Como a pessoa cética que sou, confesso que me impressionei positivamente com os xamãs, tarólogos e leitores do destino. Fiquei com a sensação de que essas pessoas possuem uma espécie de “antena” ou para-raios capaz de estabelecer uma conexão com o universo e favorecer a leitura proposta.
[/spoiler] Senti um verdadeiro ódio de Noh Seulby porque, além de arrogante, ela prejudicou o melhor participante da temporada: o Jovem Mestre Jiseon. Ele tinha tudo para ser o grande destaque do programa e acabou sendo duplamente prejudicado.
Lee Sobin também teve um “destino” triste por causa da cliente do último episódio. Ela tinha tudo para sair vencedora, mas demonstrou que a ética estava acima do prêmio ao se recusar a levar a leitura até o fim. [spoiler]
É um mergulho em uma cultura completamente diferente, e destaco alguns pontos:
1 - Eles levam a questão da vidência extremamente a sério, inclusive com cursos universitários voltados para os mais diversos tipos de práticas;
[/spoiler] 2 - Os gritinhos e reações dos “Ceifadores do Destino” cansam bastante. A produção deveria focar mais nas reações dos participantes do que nas deles. São repetitivos e todos parecem reagir exatamente da mesma forma; 3 - As cerimônias do último episódio, infelizmente, não me convenceram. [spoiler]
Enfim, assistam com um olhar crítico, mas é impressionante de qualquer maneira.
Quando assisti à 6ª temporada de Outlander, achei que a série já tinha cumprido seu ciclo. Para minha surpresa, gostei da 7ª e já comecei a 8ª — mas, sinceramente, espero que desta vez seja realmente o fim.
Que atrizinha péssima essa Ella Purnell! Nos momentos dramáticos ela fica mais perdida que surdo em bingo. O Aaron Moten também não é grande coisa: fraquinho… Êita casalzinho sem graça.
Com um elenco bom e afiado, um roteiro bem construído e com personagens cativantes o filme toca em traumas passados, envelhecimento e relações sociais com muita leveza e propriedade. Para quem gostou, sugiro assistir ao documentário Professor Polvo na NETFLIX que trata de uma história real sobre um cineasta aquático e sua improvável relação com um polvo em uma floresta subaquática na África do Sul. Ganhou um Oscar em 2021 de Melhor Documentário e é uma história profundamente tocante .
[/spoiler] - O amor que de repente Tommy passa a ter pelo filho é meio forçado; - Finn toma um chá de sumiço e é como se ele nunca tivesse existido; - Lizzie tb nem sequer é mencionada; - Por fim, Tommy não era tão imortal assim. [spoiler]
Desde que o filme foi lançado, eu estava louca para assistir. Porém, a preguiça do streaming acabou me vencendo por um bom tempo.
O filme não é exatamente uma obra-prima, mas alguns pontos positivos se sobressaem bastante:
• o figurino belíssimo; • a atmosfera punk, rock e hardcore, extremamente interessante; • e a fotografia impactante, em que o vermelho praticamente salta da tela, funcionando como um contraponto que ameniza o ambiente gótico.
Agora, os pontos negativos:
• Só eu achei as três atrizes principais velhas demais para interpretar Cathy, Nelly e Isabella?
[/spoiler] • Também senti um certo exagero na questão erótica, como se o filme pesasse a mão desnecessariamente com aquelas colagens de Isabella; • Margot Robbie desenvolveu a personagem de uma forma muito infantil, e isso não me convenceu em vários momentos. • Que ódio daquela Nelly! Que pessoinhavingativa e invejosa… [spoiler]
Mesmo assim, o filme conseguiu me arrancar algumas lágrimas.
E, sinceramente… como podem existir duas pessoas tão bonitas? Margot e Jacob são tão perfeitos que parecem ter sido feitos à mão.
A performance de Paul Anderson como um alcoolista e dependente químico é impressionante. Sua entrega ao personagem é tão intensa que se torna impossível dissociá-lo de Arthur Shelby após assistir à série.
