Assisti esse filme há meses e ele meio que faz parte de mim agora, pois constantemente me pego pensando em algum trecho. Creio eu que isso se dá pelo fato de eu interpretar o filme como fragmentos de memória. E a memória é assim mesmo, né? Confusa, as vezes não lembramos direito o início, meio e fim, mas isso nem sempre importa muito. Malick virou meu diretor favorito porque sinto que ele consegue dialogar sobre solidão, niilismo, religião, poder, sucesso, fama etc... de uma maneira muito singular. Tem uma cena em que a Rooney Mara está aos prantos com seu pai, que caso não houvesse narração seria a nossa interpretação de que ela estava triste por estar "decepcionando-o", mas então ela em pensamento diz algo como: estou chorando porque estou arrependida ou por que quero que ele pense que estou arrependida? E esse é o genial dos filmes do Malick, ele fala sobre coisas do íntimo das pessoas, coisas que poucas vezes são ditas no cinema e são tão importantes.
Quem já assistiu a série e leu o livro, pode me dizer se tem algumas adaptações que valha a pena a investida? Assisti o primeiro episódio e era tão literal que me deu preguiça de continuar.
O filme poderia muito bem se chamar "Thanos: Guerra Infinita", o que não seria de maneira alguma prejudicial. Os irmãos Russo fizeram um bom trabalho em desenvolver o vilão do filme, bem como em dirigir as cenas de ação, sem cortes ou caos visual. Falharam, porém, na direção dos Guardiões, que tiveram a "obrigação" de ser o alivio cômico toda vez que apareciam em cena. A história também é rasa e genérica, mas ganha peso com as motivações do Thanos. De qualquer forma, foi dos últimos grandes filmes de herói aquele que mais me surpreendeu e por isso merece destaque. 8/10.
Fiquei feliz com essa última temporada, foi muito melhor que a segunda. O Gus recebeu mais camadas de complexidade e teve um ótimo desenvolvimento. Na verdade, todos os personagens foram bem escritos essa temporada e elevou ainda mais o valor da série pra mim.
A Mickey não contar para o Gus sobre a traição é compreensível. É eticamente errado, porém contar não traria nada de bom para os dois, visto que ela estava disposta a mudar e ele provavelmente não a perdoaria. No fim eu fiquei com a sensação de que a Mickey, mesmo com todos os problemas e erros, amava o Gus mais do que ele. Nunca senti ele transbordando por ela e isso me incomodou um pouco, porque ela é incrível.
Começa como um bom noir cyberpunk e termina como uma novela mexicana. Traz boas reflexões sobre imortalidade, poder e uma semi-distopia palpável e por isso merece ser assistida.
A estrutura narrativa me lembrou Fargo, nunca é previsível demais, não tenta ser importante demais também, o que é bom. É aquele filme pé no chão que tem muito para dizer sobre tantas questões sociais e éticas, mas sem se aprofundar, tratando os assuntos como uma retórica visual. Belo trabalho de direção do Martin McDonagh e boas interpretações do elenco principal e de apoio. Ênfase para Frances McDormand.
Li alguns comentários absurdos tanto aqui no Filmow, quanto no Rotten e Metracritic, então decidi deixar o meu ponto de vista sobre algumas considerações, a fim de ajudar na interpretação do filme.
O principal argumento do filme está em como nós temos uma percepção errada sobre os Jedi e sobre o que é a força. Com essa filosofia estabelecida, o filme se compromete a realizar uma transição entre os antigos personagens e novos. Sendo assim, percebemos que a força é uma energia que envolve TODOS e não é uma propriedade dos Jedi. Vimos isso como Chirrut em Rogue One e na última cena de The Last Jedi um garoto pobre utiliza a força para pegar sua vassoura e lhe servir de sabre, sem falar na Rey que tem o melhor plot da saga SW pra mim, quebrando todos os paradigmas: não é filha de ninguém importante. Essa foi a decisão mais corajosa que eu vi na saga até hoje e a mais consciente. É uma forma de SW nos dizer: esqueçam os rótulos, você não precisa ser especial para ser herói. Na sequência inicial uma rebelde morre e sua ação reverbera no filme inteiro, isso é tão especial quanto ser Jedi.
