Já li, ouvi e vi muita coisa perturbadora, e esse acontecimento é um dos mais macabros. Antes de assistir ao documentário, ouvi um episódio de um podcast sobre esse caso e fiquei extremamente enojado com tudo. Uma sucessão de absurdos e desumanidade.
Não que precise de um filme, mas "Obsessão" prova que homens, além de não saberem expressar sentimentos de forma minimamente saudável, são medrosos e burros.
"Hamnet" é Emocionalmente forte e possui uma abordagem muito sensível sobre o amor, a perda e o luto. Chloé Zhao mais uma vez mostra porque é uma das melhores diretoras do nosso tempo, enquanto que Jessie Buckley se entrega de alma aberta no papel de Agnes - e mais do que justifica seu amplo favoritismo ao Oscar.
O final do filme é de encher os olhos. Fiquei completamente rendido.
Esse é o tipo de filme que vai te deixar com o corpo pesado, com uma grande dor de cabeça. A história se desenvolve de uma maneira crua, mostrando dois protagonistas marcados pela mesma violência mas com formas diferentes de assimilar o mundo: enquanto um aceita as coisas como elas são e pouco se importa consigo mesmo, o outro busca respostas sobre episódios traumáticos de sua infância. Um tenta camuflar a dor, o outro tenta preencher as lacunas em suas memórias. E ambos se encontram num caminho tortuoso de inocências roubadas.
Grande destaque para Joseph Gordon-Levitt, de que abraça o niilismo do seu personagem numa performance assustadora e de encher os olhos.
Esse filme trabalha a temática da solidão e do amor na terceira idade, mas vai além do que se espera de algo relacionado a um drama amoroso: ao trazer dois protagonistas idosos, o roteiro também aborda com sutileza as mudanças sociais do Irã e como esses personagens foram afetados, mostrando como a geração deles e a atual entende e enfrenta as políticas opressoras do seu país.
É um filme muito bonito com várias mensagens que moram nos detalhes.
O filme não é perfeito, mas está longe de ser ruim. "Ah, mas parece que foi feito somente para agradar os fãs". Eu também fiquei com essa impressão. Dito isso: qual o problema?
Jaafar Jackson é incrível. Imagina o tamanho da responsabilidade: primeiro papel da carreira é logo interpretando o tio que foi uma lenda da indústria musical. É um peso que ele não parece sentir.
Estava evitando esse filme porque sabia que o Nolan iria dar um nó na minha cabeça que somente ele saberia fazer. E por alguma sorte do destino nunca peguei nenhuma cena ou detalhe da trama (qualquer coisa sobre esse filme já é um grande spoiler), porque quanto menos você sabe sobre "Memento", melhor a experiência.
Que obra extraordinária! Aqui, o tempo e as memórias se fragmentam na percepção de realidade de um indivíduo. Para além da vingança, trata sobre a forma como escolhemos nos enganar, como nos protegemos da dor, pois as vezes o caminho mais fácil é o da negação de si e do mundo.
O que me deixou mais apreensivo foi o nível estratosférico de pretensão desse filme. É um enredo que dá mil voltas para jogar o óbvio na sua cara, algo que você já tinha decifrado com muita facilidade com 20 minutos de trama. Tenho raiva de suspense que subestima a inteligência do espectador.
O Agente Secreto é uma celebração das memórias e a forma como elas possuem esse poder de serem passadas por diferentes gerações. Acredito que de todos os filmes que vi do Kleber Mendonça Filho, esse talvez seja a sua obra mais diferente: o diretor opta por uma narrativa não-linear e explora muito bem o suspense investigativo (com toques perfeitos da nossa brasilidade). É um filme com ritmo mais lento, então não esperem algo frenético estilo "Bacurau", mas sim algo próximo de "Som ao Redor". Mas, honestamente, para mim isso não é demérito: é o texto pedindo paciência ao espectador, pois há muitas camadas importantes que ele quer mostrar.
Acho que não seria novidade pontuar que nosso país possui, ainda, um problema com sua História. Muitos setores da sociedade (em especial políticos da extrema-direita) se negam a lembrar de momentos em que brasileiros foram perseguidos e tiveram seus direitos cessados em sua própria terra. Mas "O Agente Secreto" nos mostra que o ato de esquecer significar dar poder aos algozes e deixa-los perpetuando um mecanismo de violências.