Quanto a Helen McCrory e Anya Taylor-Joy, embora não correspondam ao padrão tradicional de beleza, ambas possuem um magnetismo singular. O carisma e a força de suas presenças em cena compensam qualquer ausência de convencionalidade estética, tornando-as figuras marcantes e memoráveis.
A quarta temporada de Peaky Blinders continua impressionando pela qualidade do figurino, pela reconstituição histórica impecável e pela trilha sonora marcante. No entanto, alguns pontos merecem destaque:
[/spoiler] 1. O cigarro e a bebida deveriam ser tratados quase como personagens principais. A quantidade de cenas em que os personagens fumam e bebem é excessiva e chega a roubar a atenção da trama. 2. O casal Changretta desperta compaixão. Vincent, que apenas lutava pelo amor do filho por Lizzie, não merecia um destino tão cruel. Sua morte foi muito injusta, porém importante para a trama da quarta temporada. 3. A rinoplastia de Anabelle Williams foi uma surpresa negativa. Ela possuía uma beleza única com o nariz original, e a mudança acabou por torná-la menos atraente, contrariando expectativas. 4. Ao observar Alfie, chama atenção o fato de ele apresentar algumas lesões escamosas na barba e na orelha. Essa característica foi fruto da caracterização para reforçar a dureza do personagem, mas também levanta curiosidade sobre se haveria alguma condição de pele envolvida. De todo modo, o detalhe acrescenta uma camada de realismo à sua figura. [spoiler]
O Jogo do Predador é, sem dúvida, meio viajado. Como tenho acrofobia, fiquei sem fôlego em várias cenas. Gosto muito da Charlize, ela manda bem, mas não dá para segurar sozinha um roteiro tão fraco.
Se o caos tivesse um nome, seria Marty Supreme. Quando você pensa que nada pode piorar, surge uma nova onda de decisões equivocadas e consequências inesperadas. Na verdade, o título certo deveria ser: Marty Unlucky. Atuação convincente de Thimothée Chalamet.
[/spoiler] Fico impressionada com a quantidade de cigarros e bebidas consumidas pelos personagens. Meu Deus: li numa reportagem que Cillan Murphy chegou a fumar 3.000 cigarros por temporada!! [spoiler]
[/spoiler] Jamais imaginei que o tiro de Grace em Campbell tivesse acertado apenas a perna. O desmaio, o olhar vidrado e o sangue nas costas transmitiam a impressão de algo muito mais grave. [spoiler]
Se existe uma comédia que eu gostaria que nunca tivesse fim, essa é Machos Alfa. Poucas séries conseguem rir de si mesmas e, ao mesmo tempo, provocar o público como ela faz. O politicamente correto é virado de cabeça para baixo, e os personagens são obrigados a se reinventar a cada situação, tropeçando em suas próprias inseguranças e exageros. O resultado? Uma avalanche de momentos hilários e inesperados que te prendem do primeiro ao último episódio. Assistir Machos Alfa é como entrar em um laboratório de humor onde nada é intocável e tudo pode virar piada. É irreverente, inteligente e viciante, exatamente o tipo de série que você termina um episódio já querendo começar o próximo. Que venham mais temporadas!
A longevidade de Fargo impressiona pela capacidade de se reinventar a cada temporada sem perder a força narrativa. Entre os destaques, sobressai a atuação de Jack Huston, que constrói um policial marcado por tiques e manias com rara intensidade e precisão, oferecendo uma performance memorável e de grande impacto dramático. Em contraste, Chris Rock não alcança o mesmo nível de verossimilhança: sua interpretação como gângster soa artificial e pouco convincente, enfraquecendo a complexidade que o papel exigia. Essa disparidade entre desempenhos evidencia tanto o potencial da série em oferecer personagens densos e multifacetados quanto os riscos de escolhas de elenco que não se ajustam plenamente ao tom da narrativa.
