Uma fusão de drama de época, política social, estudo de personagens, romance envolvente e terror puro e simples. Fazia tempo que não via um filme de terror tão excelente quanto esse. Jack O'Connell sempre esquecido no Oscar. Mas finalmente lembraram do Delroy Lindo.
Comecei assistindo novelas de um tempo pra cá, depois que minha mãe assinou o Globoplay, foi uma grata surpresa, principalmente Tieta, que parece que não acontece muita coisa, mas ao contrário graças aos diálogos excelentes e o elenco pra lá de competente, consigo entender porque minha geração de agora não gosta de novelas, dessa década de 2020 em diante e tudo muito ruim e precário. Considerando o tema, é melhor do que deveria ser – melhor atuado, melhor dirigido, melhor escrito. Uma novela que poderia ser lançada hoje e as pessoas ainda a adorariam, se por acaso tivesse um elenco realmente bom, coisa que duvido muito. Que clássico encantador! Destaque para Betty Faria (num papel que quase foi da lendária Sophia Loren), não sabia que a Betty foi tão linda assim, nasceu para o papel; Joana Fomm (um tanto caricata demais, mas hilária mesmo assim), Cássio Gabus Mendes, Lídia Brondi (apesar da profissão que a gente sempre imagina de ser de mulheres muito fortes e calejadas, ela consegue passar o lado inocente e puro, que realmente deve existir na vida real, afinal são seres humanos como outro qualquer, além de ser a profissão mais antiga do mundo), Yoná Magalhães, Luciana Braga, Arlete Salles, Miriam Pires, Ary Fontoura, Sebastião Vasconcelos, Bete Mendes, Rosane Gofman, Lília Cabral, Ana Lúcia Torre, Cláudio Corrêa e Castro, Elias Gleizer, Andrea Paola, Sônia Barbosa (que linda e talentosa, e eu nunca vi em outro papel)...
Tenho quase certeza que foi a última grande novela exibida inédita no Brasil, com um elenco afinado, onde até em pequenos papéis todos sincronizados e perfeitos (como por exemplo foi em Vale Tudo de 1988, Tieta de 1989 e Pai Herói de 1979). A novela destaca a importância de abordar a história da escravidão e os horrores vivenciados durante esse período sombrio da humanidade. Audaciosa, forte, sangrenta e estilisticamente ousada, devo insistir que essa história seja transmitida a cada geração sucessiva, que ela se torne parte integrante da nossa identidade. Os seres humanos têm uma memória notavelmente curta, e por isso é essencial que nos lembremos constantemente dela, já que as novelas ainda são o carro chefe da Rede Globo pelo menos. O elenco em ótima forma carrega a novela com um sentimento de verossimilhança ainda mais devastadora, mesmo nos momentos cômicos feito com maestria principalmente por Olívia Araújo (que poderia ter aparecido muito mais), Nathalia Dill (mesmo com uma personagem detestável até a medula) e Marco Ricca (o mais premiado do elenco). Fica até difícil destacar alguém desse elenco tão bom, mas vamos lá, além dos três já citados: Andreia Horta e Bruno Ferrari são os mocinhos pra lá de carismáticos, Bruno aliás bem mal aproveitado depois dessa novela, Mateus Solano (a personificação do mal), Maitê Proença, Zezé Polessa (sempre ótima), Ricardo Pereira (no melhor papel de sua carreira até agora em 13.03.2026), Caio Blat, Rômulo Estrela, Mariana Nunes (tensa e assustada a novela inteira)...
