Quando se trata de filhos, qq um vira animal irracional, mas também não precisa perder a noção. Viajaram legal quando um adulto decide largar uma criança no meio de um incêndio gigante, numa floresta que estava sendo evacuada. Oi? Nem pra avisar a família?
E aí vem o papo dos rituais pra encarar a morte. Qualquer pessoa normal ouviria isso e pensaria: sacrifício. Eu mesma tava quase entrando na tela com um pá.
Mas, olha, a história me prendeu. O urso, o simbolismo com o pai da Lide, esse paralelo meio poético.
Sei lá… É aquele tipo de narrativa que te deixa irritada com as incoerências, mas ainda assim você não consegue largar. Porque no fundo, a gente gosta de ser enganado com estilo.
Achei tudo meio profético e, considerando que estamos vivendo um governo meio doido, não me parece nada improvável que seja uma espécie de sondagem pra ver como reagiríamos a uma ideia dessas.
Pra mim ficou evidente que não era um lugar “paz e amor”, era fim de linha. Achei o máximo que ela não se rendeu. Confesso, gnt… eu ri com o cata-velho! 😂🙈 Fiquei fascinada com a parte dos peixes, eu nunca tinha visto nada parecido. A única coisa que não me agradou foi a tentativa de “lacrar” no final. Na minha visão, o desfecho perfeito teria sido ela assumir o papel da “freira” e, finalmente, viver como ursupadora e conquistar a tão sonhada liberdade.
A atuação da Denise foi simplesmente brilhante, e a participação do Rodrigo Santoro também impecável.
2,9? Vcs estão mt exigentes, meu povo. Quase ri 2 vezes.
Td bem, não é a comédia que vai te fazer chorar de rir, mas pelo menos entrega o que muita produção anda esquecendo: começo, meio e fim . Ingrid, como sempre, é o talento que salva qq roteiro meia-boca. Essa mulher nunca erra, ela é impecável. Resumindo: Legalzinho, embrulhado em uma fotografia incrível
O programa é pra casar, ironicamente, ninguém parecia minimamente preparado. Ficou evidente que o verdadeiro objetivo era a fama . Casais mt aleatórios, sem qualquer traço de sentimento, diálogo, parceria ou química. Tudo soava forçado, vazio, quase como um teatro mal ensaiado.
O único que transmitia algo genuíno era o Ed. Tadinho... desde o início ficou claro que ele estava ali de coração aberto, mas acabou sendo usado. Doeu assistir. Pude sentir a tristeza dele atravessando a tela.
Meu Deus, eu gostei! hahaha <br/><br/>É tudo tão aleatório, tão nonsense, diálogos que parecem escritos depois de várias taças de vinho e situações tão absurdas que só podem ser levadas a sério se você desligar o botão da lógica. E, sinceramente, desligar esse botão é libertador. Confesso que dei boas risadas.<br/><br/>A graça é justamente essa: rir do ridículo e do improvável. Parece que os roteiristas jogaram qualquer coisa no liquidificador e confiaram que o carisma do Kerem ia segurar. E segura. Ele transforma até a fala mais absurda em algo magnético. <br/><br/>No fim, a graça está justamente aí: no exagero, no absurdo, no fato de que um galã turco pode atuar em comédia pastelão e, ainda assim, ser um puta ator. E sim, ngm percebeu que sou fã, né? Mas fã do tipo que ri do próprio fanatismo, tá?
É tudo tão forçado que você quase sente vontade de pedir desculpa pro controle remoto por ter apertado o play. Terminei o filme querendo processar alguém: o roteirista, o diretor ou eu mesma, por insistir até o fim. Um clássico … de como NÃO fazer cinema. Ruim ainda seria um elogio
A maior prova de que o amor pode ser cego, mas o tesão tem visão de raio X. Até ontem era "Eu te amo", "Nunca senti isso antes", mas bastou abrir a porta e o romance virou "Vamos com calma". Esquecem que, nessa hora, a linguagem corporal grita!
Temos: gente que acredita no experimento, gente que quer seguidor e, claro, gente que deveria querer mesmo era terapia. Falta aquele caos delicioso das primeiras temporadas.
Mais uma temporada onde ninguém supera a primeira impressão, onde promessas são feitas e quebradas.
Mas seguimos assistindo, porque nada fortalece mais a autoestima do que ver estranhos percebendo, que amor à primeira voz nunca foi uma boa ideia.