Alguns disseram que Luke, Rey e Kylo começaram e terminaram o filme da mesma maneira. Vamos começar pelo Luke:
2.1 Luke: a presença da Rey na ilha foi muito mais importante para o Luke, do que o Luke poderia servir de mestre para ela. Em A New Hope o Luke precisa constantemente ser lembrado pelo Obi-Wan que ele deveria acreditar na força. Rey nunca precisou de incentivo, ela sempre teve fé e essa impulsividade é muito mais uma lição para o Luke que estava exilado pelos seus antos, do que qualquer outra coisa. Quando o Luke luta contra o Kylo, saindo do seu exílio (ainda que em projeção astral), é uma ação que não só contraria toda sua vontade e serve de ajuda para os rebeldes, como ele entende sua posição no mundo e pode enfim se recolher e descansar. Se isso não é desenvolvimento, então eu não sei o que é.
2.2 Kylo: Snoke, como em muitos filmes, serviu apenas para desenvolver o personagem do Kylo, principalmente ao compará-lo com Vader, fazendo crescer no personagem uma vontade de acabar com os rótulos do mundo atual e construir um novo, um próprio e isso é uma evolução de mentalidade, que é resultada na ação de matar seu mestre e posteriormente começar uma caçada a Rey.
2.3 Rey: irei falar melhor sobre ela no próximo tópico, pois mato dois assuntos em um
Como citado no primeiro tópico, esse é um filme de transição e, em uma transição há sempre aprendizagem. Alguns reclamaram sobre a Rey não receber treinamento e não ter uma desenvolvimento, porém não é verdade. Quando Luke a pergunta: o que é a força/ser Jedi e ela responde que é levitar pedras, começa o seu treinamento de conhecimento interior, pois para a Rey entender quem ela é o mesmo que entender a força. Toda vez que um personagem entende algo novo, ele está se desenvolvendo. Não para por aí, Luke e Yoda estão de acordo sobre o fato de que nada nos livros poderiam ensinar a Rey nessa nova era e que nada melhor do que o erro para ensiná-la o caminho. A Rey está certa de que consegue converter o Kylo assim como o Luke o fez com Anakin, mas é frustrada e tem uma das suas grandes decepções, o que faz a personagem aprender e evoluir, o que veremos certamente no episódio IX. O mesmo ocorre para Poe, Fimm e Rose: Seus arcos parecem não terem os levados a lugar algum, entretanto foram conscientemente escritos dessa forma, para que em sua resolução aprendessem sobre respeitar as decisões de seu comandante e perceber que mesmo com boas intenções a impulsividade pode levar a destruição.
The Last Jedi de maneira orgânica nos convida a embarcar em uma nova era SW, com novos personagens, novos conceitos, uma nova visão. Ao mesmo tempo em que respeita os antigos e os coloca na mais alta escala de importância para a história. Decidir manter a Leia, mesmo com a morte da Carrie Fisher, é uma maneira de respeitar e homenagear a personagem/atriz. Assistir Luke se recompor ao mesmo tempo em que observa o Binary Sunset é uma forma de homenagear a trilogia original e todo o legado do maior Jedi de todos os tempos. Nos fazer entender que a força não é uma propriedade de pessoas especiais é o mesmo que respeitar todos aqueles que, ainda que de maneira pequena, influenciaram a história. É acabar com as diferenças e unificar, uma lição que não deveria servir apenas para o universo SW e sim para nossa vida particular.
Caso tenham dúvida, deixem aqui nos comentários que ficarei feliz em responder. É claro que você não precisa concordar com tudo, mas espero ter apresentado argumentos suficiente para te fazer refletir.
Ao assistir "2001: A Space Odyssey" você se questiona como esse filme pode ter sido gravado em 68, visto todos os recursos visuais que a obra oferece. Tive uma sensação semelhante com "The Apartment", porém, com o roteiro e seus questionamentos que eram muito corajosos para época. Wilder contesta o machismo, a cultura de traição e o mal uso de poder, de forma bem elabora, atuada e comicamente roteirizada. Um dos grandes clássicos do cinema.
Acho incrível essa auto-crítica que o Woody faz em seus filmes. Você pode julgar o Isaac e até não gostar dele, mas não pode dizer que ele não é honesto.
Diálogos que já não se fazem mais. Atores como Katharine Hepburn, Jim Stewart e Cary Grant deveriam ser imortais. Um dos melhores triângulos amorosos do cinema.
O sucesso que esse filme tá tendo só fará piorar o desenvolvimento de novos filmes de heróis, pois a massa gostar desse filme prova que estão satisfeitos com filmes genéricos desde que sejam divertidinhos. Triste.