“Ensina-me a viver”, é um filme sobre duas personagens que desejam, de uma forma ou de outra, morrer. Antes de me aprofundar no enredo, entretanto, desejo falar sobre os nomes do filme. O original é sem dúvida bem literal, sendo o nome dos dois protagonistas. A versão brasileira me parece mais interessante, pois é um título que refere-se muito mais à visão do Harold sobre os acontecimentos. Com as suas atitudes absurdas e o seu carisma contagiante, Maude (interpretada pela veterana e sensacional Ruth Gordon que começou no cinema em 1915) ensina para Harold (pelo ótimo novato Bud Cort) que há mais na vida do que apenas morrer. Apesar de Maude agir de maneira imprudente, há um significado por trás de suas ações. Ela não é despreocupada ou alienada, mas sim alguém que entendeu como deseja viver e morrer, assim como também entendeu que gostaria que Harold fizesse parte desse processo. Ela não é despreocupada ou alienada, mas sim alguém que entendeu como deseja viver e morrer, assim como também entendeu que gostaria que Harold fizesse parte desse processo. Um dos momentos que prova o caráter de Maude e que ela não é simplesmente uma despreocupada por ocasião, é quando Harold descobre uma tatuagem com números em seu pulso, o que, claro, leva à uma conexão clara com os torturados pelo regime nazista na Segunda Guerra Mundial. Esse momento, aliado com um anterior, no qual Maude diz que utilizava um guarda-chuva como método de proteção na sua época de jovem, na qual lutava por causas importantes, como direitos das mulheres, ensaia um grande passado da personagem, o qual nunca descobrimos de fato como se deu. Essa belíssima história não seria tão especial se não fosse acompanhada de uma trilha sonora igualmente impactante. As canções de Yusuf/Cat Stevens ajudam a ilustrar os planos, atribuindo-lhes emoções ainda maiores do que as imagens por si só teriam. Destaque para quando Maude e Harold cantam juntos a música “If You Want to Sing Out, Sing Out”, e o excepcional elenco. “Ensina-me a viver” é um clássico do começo dos anos 70. Suas personagens carismáticas e memoráveis, momentos mórbidos, reflexões, músicas, planos belos e mesclas de sentimentos geraram um excelente filme. Um grande ensaio sobre a morte, mas principalmente sobre a vida. Por: Victor Hugo Cruz Freire
Esta série não só tem romance e drama, mas também muito humor. Eu realmente recomendo esta série para todos que nunca a viram, que experimentem. Chi Cheng e Wu Suo Wei mostraram o tipo de amor que vale a pena, você pode dizer que é bastante tóxico, mas isso só aconteceu no começo (...) à medida que o amor deles se desenvolve, você verá o quanto eles se amam. O elenco é um primor com destaque para Zi Yu, Zhan Xuan, Liu Xuan Cheng, Liu Jun, Wang Yu Qiao, Qin Yue e principalmente Tian Xu Ning, o que me pareceu mais natural, colocando muita classe, charme e elegância, difícil não se encantar com ele. Obs: ele está nas plataformas com o nome de Amor Vingado
Não consigo me lembrar do filme inteiro porque é com tantas partes e você deve assistir para contá-lo inteiro. Esse filme faz com que o sentimento em você se torne um pouco real e talvez o sinta. Ele pega os pontos da natureza e os mostra de uma maneira muito legal e boa que o observador pode apenas assistir e assistir sem pensar em nada e se algo distrai as pessoas, elas ficam com raiva porque confunde a concentração no filme. Tão emocional.
Esse filme maravilhoso acompanha um jovem norte-americano Matthew (vivido pelo belíssimo e talentoso ator Michael Pitt), que está de passagem por Paris e cuja viagem coincide com os eventos de Maio de 1968, que você pode conhecer melhor nesta série de videorreportagens. Mas claro, sendo Bertolucci, o filme também acaba sendo uma grande homenagem à própria cinefilia: a paixão pelo cinema leva o jovem Mathew para a Cinemateca Francesa (destaque para a cena com o pôster de O Anjo Azul, com a diva Marlene Dietrich, e a brincadeira com o filme Jules et Jim, de François Truffaut), um templo onde ele acaba encontrando os gêmeos Isabelle e Theo, que apresentam as tensões geracionais através de um convívio irreverente com seus pais. Isto é, a todo instante, a juventude deles se propõe como uma tomada de atitude, como algo necessariamente contestatório, um instrumento de ruptura de tradições e padrões sociais.
