incríveis) mas o que mais marcou aqui foi o que esse filme me causou no coração. Me emocionei em várias cenas.
Nós adultos, precisamos ora ou outra de filmes como esse pra não esquecermos de sonhar e do que realmente importa.
Enquanto assistia esqueci dos problemas e tristezas da vida adulta. O cinema, é também um lugar pra se refugiar, assim como o chocolate.
Entre tantas coisas das quais eu poderia falar sobre esse filme, vou apenas citar a importância em se cultivar conexões reais, profundas e saudáveis com as pessoas. Seja no amor, na amizade, ou familiares.
A profundidade, complexidade e intensidade das relações humanas em todos os seus aspectos, são escancaradas aqui.
Os diálogos, a solidão dos personagens, suas decisões e maneira de viver me prenderam do início ao fim. As atuações do Colin Farrell como Pádraic, e da Kerry Condon como Siobhan, estão IMPECÁVEIS. A ambientação, roteiro, fotografia, diálogos desse filme me fizeram relembrar os motivos dos quais sou apaixonado por cinema, uma obra de arte.
Estou DESTRUÍDO. E não sei como juntar os pedaços de mim novamente.
Esse filme é poesia que anda. De uma sensibilidade palpável.
A representação mais fiel e crua de como nós, LGBTs, vamos nos moldando, reprimindo e sofrendo com os comentários, julgamentos e opressões das pessoas, por mais sutis ou diretos que sejam, durante toda a vida.
Como algo tão natural e belo pode se transformar em um história triste pelo medo do não pertencimento, do se sentir diferente. Como tudo seria mais simples se apenas pudéssemos viver nossas vidas sem temer o preconceito alheio, os olhares, a falta de tato e de noção das pessoas. Como as violências mesmo que consideradas "bobas" podem ferir alguém.
Como dói o abandono de quem vê no outro um universo inteiro. Ali, Remi sentiu a pior dor do mundo.
Tudo poderia ter sido diferente. A poesia da vida está em ser quem se é. Da forma mais pura e honesta possível.
Segundo filme do Asghar Farhadi que assisti, o primeiro foi "O Apartamento". Mais uma vez fui imergido nas diferenças culturais do cinema Iraniano com detalhes que muitas vezes nos chocam e nos fazem refletir nessas diferenças tão marcantes. Presenciamos em toda película o poder e a influencia (o medo e a culpa) que a religião ocupa na vida de cada uma daquelas pessoas. Deixando de lado seus sonhos, desejos, suas necessidades pessoais e até mesmo a verdade por causa dela.
Grande parte dos personagens possuem problemáticas, todos ali cometem erros e falhas. Muitos parecem esconder algo. São demasiadamente humanos. Você não consegue ou quer torcer por um ou outro personagem mas torce até o fim pela verdade.
O filme foi lindamente dirigido, com atuações maravilhosas, trazendo em seu final o que para mim foi o principal momento do filme. Ali você entende tudo! O peso de uma criança em precisar escolher com qual dos pais quer morar e conviver. O impacto disso em sua vida. O casal exala frieza de ambas as partes e a filha parece ser o elo emocional entre eles. Ela é quem mostra, em alguns momentos, ser a única que tem esperança na reconciliação dos pais.
Achei interessante a forma como o curta foi filmado. Os planos da câmera, ora mais abertos, com borrões e sem nitidez representando a rotina das nossas vidas e a falta de significado nisso. Quando fazemos sempre as mesmas coisas não precisamos sequer enxergar tão bem, pois tudo é igual. A irrelevância do tempo, a monotonia, o vazio, a falta de perspectiva. Ora planos fechados nos rostos dos personagens, com melhor qualidade, agora mostrando a agonia de se viver assim.
Ali, tudo pode ser substituído. Quando você está apático perante sua própria vida nada tem um real significado. É como se fosse um borrão, você não sente a vida, apenas existe.
"O mundo é cego, e tu vens exatamente dele" "Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho."