Episódico, covarde e medíocre; possui boas cenas de ação e uma equipe com bastante sinergia. Só. A maior parte da empolgação se dá pela conexão entre público e personagem, mas os diálogos são ruins, o vilão é genérico e o senso de ameaça e urgência do início decai no ato final e em conclusão nada se é levado além da experiência no cinema, nada para se refletir ou discutir. Um filme vazio. Uma leve decepção.
Logo na primeira cena, ainda sem saber quem era o diretor do filme, já havia traçado um laço entre The Meyerowitz Stories e The Squid and the Whale, ao saber que é do Noah Baumbach tudo fica mais claro. Não, não parece ser um filme do Wes Anderson e muito menos do Woody Allen. Parece uma continuação de The Squid and the Whale, com o estilo próprio do Noah, simples. A construção dos personagens é boa, o roteiro é excelente e, como todos já sabem, Adam Sandler fez o seu melhor trabalho levando em conta seus últimos 15 anos de carreira. Muito bom ver Dustin Hoffman em cena, ele fez Stranger Than Fiction em 2006, com a Emma Thompson que também está presente neste, outro belo trabalho de atuação dos dois, fica a dica.
Ouça minha Review de 5 minutos (com Spoilers) sobre o filme: https://goo.gl/mMBkyX - A proposta é conversarmos e aprofundarmos as obras cinematográficas, então sinta-se a vontade para deixar sua opinião/interpretação.
É difícil nadar contra a maré, mas é com grande dor que digo que Blade Runner 2049 me foi uma decepção (eu realmente queria ter gostado mais do filme). Antes que me julguem, entendam os meus motivos:
1. Depois que você assiste Her, Ex-machina, Westworld... os argumentos desse filme ficam bem datados e toda hora você tem a sensação de: já vi isso em outro lugar. 2. Eu não aguento mais o Jared Leto forçando atuações excêntricas. Seu personagem é tão caricato que não dá para ser levado a sério. 3. O foda de Blade Runner é ser um filme independente, que não precisa de outro para existir. Não havia necessidade de Blade Runner 2049 existir e, por ele existir, eu esperava que fosse com uma história redonda, que não deixasse pontas soltas, mas para minha surpresa... transformaram o filme em uma SAGA. E o pior, uma saga com uma história bem genérica, afinal, quantas histórias você consegue listar onde há uma filha de alguém importante perdida, que é a chave para uma revolução? 4. Os diálogos são péssimos. Algumas frases de efeito que não pareciam orgânicas e sim elaboradas para encaixar com alguma atitude posterior do personagem. 5. Conclusão: Não vi a necessidade desse filme existir. Demorou 30 anos para que fosse desenvolvida uma sequência, logo, eu esperava que houvessem melhores argumentos para sustentar sua necessidade.
Elementos de Comet e I Origins envolvidos neste filme, com um roteiro imersivo e inteligente. O desenvolvimento dos personagens é feito com eficiência, gerando uma enorme empatia no espectador. Relutei para assisti-lo por ser uma animação e agora me arrependo pela demora. História sensível e muito emocionante: ótimo trabalho do Makoto Shinkai. Nota: 9.5/10
De Canção Em Canção
2.9 376 Assista AgoraAssisti esse filme há meses e ele meio que faz parte de mim agora, pois constantemente me pego pensando em algum trecho. Creio eu que isso se dá pelo fato de eu interpretar o filme como fragmentos de memória. E a memória é assim mesmo, né? Confusa, as vezes não lembramos direito o início, meio e fim, mas isso nem sempre importa muito.
Malick virou meu diretor favorito porque sinto que ele consegue dialogar sobre solidão, niilismo, religião, poder, sucesso, fama etc... de uma maneira muito singular. Tem uma cena em que a Rooney Mara está aos prantos com seu pai, que caso não houvesse narração seria a nossa interpretação de que ela estava triste por estar "decepcionando-o", mas então ela em pensamento diz algo como: estou chorando porque estou arrependida ou por que quero que ele pense que estou arrependida? E esse é o genial dos filmes do Malick, ele fala sobre coisas do íntimo das pessoas, coisas que poucas vezes são ditas no cinema e são tão importantes.
Objetos Cortantes
4.3 877 Assista AgoraQuem já assistiu a série e leu o livro, pode me dizer se tem algumas adaptações que valha a pena a investida? Assisti o primeiro episódio e era tão literal que me deu preguiça de continuar.