Se você pensou que “Adolescência” ia te dar aquela visão romântica e bonitinha dos adolescentes, com lições de moral e finais felizes, pode ir se preparando...
É o retrato de uma geração adoecida por superficialidades. Mas isso é só o pano de fundo para a verdadeira tragédia, onde, ninguém conhece ninguém de verdade. Nem aos 13, nem mesmo os pais.
A série te joga na cara o quanto a vida pode ser filha da mãe, onde, no fim, todo mundo perde. A garota perdeu a vida, o garoto a liberdade, a família dele perdeu a paz e a dignidade e a da garota perdeu a presença da filha.
Um menino de 13 anos, com traços infantis, capaz de tomar decisões que deveriam ser inimagináveis para alguém da sua idade e depois ainda é capaz de dormir tranquilo sem o menor remorso e ainda se achando legitimado na motivação.
E o bullying que a vítima fez? Ah, bem, nada justifica, mas tudo explica muita coisa. A série consegue essa proeza: te fazer entender tudo, sem jamais justificar nada.
Sem trilha dramática, sem grandes discursos. Essa série não quer te entreter. Ela quer te fazer perder o sono.
A série vai arrancar seu chão, te fazer duvidar da humanidade e te deixar pensando por dias sobre o colapso emocional de uma geração inteira. E, sim, isso é brilhante.
A cada nova cena, eu só pensava: gente, o que aconteceu com uma boa cama? Tinha mais gente se pegando no meio do mato do que enredo.
A história, apesar de fraca e previsível, até tinha potencial, mas o elenco? Zero química. E a Fleur... que chatice! Só perde para o núcleo teen, que parece ter sido jogado ali sem propósito nenhum.
No fim, é aquele clichê básico, com uma risada aqui e outra acolá.
É daqueles documentários que te suga pra dentro da história.
Você vê as imagens, escuta os relatos e sente a angústia como se estivesse lá, segurando a parede e rezando pra não voar. E o pior: tudo real. Nenhum roteirista, só a vida real e a natureza sendo brutal.
No meio da destruição, o filme também mostra a resiliência absurda das pessoas, aquela coisa meio "vamos seguir em frente porque não tem opção". Dá pra sentir a emoção, a tensão, tem história.
Assistam, mas talvez evitem em dias de tempestade.
Que pancada! Lindo, cru, uma espécie de soco redentor. Um homem perdido, sem Deus, sem rumo, com uma família desestruturada, carregando sua dor sozinho. Então, de repente, por causa de um rabo de saia, ele abre espaço para Cristo e descobre que pode pegar todo aquele sofrimento, jogá-lo na cruz e dividir o peso. Além disso, ele ganha um propósito de vida que antes parecia impossível. Linda história!
Particularmente, eu acho que deveriam ter optado por omitir toda a parte de sua vida amorosa que não agrega em nada a série. O ep "paixão" me deu muita vergonha alheia e só provou o quanto a Xuxa era superficial.
Por outro lado, adorei saber que ele era atrevido, corajoso (não apenas nas pistas) e que nunca cedeu ao sistema. Eu tinha uma ideia bem diferente dele que sempre me pareceu inexpressivo e por vezes, triste...
As cenas em que ele denuncia a corrupção na F1 foram impactantes e levantam questões inquietantes sobre as teorias da conspiração em torno de sua morte. Sabotagem? Perseguição? Queima de arquivo? Afinal, ele mexeu com gnt grande e poderosa e ainda expôs tudo na mídia. Precisa de muita coragem!
A produção, por outro lado, é tecnicamente impecável, com uma recriação realista que transporta a gnt para a época. As cenas de corrida impressionam e brilham os olhos. O elenco surpreende positivamente, além da semelhança as atuações foram muito boas. Gabriel Leone encarnou msm o personagem. No fim, a série é uma experiência visual impressionante, só acho que faltou profundidade para fazer jus à grandeza de Senna.
Trolada mais uma vez por uma série que, por razões desconhecidas, consegue entrar no top 10 da Netflix. Pelo amorde, pessoas, parem de dar moral para produções meia boca!
Tinha potencial, mas decepciona. Apesar de um roteiro interessante, o desenvolvimento apressado demais prejudica a conexão entre os protagonistas e torna o romance forçado. A comédia é previsível e a química entre o casal não convence. Lindsay se esforça, mas não consegue salvar o filme, que acaba sendo uma comédia fraca e sem profundidade.