A figura de Armando nada contra essa maré. Ele é uma espécie de símbolo. Sua história se entrelaça com o passado ao procurar algum registro de sua mãe, e vai até o presente quando é resgatada por Flávia ao ouvir aquelas fitas. E nesse ponto temos destaque para a oralidade, que desempenha um papel central em como Flavia e sua amiga passam a entender Armando. Flávia ouve as próprias palavras dele. E embora aquilo fosse somente um trabalho, ela se interessa pelo seu personagem o suficiente para continuar se debruçando no material até chegar ao filho dele.
Por falar em Fernando, é importante mencionar como ele já criança estava começando a esquecer da mãe e, depois de adulto, não tinha mais a imagem nítida do pai. O trabalho de restauração feito por Flávia o possibilita, agora, ter essas imagens em sua mente. As memórias o encontraram.
Com muita paciência, sensibilidade e um toque certeiro de drama e suspense, "O Agente Secreto" nos entrega mais uma imagem do que é o Brasil, o que é "ser brasileiro" e a importância de nunca esquecer nossa História.
Uma obra forte e muito intensa sobre o que é a maternidade sem uma rede de apoio adequada. Linda é o exemplo de mãe cansada, que até pode ter algumas pessoas por perto, mas elas nunca serão capazes de entender a metade do que ela sente. A protagonista carrega um vazio enorme, um desespero que a faz querer procurar qualquer coisa para fugir daquela realidade sufocante. Nesse sentido, a direção de Mary Bronstein puxa para o lado mais frio e cru, com cenas que invocam uma claustrofobia assustadora que nos mostra o turbilhão de pensamentos de Linda.
Um comentário abaixo aponta que a Lauryn provavelmente participava, e isso faz sentido. Se as mensagens descreviam coisas que se passavam somente na sala de aula, como a mãe iria saber? E quando o policial chega na casa delas e diz que descobriu tudo, também achei estranho, porque ambas nem ao menos procuraram ficar em silêncio ou pediram um advogado, especialmente a mãe que só revelou "é, foi eu sim". Achei essa parte do doc bem estranha.
Ah, outra coisa: e aquela foto que foi tirada do Owen quando ele estava com a família? Como aquela mulher teve acesso? Não sei se acabei perdendo algum diálogo nessa parte que envolve a prima do cara como suspeita, mas será que aquela foto foi postada nas redes sociais e aquela mulher foi lá, pegou e mandou pra ele?
Se a Lauryn estava ou não envolvida, disso não temos como saber. São apenas pensamentos que levantamos. Mas o fato é que o documentário mostra uma dependência emocional bastante perigosa entre ambas, e bem doentia por parte da mãe. Como alguém diz "se m4t3" para a própria filha e ainda acha que está protegendo ela?! Aquela mulher vive em um mundo pararelo. Completamente bizarro.
Só o cinema consegue transformar uma modalidade esportiva um tanto chata (me desculpem os fãs, mas essa é só minha humilde opinião) em algo interessante para o grande público.
Lembro de assistir F1 quando criança, e até curtia, mas não foi algo que permaneceu no meu campo de interesses ao crescer. Mas reconheço que é uma modalide intensa, e acho que o filme foi muito feliz ao reproduzir isso e mostrar que é bem mais do que "carros dando voltas em uma pista".
A história é o velho feijão com arroz que envolve personagens superando desafios, de gerações entrando em conflito e da figura do "mentor" e do aluno que se parecem. Entra naquela categoria de "filmes otimistas" que vão te fazer bem - mesmo você não entendendo absolutamente nada dos termos técnicos. E sinceramente compro a ideia, apesar dela ser exaustivamente explorada quando fazem filmes de qualquer esporte que seja. Mas se é bem feito, se consegue entreter durante duas horas e meia... então tá valendo.
Curti as menções aos grandes nomes da F1, as participações (não sabia que o Lewis Hamilton era um dos produtores), a ambientação e os efeitos são excelentes. Não é inovador, não é revolucionário... mas é sim muito legal! Vale a pena conferir.