É uma atuação emocionante de Heath Ledger (ele mostra com um olhar, com as mãos e sua emoção voltada para dentro de si próprio, toda agonia de alguém que não pode ser realmente quem é), quando penso nele naquela despretensiosa comédia romântica como o misterioso bad-boy sexy Patrick ''10 Coisas que Eu Odeio em Você'' (1999), ele já tinha me ganhado, de repente eu fui ver o filme ''A Última Ceia'' (2001), por causa da Halle Berry, e me deparo com ele num pequeno papel, totalmente diferente daquele cara sexy misterioso do filme citado por mim acima, ele agora é Sonny um jovem tímido e gentil, com um vô racista, se no primeiro ele me seduziu no segundo ele me emocionou, então dali em diante comecei acompanhar todos os seus filmes como muita sede, aí depois de fazer alguns heróis ele vem com essa atuação arrebatadora em ''O Segredo de Brokeback Mountain'', pensei agora o Oscar é dele, mas não foi, pensei agora o cara já chegou no topo qualquer coisa que ele fizer vai ser ótimo, mas o cara vem de novo e simplesmente me aterrorizou e me faz ficar com as mãos agarradas na poltrona do cinema com sua dilacerante atuação como o demônio em forma de gente em ''Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)'', aí eu pensei se Oscar não der o prêmio para ele, eu nunca mais vejo o Oscar na minha vida, o prêmio finalmente foi merecidamente para ele, mais aí aconteceu o que eu jamais pensaria ele faleceu, mas não foi um Oscar sentimental como alguns podem pensar, tanto que Joaquin Phoenix, quase não fez o filme da sua vida ''Coringa'' (2019), por medo da comparação com atuação dilacerante de Ledger. Esse filme tem uma direção inteligente e conta uma história repleta de suspense, caracterização e ação. O elenco de atores é suficiente para preencher o filme sozinho, pois inclui alguns dos melhores atores de que Hollywood pode se orgulhar, mas com todo respeito com todos os atores ''Brokeback Mountain'', mas Ledger é daqueles atores magnéticos como só vi em Marlon Brando, Robert de Niro, Cary Grant, Humphrey Bogart e James Dean, só para citar cinco ícones do cinema de Hollywood.
Uma investigação desse tipo na fenomenologia da velhice é rara e louvável, e uma atriz que pode demonstrar as posições básicas é possivelmente única, se chama: Sophia Loren, que acaba com a maldição com uma riqueza de observações peculiares, mesmo que tenha passado toda forma de horror que as fatalidades da vida deram a sua personagem. A vida nem sempre é como a gente quer, mas sempre vale a pena. Sophia é uma lenda, e formidável vem alguém aos 86 anos, em plena atividade e talento. Isso faz a gente querer cada vez mais viver cada dia como se fosse o último. Parabéns Sophia Loren e todos envolvidos nesse belo filme.
"Velvet Goldmine", de Todd Haynes, é o filme que o "glam rock" merecia: subversivo, esperto e com uma trilha sonora matadora. Dá para identificar facilmente David Bowie, Iggy Pop, Lou Reed, Tony DeFries, Marc Bolan e muitos outros. Qualquer fã e conhecedor do gênero vai se deliciar adivinhando as referências, os personagens e agitadores do mundo "glam". Jonathan Rhys Meyers lidera um talentoso grupo de atores neste fantástico espetáculo glam rock. Tudo sobre esse filme ambientado principalmente nos anos 70 é decadente e exagerado: a música, a roupa, a liberdade sexual, o abuso de drogas e todos os excessos da vida. Toni Collete, Ewan McGregor e Christian Bale foram todos fabulosos, mas este filme pertence a Meyers. Ele era o epítome do rock star indulgente. E a trilha sonora deste filme é brilhante.
O final realmente me impressionou, foi uma boa história, um pouco arrastada, como toda novela brasileira dos últimos tempos com atores jovens em sua maioria fracos em atuações, e o elenco de veteranos bem acima da média. Cenários e efeitos especiais muito bons. Em suma um boa novela.
Nota 10 esse primeiro episódio. Eu sempre me interessei pela série. É difícil se acostumar ''no sentido de se adaptar ao espaço-tempo da série sem perder a cabeça com alguns personagens medíocres'' mas depois tudo fica interessante. Espero ver um desenvolvimento melhor ainda, do que já vi, sou fã.
