Apesar das boas intenções do diretor, a melhor parte do filme foi ter assistido em live com o Miguel do Peewee e acompanhar ao vivo o momento em que ele foi banido da live da Luísa Sonza.
É um baita filme, tenso e absurdamente bem dirigido, que consolida o Kane como um diretor promissor demais no cenário do terror atual, mal posso esperar pelos próximos projetos dele. Ele não mergulha tão fundo na lore original da série do YouTube quanto eu esperava, então quem nunca assistiu à série provavelmente consegue acompanhar a história numa boa mas quem já conhece o universo criado pelo Kane Pixels talvez sinta falta de um aprofundamento maior. A Renate Reinsve é facilmente a estrela do filme, uma atriz incrível, maravilhosa, que consegue carregar a carga dramática e o desespero da situação de uma forma que te prende do início ao fim. Outra coisa que eu achei muito legal foi a participação do Mark Duplass e da Katharine Isabelle. E no fim das contas, é assim que se adapta uma creepypasta para o cinema e não do jeito desastroso que fizeram em Slender Man.
Um filme dinâmico, com bastante movimento (seja pelos cortes rápidos ou pelas cenas de luta e ação bem coreografadas), previsível em partes, que não se leva a sério e é divertido na medida certa; em vários momentos lembra bastante Kill Bill, do Quentin Tarantino. Resumidamente,
Samara Weaving, a mulher que você é! Essa continuação faz um ótimo trabalho ao expandir o universo, tem uns probleminhas de roteiro aqui e ali, principalmente em decisões meio convenientes ou na falta de algumas tomadas de ação, mas nada que estrague a diversão, a direção compensa com um ritmo frenético que segura o filme o tempo todo. Também preciso dizer: ponto pra Sarah Michelle Gellar que, além de lindíssima (como sempre), traz uma vibe muito boa pro filme (meio elegante, meio perigosa que encaixa perfeitamente nesse universo). Enfim, o filme mantém aquele humor ácido e o gore no ponto certo que todo fã de terror ama e, no ato final, simplesmente serviu cunt.
Vi na pré-estreia e, como fã assumida, eu não tenho como ser imparcial: ver o Ghostface surgindo imponente na telona me deixou genuinamente feliz. Não tem jeito, sou completamente obcecada por essa franquia. A ótima cena de abertura já mostra que a direção sabe construir tensão. E, no geral, acerta bastante nas perseguições. O filme está bem gore, com mortes criativas e viscerais, o que justifica a classificação indicativa. Os assassinos não são previsíveis mas acabam sendo irrelevantes, a motivação é fraca e falta desenvolvimento. Aliás, falta desenvolvimento de personagens no geral e isso pesa porque você não se importa com quem morre porque o filme não constrói empatia. As referências aos originais (especialmente os 2 primeiros) dão um quentinho no coração. O arco da Gale é tão dispensável que praticamente não faria falta se fosse cortado, ela surge quase como um deus ex machina e pronto, parece que não sabiam direito onde encaixar ela. Além disso, o filme traz uma camada de terror psicológico ligada ao mundo digital que é muito perturbadora. Agora, vale a pena ver? Com certeza! Ver o Ghostface naquela tela gigante é uma terapia para quem ama terror. Sem contar que foi muito bom ter a presença da final girl Sidney Prescott de volta, ela faz falta na franquia.
O filme constrói uma trama de terror simples, porém interessante, colocando um animal infectado com raiva contra personagens humanos tão irritantes que torcemos para que morram rápido. Destaque para as mortes, que são brutais e satisfatórias.
Sempre foi um dos meus favoritos da franquia, justamente por praticamente ser um filme sobre fazer filmes, amo esse olhar para o cinema sendo feito: sets, atores interpretando versões de pessoas reais, realidades encenadas dentro de realidades encenadas, o olhar satírico sobre a indústria cinematográfica e Hollywood. Muitos chamam de 'o patinho feio' da franquia e sim, é cafona, a franja da Gale é um crime à parte e o tom beira o Scooby-Doo mas é justamente esse excesso que o torna tão divertido. Pontos positivos para a icônica Jennifer Jolie (Parker Posey) servindo como o duplo cômico de Gale Weathers e a sequência em que a Sidney caminha pelo set que reconstrói o quarto dela e a casa de Woodsboro é genial. Enquanto o resto da franquia discute o gênero, o terceiro filme discute a indústria cinematográfica.