Quando vi que a direção era do Michael Chaves, minhas expectativas foram arruinadas. Não compreendo os motivos que fizeram o James Wan não dirigir tanto o terceiro quanto este último filme (entendo que houve a DC no meio, mas... olha só o fim disso). Sem Wan, a franquia perdeu muito em termos criativos, apesar dele ainda assinar o roteiro. Mas o Michael Chaves é muito "padrão", para não dizer extremamente limitado. Ainda lembro muito bem que dormi na sala de cinema enquanto assistia "Chorona" (sim, perdi dinheiro com aquilo).
Mas falando especificamente da história, ela é sim boa, mas o problema está na sua execução. O começo é bom, o desenvolvimento leva a pontos interessantes, mas o maior problema está no final: é corrido, não é emocionante como deveria (é até um pouco brega, no péssimo sentido da palavra), e não há um real sentimento de perigo.
A cena do espelho rodopiando é, na verdade, mais engraçada do que aterrorizante. Na verdade, parece ter saído de "todo mundo em pânico" (parece algo que eles fariam, com certeza).
A família, que nos outros filmes era sempre a atenção dos Warren, fica em segundo plano, e nesse caso é "compreensível" (forçando muito) pois aparentemente o foco da entidade está na filha do casal, a Judy. A participação ativa dela é uma das coisas boas dessa obra. Mas tem esse lado negativo que foi ter reduzido demais o caso da família Smurl. E quando chega no confronto, quando pensamos "finalmente!"... ele acaba. Corta para um casamento e todos felizes. Fim.
Não me entendam mal, eu sou fã de finais felizes. E não teria problema algum com esse, se o caminho para chegar até ele não tivesse sido tão... preguiçoso. Não sabemos qual o demônio que está por trás de tudo aquilo, a doença do Ed é simplesmente ignorada na parte final, e o pouco de brilho que existe nesse filme está na Lorraine e em sua filha quando trabalham juntas. Mas o final deixa uma sensação de "é só isso?"
Enquanto um filme de encerramento da franquia, acredito que funciona muito bem. As últimas cenas são, de fato, bonitas e sensíveis. E nós vemos homenagens ao trabalho dos Warren durante todo o longa, o que obviamente também é legal. Confesso que vou sentir falta desse universo, acho que mais devido aos excelentes Patrick Wilson e Vera Farmiga que formaram uma baita dupla carismática, com uma química absurda e que souberam "nos conduzir" por esses mundos assustadores. "Invocação do Mal 4: O Último Ritual" pode ter seus problemas, mas quando olhamos para o quadro geral e pegamos o quanto essa franquia significou para o terror atual - em especial o primeiro filme - o resultado final é muito positivo.
A história tinha um enorme potêncial que foi rapidamente atirado no lixo. O roteiro entrega tudo muito facilmente, e até de forma meio boba e amadora. Assisti pelo Darín, e claro que ele se esforça... mas não consegue salvar esse filme do fracasso completo.
Instinto Materno
3.5 63Já li, ouvi e vi muita coisa perturbadora, e esse acontecimento é um dos mais macabros. Antes de assistir ao documentário, ouvi um episódio de um podcast sobre esse caso e fiquei extremamente enojado com tudo. Uma sucessão de absurdos e desumanidade.
Obsessão
3.9 933 Assista AgoraNão que precise de um filme, mas "Obsessão" prova que homens, além de não saberem expressar sentimentos de forma minimamente saudável, são medrosos e burros.
Bear teve o que mereceu
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 486 Assista Agora"Hamnet" é Emocionalmente forte e possui uma abordagem muito sensível sobre o amor, a perda e o luto. Chloé Zhao mais uma vez mostra porque é uma das melhores diretoras do nosso tempo, enquanto que Jessie Buckley se entrega de alma aberta no papel de Agnes - e mais do que justifica seu amplo favoritismo ao Oscar.
O final do filme é de encher os olhos. Fiquei completamente rendido.
Mistérios da Carne
4.1 1,0K Assista AgoraEsse é o tipo de filme que vai te deixar com o corpo pesado, com uma grande dor de cabeça. A história se desenvolve de uma maneira crua, mostrando dois protagonistas marcados pela mesma violência mas com formas diferentes de assimilar o mundo: enquanto um aceita as coisas como elas são e pouco se importa consigo mesmo, o outro busca respostas sobre episódios traumáticos de sua infância. Um tenta camuflar a dor, o outro tenta preencher as lacunas em suas memórias. E ambos se encontram num caminho tortuoso de inocências roubadas.