Das duas temporadas que assisti, esta foi sem dúvida a melhor. Sarah Paulson entrega uma atuação impecável e está irreconhecível como Linda Tripp. O que me incomodou foi a forma como
[/spoiler] tanto Mônica Lewinsky quanto Paula Jones foram retratadas: como se tivessem deficiências intelectuais. O Bill Cinton e a Hillary se merecem. Dois canalhas. [spoiler]
Pesquisei sobre Mônica Lewinsky hoje e fiquei surpresa com o quanto ela está bonita! Nunca se casou. Eu imagino que o trauma daquela época tenha pesado nessa decisão.
Achei a Carolyn uma personagem extremamente atormentada, irritante e claramente despreparada para a situação que teria de enfrentar.
Depois de assistir à série, fui pesquisar mais sobre ela e me deparei com relatos de amigos e pessoas próximas que descrevem uma Carolyn completamente diferente da que foi retratada na tela o que levanta um certo questionamento sobre a fidelidade da adaptação.
Apesar disso, gostei do seriado como um todo, embora em alguns momentos ele pareça um pouco exagerado e até “viajado”.
PS: Daryl Hannah ficou bastante irritada com a forma como foi representada na história.
Com um ritmo extremamente lento, Madison é uma série contemplativa que gira em torno de um luto quase inverossímil. Um drama tão forçado que Michelle Pfeiffer chorou tanto que parece ter ficado desidratada.
Sua personagem, Stacy, é rude, hostil e profundamente egoísta — como se todos ao seu redor fossem obrigados a sentir exatamente a dor que ela sente. Entre bebida, botox e preenchimentos, tudo parece ter o mesmo peso (ou até mais) do que o próprio luto familiar.
O queixo e a boca de Abby lhe conferem um ar constante de deboche, especialmente quando sorri.
[/spoiler] Paige, com sua bolsinha de marca em pleno enterro ao ar livre do pai, beira o cômico.
E quando Abby liga para o cowboy, exigindo que ele resolva um problema seu de Montana para Nova York? Fica difícil levar a sério. [spoiler]
O roteiro é frágil, sem personalidade e sem perspectiva. Não sei se há material para uma segunda temporada — e, se houver, provavelmente será mais do mesmo: muito choro e cachaça.
Mas vamos falar de algo positivo:
Indiscutivelmente, a fotografia é estonteante.
No mais… êita, americanos para gostarem de cemitério! Eu, hein?
Casadas e Caçadoras (que p**** de título é esse??!) é aquela série meia-boca que tenta se passar por ousada, mas no fundo é só um pornô soft disfarçado. Serve para matar o tempo, mas não espere nada além de clichês e apelação barata.
Agora, o verdadeiro terror não está no roteiro, mas no visual. A sobrancelha da Malin Åkerman parece ter sido desenhada por um estagiário de Halloween, e o preenchimento labial da Brittany Snow… meu Deus, um atentado estético! Hor-ro-ro-so, digno de filme de terror trash.
A Batalha dos Destinos (1ª Temporada)
4.2 3Como a pessoa cética que sou, confesso que me impressionei positivamente com os xamãs, tarólogos e leitores do destino.
Fiquei com a sensação de que essas pessoas possuem uma espécie de “antena” ou para-raios capaz de estabelecer uma conexão com o universo e favorecer a leitura proposta.
[/spoiler]
Senti um verdadeiro ódio de Noh Seulby porque, além de arrogante, ela prejudicou o melhor participante da temporada: o Jovem Mestre Jiseon. Ele tinha tudo para ser o grande destaque do programa e acabou sendo duplamente prejudicado.
Lee Sobin também teve um “destino” triste por causa da cliente do último episódio. Ela tinha tudo para sair vencedora, mas demonstrou que a ética estava acima do prêmio ao se recusar a levar a leitura até o fim.
[spoiler]
É um mergulho em uma cultura completamente diferente, e destaco alguns pontos:
1 - Eles levam a questão da vidência extremamente a sério, inclusive com cursos universitários voltados para os mais diversos tipos de práticas;
[/spoiler]
2 - Os gritinhos e reações dos “Ceifadores do Destino” cansam bastante. A produção deveria focar mais nas reações dos participantes do que nas deles. São repetitivos e todos parecem reagir exatamente da mesma forma;
3 - As cerimônias do último episódio, infelizmente, não me convenceram.