Sentimental Value revela a complexidade quase insuportável da relação entre pai e filha ao expor, ao mesmo tempo, o afeto profundo e a incapacidade de vivê-lo plenamente. Tudo é construído menos pela palavra e mais pela imagem, pelos gestos e por atuações de uma força impressionante. O filme entende que esses personagens não conseguem conversar entre si e é justamente nessa falha que encontra sua verdade. Aqui, o silêncio, as lacunas e as ausências comunicam muito mais do que qualquer tentativa de explicação direta. O momento em que o filme realmente me quebrou foi o diálogo entre as irmãs, quando Nora pergunta: “por que a nossa infância não arruinou você?”. Há ali a sensação de que o trauma foi distribuído de forma desigual, de que aquela infância marcou cada uma de maneira diferente. A resposta de Agnes (“I had you”) ressoa como um reconhecimento doloroso. A experiência de ser a irmã mais velha, como no caso da Nora, ser a irmã que observa, cede, protege e entende antes, surge com uma naturalidade devastadora. Em famílias marcadas por pais ausentes ou narcisistas, os filhos acabam criando uns aos outros. Uma serviu de escudo para a outra. O filme também reflete, de forma melancólica, sobre o próprio fazer cinematográfico: acompanhar alguém que trabalhou por anos no cinema estranhando a nova era (a velocidade das redes, o peso dos streamings, a escalação por engajamento, a perda da mística do set) funciona como um eco do próprio conflito geracional que atravessa a narrativa.
Sem sombra de dúvida, um clássico do cinema trash. Ed Wood pode até falhar tecnicamente mas acerta na mensagem: o discurso antiguerra dá ao filme um toque inesperadamente humano. Destaque hilário para o 'substituto' do Bela Lugosi andando com a capa no rosto.
Telefone Preto 2 pega tudo o que funcionou no primeiro filme e mergulha ainda mais fundo no pesadelo. Scott Derrickson amplia o universo do Grabber, entregando um terror que agora flerta com o onírico, como um Freddy Krueger. O gore está no ponto: gráfico, intenso e necessário para transmitir o horror físico e emocional que a história propõe. A sequência não se limita a repetir a fórmula, ela expande a mitologia, especialmente com a ideia brilhante do “inferno de gelo”, inspirada em A Divina Comédia de Dante, essa camada simbólica transforma o vilão em algo muito além de um assassino:
Mesmo sem decidir se é “melhor” que o primeiro, ele é igualmente bom porém mais sangrento, mais ousado, muito mais sobrenatural e, talvez, mais marcante.
Um filme sobre recomeços, sobre encontrar abrigo nos lugares mais improváveis e sobre como, às vezes, o amor nasce entre os escombros daquilo que a gente perdeu. É também um retrato doce e melancólico da força silenciosa de quem aprende a viver de novo.
Can love really travel back in time and heal a broken heart? Was it our joined hands that finally lifted Maria's curse? I'd like to think so. But there are some things I know for certain: always throw spilt salt over your left shoulder, keep rosemary by your garden gate, plant lavender for luck, and fall in love whenever you can 💜
Baita produção nacional! cinematografia linda e uma história super envolvente, ainda mais pra um suspense. Gostei demais, as obras do Raphael Montes são incríveis!
O áudio é um verdadeiro desafio: em alguns momentos estoura, em outros quase não dá pra ouvir nada, só consegui acompanhar com fones de ouvido. Sala Escura é um slasher brasileiro peculiar, que entrega exatamente o que se propõe mas peca em pontos importantes: personagens sem desenvolvimento, atuações fracas e um final raso que não convence. Ainda assim, fico feliz de ver o terror nacional, especialmente dentro do subgênero slasher, ganhando espaço.