— Dante Alighieri
Um filme cru. Cheio de questões filosóficas e sociopolíticas. A violência exacerbada nem é o que mais me chamou atenção ali, e sim a apatia e frieza perfeitamente inseridas na construção do personagem principal — um psicopata narcisista que se perde em si mesmo. Críticas escancaradas a uma sociedade misógina, governos armamentistas, entre outras questões importantes que são também abordadas na película. A atuação do Matt Dillon está impecável e nos faz imergir nessa loucura toda até o inferno.
"I believe that heaven and hell are one and the same. The soul belongs to heaven and the body to hell. The soul is the reason, and the body is all the dangerous things."
Rivalidade Amigável
4.0 10todo mundo sabe que a gaga canetou paparazzi pra jaeyi e seulgi
HYERI <3
Robô Selvagem
4.3 561Uma robô um ganso e uma raposa me fazendo chorar
maravilhoso
encantador
cinema é magia.
Alguns filmes são como abraços. Robô Selvagem é um bom exemplo.
Anjos Caídos
4.0 297 Assista AgoraSolidão iluminada por neon verde
molhada de chuva, melada de sorvete, cheirando a cigarro numa Hong Kong sedutora e decadente.
Um filme visualmente sexy e poético que te arrebata com seus personagens complexos, interessantes e que são diariamente sufocados pela realidade de suas vidas. Todos estão perdidos nos seus próprios delírios. Anjos caídos. Gente excêntrica, maluca e febril mas que te fazem rir.
Embora o personagem principal seja a solidão, wong kar wai cria uma atmosfera magnética com seus ângulos de câmera trêmula e próxima ao rosto - aprofundando nos olhares, tristezas e loucuras de cada um - sendo impossível não ser tocado pelas histórias dos personagens.
Eles buscam afeto mas parecem querer fugir dele. Usam a violência e o sexo pra anestesiar a vida vazia e sem significado. Tomam atitudes impulsivas pra não serem esquecidas. No fim, só buscam por conexões genuínas.
"Mesmo que a solidão seja a protagonista do filme, a mensagem que ele passa é outra. Os personagens querem ser encontrados, lembrados e amados."
"Most people fall in love for the first time as teenagers. I guess I'm a late bloomer. Maybe I'm too picky. On May 30, 1995, I finally fell in love for the first time. It was raining that night. When I looked at her, I suddenly felt like I was a store. And she was me. Without any warning, she suddenly enters the store. I don't know how long she'll stay. The longer the better, of course."
"Forget him, and it's like forgetting everything.
All sense of direction seems lost, like losing oneself. Forget him, and it's
like forgetting the joy of life. It's like a stab in the heart, bleeding and in
agony."
"You rub elbows with a lot of people every day. Some strangers might become your friends or even confidants. So I never turn my back on a chance to rub elbows. Sometimes I rub till I bleed. No big deal, as long as I'm happy. That night, I ran into that woman again. I knew very well we'd never be friends or confidants. We'd had too many chances to rub elbows in the past. We had rubbed elbows till our clothes tore, but still no sparks. Maybe it was the weather, but that evening I felt a spark."
Wong kar wai sabe fazer filme.
Amor à Flor da Pele
4.3 525Wong Kar Wai me fazendo torcer por um adultério.
Uma das fotografias mais bonitas que já vi num filme na vida, e já vi muitos filmes. In the Mood for Love é arte, música e poesia. É desejo visceral e tudo que é dito no silêncio. Um filme que te seduz nas cores, nos diálogos, nos olhares e na trilha sonora. Belíssimo e encantador.
Se eu fosse fazer um filme algum dia, gostaria que fosse com esse nível de direção de arte e dir. de fotografia. Absurdo o que foi feito aqui.
Siempre que te pregunto
Que, cuándo, cómo y dónde
Tú siempre me respondes
Quizás, quizás, quizás
Y así pasan los días
Y yo, desesperando
Y tú, tú contestando
Quizás, quizás, quizás
Estás perdiendo el tiempo
Pensando, pensando
Por lo que más tú quieras
¿Hasta cuándo? ¿Hasta cuándo?
Chow: I sometimes wonder what I'd be if I hadn't married. Have you ever thought of that?
Su: Maybe happier.
Chow: I thought we wouldn't be like them. But I was wrong.