Grande destaque para Joseph Gordon-Levitt, de que abraça o niilismo do seu personagem numa performance assustadora e de encher os olhos.
Nada nessa obra é fácil de digerir.
Meu Bolo Favorito
4.1 52 Assista AgoraEsse filme trabalha a temática da solidão e do amor na terceira idade, mas vai além do que se espera de algo relacionado a um drama amoroso: ao trazer dois protagonistas idosos, o roteiro também aborda com sutileza as mudanças sociais do Irã e como esses personagens foram afetados, mostrando como a geração deles e a atual entende e enfrenta as políticas opressoras do seu país.
É um filme muito bonito com várias mensagens que moram nos detalhes.
Broken
4.1 85 Assista AgoraFaltou pouco para desbloquear um novo trauma cinematográfico. Há muita beleza escondida nos filmes pouco conhecidos.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.2 198 Assista AgoraTão divertido quanto o primeiro.
Exploraram um pouco mais da história, o que foi legal. O humor continuou no mesmo nível. E gostei da introdução da irmã dela.
Pensei que uma sequência não faria bem para o primeiro filme, mas me enganei. Se houver um terceiro, poderiam mostrar como foi que tudo isso começou.
Michael
3.7 534 Assista AgoraNão se guie por críticos.
O filme não é perfeito, mas está longe de ser ruim. "Ah, mas parece que foi feito somente para agradar os fãs". Eu também fiquei com essa impressão. Dito isso: qual o problema?
Jaafar Jackson é incrível. Imagina o tamanho da responsabilidade: primeiro papel da carreira é logo interpretando o tio que foi uma lenda da indústria musical. É um peso que ele não parece sentir.
Mortal Kombat 2
3.2 344 Assista AgoraJohnny Cage e seus incríveis amigos 🥰
Gente esse filme é extremamente divertido, bem melhor que o primeiro (o que também não era muito difícil).
KITANA ME ENSINA A BATER LEQUE!
Amnésia
4.1 2,2K Assista AgoraEstava evitando esse filme porque sabia que o Nolan iria dar um nó na minha cabeça que somente ele saberia fazer. E por alguma sorte do destino nunca peguei nenhuma cena ou detalhe da trama (qualquer coisa sobre esse filme já é um grande spoiler), porque quanto menos você sabe sobre "Memento", melhor a experiência.
Que obra extraordinária! Aqui, o tempo e as memórias se fragmentam na percepção de realidade de um indivíduo. Para além da vingança, trata sobre a forma como escolhemos nos enganar, como nos protegemos da dor, pois as vezes o caminho mais fácil é o da negação de si e do mundo.
Prova Final
3.2 436 Assista AgoraO puro suco do terror dos anos 90! Que negócio divertido. Não me perdoo por não ter visto essa pérola antes.
(E não precisa tocar "Stay Young" nos créditos finais, eu já estava encantado pela bizarrice adolescente).
Fratura
3.3 961O que me deixou mais apreensivo foi o nível estratosférico de pretensão desse filme. É um enredo que dá mil voltas para jogar o óbvio na sua cara, algo que você já tinha decifrado com muita facilidade com 20 minutos de trama. Tenho raiva de suspense que subestima a inteligência do espectador.
A Última Casa
2.6 383 Assista AgoraAcho que nada poderia ter me preparado para ver o Wagner Moura ameaçando um monstro com uma faca.
O filme é ruim. E o final é o crème de la crème! Sensacional! Palmas para a coragem dos envolvidos nessa produção de tirar o fôlego.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraO Agente Secreto é uma celebração das memórias e a forma como elas possuem esse poder de serem passadas por diferentes gerações. Acredito que de todos os filmes que vi do Kleber Mendonça Filho, esse talvez seja a sua obra mais diferente: o diretor opta por uma narrativa não-linear e explora muito bem o suspense investigativo (com toques perfeitos da nossa brasilidade). É um filme com ritmo mais lento, então não esperem algo frenético estilo "Bacurau", mas sim algo próximo de "Som ao Redor". Mas, honestamente, para mim isso não é demérito: é o texto pedindo paciência ao espectador, pois há muitas camadas importantes que ele quer mostrar.