O título em português não me agrada, mas o filme sim, é muito, quase um documentário, descrevendo um pouco da personalidade desse homem talentoso e vaidoso que gostava de trocar de parceiros sexuais o grande dramaturgo inglês Joe Orton, vivido aqui por outro grande talento, ainda não reconhecido como deveria, o ator Gary Oldman. É um dos filmes mais sensíveis do grande diretor Stephen Frears, destaque ainda para a atuação pequena, mais valiosa de Vanessa Redgrave, dessas atrizes da estirpe de Ingrid Bergman, Bette Davis, Judi Dench, Jessica Tandy, Vivien Leigh, Tilda Swinton, Maggie Smith, Greta Garbo, Marlene Dietrich, Anna Magnani, Sophia Loren, Cacilda Becker, Lélia Abramo, Irene Pappás, Simone Signoret, Liv Ullmann, Ingrid Thulin, Gloria Swanson, Thelma Ritter, Deborah Kerr, Ethel Waters, Agnes Moorehead, Silvana Mangano, Romy Schneider, Sarah Bernhardt...
Este filme é sobre a jornada sensível de um jovem sexualmente confuso de uma família também confusa, cujo o pai machista, a mãe neuroticamente amável e irmãos diversos, que tem um futuro enorme pela frente, juntamente com outros problemas familiares. Marc-André Grondin é um colírio e o elenco e afiado, a trilha brilha e todo filme também.
O filme é uma criação maravilhosa que irradia, e que permite ao público experimentar seus ritmos do fundo do coração, com muita intensidade, nunca nada foi dito num filme e este mesmo filme dizer tudo ao mesmo tempo, palavras somente palavras já dizia o poeta, quanto aos seus personagens os dois são sublimes. Além da belíssima fotografia, grata surpresa, esse filme é bom demais.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraUma fusão de drama de época, política social, estudo de personagens, romance envolvente e terror puro e simples. Fazia tempo que não via um filme de terror tão excelente quanto esse. Jack O'Connell sempre esquecido no Oscar. Mas finalmente lembraram do Delroy Lindo.
Tieta
4.1 85 Assista AgoraComecei assistindo novelas de um tempo pra cá, depois que minha mãe assinou o Globoplay, foi uma grata surpresa, principalmente Tieta, que parece que não acontece muita coisa, mas ao contrário graças aos diálogos excelentes e o elenco pra lá de competente, consigo entender porque minha geração de agora não gosta de novelas, dessa década de 2020 em diante e tudo muito ruim e precário.
Considerando o tema, é melhor do que deveria ser – melhor atuado, melhor dirigido, melhor escrito.
Uma novela que poderia ser lançada hoje e as pessoas ainda a adorariam, se por acaso tivesse um elenco realmente bom, coisa que duvido muito. Que clássico encantador!
Destaque para Betty Faria (num papel que quase foi da lendária Sophia Loren), não sabia que a Betty foi tão linda assim, nasceu para o papel; Joana Fomm (um tanto caricata demais, mas hilária mesmo assim), Cássio Gabus Mendes, Lídia Brondi (apesar da profissão que a gente sempre imagina de ser de mulheres muito fortes e calejadas, ela consegue passar o lado inocente e puro, que realmente deve existir na vida real, afinal são seres humanos como outro qualquer, além de ser a profissão mais antiga do mundo), Yoná Magalhães, Luciana Braga, Arlete Salles, Miriam Pires, Ary Fontoura, Sebastião Vasconcelos, Bete Mendes, Rosane Gofman, Lília Cabral, Ana Lúcia Torre, Cláudio Corrêa e Castro, Elias Gleizer, Andrea Paola, Sônia Barbosa (que linda e talentosa, e eu nunca vi em outro papel)...
Liberdade, Liberdade
4.2 37Tenho quase certeza que foi a última grande novela exibida inédita no Brasil, com um elenco afinado, onde até em pequenos papéis todos sincronizados e perfeitos (como por exemplo foi em Vale Tudo de 1988, Tieta de 1989 e Pai Herói de 1979).
A novela destaca a importância de abordar a história da escravidão e os horrores vivenciados durante esse período sombrio da humanidade.
Audaciosa, forte, sangrenta e estilisticamente ousada, devo insistir que essa história seja transmitida a cada geração sucessiva, que ela se torne parte integrante da nossa identidade.
Os seres humanos têm uma memória notavelmente curta, e por isso é essencial que nos lembremos constantemente dela, já que as novelas ainda são o carro chefe da Rede Globo pelo menos.