Que roteiro vagabundo!! Os personagens não servem pra nada, as falas são de uma vergonha alheia absurda e o começo parece uma paródia, a sensação é que eles realmente acreditavam estar criando uma grande mousse, copiando o lettering de Star Wars e metendo o discurso de que 'a Disney não liga' mas, na real, só estavam morrendo de medo de tomarem um processo.. E olha que eu gosto muito de terror ruim mas esse aqui ultrapassa o limite do tosco e chega a doer de tanta vergonha alheia.
"I think I'm sick, and I don't know if my ailment has a name. It's just me sitting and staring at the internet or the television for long periods of time, interspersed by trying to not do that and then lying about what I've been doing. And then I'll get so excited about something that the excitement overwhelms me and I can't sleep or do anything and I just am in love with everything but can't figure out how to make myself work in the world."
Um baita filme de terror. Tranquilamente um dos melhores do ano. As cenas de gore são absurdamente bem feitas e me deixaram agoniada de verdade. É um filme tenso do começo ao fim, com uma atmosfera sufocante e um ritmo que vai te corroendo aos poucos. E no meio disso tudo, a pergunta que fica é simples e devastadora:
“Deixe as coisas seguirem por si mesmas na direção acertada, pois, por mais que você se esforce, quando as pessoas tiverem que se magoar elas vão se magoar. É a vida.” — Haruki Murakami, Norwegian Wood
Os Estranhos: Caçada Noturna
2.6 544 Assista AgoraApesar das boas intenções do diretor, a melhor parte do filme foi ter assistido em live com o Miguel do Peewee e acompanhar ao vivo o momento em que ele foi banido da live da Luísa Sonza.
Por Cima do Seu Cadáver
2.9 92 Assista AgoraÉ um filme divertido mas tranquilamente poderia ter uns 30 minutos a menos se os personagens tomassem decisões um pouco mais inteligentes.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 465 Assista AgoraÉ um baita filme, tenso e absurdamente bem dirigido, que consolida o Kane como um diretor promissor demais no cenário do terror atual, mal posso esperar pelos próximos projetos dele.
Ele não mergulha tão fundo na lore original da série do YouTube quanto eu esperava, então quem nunca assistiu à série provavelmente consegue acompanhar a história numa boa mas quem já conhece o universo criado pelo Kane Pixels talvez sinta falta de um aprofundamento maior.
A Renate Reinsve é facilmente a estrela do filme, uma atriz incrível, maravilhosa, que consegue carregar a carga dramática e o desespero da situação de uma forma que te prende do início ao fim.
Outra coisa que eu achei muito legal foi a participação do Mark Duplass e da Katharine Isabelle.
E no fim das contas, é assim que se adapta uma creepypasta para o cinema e não do jeito desastroso que fizeram em Slender Man.
Eles Vão Te Matar
3.1 276 Assista AgoraUm filme dinâmico, com bastante movimento (seja pelos cortes rápidos ou pelas cenas de luta e ação bem coreografadas), previsível em partes, que não se leva a sério e é divertido na medida certa; em vários momentos lembra bastante Kill Bill, do Quentin Tarantino.
Resumidamente,
parece uma mistura de Kill Bill com Casamento Sangrento
Tudo Por Ela
2.6 179- Die with me!
- I'm gonna go finish high school first.
A Noiva!
3.0 161I support women's rights but more importantly I support women's rage.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.2 198 Assista AgoraSamara Weaving, a mulher que você é! Essa continuação faz um ótimo trabalho ao expandir o universo, tem uns probleminhas de roteiro aqui e ali, principalmente em decisões meio convenientes ou na falta de algumas tomadas de ação, mas nada que estrague a diversão, a direção compensa com um ritmo frenético que segura o filme o tempo todo.
Também preciso dizer: ponto pra Sarah Michelle Gellar que, além de lindíssima (como sempre), traz uma vibe muito boa pro filme (meio elegante, meio perigosa que encaixa perfeitamente nesse universo).
Enfim, o filme mantém aquele humor ácido e o gore no ponto certo que todo fã de terror ama e, no ato final, simplesmente serviu cunt.
Pânico 7
2.6 431 Assista AgoraVi na pré-estreia e, como fã assumida, eu não tenho como ser imparcial: ver o Ghostface surgindo imponente na telona me deixou genuinamente feliz. Não tem jeito, sou completamente obcecada por essa franquia.