[spoiler]
Enfim, assistam com um olhar crítico, mas é impressionante de qualquer maneira.
Outlander (7ª Temporada)
3.9 33Quando assisti à 6ª temporada de Outlander, achei que a série já tinha cumprido seu ciclo. Para minha surpresa, gostei da 7ª e já comecei a 8ª — mas, sinceramente, espero que desta vez seja realmente o fim.
Fargo (5ª Temporada)
4.1 68 Assista AgoraO sarcasmo e o absurdo andam de mãos dadas nessa série.
Juno Temple e Jennifer Jason Leigh são os destaques.
Fallout (2ª Temporada)
3.6 100 Assista AgoraQue atrizinha péssima essa Ella Purnell! Nos momentos dramáticos ela fica mais perdida que surdo em bingo.
O Aaron Moten também não é grande coisa: fraquinho…
Êita casalzinho sem graça.
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
3.9 61Com um elenco bom e afiado, um roteiro bem construído e com personagens cativantes o filme toca em traumas passados, envelhecimento e relações sociais com muita leveza e propriedade.
Para quem gostou, sugiro assistir ao documentário Professor Polvo na NETFLIX que trata de uma história real sobre um cineasta aquático e sua improvável relação com um polvo em uma floresta subaquática na África do Sul.
Ganhou um Oscar em 2021 de Melhor Documentário e é uma história profundamente tocante .
Peaky Blinders: O Homem Imortal
3.2 117 Assista AgoraO filme é meia-boca porque:
[/spoiler]
- O amor que de repente Tommy passa a ter pelo filho é meio forçado;
- Finn toma um chá de sumiço e é como se ele nunca tivesse existido;
- Lizzie tb nem sequer é mencionada;
- Por fim, Tommy não era tão imortal assim.
[spoiler]
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (6ª Temporada)
4.1 219Pena que acabou sem um fechamento sobre a ascensão do facismo e sua queda.
Mas, já estava bom acabar mesmo...
O Morro dos Ventos Uivantes
2.9 259 Assista AgoraDesde que o filme foi lançado, eu estava louca para assistir. Porém, a preguiça do streaming acabou me vencendo por um bom tempo.
O filme não é exatamente uma obra-prima, mas alguns pontos positivos se sobressaem bastante:
• o figurino belíssimo;
• a atmosfera punk, rock e hardcore, extremamente interessante;
• e a fotografia impactante, em que o vermelho praticamente salta da tela, funcionando como um contraponto que ameniza o ambiente gótico.
Agora, os pontos negativos:
• Só eu achei as três atrizes principais velhas demais para interpretar Cathy, Nelly e Isabella?
[/spoiler]
• Também senti um certo exagero na questão erótica, como se o filme pesasse a mão desnecessariamente com aquelas colagens de Isabella;
• Margot Robbie desenvolveu a personagem de uma forma muito infantil, e isso não me convenceu em vários momentos.
• Que ódio daquela Nelly! Que pessoinhavingativa e invejosa…
[spoiler]
Mesmo assim, o filme conseguiu me arrancar algumas lágrimas.
E, sinceramente… como podem existir duas pessoas tão bonitas?
Margot e Jacob são tão perfeitos que parecem ter sido feitos à mão.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (5ª Temporada)
4.3 263 Assista AgoraA performance de Paul Anderson como um alcoolista e dependente químico é impressionante. Sua entrega ao personagem é tão intensa que se torna impossível dissociá-lo de Arthur Shelby após assistir à série.