Su: Why did you call me at the office today?
Chow: I had nothing to do. I wanted to hear your voice
Su: I didn't think you'd fall in love with me.
Chow: I didn't either. I was only curious to know how it started. Now I know. Feelings can creep up just like that. I thought I was in control.
Chow: In the old days, if someone had a secret they didn't want to share... you know what they did?
Ah Ping: Have no idea.
Chow: They went up a mountain, found a tree, carved a hole in it, and whispered the secret into the hole. Then they covered it with mud. And leave the secret there forever.
Ah Ping: What a pain! I'd just go to get laid.
Chow: Not everyone's like you.
Ilhados Com a Sogra (2ª Temporada)
3.5 38assisti por ter um homem trans no elenco do reality e foi muito bem representado pelo miguel.
Only You
3.5 2nem estreou e já é o gl do século
The Secret Of Us
4.2 6o casal mais fofo e lindo do mundo
entregaram atuações e beleza, lingling sirilak kwong é apaixonante! Que mulher maravilhosa
Retrato de uma Jovem em Chamas
4.4 962provavelmente o maior filme de romance do século
23.5
4.1 9 Assista Agoraimpossível não morrer de amores pela SUN <3 fofíssima.
Love pattranite você sempre será famosa. E a namoradinha da adolescência do sonho de todo mundo
Meu Primeiro Verão
3.9 65 Assista Agorameu filme de conforto emocional <3
tão lindo poético e fofo.
Clube da Luta Para Meninas
3.4 266 Assista AgoraABSOLUTE CINEMA
Um Fascinante Novo Mundo
3.5 127vanessa kirby, mulher, você é sublime.
completamente apaixonado e devastado (mais uma vez)
Furiosa: Uma Saga Mad Max
3.7 695 Assista Agoraanya taylor joy carregou o filme no olhar
A Sociedade da Neve
4.2 782 Assista Agoraagonia do início ao fim. To impactado com tudo que vi.
Essa história mexe demais comigo, como somos frágeis mas ao mesmo tempo completamente fortes.
A decisão (e ação) de dois jovens mudou a vida de todos os demais, e os salvou.
[spoiler][/spoiler]
Yellowjackets (1ª Temporada)
3.8 231 Assista AgoraA TRILHA SONORA PERFEITA EXISTE SIM
abraços
Saltburn
3.5 931também queremos ver gays trambiqueiros
muito bom!
o que foram essas atuações?? PERFEITAS.
Barry Keoghan, Alison Oliver e Rosamund Pike estão impecáveis! Deram aulas.
Wonka
3.4 456 Assista AgoraMágico. Lindo. Encantador.
O filme que eu estava precisando assistir, foi como um abraço. Não vou entrar em aspectos técnicos (que estão incríveis) mas o que mais marcou aqui foi o que esse filme me causou no coração. Me emocionei em várias cenas.
Nós adultos, precisamos ora ou outra de filmes como esse pra não esquecermos de sonhar e do que realmente importa.
Enquanto assistia esqueci dos problemas e tristezas da vida adulta. O cinema, é também um lugar pra se refugiar, assim como o chocolate.
As cenas da menina com a girafa, dela voltando a sonhar ao conviver com o wonka, a magia do cinema é isso.
Que Horas Eu Te Pego?
3.3 548A J Law sempre me arranca risadas, não tem jeito.
Entre tantas coisas das quais eu poderia falar sobre esse filme, vou apenas citar a importância em se cultivar conexões reais, profundas e saudáveis com as pessoas. Seja no amor, na amizade, ou familiares.
E que bela conexão tiveram o Percy e a Maddie.
Duas pessoas totalmente improváveis, mas que decidiram permanecer na vida um do outro.
A vida é sobre valorizar essas conexões reais, honestas. É saber valorizar isso.
Os Banshees de Inisherin
3.9 594 Assista AgoraSomos todos uma ilha.
A profundidade, complexidade e intensidade das relações humanas em todos os seus aspectos, são escancaradas aqui.