O elenco em ótima forma carrega a novela com um sentimento de verossimilhança ainda mais devastadora, mesmo nos momentos cômicos feito com maestria principalmente por Olívia Araújo (que poderia ter aparecido muito mais), Nathalia Dill (mesmo com uma personagem detestável até a medula) e Marco Ricca (o mais premiado do elenco).
Fica até difícil destacar alguém desse elenco tão bom, mas vamos lá, além dos três já citados: Andreia Horta e Bruno Ferrari são os mocinhos pra lá de carismáticos, Bruno aliás bem mal aproveitado depois dessa novela, Mateus Solano (a personificação do mal), Maitê Proença, Zezé Polessa (sempre ótima), Ricardo Pereira (no melhor papel de sua carreira até agora em 13.03.2026), Caio Blat, Rômulo Estrela, Mariana Nunes (tensa e assustada a novela inteira)...
Ensina-me a Viver
4.3 885“Ensina-me a viver”, é um filme sobre duas personagens que desejam, de uma forma ou de outra, morrer. Antes de me aprofundar no enredo, entretanto, desejo falar sobre os nomes do filme. O original é sem dúvida bem literal, sendo o nome dos dois protagonistas. A versão brasileira me parece mais interessante, pois é um título que refere-se muito mais à visão do Harold sobre os acontecimentos. Com as suas atitudes absurdas e o seu carisma contagiante, Maude (interpretada pela veterana e sensacional Ruth Gordon que começou no cinema em 1915) ensina para Harold (pelo ótimo novato Bud Cort) que há mais na vida do que apenas morrer.
Apesar de Maude agir de maneira imprudente, há um significado por trás de suas ações. Ela não é despreocupada ou alienada, mas sim alguém que entendeu como deseja viver e morrer, assim como também entendeu que gostaria que Harold fizesse parte desse processo. Ela não é despreocupada ou alienada, mas sim alguém que entendeu como deseja viver e morrer, assim como também entendeu que gostaria que Harold fizesse parte desse processo.
Um dos momentos que prova o caráter de Maude e que ela não é simplesmente uma despreocupada por ocasião, é quando Harold descobre uma tatuagem com números em seu pulso, o que, claro, leva à uma conexão clara com os torturados pelo regime nazista na Segunda Guerra Mundial. Esse momento, aliado com um anterior, no qual Maude diz que utilizava um guarda-chuva como método de proteção na sua época de jovem, na qual lutava por causas importantes, como direitos das mulheres, ensaia um grande passado da personagem, o qual nunca descobrimos de fato como se deu.
Essa belíssima história não seria tão especial se não fosse acompanhada de uma trilha sonora igualmente impactante. As canções de Yusuf/Cat Stevens ajudam a ilustrar os planos, atribuindo-lhes emoções ainda maiores do que as imagens por si só teriam. Destaque para quando Maude e Harold cantam juntos a música “If You Want to Sing Out, Sing Out”, e o excepcional elenco.
“Ensina-me a viver” é um clássico do começo dos anos 70. Suas personagens carismáticas e memoráveis, momentos mórbidos, reflexões, músicas, planos belos e mesclas de sentimentos geraram um excelente filme. Um grande ensaio sobre a morte, mas principalmente sobre a vida.
Por: Victor Hugo Cruz Freire
Revenged Love
4.4 7Esta série não só tem romance e drama, mas também muito humor. Eu realmente recomendo esta série para todos que nunca a viram, que experimentem.
Chi Cheng e Wu Suo Wei mostraram o tipo de amor que vale a pena, você pode dizer que é bastante tóxico, mas isso só aconteceu no começo (...) à medida que o amor deles se desenvolve, você verá o quanto eles se amam. O elenco é um primor com destaque para Zi Yu, Zhan Xuan, Liu Xuan Cheng, Liu Jun, Wang Yu Qiao, Qin Yue e principalmente Tian Xu Ning, o que me pareceu mais natural, colocando muita classe, charme e elegância, difícil não se encantar com ele.
Obs: ele está nas plataformas com o nome de Amor Vingado
Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (11ª Temporada)
4.5 16 Assista AgoraUma das melhores temporadas, adorei o episódio Bedtime.
