Perfeito talvez não seja a palavra.Assisti ao final de Good Omens com aquela sensação estranha de quem se despede de algo que ainda tinha muito a dizer. A segunda vinda de Cristo, um tema imenso, simbólico, cheio de camadas teológicas, filosóficas e narrativas, foi sintetizada em um único episódio como se fosse possível espremer o apocalipse dentro de uma mala pequena demais. E isso, sinceramente, me pareceu quase um crime criativo.Havia ali matéria para uma temporada inteira. Havia conflito, ironia, céu, inferno, fé, dúvida, amor, destino, rebeldia, contradição. Mas muita coisa foi mutilada no caminho. O que poderia ter sido uma grande travessia virou uma despedida apressada.Ainda assim, o final me comoveu.Talvez porque, por trás de todos os cortes e escolhas questionáveis, ainda restou algo verdadeiro: a melancolia de quem precisa dizer adeus. E eu vou sentir falta do Crowley. Poucos anti-heróis foram tão cínicos, tão elegantes e tão dolorosamente humanos quanto ele. Um demônio que, no fundo, parecia entender melhor a alma do que muitos anjos.Good Omens termina menor do que poderia. Mas Crowley fica. E talvez seja essa a pequena eternidade que a série conseguiu salvar.
De todas, foi a pior e a mais decepcionante, porque começou tão bem. Piadas incríveis, elenco afiado... Aí veio o fatídico quinto episódio e, a partir de então, tudo degringolou!
Acabei de ver o episódio Casamento. Tô em frangalhos. O Richie tá tão nu de si que parece que a câmera atravessa ele. Ebon Moss-Bachrach entregou uma atuação que não se interpreta, se sangra. Cinematografia absurda, direção que respira junto com o roteiro. Toda vez que o Richie aparecia, ‘Five Years’ do Bowie ecoava na minha cabeça — como se o mundo fosse explodir em 5 minutos e tudo o que restasse fosse sentir. Ainda nem terminei a temporada, mas já sei: isso aqui é top 2 fácil. Talvez top 1. Que porrada linda.
😕A segunda temporada teve um começo arrastado e, em alguns momentos, pareceu mais interessada em parecer profunda do que em desenvolver a trama. Do quinto episódio em diante, melhorou, mas ainda deixou a sensação de que poderia ter sido mais direta. Se a série terminasse aqui, seria um encerramento aceitável. Quando ouvi uma personagem mencionar um certo estado americano, fui ouvir “Hello, I’m In Delaware” do City and Colour — foi um momento que me pegou. Pretendo reassistir a temporada daqui a alguns meses, com outros olhos, para ver se minha impressão muda.😁
Mergulhemos nas águas turvas de "Breaking Bad", onde as ondas da angústia e a correnteza da melancolia se entrelaçam em um mar revolto. Nesse universo, a prova de existência é um ritual sistemático, um embate onde a agressividade, a frieza e a brutalidade delineiam o horizonte dos vencedores.
Cada personagem, um náufrago em sua jornada, busca sentido em meio ao caos, navegando por entre as tempestades de suas escolhas e consequências. "Breaking Bad" é mais do que uma série; é um espelho de almas em desalinho, um questionamento pungente sobre os abismos que enfrentamos.
Confesso que meu coração vibrou ao saber que Jodie Foster estrelaria a quarta temporada de True Detective. A expectativa era enorme, a empolgação contagiante. Mas, como diria o poeta, "nem tudo são flores". Ao concluir o sexto e último episódio, a decepção me abraçou com força descomunal.
A química entre Foster e Kali Reis? Inexistente. Em certos diálogos, a sensação era de que ambas estavam lendo um texto pela primeira vez, sem qualquer entrosamento. O roteiro, em sua obsessão pelo sobrenatural, deixou de lado o desenvolvimento das personagens, tornando-as meras marionetes em um tabuleiro fantasmagórico.
Atuações fracas podem ser amenizadas por um bom roteiro? Sim, mas não foi o que aconteceu aqui. A previsibilidade da trama era tamanha que, em vários momentos, tive a sensação de estar assistindo a um déjà vu. A dupla protagonista, que prometia ser a grande força da temporada, se mostrou um fiasco. A sintonia vista na primeira temporada deu lugar a um abismo de frieza e artificialidade.