Encontros e Desencontros
3.8 1,8KLife is so fucking sad.
Vingadores: Guerra Infinita
4.3 2,6K Assista AgoraO filme poderia muito bem se chamar "Thanos: Guerra Infinita", o que não seria de maneira alguma prejudicial.
Os irmãos Russo fizeram um bom trabalho em desenvolver o vilão do filme, bem como em dirigir as cenas de ação, sem cortes ou caos visual.
Falharam, porém, na direção dos Guardiões, que tiveram a "obrigação" de ser o alivio cômico toda vez que apareciam em cena. A história também é rasa e genérica, mas ganha peso com as motivações do Thanos.
De qualquer forma, foi dos últimos grandes filmes de herói aquele que mais me surpreendeu e por isso merece destaque. 8/10.
Love (3ª Temporada)
4.0 138 Assista AgoraFiquei feliz com essa última temporada, foi muito melhor que a segunda. O Gus recebeu mais camadas de complexidade e teve um ótimo desenvolvimento. Na verdade, todos os personagens foram bem escritos essa temporada e elevou ainda mais o valor da série pra mim.
A Mickey não contar para o Gus sobre a traição é compreensível. É eticamente errado, porém contar não traria nada de bom para os dois, visto que ela estava disposta a mudar e ele provavelmente não a perdoaria.
No fim eu fiquei com a sensação de que a Mickey, mesmo com todos os problemas e erros, amava o Gus mais do que ele. Nunca senti ele transbordando por ela e isso me incomodou um pouco, porque ela é incrível.
Nota sensata: 8/10
Nota com o coração: 10/10
Vai deixar saudades.
Embriagado de Amor
3.6 502Bom pra caralho.
Altered Carbon (1ª Temporada)
3.8 359 Assista AgoraComeça como um bom noir cyberpunk e termina como uma novela mexicana. Traz boas reflexões sobre imortalidade, poder e uma semi-distopia palpável e por isso merece ser assistida.
Três Anúncios Para um Crime
4.2 2,0K Assista AgoraA estrutura narrativa me lembrou Fargo, nunca é previsível demais, não tenta ser importante demais também, o que é bom. É aquele filme pé no chão que tem muito para dizer sobre tantas questões sociais e éticas, mas sem se aprofundar, tratando os assuntos como uma retórica visual.
Belo trabalho de direção do Martin McDonagh e boas interpretações do elenco principal e de apoio. Ênfase para Frances McDormand.
Star Wars, Episódio VIII: Os Últimos Jedi
4.1 1,6K Assista AgoraLi alguns comentários absurdos tanto aqui no Filmow, quanto no Rotten e Metracritic, então decidi deixar o meu ponto de vista sobre algumas considerações, a fim de ajudar na interpretação do filme.
1. Objetivo do filme:
O principal argumento do filme está em como nós temos uma percepção errada sobre os Jedi e sobre o que é a força. Com essa filosofia estabelecida, o filme se compromete a realizar uma transição entre os antigos personagens e novos.
Sendo assim, percebemos que a força é uma energia que envolve TODOS e não é uma propriedade dos Jedi. Vimos isso como Chirrut em Rogue One e na última cena de The Last Jedi um garoto pobre utiliza a força para pegar sua vassoura e lhe servir de sabre, sem falar na Rey que tem o melhor plot da saga SW pra mim, quebrando todos os paradigmas: não é filha de ninguém importante.
Essa foi a decisão mais corajosa que eu vi na saga até hoje e a mais consciente. É uma forma de SW nos dizer: esqueçam os rótulos, você não precisa ser especial para ser herói. Na sequência inicial uma rebelde morre e sua ação reverbera no filme inteiro, isso é tão especial quanto ser Jedi.
2. "Não há desenvolvimento de personagem":
Alguns disseram que Luke, Rey e Kylo começaram e terminaram o filme da mesma maneira. Vamos começar pelo Luke:
2.1 Luke: a presença da Rey na ilha foi muito mais importante para o Luke, do que o Luke poderia servir de mestre para ela. Em A New Hope o Luke precisa constantemente ser lembrado pelo Obi-Wan que ele deveria acreditar na força. Rey nunca precisou de incentivo, ela sempre teve fé e essa impulsividade é muito mais uma lição para o Luke que estava exilado pelos seus antos, do que qualquer outra coisa.