Meu Deus, como a Alara é chataaaaa! Talvez por isso eu tenha tido tanta dificuldade em criar empatia com a personagem, o que acabou afetando minha conexão com a história. No começo, parecia que seria um romance bem clichê, mas depois a trama ficou confusa e arrastada — confesso que quase desisti. No entanto, o final é surpreendente e muito bem construído, e a analogia usada para o fechamento é sensacional. A fotografia é lindíssima, a cena da caverna azul foi um show à parte! E meu lindão Kerem, como sempre, entregando uma atuação impecável.
Essa edição foi um verdadeiro espetáculo de superficialidade, com participantes claramente mais interessados em se autopromover do que em encontrar o amor. A ideia de se apaixonar pela essência virou uma corrida por likes e seguidores. Alguns até tentaram, mas mal conseguiram sustentar o próprio personagem dentro dos pods.
Dá para sentir a tensão no ar — cada um calculando “como isso vai parecer nas redes sociais?” O conceito original do programa, de ver se a gente se apaixonaria pela alma, foi substituído por “quantos seguidores ganho se fizer drama aqui?”
No final, apenas os dois casais que realmente tiveram química chegaram ao altar e permaneceram casados. Já o episódio do reencontro é decepcionante: triste ver, depois de um ano, um grupo de mulheres bonitas e independentes ainda tentando se justificar para homens bem mais ou menos (e não estou falando de beleza).
É o tipo de filme que me faz questionar minha própria existência por ter desperdiçado quase duas horas assistindo algo que, honestamente, não precisava existir.
O protagonista é um completo banana, passivo ao extremo, que namora uma mulher insuportável. Logo, ele se encanta por uma escritora mais velha, igualmente perdida no próprio ego. O pobre coitado, além de ser traído, ainda é largado à própria sorte, como se a culpa fosse dele pelo assalto ou pela falta de um backup (sim, é nesse nível de absurdo).
A história é tão fraca que chega a ser constrangedor. Não tem motivo, enredo, propósito e pior, qualquer tipo de química entre o casal. Honestamente, nem sei como eles acabaram juntos. E não, isso não tem nada a ver com a diferença de idade entre os atores. Até porque o protagonista já passou da fase de ser considerado "novinho."
O real problema é que os dois têm a química de uma batata com um sapato.
E como se não pudesse piorar ainda mais, do nada, eles se reencontram no final, de forma incrivelmente sem graça, e reatam. Fim.
Tentaram vendê-lo como cult, mas, na verdade, é só chato, entediante e completamente desnecessário. #mejulguem
É nítido que muita gnt tá ali só pra se promover. Não vi conexões reais. Não tem química e Maturidade tbm não há… Muito menos, carisma. É a primeira vez que assisto passando as cenas e que não torço por nenhum casal, até a família e os amigos são chatos. Preguiçaaaa
Quem já foi assediada ou abusada, ou conhece alguém que foi, nas escolas pelo mundo afora, sabe que essa série é necessária e mais real do que fantasia.
Que pena que ainda existam tantos "pseudo professores" infiltrados e poucas Almas e Natas corajosas o suficiente para reagir aos seus abusadores! Por um mundo com menos suicídio por causa desses vermes!
Corta-fogo
3.1 36 Assista AgoraMeu Deeeeus, que agonia!
Quando se trata de filhos, qq um vira animal irracional, mas também não precisa perder a noção. Viajaram legal quando um adulto decide largar uma criança no meio de um incêndio gigante, numa floresta que estava sendo evacuada. Oi? Nem pra avisar a família?
E aí vem o papo dos rituais pra encarar a morte. Qualquer pessoa normal ouviria isso e pensaria: sacrifício. Eu mesma tava quase entrando na tela com um pá.
Mas, olha, a história me prendeu. O urso, o simbolismo com o pai da Lide, esse paralelo meio poético.
Sei lá… É aquele tipo de narrativa que te deixa irritada com as incoerências, mas ainda assim você não consegue largar. Porque no fundo, a gente gosta de ser enganado com estilo.
O Último Azul
3.7 218 Assista AgoraAchei tudo meio profético e, considerando que estamos vivendo um governo meio doido, não me parece nada improvável que seja uma espécie de sondagem pra ver como reagiríamos a uma ideia dessas.