Quanto a Helen McCrory e Anya Taylor-Joy, embora não correspondam ao padrão tradicional de beleza, ambas possuem um magnetismo singular. O carisma e a força de suas presenças em cena compensam qualquer ausência de convencionalidade estética, tornando-as figuras marcantes e memoráveis.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (3ª Temporada)
4.4 245 Assista AgoraA quarta temporada de Peaky Blinders continua impressionando pela qualidade do figurino, pela reconstituição histórica impecável e pela trilha sonora marcante. No entanto, alguns pontos merecem destaque:
[/spoiler]
1. O cigarro e a bebida deveriam ser tratados quase como personagens principais. A quantidade de cenas em que os personagens fumam e bebem é excessiva e chega a roubar a atenção da trama.
2. O casal Changretta desperta compaixão. Vincent, que apenas lutava pelo amor do filho por Lizzie, não merecia um destino tão cruel. Sua morte foi muito injusta, porém importante para a trama da quarta temporada.
3. A rinoplastia de Anabelle Williams foi uma surpresa negativa. Ela possuía uma beleza única com o nariz original, e a mudança acabou por torná-la menos atraente, contrariando expectativas.
4. Ao observar Alfie, chama atenção o fato de ele apresentar algumas lesões escamosas na barba e na orelha. Essa característica foi fruto da caracterização para reforçar a dureza do personagem, mas também levanta curiosidade sobre se haveria alguma condição de pele envolvida. De todo modo, o detalhe acrescenta uma camada de realismo à sua figura.
[spoiler]
O Jogo do Predador
2.8 173 Assista AgoraO Jogo do Predador é, sem dúvida, meio viajado.
Como tenho acrofobia, fiquei sem fôlego em várias cenas.
Gosto muito da Charlize, ela manda bem, mas não dá para segurar sozinha um roteiro tão fraco.
Marty Supreme
3.6 360 Assista AgoraSe o caos tivesse um nome, seria Marty Supreme.
Quando você pensa que nada pode piorar, surge uma nova onda de decisões equivocadas e consequências inesperadas.
Na verdade, o título certo deveria ser: Marty Unlucky.
Atuação convincente de Thimothée Chalamet.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (2ª Temporada)
4.4 271 Assista AgoraNa segunda temporada, Peaky Blinders mantêm a sua qualidade em relação às atuações, trilha sonora, figurino e reconstituição de época.
[/spoiler]
Fico impressionada com a quantidade de cigarros e bebidas consumidas pelos personagens.
Meu Deus: li numa reportagem que Cillan Murphy chegou a fumar 3.000 cigarros por temporada!!
[spoiler]
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (1ª Temporada)
4.4 481 Assista AgoraA ambientação é bem construída, a trilha sonora funciona e as atuações são aceitáveis.
[/spoiler]
Jamais imaginei que o tiro de Grace em Campbell tivesse acertado apenas a perna. O desmaio, o olhar vidrado e o sangue nas costas transmitiam a impressão de algo muito mais grave.
[spoiler]
Machos Alfa (5ª Temporada)
4.0 10Se existe uma comédia que eu gostaria que nunca tivesse fim, essa é Machos Alfa.
Poucas séries conseguem rir de si mesmas e, ao mesmo tempo, provocar o público como ela faz. O politicamente correto é virado de cabeça para baixo, e os personagens são obrigados a se reinventar a cada situação, tropeçando em suas próprias inseguranças e exageros. O resultado? Uma avalanche de momentos hilários e inesperados que te prendem do primeiro ao último episódio.
Assistir Machos Alfa é como entrar em um laboratório de humor onde nada é intocável e tudo pode virar piada. É irreverente, inteligente e viciante, exatamente o tipo de série que você termina um episódio já querendo começar o próximo.
Que venham mais temporadas!
The Pitt (2ª Temporada)
4.3 69 Assista AgoraO nível da série é
Fargo (4ª Temporada)
3.6 93 Assista AgoraA longevidade de Fargo impressiona pela capacidade de se reinventar a cada temporada sem perder a força narrativa.
Entre os destaques, sobressai a atuação de Jack Huston, que constrói um policial marcado por tiques e manias com rara intensidade e precisão, oferecendo uma performance memorável e de grande impacto dramático. Em contraste, Chris Rock não alcança o mesmo nível de verossimilhança: sua interpretação como gângster soa artificial e pouco convincente, enfraquecendo a complexidade que o papel exigia.