Poderia me aprofundar em cada falha, em cada ponto fraco, mas a frustração é tamanha que as palavras se perdem. Em meus 48 anos de vida, poucas vezes senti tamanha decepção com uma obra audiovisual. A tristeza toma conta ao ver o potencial desperdiçado em True Detective: Terra Noturna.
Terra Noturna não é apenas uma temporada decepcionante, é uma promessa quebrada. Uma promessa de suspense, de mistério, de atuações memoráveis. Uma promessa que se dissolveu em um mar de previsibilidade, de personagens vazias e de um roteiro inconsistente.
Resta a esperança de que a série se recupere em futuras temporadas. Que volte às suas raízes, resgatando a qualidade que a consagrou. Que nos presenteie com histórias envolventes, personagens complexas e atuações impecáveis.
Eu venho assistindo a série e os filmes do universo de Mystery Road e notei que que existe uma preocupação em transmitir para quem assiste, as sensações reais de uma investigação. É muito legal isso, mas a falta de uma trilha sonora mais condizente com a cena é algo muito negativo na filmografia de Ivan Sen.
Acredito que a trilha sonora poderia ajudar a criar uma atmosfera mais envolvente e realista. Por exemplo, em cenas de ação ou suspense, uma trilha sonora mais intensa poderia ajudar a aumentar a tensão e a imersão do espectador.
Quanto ao resto, é sensacional! Ao inserir a cultura aborígene, a fotografia esplendorosa e o comportamento analítico e sábio de Jay Swan, fortalece e criam uma identidade muito consistente tanto ao protagonista quanto as tramas.
Recomendo assistir tudo do universo Mystery Road. Lamentável nenhum streaming brasileiro ainda não disponibilizar esta franquia. Em uma GloboPlay com certeza teria audiência justamente pelo cenário lembrar muito o sertão brasileiro.
Eu venho assistindo a série e os filmes do universo de Mystery Road e notei que que existe uma preocupação em transmitir para quem assiste, as sensações reais de uma investigação. É muito legal isso, mas a falta de uma trilha sonora mais condizente com a cena é algo muito negativo na filmografia de Ivan Sen.
Acredito que a trilha sonora poderia ajudar a criar uma atmosfera mais envolvente e realista. Por exemplo, em cenas de ação ou suspense, uma trilha sonora mais intensa poderia ajudar a aumentar a tensão e a imersão do espectador.
Quanto ao resto, é sensacional! Ao inserir a cultura aborígene, a fotografia esplendorosa e o comportamento analítico e sábio de Jay Swan, fortalece e criam uma identidade muito consistente tanto ao protagonista quanto as tramas.
Recomendo assistir tudo do universo Mystery Road. Lamentável nenhum streaming brasileiro ainda não disponibilizar esta franquia. Em uma GloboPlay com certeza teria audiência justamente pelo cenário lembrar muito o sertão brasileiro.
3 espetaculares episódios e 3 últimos episódios pra esquecer! Apesar do último episodio ter momentos belíssimos, foi bem fraco em sua condução. Esperava bem mais.
Algo se perdeu no caminho e mesmo assim valeu a pena assistir. Referências folcloricas incríveis foram submergidas por um roteiro apressado, porém as atuações femininas foram sensacionais. Quanta mulher linda nesta série, gente. Zahy Tentehar é uma Deusa!
Belas Maldições (3ª Temporada)
3.9 10 Assista AgoraPerfeito talvez não seja a palavra.Assisti ao final de Good Omens com aquela sensação estranha de quem se despede de algo que ainda tinha muito a dizer. A segunda vinda de Cristo, um tema imenso, simbólico, cheio de camadas teológicas, filosóficas e narrativas, foi sintetizada em um único episódio como se fosse possível espremer o apocalipse dentro de uma mala pequena demais. E isso, sinceramente, me pareceu quase um crime criativo.Havia ali matéria para uma temporada inteira. Havia conflito, ironia, céu, inferno, fé, dúvida, amor, destino, rebeldia, contradição. Mas muita coisa foi mutilada no caminho. O que poderia ter sido uma grande travessia virou uma despedida apressada.Ainda assim, o final me comoveu.Talvez porque, por trás de todos os cortes e escolhas questionáveis, ainda restou algo verdadeiro: a melancolia de quem precisa dizer adeus. E eu vou sentir falta do Crowley. Poucos anti-heróis foram tão cínicos, tão elegantes e tão dolorosamente humanos quanto ele. Um demônio que, no fundo, parecia entender melhor a alma do que muitos anjos.Good Omens termina menor do que poderia. Mas Crowley fica. E talvez seja essa a pequena eternidade que a série conseguiu salvar.