Pra mim ficou evidente que não era um lugar “paz e amor”, era fim de linha. Achei o máximo que ela não se rendeu. Confesso, gnt… eu ri com o cata-velho! 😂🙈 Fiquei fascinada com a parte dos peixes, eu nunca tinha visto nada parecido. A única coisa que não me agradou foi a tentativa de “lacrar” no final. Na minha visão, o desfecho perfeito teria sido ela assumir o papel da “freira” e, finalmente, viver como ursupadora e conquistar a tão sonhada liberdade.
A atuação da Denise foi simplesmente brilhante, e a participação do Rodrigo Santoro também impecável.
Valéria (4ª Temporada)
3.6 18 Assista AgoraQuatro amigas cheias de vida reduzidas a clichês de casamento, filhos e previsibilidade. Venderam modernidade e no final entregaram conservadorismo…
Perrengue Fashion
2.8 702,9? Vcs estão mt exigentes, meu povo. Quase ri 2 vezes.
Td bem, não é a comédia que vai te fazer chorar de rir, mas pelo menos entrega o que muita produção anda esquecendo: começo, meio e fim .
Ingrid, como sempre, é o talento que salva qq roteiro meia-boca.
Essa mulher nunca erra, ela é impecável.
Resumindo: Legalzinho, embrulhado em uma fotografia incrível
Casamento às Cegas (9ª Temporada)
2.4 11 Assista AgoraO programa é pra casar, ironicamente, ninguém parecia minimamente preparado. Ficou evidente que o verdadeiro objetivo era a fama . Casais mt aleatórios, sem qualquer traço de sentimento, diálogo, parceria ou química. Tudo soava forçado, vazio, quase como um teatro mal ensaiado.
O único que transmitia algo genuíno era o Ed. Tadinho... desde o início ficou claro que ele estava ali de coração aberto, mas acabou sendo usado. Doeu assistir. Pude sentir a tristeza dele atravessando a tela.
Maníaco do Parque
2.4 351 Assista AgoraPrometeram suspense, entregaram militância genérica. Cadê o maníaco?
Platônico: Hotel Lua Azul
3.5 2Meu Deus, eu gostei! hahaha <br/><br/>É tudo tão aleatório, tão nonsense, diálogos que parecem escritos depois de várias taças de vinho e situações tão absurdas que só podem ser levadas a sério se você desligar o botão da lógica. E, sinceramente, desligar esse botão é libertador. Confesso que dei boas risadas.<br/><br/>A graça é justamente essa: rir do ridículo e do improvável. Parece que os roteiristas jogaram qualquer coisa no liquidificador e confiaram que o carisma do Kerem ia segurar. E segura. Ele transforma até a fala mais absurda em algo magnético. <br/><br/>No fim, a graça está justamente aí: no exagero, no absurdo, no fato de que um galã turco pode atuar em comédia pastelão e, ainda assim, ser um puta ator. E sim, ngm percebeu que sou fã, né? Mas fã do tipo que ri do próprio fanatismo, tá?
O REPTILIANO MAIS GATO DA GALÁXIA🦎💙
O Royal Hotel
2.7 82 Assista AgoraSempre uma amiga, Liv
Má Influência
1.6 33É tudo tão forçado que você quase sente vontade de pedir desculpa pro controle remoto por ter apertado o play. Terminei o filme querendo processar alguém: o roteirista, o diretor ou eu mesma, por insistir até o fim. Um clássico … de como NÃO fazer cinema. Ruim ainda seria um elogio
Pulso (1ª Temporada)
3.0 26 Assista AgoraSerie confusa, personagens sem carisma, história sem nexo, não confiem nas trends da Netflix 😒✌🏻
Se Pulse fosse um paciente, estaria na UTI. E eu adoraria que desligassem os aparelhos.
Casamento às Cegas (8ª Temporada)
2.6 17Ah, Casamento às Cegas...
A maior prova de que o amor pode ser cego, mas o tesão tem visão de raio X. Até ontem era "Eu te amo", "Nunca senti isso antes", mas bastou abrir a porta e o romance virou "Vamos com calma". Esquecem que, nessa hora, a linguagem corporal grita!
Temos: gente que acredita no experimento, gente que quer seguidor e, claro, gente que deveria querer mesmo era terapia. Falta aquele caos delicioso das primeiras temporadas.
Mais uma temporada onde ninguém supera a primeira impressão, onde promessas são feitas e quebradas.