Essa disparidade entre desempenhos evidencia tanto o potencial da série em oferecer personagens densos e multifacetados quanto os riscos de escolhas de elenco que não se ajustam plenamente ao tom da narrativa.
Untold: O Rei em Xeque
3.4 9Hans Niemann teve um cancelamento terrível.
Se ele se for resiliente, vai conseguir dar a tão esperada volta por cima.
Caçadores do Fim do Mundo
2.1 28 Assista AgoraÊita filme fraco.
Deus me livre de ter continuação.
Justiça Artificial
3.1 118 Assista AgoraQue filmezinho fraco!
O roteiro é uma peneira de tantos furos...
American Crime Story: Impeachment (3ª Temporada)
3.8 63 Assista AgoraDas duas temporadas que assisti, esta foi sem dúvida a melhor.
Sarah Paulson entrega uma atuação impecável e está irreconhecível como Linda Tripp.
O que me incomodou foi a forma como
[/spoiler] tanto Mônica Lewinsky quanto Paula Jones foram retratadas: como se tivessem deficiências intelectuais.
O Bill Cinton e a Hillary se merecem. Dois canalhas.
[spoiler]
Pesquisei sobre Mônica Lewinsky hoje e fiquei surpresa com o quanto ela está bonita!
Nunca se casou. Eu imagino que o trauma daquela época tenha pesado nessa decisão.
História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette …
3.6 26 Assista AgoraAchei a Carolyn uma personagem extremamente atormentada, irritante e claramente despreparada para a situação que teria de enfrentar.
Depois de assistir à série, fui pesquisar mais sobre ela e me deparei com relatos de amigos e pessoas próximas que descrevem uma Carolyn completamente diferente da que foi retratada na tela o que levanta um certo questionamento sobre a fidelidade da adaptação.
Apesar disso, gostei do seriado como um todo, embora em alguns momentos ele pareça um pouco exagerado e até “viajado”.
PS: Daryl Hannah ficou bastante irritada com a forma como foi representada na história.
Madison (1ª Temporada)
3.6 14 Assista AgoraCom um ritmo extremamente lento, Madison é uma série contemplativa que gira em torno de um luto quase inverossímil. Um drama tão forçado que Michelle Pfeiffer chorou tanto que parece ter ficado desidratada.
Sua personagem, Stacy, é rude, hostil e profundamente egoísta — como se todos ao seu redor fossem obrigados a sentir exatamente a dor que ela sente. Entre bebida, botox e preenchimentos, tudo parece ter o mesmo peso (ou até mais) do que o próprio luto familiar.
O queixo e a boca de Abby lhe conferem um ar constante de deboche, especialmente quando sorri.
[/spoiler]
Paige, com sua bolsinha de marca em pleno enterro ao ar livre do pai, beira o cômico.
E quando Abby liga para o cowboy, exigindo que ele resolva um problema seu de Montana para Nova York? Fica difícil levar a sério.
[spoiler]
O roteiro é frágil, sem personalidade e sem perspectiva. Não sei se há material para uma segunda temporada — e, se houver, provavelmente será mais do mesmo: muito choro e cachaça.
Mas vamos falar de algo positivo:
Indiscutivelmente, a fotografia é estonteante.
No mais… êita, americanos para gostarem de cemitério! Eu, hein?
The Hunting Wives (1ª Temporada)
3.5 19Casadas e Caçadoras (que p**** de título é esse??!) é aquela série meia-boca que tenta se passar por ousada, mas no fundo é só um pornô soft disfarçado. Serve para matar o tempo, mas não espere nada além de clichês e apelação barata.
Agora, o verdadeiro terror não está no roteiro, mas no visual. A sobrancelha da Malin Åkerman parece ter sido desenhada por um estagiário de Halloween, e o preenchimento labial da Brittany Snow… meu Deus, um atentado estético! Hor-ro-ro-so, digno de filme de terror trash.