Caçador de Marajás
4.2 14Um das melhores montagens que já na vida em um documentário seriado. Espetacular!
Only Murders in the Building (5ª Temporada)
3.6 26De todas, foi a pior e a mais decepcionante, porque começou tão bem. Piadas incríveis, elenco afiado... Aí veio o fatídico quinto episódio e, a partir de então, tudo degringolou!
O Urso (4ª Temporada)
3.9 68 Assista AgoraAcabei de ver o episódio Casamento. Tô em frangalhos.
O Richie tá tão nu de si que parece que a câmera atravessa ele. Ebon Moss-Bachrach entregou uma atuação que não se interpreta, se sangra.
Cinematografia absurda, direção que respira junto com o roteiro. Toda vez que o Richie aparecia, ‘Five Years’ do Bowie ecoava na minha cabeça — como se o mundo fosse explodir em 5 minutos e tudo o que restasse fosse sentir.
Ainda nem terminei a temporada, mas já sei: isso aqui é top 2 fácil. Talvez top 1.
Que porrada linda.
Sereias
3.2 73 Assista AgoraUma bela surpresa e mais uma atuação sensacional da Meghann Fahy. Juliane Moore é um espetáculo, não?
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 347 Assista Agora😕A segunda temporada teve um começo arrastado e, em alguns momentos, pareceu mais interessada em parecer profunda do que em desenvolver a trama. Do quinto episódio em diante, melhorou, mas ainda deixou a sensação de que poderia ter sido mais direta. Se a série terminasse aqui, seria um encerramento aceitável. Quando ouvi uma personagem mencionar um certo estado americano, fui ouvir “Hello, I’m In Delaware” do City and Colour — foi um momento que me pegou. Pretendo reassistir a temporada daqui a alguns meses, com outros olhos, para ver se minha impressão muda.😁
Sutura (1ª Temporada)
3.9 26 Assista AgoraBelíssima surpresa. Roteiro hábil e boas atuações. Vale a pena conferir.
Difamação
4.0 131 Assista AgoraO que foi isso, gente? Magnânimo!
Tulsa King (1ª Temporada)
4.0 75 Assista AgoraDelícia de série!😀
Samurai de Olhos Azuis (1ª Temporada)
4.4 138 Assista AgoraObra prima. Uma das melhores séries de 2023. Ah, bem melhor que Xógum!
Xógum: A Gloriosa Saga do Japão (1ª Temporada)
4.1 185 Assista AgoraNão precisa de outra temporada. É legal. Assista.
Breaking Bad (1ª Temporada)
4.5 1,4K Assista AgoraMergulhemos nas águas turvas de "Breaking Bad", onde as ondas da angústia e a correnteza da melancolia se entrelaçam em um mar revolto. Nesse universo, a prova de existência é um ritual sistemático, um embate onde a agressividade, a frieza e a brutalidade delineiam o horizonte dos vencedores.
Cada personagem, um náufrago em sua jornada, busca sentido em meio ao caos, navegando por entre as tempestades de suas escolhas e consequências. "Breaking Bad" é mais do que uma série; é um espelho de almas em desalinho, um questionamento pungente sobre os abismos que enfrentamos.
True Detective: Terra Noturna (4ª Temporada)
3.4 273 Assista AgoraConfesso que meu coração vibrou ao saber que Jodie Foster estrelaria a quarta temporada de True Detective. A expectativa era enorme, a empolgação contagiante. Mas, como diria o poeta, "nem tudo são flores". Ao concluir o sexto e último episódio, a decepção me abraçou com força descomunal.
A química entre Foster e Kali Reis? Inexistente. Em certos diálogos, a sensação era de que ambas estavam lendo um texto pela primeira vez, sem qualquer entrosamento. O roteiro, em sua obsessão pelo sobrenatural, deixou de lado o desenvolvimento das personagens, tornando-as meras marionetes em um tabuleiro fantasmagórico.
Atuações fracas podem ser amenizadas por um bom roteiro? Sim, mas não foi o que aconteceu aqui. A previsibilidade da trama era tamanha que, em vários momentos, tive a sensação de estar assistindo a um déjà vu. A dupla protagonista, que prometia ser a grande força da temporada, se mostrou um fiasco. A sintonia vista na primeira temporada deu lugar a um abismo de frieza e artificialidade.