Mas seguimos assistindo, porque nada fortalece mais a autoestima do que ver estranhos percebendo, que amor à primeira voz nunca foi uma boa ideia.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraSe você pensou que “Adolescência” ia te dar aquela visão romântica e bonitinha dos adolescentes, com lições de moral e finais felizes, pode ir se preparando...
É o retrato de uma geração adoecida por superficialidades. Mas isso é só o pano de fundo para a verdadeira tragédia, onde, ninguém conhece ninguém de verdade. Nem aos 13, nem mesmo os pais.
A série te joga na cara o quanto a vida pode ser filha da mãe, onde, no fim, todo mundo perde. A garota perdeu a vida, o garoto a liberdade, a família dele perdeu a paz e a dignidade e a da garota perdeu a presença da filha.
Um menino de 13 anos, com traços infantis, capaz de tomar decisões que deveriam ser inimagináveis para alguém da sua idade e depois ainda é capaz de dormir tranquilo sem o menor remorso e ainda se achando legitimado na motivação.
E o bullying que a vítima fez? Ah, bem, nada justifica, mas tudo explica muita coisa. A série consegue essa proeza: te fazer entender tudo, sem jamais justificar nada.
Sem trilha dramática, sem grandes discursos. Essa série não quer te entreter. Ela quer te fazer perder o sono.
A série vai arrancar seu chão, te fazer duvidar da humanidade e te deixar pensando por dias sobre o colapso emocional de uma geração inteira. E, sim, isso é brilhante.
Flores e Esperança (1ª Temporada)
3.5 7 Assista AgoraEntão, se você espera uma comédia romântica fofa ou um drama envolvente, melhor ajustar as expectativas para não se frustrar.
A cada nova cena, eu só pensava: gente, o que aconteceu com uma boa cama? Tinha mais gente se pegando no meio do mato do que enredo.
A história, apesar de fraca e previsível, até tinha potencial, mas o elenco? Zero química. E a Fleur... que chatice! Só perde para o núcleo teen, que parece ter sido jogado ali sem propósito nenhum.
No fim, é aquele clichê básico, com uma risada aqui e outra acolá.
Tornado: Joplin em Ruínas
3.5 14É daqueles documentários que te suga pra dentro da história.
Você vê as imagens, escuta os relatos e sente a angústia como se estivesse lá, segurando a parede e rezando pra não voar. E o pior: tudo real. Nenhum roteirista, só a vida real e a natureza sendo brutal.
No meio da destruição, o filme também mostra a resiliência absurda das pessoas, aquela coisa meio "vamos seguir em frente porque não tem opção". Dá pra sentir a emoção, a tensão, tem história.
Assistam, mas talvez evitem em dias de tempestade.
Rumo ao Vento
3.3 16 Assista AgoraUma comédia romântica cheia de clichês daquelas bem água com açúcar, adorei 🥰
Luta pela Fé: A História do Padre Stu
3.6 88Que pancada! Lindo, cru, uma espécie de soco redentor. Um homem perdido, sem Deus, sem rumo, com uma família desestruturada, carregando sua dor sozinho. Então, de repente, por causa de um rabo de saia, ele abre espaço para Cristo e descobre que pode pegar todo aquele sofrimento, jogá-lo na cruz e dividir o peso. Além disso, ele ganha um propósito de vida que antes parecia impossível. Linda história!
Fiquei com dó da Carmem, tadinha achando que ia ser pedida em casamento …
Senna
4.0 238Parabéns à família que conseguiu transformar a vida intensa do Senna em algo surpreendentemente raso.
Particularmente, eu acho que deveriam ter optado por omitir toda a parte de sua vida amorosa que não agrega em nada a série. O ep "paixão" me deu muita vergonha alheia e só provou o quanto a Xuxa era superficial.
Por outro lado, adorei saber que ele era atrevido, corajoso (não apenas nas pistas) e que nunca cedeu ao sistema. Eu tinha uma ideia bem diferente dele que sempre me pareceu inexpressivo e por vezes, triste...
As cenas em que ele denuncia a corrupção na F1 foram impactantes e levantam questões inquietantes sobre as teorias da conspiração em torno de sua morte. Sabotagem? Perseguição? Queima de arquivo? Afinal, ele mexeu com gnt grande e poderosa e ainda expôs tudo na mídia. Precisa de muita coragem!