Delicada Atração
4.0 387Não consigo me lembrar do filme inteiro porque é com tantas partes e você deve assistir para contá-lo inteiro. Esse filme faz com que o sentimento em você se torne um pouco real e talvez o sinta. Ele pega os pontos da natureza e os mostra de uma maneira muito legal e boa que o observador pode apenas assistir e assistir sem pensar em nada e se algo distrai as pessoas, elas ficam com raiva porque confunde a concentração no filme. Tão emocional.
Os Sonhadores
4.1 2,0KEsse filme maravilhoso acompanha um jovem norte-americano Matthew (vivido pelo belíssimo e talentoso ator Michael Pitt), que está de passagem por Paris e cuja viagem coincide com os eventos de Maio de 1968, que você pode conhecer melhor nesta série de videorreportagens. Mas claro, sendo Bertolucci, o filme também acaba sendo uma grande homenagem à própria cinefilia: a paixão pelo cinema leva o jovem Mathew para a Cinemateca Francesa (destaque para a cena com o pôster de O Anjo Azul, com a diva Marlene Dietrich, e a brincadeira com o filme Jules et Jim, de François Truffaut), um templo onde ele acaba encontrando os gêmeos Isabelle e Theo, que apresentam as tensões geracionais através de um convívio irreverente com seus pais. Isto é, a todo instante, a juventude deles se propõe como uma tomada de atitude, como algo necessariamente contestatório, um instrumento de ruptura de tradições e padrões sociais.
O Segredo de Brokeback Mountain
3.9 2,3KÉ uma atuação emocionante de Heath Ledger (ele mostra com um olhar, com as mãos e sua emoção voltada para dentro de si próprio, toda agonia de alguém que não pode ser realmente quem é), quando penso nele naquela despretensiosa comédia romântica como o misterioso bad-boy sexy Patrick ''10 Coisas que Eu Odeio em Você'' (1999), ele já tinha me ganhado, de repente eu fui ver o filme ''A Última Ceia'' (2001), por causa da Halle Berry, e me deparo com ele num pequeno papel, totalmente diferente daquele cara sexy misterioso do filme citado por mim acima, ele agora é Sonny um jovem tímido e gentil, com um vô racista, se no primeiro ele me seduziu no segundo ele me emocionou, então dali em diante comecei acompanhar todos os seus filmes como muita sede, aí depois de fazer alguns heróis ele vem com essa atuação arrebatadora em ''O Segredo de Brokeback Mountain'', pensei agora o Oscar é dele, mas não foi, pensei agora o cara já chegou no topo qualquer coisa que ele fizer vai ser ótimo, mas o cara vem de novo e simplesmente me aterrorizou e me faz ficar com as mãos agarradas na poltrona do cinema com sua dilacerante atuação como o demônio em forma de gente em ''Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)'', aí eu pensei se Oscar não der o prêmio para ele, eu nunca mais vejo o Oscar na minha vida, o prêmio finalmente foi merecidamente para ele, mais aí aconteceu o que eu jamais pensaria ele faleceu, mas não foi um Oscar sentimental como alguns podem pensar, tanto que Joaquin Phoenix, quase não fez o filme da sua vida ''Coringa'' (2019), por medo da comparação com atuação dilacerante de Ledger. Esse filme tem uma direção inteligente e conta uma história repleta de suspense, caracterização e ação. O elenco de atores é suficiente para preencher o filme sozinho, pois inclui alguns dos melhores atores de que Hollywood pode se orgulhar, mas com todo respeito com todos os atores ''Brokeback Mountain'', mas Ledger é daqueles atores magnéticos como só vi em Marlon Brando, Robert de Niro, Cary Grant, Humphrey Bogart e James Dean, só para citar cinco ícones do cinema de Hollywood.
Rosa e Momo
3.7 301 Assista AgoraUma investigação desse tipo na fenomenologia da velhice é rara e louvável, e uma atriz que pode demonstrar as posições básicas é possivelmente única, se chama: Sophia Loren, que acaba com a maldição com uma riqueza de observações peculiares, mesmo que tenha passado toda forma de horror que as fatalidades da vida deram a sua personagem. A vida nem sempre é como a gente quer, mas sempre vale a pena. Sophia é uma lenda, e formidável vem alguém aos 86 anos, em plena atividade e talento. Isso faz a gente querer cada vez mais viver cada dia como se fosse o último. Parabéns Sophia Loren e todos envolvidos nesse belo filme.