Poderia me aprofundar em cada falha, em cada ponto fraco, mas a frustração é tamanha que as palavras se perdem. Em meus 48 anos de vida, poucas vezes senti tamanha decepção com uma obra audiovisual. A tristeza toma conta ao ver o potencial desperdiçado em True Detective: Terra Noturna.
Terra Noturna não é apenas uma temporada decepcionante, é uma promessa quebrada. Uma promessa de suspense, de mistério, de atuações memoráveis. Uma promessa que se dissolveu em um mar de previsibilidade, de personagens vazias e de um roteiro inconsistente.
Resta a esperança de que a série se recupere em futuras temporadas. Que volte às suas raízes, resgatando a qualidade que a consagrou. Que nos presenteie com histórias envolventes, personagens complexas e atuações impecáveis.
Mystery Road (2ª Temporada)
3.2 1Eu venho assistindo a série e os filmes do universo de Mystery Road e notei que que existe uma preocupação em transmitir para quem assiste, as sensações reais de uma investigação. É muito legal isso, mas a falta de uma trilha sonora mais condizente com a cena é algo muito negativo na filmografia de Ivan Sen.
Acredito que a trilha sonora poderia ajudar a criar uma atmosfera mais envolvente e realista. Por exemplo, em cenas de ação ou suspense, uma trilha sonora mais intensa poderia ajudar a aumentar a tensão e a imersão do espectador.
Quanto ao resto, é sensacional! Ao inserir a cultura aborígene, a fotografia esplendorosa e o comportamento analítico e sábio de Jay Swan, fortalece e criam uma identidade muito consistente tanto ao protagonista quanto as tramas.
Recomendo assistir tudo do universo Mystery Road. Lamentável nenhum streaming brasileiro ainda não disponibilizar esta franquia. Em uma GloboPlay com certeza teria audiência justamente pelo cenário lembrar muito o sertão brasileiro.
Mystery Road (1ª Temporada)
3.4 3Eu venho assistindo a série e os filmes do universo de Mystery Road e notei que que existe uma preocupação em transmitir para quem assiste, as sensações reais de uma investigação. É muito legal isso, mas a falta de uma trilha sonora mais condizente com a cena é algo muito negativo na filmografia de Ivan Sen.
Acredito que a trilha sonora poderia ajudar a criar uma atmosfera mais envolvente e realista. Por exemplo, em cenas de ação ou suspense, uma trilha sonora mais intensa poderia ajudar a aumentar a tensão e a imersão do espectador.
Quanto ao resto, é sensacional! Ao inserir a cultura aborígene, a fotografia esplendorosa e o comportamento analítico e sábio de Jay Swan, fortalece e criam uma identidade muito consistente tanto ao protagonista quanto as tramas.
Recomendo assistir tudo do universo Mystery Road. Lamentável nenhum streaming brasileiro ainda não disponibilizar esta franquia. Em uma GloboPlay com certeza teria audiência justamente pelo cenário lembrar muito o sertão brasileiro.
Vale O Escrito - A Guerra do Jogo do Bicho
4.5 144Visceral e espetacular!
Only Murders in the Building (3ª Temporada)
3.8 72Fiquei tão triste com esta temporada. Que finalzinho meia boca, gente! Gostei não.
Silo (1ª Temporada)
4.0 187 Assista AgoraGostei bastante! Tenha paciência que do 6º episodio em diante o bicho pega. Uma exemplo de administração de ritmo esta série. Muita boa mesmo!
Fundação (1ª Temporada)
3.8 140 Assista AgoraMágica!
Fundação (2ª Temporada)
3.9 35 Assista AgoraÉ tão boa que nem sei o que falar!
Belas Maldições (2ª Temporada)
3.9 523 espetaculares episódios e 3 últimos episódios pra esquecer! Apesar do último episodio ter momentos belíssimos, foi bem fraco em sua condução. Esperava bem mais.
Onimusha
3.2 16 Assista AgoraAguardando ansiosamente.
Belas Maldições (1ª Temporada)
4.1 235 Assista AgoraCoitada da hipocrisia! kkkkkkkkkkkkkkk Simplesmente genial!
Cidade Invisível (2ª Temporada)
3.4 189 Assista AgoraAlgo se perdeu no caminho e mesmo assim valeu a pena assistir. Referências folcloricas incríveis foram submergidas por um roteiro apressado, porém as atuações femininas foram sensacionais. Quanta mulher linda nesta série, gente. Zahy Tentehar é uma Deusa!