Os diálogos, a solidão dos personagens, suas decisões e maneira de viver me prenderam do início ao fim. As atuações do Colin Farrell como Pádraic, e da Kerry Condon como Siobhan, estão IMPECÁVEIS. A ambientação, roteiro, fotografia, diálogos desse filme me fizeram relembrar os motivos dos quais sou apaixonado por cinema, uma obra de arte.
Close
4.2 656Estou DESTRUÍDO.
E não sei como juntar os pedaços de mim novamente.
Esse filme é poesia que anda. De uma sensibilidade palpável.
A representação mais fiel e crua de como nós, LGBTs, vamos nos moldando, reprimindo e sofrendo com os comentários, julgamentos e opressões das pessoas, por mais sutis ou diretos que sejam, durante toda a vida.
Como algo tão natural e belo pode se transformar em um história triste pelo medo do não pertencimento, do se sentir diferente. Como tudo seria mais simples se apenas pudéssemos viver nossas vidas sem temer o preconceito alheio, os olhares, a falta de tato e de noção das pessoas. Como as violências mesmo que consideradas "bobas" podem ferir alguém.
Como dói o abandono de quem vê no outro um universo inteiro. Ali, Remi sentiu a pior dor do mundo.
Tudo poderia ter sido diferente.
A poesia da vida está em ser quem se é. Da forma mais pura e honesta possível.
Pinóquio por Guillermo del Toro
4.2 553Sublime. Sensível. Único.
Uma perfeição em forma de filme.
A Separação
4.2 732 Assista AgoraSegundo filme do Asghar Farhadi que assisti, o primeiro foi "O Apartamento". Mais uma vez fui imergido nas diferenças culturais do cinema Iraniano com detalhes que muitas vezes nos chocam e nos fazem refletir nessas diferenças tão marcantes. Presenciamos em toda película o poder e a influencia (o medo e a culpa) que a religião ocupa na vida de cada uma daquelas pessoas. Deixando de lado seus sonhos, desejos, suas necessidades pessoais e até mesmo a verdade por causa dela.
Grande parte dos personagens possuem problemáticas, todos ali cometem erros e falhas. Muitos parecem esconder algo. São demasiadamente humanos. Você não consegue ou quer torcer por um ou outro personagem mas torce até o fim pela verdade.
O filme foi lindamente dirigido, com atuações maravilhosas, trazendo em seu final o que para mim foi o principal momento do filme. Ali você entende tudo! O peso de uma criança em precisar escolher com qual dos pais quer morar e conviver. O impacto disso em sua vida. O casal exala frieza de ambas as partes e a filha parece ser o elo emocional entre eles. Ela é quem mostra, em alguns momentos, ser a única que tem esperança na reconciliação dos pais.
Nimic
3.5 67Achei interessante a forma como o curta foi filmado. Os planos da câmera, ora mais abertos, com borrões e sem nitidez representando a rotina das nossas vidas e a falta de significado nisso. Quando fazemos sempre as mesmas coisas não precisamos sequer enxergar tão bem, pois tudo é igual. A irrelevância do tempo, a monotonia, o vazio, a falta de perspectiva. Ora planos fechados nos rostos dos personagens, com melhor qualidade, agora mostrando a agonia de se viver assim.
Ali, tudo pode ser substituído. Quando você está apático perante sua própria vida nada tem um real significado. É como se fosse um borrão, você não sente a vida, apenas existe.
A Casa Que Jack Construiu
3.5 808 Assista Agora"O mundo é cego, e tu vens exatamente dele"
"Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho."
— Dante Alighieri
Um filme cru. Cheio de questões filosóficas e sociopolíticas. A violência exacerbada nem é o que mais me chamou atenção ali, e sim a apatia e frieza perfeitamente inseridas na construção do personagem principal — um psicopata narcisista que se perde em si mesmo. Críticas escancaradas a uma sociedade misógina, governos armamentistas, entre outras questões importantes que são também abordadas na película. A atuação do Matt Dillon está impecável e nos faz imergir nessa loucura toda até o inferno.
"I believe that heaven and hell are one and the same. The soul belongs to heaven and the body to hell. The soul is the reason, and the body is all the dangerous things."
Lars, mais uma vez acertou.