Acho que não seria novidade pontuar que nosso país possui, ainda, um problema com sua História. Muitos setores da sociedade (em especial políticos da extrema-direita) se negam a lembrar de momentos em que brasileiros foram perseguidos e tiveram seus direitos cessados em sua própria terra. Mas "O Agente Secreto" nos mostra que o ato de esquecer significar dar poder aos algozes e deixa-los perpetuando um mecanismo de violências.
A figura de Armando nada contra essa maré. Ele é uma espécie de símbolo. Sua história se entrelaça com o passado ao procurar algum registro de sua mãe, e vai até o presente quando é resgatada por Flávia ao ouvir aquelas fitas. E nesse ponto temos destaque para a oralidade, que desempenha um papel central em como Flavia e sua amiga passam a entender Armando. Flávia ouve as próprias palavras dele. E embora aquilo fosse somente um trabalho, ela se interessa pelo seu personagem o suficiente para continuar se debruçando no material até chegar ao filho dele.
Por falar em Fernando, é importante mencionar como ele já criança estava começando a esquecer da mãe e, depois de adulto, não tinha mais a imagem nítida do pai. O trabalho de restauração feito por Flávia o possibilita, agora, ter essas imagens em sua mente. As memórias o encontraram.
Com muita paciência, sensibilidade e um toque certeiro de drama e suspense, "O Agente Secreto" nos entrega mais uma imagem do que é o Brasil, o que é "ser brasileiro" e a importância de nunca esquecer nossa História.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 205 Assista AgoraUma obra forte e muito intensa sobre o que é a maternidade sem uma rede de apoio adequada. Linda é o exemplo de mãe cansada, que até pode ter algumas pessoas por perto, mas elas nunca serão capazes de entender a metade do que ela sente. A protagonista carrega um vazio enorme, um desespero que a faz querer procurar qualquer coisa para fugir daquela realidade sufocante. Nesse sentido, a direção de Mary Bronstein puxa para o lado mais frio e cru, com cenas que invocam uma claustrofobia assustadora que nos mostra o turbilhão de pensamentos de Linda.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraContinua emocionante e lindo igual a animação. <3
Os Estranhos: Capítulo 2
2.2 110 Assista Agoraconseguiu a proeza de ser pior que o primeiro. Como isso aconteceu? Eu não faço a mínima ideia. E nem quero saber.
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 338 Assista AgoraCredo.
Anônimo 2
3.1 174 Assista AgoraVibe bem diferente do primeiro filme, mas ainda assim bem bacana de assistir.
Número Desconhecido: Catfishing na Escola
3.3 142 Assista AgoraOk, isso me deixou meio tonto. Não sei bem o que pensar além de "angustiante" e "nojento".
Um comentário abaixo aponta que a Lauryn provavelmente participava, e isso faz sentido. Se as mensagens descreviam coisas que se passavam somente na sala de aula, como a mãe iria saber? E quando o policial chega na casa delas e diz que descobriu tudo, também achei estranho, porque ambas nem ao menos procuraram ficar em silêncio ou pediram um advogado, especialmente a mãe que só revelou "é, foi eu sim". Achei essa parte do doc bem estranha.
Ah, outra coisa: e aquela foto que foi tirada do Owen quando ele estava com a família? Como aquela mulher teve acesso? Não sei se acabei perdendo algum diálogo nessa parte que envolve a prima do cara como suspeita, mas será que aquela foto foi postada nas redes sociais e aquela mulher foi lá, pegou e mandou pra ele?
Se a Lauryn estava ou não envolvida, disso não temos como saber. São apenas pensamentos que levantamos. Mas o fato é que o documentário mostra uma dependência emocional bastante perigosa entre ambas, e bem doentia por parte da mãe. Como alguém diz "se m4t3" para a própria filha e ainda acha que está protegendo ela?! Aquela mulher vive em um mundo pararelo. Completamente bizarro.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito
4.2 119 Assista AgoraMundinho Akaza BR
F1: O Filme
3.7 452 Assista AgoraSó o cinema consegue transformar uma modalidade esportiva um tanto chata (me desculpem os fãs, mas essa é só minha humilde opinião) em algo interessante para o grande público.
