o filme abre espaço pra várias análises e interpretações, e normalmente eu curto muito isso. mas aqui, em vez de me conquistar, acabou me incomodando: muita história com potencial aberta, mas sem desenvolvimento
talvez eu tenha colocado expectativas altas demais, afinal, past lives é, sem dúvida, um dos filmes da minha vida. mas acabei me frustrando... pra mim, este aqui foi um verdadeiro picolé de chuchu
que filme bom! esse recurso de se dividir em capítulos que depois se cruzam é de uma inteligência absurda. a escolha de como encerrar a trama é ousada, mas também original. os poucos jumpscares são certeiros, e a filmagem aproveita cada detalhe para nos manter tensos. boa sorte aos próximos lançamentos do gênero em 2025
queria ter visto antes. é bonito como os diálogos mais simples, até os atravessados pela dor, viram poesia quando ditos com tanta sensibilidade. viena, pelos olhos de celine e jesse, parece mágica
assim como talk to me, bring her back desconfigura mais um rosto de criança e mostra o quanto o luto pode bagunçar tudo dentro da gente. tô ansiosa pelas próximas produções dos irmãos philippou
o filme não entrega o tipo de terror que muita gente pode esperar após assistir ao trailer. ele segue por uma abordagem mais psicológica e sombria, utilizando metáforas para explorar temas densos. algumas questões permanecem em aberto, o que nos provoca a preencher essas lacunas com nossa própria interpretação.
eu comprei muito a ideia de que a mulher no jardim é a própria ramona, que acaba se suicidando no final. fez muito sentido pra mim, especialmente porque, nas cenas finais, a entidade aparece com o rosto aberto (talvez como uma metáfora visual para o ato). já os espelhos, no meu ponto de vista, surgem como um elemento que rompe com a realidade e cria um portal para aquilo que ramona reprime: o luto, a culpa, o desejo de salvar sua família.
não assistiria de novo, mas acho que vale pela experiência. é o tipo de filme que mexe mais depois que acaba do que enquanto a gente assiste.
Sexta-feira chuvosa, pizza, minha mulher e uma boa comédia! O filme é leve, divertido e ganha a gente justamente por ser simples. No fim, é impossível não se identificar com os desastres da vida de Bridget. Me diverti demais!
A forma como lida com moralidade, culpa e as escolhas humanas é simplesmente incrível. Clint Eastwood, em sua última direção, faz um trabalho impecável, e Nicholas Hoult está sensacional no papel. O filme coloca a gente no lugar dos personagens, questionando nossas próprias decisões. Saber que é o último filme de Clint torna a experiência ainda mais marcante. É um daqueles que fica na nossa cabeça depois que acaba.
O filme constrói uma tensão crescente ao redor do acontecimento. Com planos fechados e quase claustrofóbicos, intensificando o desconforto, as escolhas equivocadas do protagonista só aumentam a sensação de agonia. Confesso que, depois da compra da mesa, imaginei vários desfechos possíveis, mas nunca o que realmente aconteceu. A partir daí, fiquei completamente no escuro, tensa até a última cena.
Moral da história: nunca deixe homens tomarem decisões.
Filme devagarinho e sensível, com atuações e diálogos poéticos. Um lembrete de que, para se sentir realmente vivo, é preciso muito mais do que só um coração batendo.
O Drama
3.9 83"vamos ouvir e não vamos julgar" eles disseram
Devoradores de Estrelas
4.1 276esse filme é incrível 👎🏼 afirmação.
A Noiva!