Quando o Luke luta contra o Kylo, saindo do seu exílio (ainda que em projeção astral),
é uma ação que não só contraria toda sua vontade e serve de ajuda para os rebeldes,
como ele entende sua posição no mundo e pode enfim se recolher e descansar. Se isso não é desenvolvimento, então eu não sei o que é.
2.2 Kylo: Snoke, como em muitos filmes, serviu apenas para desenvolver o personagem do Kylo, principalmente ao compará-lo com Vader, fazendo crescer no personagem uma vontade de acabar com os rótulos do mundo atual e construir um novo, um próprio e isso é uma evolução de mentalidade, que é resultada na ação de matar seu mestre e posteriormente começar uma caçada a Rey.
2.3 Rey: irei falar melhor sobre ela no próximo tópico, pois mato dois assuntos em um
3. Transição e Aprender com os erros:
Como citado no primeiro tópico, esse é um filme de transição e, em uma transição há sempre aprendizagem.
Alguns reclamaram sobre a Rey não receber treinamento e não ter uma desenvolvimento,
porém não é verdade.
Quando Luke a pergunta: o que é a força/ser Jedi e ela responde que é levitar pedras,
começa o seu treinamento de conhecimento interior, pois para a Rey entender quem ela é o mesmo que entender a força. Toda vez que um personagem entende algo novo, ele está se desenvolvendo. Não para por aí, Luke e Yoda estão de acordo sobre o fato de que nada nos livros poderiam ensinar a Rey nessa nova era e que nada melhor do que
o erro para ensiná-la o caminho.
A Rey está certa de que consegue converter o Kylo assim como o Luke o fez com Anakin,
mas é frustrada e tem uma das suas grandes decepções, o que faz a personagem aprender e evoluir, o que veremos certamente no episódio IX.
O mesmo ocorre para Poe, Fimm e Rose:
Seus arcos parecem não terem os levados a lugar algum, entretanto foram conscientemente escritos dessa forma, para que em sua resolução aprendessem sobre respeitar as decisões de seu comandante e perceber que mesmo com boas intenções a impulsividade pode levar a destruição.
4. Conclusão:
The Last Jedi de maneira orgânica nos convida a embarcar em uma nova era SW,
com novos personagens, novos conceitos, uma nova visão. Ao mesmo tempo em que respeita os antigos e os coloca na mais alta escala de importância para a história. Decidir manter a Leia, mesmo com a morte da Carrie Fisher, é uma maneira de respeitar e homenagear a personagem/atriz.
Assistir Luke se recompor ao mesmo tempo em que observa o Binary Sunset é uma forma de homenagear a trilogia original e todo o legado do maior Jedi de todos os tempos.
Nos fazer entender que a força não é uma propriedade de pessoas especiais é o mesmo que respeitar todos aqueles que, ainda que de maneira pequena, influenciaram a história.
É acabar com as diferenças e unificar, uma lição que não deveria servir apenas para o universo SW e sim para nossa vida particular.
Caso tenham dúvida, deixem aqui nos comentários que ficarei feliz em responder. É claro que você não precisa concordar com tudo, mas espero ter apresentado argumentos suficiente para te fazer refletir.
Star Wars, Episódio VIII: Os Últimos Jedi
4.1 1,6K Assista AgoraJá escrevi umas 200 críticas e apaguei. Uma frase resume esse episódio: Do caral#$@. DCU e MU podem decepcionar, a franquia Star Wars, não.
Se Meu Apartamento Falasse
4.3 450 Assista AgoraAo assistir "2001: A Space Odyssey" você se questiona como esse filme pode ter sido gravado em 68, visto todos os recursos visuais que a obra oferece. Tive uma sensação semelhante com "The Apartment", porém, com o roteiro e seus questionamentos que eram muito corajosos para época. Wilder contesta o machismo, a cultura de traição e o mal uso de poder, de forma bem elabora, atuada e comicamente roteirizada. Um dos grandes clássicos do cinema.
Manhattan
4.1 597Acho incrível essa auto-crítica que o Woody faz em seus filmes. Você pode julgar o Isaac e até não gostar dele, mas não pode dizer que ele não é honesto.
Núpcias de Escândalo
3.9 119 Assista AgoraDiálogos que já não se fazem mais. Atores como Katharine Hepburn, Jim Stewart e Cary Grant deveriam ser imortais.
Um dos melhores triângulos amorosos do cinema.