A ótima cena de abertura já mostra que a direção sabe construir tensão. E, no geral, acerta bastante nas perseguições. O filme está bem gore, com mortes criativas e viscerais, o que justifica a classificação indicativa.
Os assassinos não são previsíveis mas acabam sendo irrelevantes, a motivação é fraca e falta desenvolvimento. Aliás, falta desenvolvimento de personagens no geral e isso pesa porque você não se importa com quem morre porque o filme não constrói empatia.
As referências aos originais (especialmente os 2 primeiros) dão um quentinho no coração.
O arco da Gale é tão dispensável que praticamente não faria falta se fosse cortado, ela surge quase como um deus ex machina e pronto, parece que não sabiam direito onde encaixar ela.
Além disso, o filme traz uma camada de terror psicológico ligada ao mundo digital que é muito perturbadora.
Agora, vale a pena ver? Com certeza! Ver o Ghostface naquela tela gigante é uma terapia para quem ama terror. Sem contar que foi muito bom ter a presença da final girl Sidney Prescott de volta, ela faz falta na franquia.
O Primata
2.7 186 Assista AgoraO filme constrói uma trama de terror simples, porém interessante, colocando um animal infectado com raiva contra personagens humanos tão irritantes que torcemos para que morram rápido. Destaque para as mortes, que são brutais e satisfatórias.
Pânico 3
3.0 797 Assista AgoraSempre foi um dos meus favoritos da franquia, justamente por praticamente ser um filme sobre fazer filmes, amo esse olhar para o cinema sendo feito: sets, atores interpretando versões de pessoas reais, realidades encenadas dentro de realidades encenadas, o olhar satírico sobre a indústria cinematográfica e Hollywood.
Muitos chamam de 'o patinho feio' da franquia e sim, é cafona, a franja da Gale é um crime à parte e o tom beira o Scooby-Doo mas é justamente esse excesso que o torna tão divertido.
Pontos positivos para a icônica Jennifer Jolie (Parker Posey) servindo como o duplo cômico de Gale Weathers e a sequência em que a Sidney caminha pelo set que reconstrói o quarto dela e a casa de Woodsboro é genial.
Enquanto o resto da franquia discute o gênero, o terceiro filme discute a indústria cinematográfica.
Valor Sentimental
3.9 403 Assista AgoraSentimental Value revela a complexidade quase insuportável da relação entre pai e filha ao expor, ao mesmo tempo, o afeto profundo e a incapacidade de vivê-lo plenamente. Tudo é construído menos pela palavra e mais pela imagem, pelos gestos e por atuações de uma força impressionante. O filme entende que esses personagens não conseguem conversar entre si e é justamente nessa falha que encontra sua verdade. Aqui, o silêncio, as lacunas e as ausências comunicam muito mais do que qualquer tentativa de explicação direta.
O momento em que o filme realmente me quebrou foi o diálogo entre as irmãs, quando Nora pergunta: “por que a nossa infância não arruinou você?”. Há ali a sensação de que o trauma foi distribuído de forma desigual, de que aquela infância marcou cada uma de maneira diferente.
A resposta de Agnes (“I had you”) ressoa como um reconhecimento doloroso. A experiência de ser a irmã mais velha, como no caso da Nora, ser a irmã que observa, cede, protege e entende antes, surge com uma naturalidade devastadora. Em famílias marcadas por pais ausentes ou narcisistas, os filhos acabam criando uns aos outros. Uma serviu de escudo para a outra.
O filme também reflete, de forma melancólica, sobre o próprio fazer cinematográfico: acompanhar alguém que trabalhou por anos no cinema estranhando a nova era (a velocidade das redes, o peso dos streamings, a escalação por engajamento, a perda da mística do set) funciona como um eco do próprio conflito geracional que atravessa a narrativa.
Plano 9 do Espaço Sideral
3.1 231 Assista AgoraSem sombra de dúvida, um clássico do cinema trash. Ed Wood pode até falhar tecnicamente mas acerta na mensagem: o discurso antiguerra dá ao filme um toque inesperadamente humano. Destaque hilário para o 'substituto' do Bela Lugosi andando com a capa no rosto.