Lembro de assistir F1 quando criança, e até curtia, mas não foi algo que permaneceu no meu campo de interesses ao crescer. Mas reconheço que é uma modalide intensa, e acho que o filme foi muito feliz ao reproduzir isso e mostrar que é bem mais do que "carros dando voltas em uma pista".
A história é o velho feijão com arroz que envolve personagens superando desafios, de gerações entrando em conflito e da figura do "mentor" e do aluno que se parecem. Entra naquela categoria de "filmes otimistas" que vão te fazer bem - mesmo você não entendendo absolutamente nada dos termos técnicos. E sinceramente compro a ideia, apesar dela ser exaustivamente explorada quando fazem filmes de qualquer esporte que seja. Mas se é bem feito, se consegue entreter durante duas horas e meia... então tá valendo.
Curti as menções aos grandes nomes da F1, as participações (não sabia que o Lewis Hamilton era um dos produtores), a ambientação e os efeitos são excelentes. Não é inovador, não é revolucionário... mas é sim muito legal! Vale a pena conferir.
Invocação do Mal 4: O Último Ritual
2.9 480 Assista AgoraQuando vi que a direção era do Michael Chaves, minhas expectativas foram arruinadas. Não compreendo os motivos que fizeram o James Wan não dirigir tanto o terceiro quanto este último filme (entendo que houve a DC no meio, mas... olha só o fim disso). Sem Wan, a franquia perdeu muito em termos criativos, apesar dele ainda assinar o roteiro. Mas o Michael Chaves é muito "padrão", para não dizer extremamente limitado. Ainda lembro muito bem que dormi na sala de cinema enquanto assistia "Chorona" (sim, perdi dinheiro com aquilo).
Mas falando especificamente da história, ela é sim boa, mas o problema está na sua execução. O começo é bom, o desenvolvimento leva a pontos interessantes, mas o maior problema está no final: é corrido, não é emocionante como deveria (é até um pouco brega, no péssimo sentido da palavra), e não há um real sentimento de perigo.
A cena do espelho rodopiando é, na verdade, mais engraçada do que aterrorizante. Na verdade, parece ter saído de "todo mundo em pânico" (parece algo que eles fariam, com certeza).
A família, que nos outros filmes era sempre a atenção dos Warren, fica em segundo plano, e nesse caso é "compreensível" (forçando muito) pois aparentemente o foco da entidade está na filha do casal, a Judy. A participação ativa dela é uma das coisas boas dessa obra. Mas tem esse lado negativo que foi ter reduzido demais o caso da família Smurl. E quando chega no confronto, quando pensamos "finalmente!"... ele acaba. Corta para um casamento e todos felizes. Fim.
Não me entendam mal, eu sou fã de finais felizes. E não teria problema algum com esse, se o caminho para chegar até ele não tivesse sido tão... preguiçoso. Não sabemos qual o demônio que está por trás de tudo aquilo, a doença do Ed é simplesmente ignorada na parte final, e o pouco de brilho que existe nesse filme está na Lorraine e em sua filha quando trabalham juntas. Mas o final deixa uma sensação de "é só isso?"
Enquanto um filme de encerramento da franquia, acredito que funciona muito bem. As últimas cenas são, de fato, bonitas e sensíveis. E nós vemos homenagens ao trabalho dos Warren durante todo o longa, o que obviamente também é legal. Confesso que vou sentir falta desse universo, acho que mais devido aos excelentes Patrick Wilson e Vera Farmiga que formaram uma baita dupla carismática, com uma química absurda e que souberam "nos conduzir" por esses mundos assustadores. "Invocação do Mal 4: O Último Ritual" pode ter seus problemas, mas quando olhamos para o quadro geral e pegamos o quanto essa franquia significou para o terror atual - em especial o primeiro filme - o resultado final é muito positivo.
Sétimo
3.0 187A história tinha um enorme potêncial que foi rapidamente atirado no lixo. O roteiro entrega tudo muito facilmente, e até de forma meio boba e amadora. Assisti pelo Darín, e claro que ele se esforça... mas não consegue salvar esse filme do fracasso completo.