Liga da Justiça
3.3 2,5K Assista AgoraO sucesso que esse filme tá tendo só fará piorar o desenvolvimento de novos filmes de heróis, pois a massa gostar desse filme prova que estão satisfeitos com filmes genéricos desde que sejam divertidinhos. Triste.
Liga da Justiça
3.3 2,5K Assista AgoraEpisódico, covarde e medíocre; possui boas cenas de ação e uma equipe com bastante sinergia. Só.
A maior parte da empolgação se dá pela conexão entre público e personagem, mas os diálogos são ruins, o vilão é genérico e o senso de ameaça e urgência do início decai no ato final e em conclusão nada se é levado além da experiência no cinema, nada para se refletir ou discutir. Um filme vazio. Uma leve decepção.
Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe (Histórias Novas e Selecionadas)
3.4 257 Assista AgoraLogo na primeira cena, ainda sem saber quem era o diretor do filme, já havia traçado um laço entre The Meyerowitz Stories e The Squid and the Whale, ao saber que é do Noah Baumbach tudo fica mais claro.
Não, não parece ser um filme do Wes Anderson e muito menos do Woody Allen. Parece uma continuação de The Squid and the Whale, com o estilo próprio do Noah, simples.
A construção dos personagens é boa, o roteiro é excelente e, como todos já sabem, Adam Sandler fez o seu melhor trabalho levando em conta seus últimos 15 anos de carreira. Muito bom ver Dustin Hoffman em cena, ele fez Stranger Than Fiction em 2006, com a Emma Thompson que também está presente neste, outro belo trabalho de atuação dos dois, fica a dica.
Sombras da Vida
3.8 1,3KOuça minha Review de 5 minutos (com Spoilers) sobre o filme: https://goo.gl/mMBkyX
-
A proposta é conversarmos e aprofundarmos as obras cinematográficas, então sinta-se a vontade para deixar sua opinião/interpretação.
Bom Comportamento
3.8 411 Assista AgoraLink torrent, alguém?
Sombras da Vida
3.8 1,3KDuas frases resumem esse filme "Existence is pain" e "Time is a flat circle", além de em uma das cenas focar o livro de Nietzsche.
Blade Runner 2049
4.0 1,7K Assista AgoraÉ difícil nadar contra a maré, mas é com grande dor que digo que Blade Runner 2049 me foi uma decepção (eu realmente queria ter gostado mais do filme).
Antes que me julguem, entendam os meus motivos:
1. Depois que você assiste Her, Ex-machina, Westworld... os argumentos desse filme ficam bem datados e toda hora você tem a sensação de: já vi isso em outro lugar.
2. Eu não aguento mais o Jared Leto forçando atuações excêntricas. Seu personagem é tão caricato que não dá para ser levado a sério.
3. O foda de Blade Runner é ser um filme independente, que não precisa de outro para existir. Não havia necessidade de Blade Runner 2049 existir e, por ele existir, eu esperava que fosse com uma história redonda, que não deixasse pontas soltas, mas para minha surpresa... transformaram o filme em uma SAGA. E o pior, uma saga com uma história bem genérica, afinal, quantas histórias você consegue listar onde há uma filha de alguém importante perdida, que é a chave para uma revolução?
4. Os diálogos são péssimos. Algumas frases de efeito que não pareciam orgânicas e sim elaboradas para encaixar com alguma atitude posterior do personagem.
5. Conclusão: Não vi a necessidade desse filme existir. Demorou 30 anos para que fosse desenvolvida uma sequência, logo, eu esperava que houvessem melhores argumentos para sustentar sua necessidade.
Nota: 6/10.
Seu Nome
4.5 1,5KElementos de Comet e I Origins envolvidos neste filme, com um roteiro imersivo e inteligente. O desenvolvimento dos personagens é feito com eficiência, gerando uma enorme empatia no espectador. Relutei para assisti-lo por ser uma animação e agora me arrependo pela demora. História sensível e muito emocionante: ótimo trabalho do Makoto Shinkai. Nota: 9.5/10
Fonte da Vida
3.7 783 Assista AgoraUma mistura de The Tree of Life e I Origins: sensível e poético.
Mãe!
4.0 3,9KUma review sobre uma crítica pouco explorada/comentada até agora e que está presente no filme: https://www.youtube.com/watch?v=pkVj7vAQT9A
Mãe!
4.0 3,9KNão dá, passaram-se dias e eu ainda não tirei esse filme da cabeça. É tão provocativo que agora me pego vigiando minhas ações.