Sneaky Pete (1ª Temporada)
4.0 32Suspense, inteligente e extraordinariamente talentoso e, no geral, divertido.
Velvet Goldmine
3.9 337"Velvet Goldmine", de Todd Haynes, é o filme que o "glam rock" merecia: subversivo, esperto e com uma trilha sonora matadora. Dá para identificar facilmente David Bowie, Iggy Pop, Lou Reed, Tony DeFries, Marc Bolan e muitos outros. Qualquer fã e conhecedor do gênero vai se deliciar adivinhando as referências, os personagens e agitadores do mundo "glam". Jonathan Rhys Meyers lidera um talentoso grupo de atores neste fantástico espetáculo glam rock. Tudo sobre esse filme ambientado principalmente nos anos 70 é decadente e exagerado: a música, a roupa, a liberdade sexual, o abuso de drogas e todos os excessos da vida. Toni Collete, Ewan McGregor e Christian Bale foram todos fabulosos, mas este filme pertence a Meyers. Ele era o epítome do rock star indulgente. E a trilha sonora deste filme é brilhante.
O Silêncio dos Inocentes
4.4 2,8K Assista AgoraUma obra-prima de profundidade psicológica vertiginosa.
The Walking Dead (1ª Temporada)
4.3 2,3K Assista AgoraEssa é a segunda temporada, pra mim, são obras-primas.
Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas
4.2 2,2K Assista AgoraUm filme lírico.
The Walking Dead (9ª Temporada)
3.7 381 Assista AgoraQue venha logo essa temporada.
O Rico e Lázaro
4.0 7O final realmente me impressionou, foi uma boa história, um pouco arrastada, como toda novela brasileira dos últimos tempos com atores jovens em sua maioria fracos em atuações, e o elenco de veteranos bem acima da média. Cenários e efeitos especiais muito bons. Em suma um boa novela.
The Walking Dead (8ª Temporada)
3.4 569 Assista AgoraNota 10 esse primeiro episódio. Eu sempre me interessei pela série. É difícil se acostumar ''no sentido de se adaptar ao espaço-tempo da série sem perder a cabeça com alguns personagens medíocres'' mas depois tudo fica interessante. Espero ver um desenvolvimento melhor ainda, do que já vi, sou fã.
O Amor Não Tem Sexo
3.4 14O título em português não me agrada, mas o filme sim, é muito, quase um documentário, descrevendo um pouco da personalidade desse homem talentoso e vaidoso que gostava de trocar de parceiros sexuais o grande dramaturgo inglês Joe Orton, vivido aqui por outro grande talento, ainda não reconhecido como deveria, o ator Gary Oldman. É um dos filmes mais sensíveis do grande diretor Stephen Frears, destaque ainda para a atuação pequena, mais valiosa de Vanessa Redgrave, dessas atrizes da estirpe de Ingrid Bergman, Bette Davis, Judi Dench, Jessica Tandy, Vivien Leigh, Tilda Swinton, Maggie Smith, Greta Garbo, Marlene Dietrich, Anna Magnani, Sophia Loren, Cacilda Becker, Lélia Abramo, Irene Pappás, Simone Signoret, Liv Ullmann, Ingrid Thulin, Gloria Swanson, Thelma Ritter, Deborah Kerr, Ethel Waters, Agnes Moorehead, Silvana Mangano, Romy Schneider, Sarah Bernhardt...
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor
4.2 712Este filme é sobre a jornada sensível de um jovem sexualmente confuso de uma família também confusa, cujo o pai machista, a mãe neuroticamente amável e irmãos diversos, que tem um futuro enorme pela frente, juntamente com outros problemas familiares. Marc-André Grondin é um colírio e o elenco e afiado, a trilha brilha e todo filme também.
Havaí
3.7 198O filme é uma criação maravilhosa que irradia, e que permite ao público experimentar seus ritmos do fundo do coração, com muita intensidade, nunca nada foi dito num filme e este mesmo filme dizer tudo ao mesmo tempo, palavras somente palavras já dizia o poeta, quanto aos seus personagens os dois são sublimes. Além da belíssima fotografia, grata surpresa, esse filme é bom demais.