3.1 79frankenstein: folie à deux
A Única Saída
3.7 139 Assista Agoraremake coreano (e sádico) de "as aventuras de dick e jane"
A Empregada
3.4 544 Assista Agorao caráter mais questionável aqui foi o meu, que passei o filme inteiro torcendo pela sydney sweeney
Juntos
3.3 389o filme abre espaço pra várias análises e interpretações, e normalmente eu curto muito isso. mas aqui, em vez de me conquistar, acabou me incomodando: muita história com potencial aberta, mas sem desenvolvimento
Amores Materialistas
3.1 389 Assista Agoratalvez eu tenha colocado expectativas altas demais, afinal, past lives é, sem dúvida, um dos filmes da minha vida. mas acabei me frustrando... pra mim, este aqui foi um verdadeiro picolé de chuchu
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista Agoraque filme bom! esse recurso de se dividir em capítulos que depois se cruzam é de uma inteligência absurda. a escolha de como encerrar a trama é ousada, mas também original. os poucos jumpscares são certeiros, e a filmagem aproveita cada detalhe para nos manter tensos. boa sorte aos próximos lançamentos do gênero em 2025
Thunderbolts*
3.4 454 Assista Agoranota: um abraço da florence pugh pode curar qualquer melancolia e depressão
Superman
3.6 918 Assista Agorae não é que o sr incrível é realmente incrível
Antes do Amanhecer
4.3 2,0K Assista Agoraqueria ter visto antes. é bonito como os diálogos mais simples, até os atravessados pela dor, viram poesia quando ditos com tanta sensibilidade. viena, pelos olhos de celine e jesse, parece mágica
Faça Ela Voltar
3.8 755 Assista Agoraassim como talk to me, bring her back desconfigura mais um rosto de criança e mostra o quanto o luto pode bagunçar tudo dentro da gente. tô ansiosa pelas próximas produções dos irmãos philippou
Mickey 17
3.4 525 Assista Agoradoideira como os sistemas de poder conseguem transformar até o sofrimento extremo num propósito nobre
Um Homem Diferente
3.5 171 Assista Agoraainda a pior pessoa do mundo
O Preço da Traição
3.3 1,1K Assista Agorase a julliane moore tentasse terminar comigo, provavelmente me mataria também
A Meia-Irmã Feia
3.8 430 Assista Agoramerece hitar igual the substance porque esse filme é um absurdo de bom
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 734 Assista Agoratrilha sonora maneira, mortes criativas e fofoca de família
nosso velozes e furiosos do terror está vivíssimo
A Mulher no Jardim
2.6 179 Assista Agoraaté que não é ruim.
o filme não entrega o tipo de terror que muita gente pode esperar após assistir ao trailer. ele segue por uma abordagem mais psicológica e sombria, utilizando metáforas para explorar temas densos. algumas questões permanecem em aberto, o que nos provoca a preencher essas lacunas com nossa própria interpretação.
eu comprei muito a ideia de que a mulher no jardim é a própria ramona, que acaba se suicidando no final. fez muito sentido pra mim, especialmente porque, nas cenas finais, a entidade aparece com o rosto aberto (talvez como uma metáfora visual para o ato). já os espelhos, no meu ponto de vista, surgem como um elemento que rompe com a realidade e cria um portal para aquilo que ramona reprime: o luto, a culpa, o desejo de salvar sua família.
não assistiria de novo, mas acho que vale pela experiência. é o tipo de filme que mexe mais depois que acaba do que enquanto a gente assiste.
Abismo do Medo
3.2 925 Assista Agorauma sequência de escolhas ruins que poderiam ter sido facilmente evitadas com um pouco de bom senso
O Diário de Bridget Jones
3.5 880 Assista AgoraSexta-feira chuvosa, pizza, minha mulher e uma boa comédia! O filme é leve, divertido e ganha a gente justamente por ser simples. No fim, é impossível não se identificar com os desastres da vida de Bridget. Me diverti demais!
Jurado Nº 2
3.6 460 Assista AgoraA forma como lida com moralidade, culpa e as escolhas humanas é simplesmente incrível. Clint Eastwood, em sua última direção, faz um trabalho impecável, e Nicholas Hoult está sensacional no papel. O filme coloca a gente no lugar dos personagens, questionando nossas próprias decisões. Saber que é o último filme de Clint torna a experiência ainda mais marcante. É um daqueles que fica na nossa cabeça depois que acaba.
Mesa Maldita
3.6 163 Assista AgoraO filme constrói uma tensão crescente ao redor do acontecimento. Com planos fechados e quase claustrofóbicos, intensificando o desconforto, as escolhas equivocadas do protagonista só aumentam a sensação de agonia. Confesso que, depois da compra da mesa, imaginei vários desfechos possíveis, mas nunca o que realmente aconteceu. A partir daí, fiquei completamente no escuro, tensa até a última cena.
Moral da história: nunca deixe homens tomarem decisões.
Anora
3.4 1,2K Assista Agoraum barraco familiar delicioso e instigante
O Quarto ao Lado
3.6 187 Assista AgoraFilme devagarinho e sensível, com atuações e diálogos poéticos. Um lembrete de que, para se sentir realmente vivo, é preciso muito mais do que só um coração batendo.