A produção, por outro lado, é tecnicamente impecável, com uma recriação realista que transporta a gnt para a época. As cenas de corrida impressionam e brilham os olhos. O elenco surpreende positivamente, além da semelhança as atuações foram muito boas. Gabriel Leone encarnou msm o personagem. No fim, a série é uma experiência visual impressionante, só acho que faltou profundidade para fazer jus à grandeza de Senna.
Inferno em La Palma
2.7 116 Assista AgoraTrolada mais uma vez por uma série que, por razões desconhecidas, consegue entrar no top 10 da Netflix. Pelo amorde, pessoas, parem de dar moral para produções meia boca!
O casalzinho lésbico imortal foi a parte mais bizarra.
Nosso Segredinho
2.9 124 Assista AgoraTinha potencial, mas decepciona. Apesar de um roteiro interessante, o desenvolvimento apressado demais prejudica a conexão entre os protagonistas e torna o romance forçado. A comédia é previsível e a química entre o casal não convence. Lindsay se esforça, mas não consegue salvar o filme, que acaba sendo uma comédia fraca e sem profundidade.
Caverna Azul
2.8 11 Assista AgoraMeu Deus, como a Alara é chataaaaa! Talvez por isso eu tenha tido tanta dificuldade em criar empatia com a personagem, o que acabou afetando minha conexão com a história. No começo, parecia que seria um romance bem clichê, mas depois a trama ficou confusa e arrastada — confesso que quase desisti. No entanto, o final é surpreendente e muito bem construído, e a analogia usada para o fechamento é sensacional. A fotografia é lindíssima, a cena da caverna azul foi um show à parte! E meu lindão Kerem, como sempre, entregando uma atuação impecável.
Casamento às Cegas (7ª Temporada)
2.7 11Essa edição foi um verdadeiro espetáculo de superficialidade, com participantes claramente mais interessados em se autopromover do que em encontrar o amor. A ideia de se apaixonar pela essência virou uma corrida por likes e seguidores. Alguns até tentaram, mas mal conseguiram sustentar o próprio personagem dentro dos pods.
Dá para sentir a tensão no ar — cada um calculando “como isso vai parecer nas redes sociais?” O conceito original do programa, de ver se a gente se apaixonaria pela alma, foi substituído por “quantos seguidores ganho se fizer drama aqui?”
No final, apenas os dois casais que realmente tiveram química chegaram ao altar e permaneceram casados. Já o episódio do reencontro é decepcionante: triste ver, depois de um ano, um grupo de mulheres bonitas e independentes ainda tentando se justificar para homens bem mais ou menos (e não estou falando de beleza).
Amores Solitários
2.8 55 Assista AgoraÉ o tipo de filme que me faz questionar minha própria existência por ter desperdiçado quase duas horas assistindo algo que, honestamente, não precisava existir.
O protagonista é um completo banana, passivo ao extremo, que namora uma mulher insuportável. Logo, ele se encanta por uma escritora mais velha, igualmente perdida no próprio ego. O pobre coitado, além de ser traído, ainda é largado à própria sorte, como se a culpa fosse dele pelo assalto ou pela falta de um backup (sim, é nesse nível de absurdo).
A história é tão fraca que chega a ser constrangedor. Não tem motivo, enredo, propósito e pior, qualquer tipo de química entre o casal. Honestamente, nem sei como eles acabaram juntos. E não, isso não tem nada a ver com a diferença de idade entre os atores. Até porque o protagonista já passou da fase de ser considerado "novinho."
O real problema é que os dois têm a química de uma batata com um sapato.
E como se não pudesse piorar ainda mais, do nada, eles se reencontram no final, de forma incrivelmente sem graça, e reatam. Fim.
Tentaram vendê-lo como cult, mas, na verdade, é só chato, entediante e completamente desnecessário. #mejulguem
Casamento às Cegas: Brasil (4ª Temporada)
3.0 62É nítido que muita gnt tá ali só pra se promover. Não vi conexões reais. Não tem química e Maturidade tbm não há… Muito menos, carisma. É a primeira vez que assisto passando as cenas e que não torço por nenhum casal, até a família e os amigos são chatos. Preguiçaaaa
Não Nos Calaremos (1ª Temporada)
3.7 32Quem já foi assediada ou abusada, ou conhece alguém que foi, nas escolas pelo mundo afora, sabe que essa série é necessária e mais real do que fantasia.
Que pena que ainda existam tantos "pseudo professores" infiltrados e poucas Almas e Natas corajosas o suficiente para reagir aos seus abusadores! Por um mundo com menos suicídio por causa desses vermes!