O Telefone Preto 2
3.0 313 Assista AgoraTelefone Preto 2 pega tudo o que funcionou no primeiro filme e mergulha ainda mais fundo no pesadelo.
Scott Derrickson amplia o universo do Grabber, entregando um terror que agora flerta com o onírico, como um Freddy Krueger.
O gore está no ponto: gráfico, intenso e necessário para transmitir o horror físico e emocional que a história propõe. A sequência não se limita a repetir a fórmula, ela expande a mitologia, especialmente com a ideia brilhante do “inferno de gelo”, inspirada em A Divina Comédia de Dante, essa camada simbólica transforma o vilão em algo muito além de um assassino:
um espírito gelado, preso no nono círculo.
Mesmo sem decidir se é “melhor” que o primeiro, ele é igualmente bom porém mais sangrento, mais ousado, muito mais sobrenatural e, talvez, mais marcante.
Onde Mora o Coração
3.7 334Um filme sobre recomeços, sobre encontrar abrigo nos lugares mais improváveis e sobre como, às vezes, o amor nasce entre os escombros daquilo que a gente perdeu. É também um retrato doce e melancólico da força silenciosa de quem aprende a viver de novo.
Da Magia à Sedução
3.6 791 Assista AgoraCan love really travel back in time and heal a broken heart? Was it our joined hands that finally lifted Maria's curse? I'd like to think so. But there are some things I know for certain: always throw spilt salt over your left shoulder, keep rosemary by your garden gate, plant lavender for luck, and fall in love whenever you can 💜
Uma Família Feliz
3.2 204Baita produção nacional! cinematografia linda e uma história super envolvente, ainda mais pra um suspense. Gostei demais, as obras do Raphael Montes são incríveis!
Animais Perigosos
3.0 168 Assista AgoraBaby shark, doo doo doo doo doo doo 😀🔪🩸🦈
Sala Escura
1.6 34O áudio é um verdadeiro desafio: em alguns momentos estoura, em outros quase não dá pra ouvir nada, só consegui acompanhar com fones de ouvido. Sala Escura é um slasher brasileiro peculiar, que entrega exatamente o que se propõe mas peca em pontos importantes: personagens sem desenvolvimento, atuações fracas e um final raso que não convence. Ainda assim, fico feliz de ver o terror nacional, especialmente dentro do subgênero slasher, ganhando espaço.
Corpo Estudantil
2.8 32“What's going on in my home at 75 cents an hour?”
Mouse Trap: A Diversão Agora É Outra
1.2 41 Assista AgoraQue roteiro vagabundo!! Os personagens não servem pra nada, as falas são de uma vergonha alheia absurda e o começo parece uma paródia, a sensação é que eles realmente acreditavam estar criando uma grande mousse, copiando o lettering de Star Wars e metendo o discurso de que 'a Disney não liga' mas, na real, só estavam morrendo de medo de tomarem um processo.. E olha que eu gosto muito de terror ruim mas esse aqui ultrapassa o limite do tosco e chega a doer de tanta vergonha alheia.
Mistress America
3.5 208"I think I'm sick, and I don't know if my ailment has a name. It's just me sitting and staring at the internet or the television for long periods of time, interspersed by trying to not do that and then lying about what I've been doing. And then I'll get so excited about something that the excitement overwhelms me and I can't sleep or do anything and I just am in love with everything but can't figure out how to make myself work in the world."
Um Crime Entre Amigas
3.1 126Let’s all just strut our shit down the hallway like everything is peachy fucking keen
Faça Ela Voltar
3.8 791 Assista AgoraUm baita filme de terror. Tranquilamente um dos melhores do ano.
As cenas de gore são absurdamente bem feitas e me deixaram agoniada de verdade. É um filme tenso do começo ao fim, com uma atmosfera sufocante e um ritmo que vai te corroendo aos poucos.
E no meio disso tudo, a pergunta que fica é simples e devastadora:
o que você estaria disposto a fazer para trazer alguém de volta?
Efeito Borboleta
4.0 2,9K Assista Agora“Deixe as coisas seguirem por si mesmas na direção acertada, pois, por mais que você se esforce, quando as pessoas tiverem que se magoar elas vão se magoar. É a vida.”
— Haruki Murakami, Norwegian Wood