Muito melhor que o filme anterior deles, mais coeso, mais denso e mais complexo em tudo que Talk To Me. É uma mistura de horror psicologico, drama indie, body horror, gore e mesmo sendo previsivel e ter um roteiro já batido, consegue atraves da propria narrativa e da montagem prender a atenção. Tem se tornado uma constante as boas atuações em filmes de terror ultimamente, isso ajuda demais o genero a ter mais credibilidade e os filmes explorarem mais o desenvolvimento dos personagens. Sally Hawkings ta bem demais mas o molequinho que faz o Oliver rouba o show pra ele, toda cena que ele ta ele te gera alguma reacao desconfortavel, cada aparição dele na tela é impossivel a gente passar indiferente.
Tem os velhos personagens burros de sempre nos filmes desse tipo, algumas conveniencias de roteiro pra historia andar mas no geral é um otimo filme.
Tudo que ja se espera em filmes do Tyler Perry, direção ruim, dialogos teatrais, monologos pra impactar, dramalhao parecendo novela e os exageros interminaveis dos protagonistas dele e seus roteiros sempre ligados a realidade das minorias. Nenhuma surpresa. O que segura a atencão e carrega o filme nas costas é a atuação da Taraji P. Henson, a primeira boa atuação que vejo num filme do Perry
Melhor do que eu esperava. Ressucitar uma franquia decada depois e fazer ela atrativa pra um novo publico obrigava algumas mudanças na estrutura da franquia. A introdução de momentos cômicos foi bem vinda. O som é bom e os efeitos meia boca como sempre. No fim valeu o tempo investido e divertiu
Se a galera já ta reclamando de Woke agora, imagina quando aparecer o Lev e os Serafitas kkkkk Tudo é Woke agora. The last of Us tem 13 anos, a parte 2 ja vai pra 5 anos e nesse tempo a unica coisa que cresceu junto com os jogos foi o ego do Neil Druckman que atingiu status insuportavel no nivel de Hideo Kojima. Mesmo assim tiro o chapéu pra ele, entregou uma Obra Prima absoluta com Uncharted 4
Faz muito tempo que a Netflix nao produzia algo tao bom e com tanta qualidade assim. Um piloto espetacular que te apresenta a historia de maneira sublime, um segundo episodio que é uma obra de arte com seus inumeros planos sequencia nos corredores da escola, um terceiro episodio com atuaçoes poderosas e um dialogo nivel dos melhores filmes do cinema e um episodio desfecho carregado de subtextos e com atuações igualmente fortes. O Pai do garoto numa atuação visceral nesse quarto episodio carrega a gente pela dor dele, a culpa, as duvidas. Em nenhum momento dos 4 episodios a serie perde o ritmo ou fica desinteressante. Gostaria de acreditar que a Netflix voltou aos eixos e ao nivel de MindHunter e Better Call Saul, mas sabemos que é só uma producão mais complexa e profunda no meio de tanta porcaria teen e dramedias que a Netflix faz
Vejo que muitas pessoas estão se apoiando num discurso do tema abordado ser os Incels e machismo passado por gerações, mas esquecem que a vitima era uma tipica usuaria do Twitter que ficava fazendo comentarios depreciativos sobre o garoto e insistentemente colocando ele pra baixo. Nao vi a serie como culpados e vitimas, somente como pessoas que sao reflexos da sociedade doente que criamos
Silvero Pereira merecia um personagem nesse nivel de complexidade, fugir um pouco do estereótipo gay nordestino, mas o filme não merecia uma atuação do Silvéro. O filme se perdeu, não contou o lado do assassino, não contou o lado das vitimas e o roteiro era tão pobre que nem essa pauta feminista conseguiu dar um rumo. O som é aquilo que já conhecemos do cinema nacional, tão ruim ou pior que o som dos filmes da Suzane e dos Cravinhos, o ritmo do filme segue na mesma proporção, tão ruim quanto. Os unicos filmes de serial killer que se basearam nas vitimas e deram certo foi Zodiaco e Elephant, mesmo com uma atuacão acima da média do Silvero Pereira o filme não se sustenta. Fraco
Mesmo nao nos situando em nada sobre a personagem da Demi Moore, entrega nos dois primeiros atos um bom filme, mas consegue descartar tudo que criou nesse terceiro ato bizarro e sem sentido. O terceiro ato me fez dar risada de tanta bizarrice fugindo completamente do que a historia tinha construido
Nao dei uma nota enquanto nao terminar a serie mas esse ep 3 ficou polemico. Era uma questão obvia, a gente esperava aquela incursao da Ellie e do Joel desviando das armadilhas e a acao pesada que vem nessa parte do jogo e eles quebraram as expectativas com esse episodio contando a historia anterior do Bill. Na minha visao acrescentou muito como narrativa e profundidade pro jogo conhecer quem era aquele cara que ensina a gente sobre armadilhas, bombas de prego e mais uns Kraft do jogo, mas nao precisavam ter mudado o final dele pra serie. Nao tem a dinamica do Bill e da Ellie com um sendo ironico com o outro, nao tem o dialogo mais engraçado do jogo que é aquele sobre a revista. O final do jogo é muito mais realista, é o Bill puto, o Frank pilantra e as tragedias cotidianas como seria em um apocalipse onde ninguem é santo. Essa ideia de romeu e julieta misturada com eutanasia ficou forçada e desnecessaria até pq a parte dramatica vem logo na sequencia dessa parte no encontro com o Sam. Tirando isso, foi o episodio mais bem dirigido e a atuacao do Bill e do Frank sao dignas de premio
É um bom filme, a fotografia é tão boa que prende. O plano sequencia longo da primeira invasão do Amhlet desde a descida do barco até a tomada da vila sem um unico corte é genial. Mas não acho que chega ao nivel dos filmes anteriores dele, gostei mais de a bruxa do que desse. Acho que foi essa teatralidade forçada em algumas cenas, o excesso de gritos e urros e os momentos Deus Ex que aconteciam sem necessidade. O roteiro já é bem batido, Assassins Creed Valhalla (o jogo) é basicamente a mesma historia dessa lenda e foi feito sem forçar um sotaque ou ser exageradamente teatral
Vi reclamarem muito do final mas pra mim é o final mais esperado de uma producao sobre vikings, a morte e a chegada aos portoes de valhalla eram o mote que regia os guerreiros vikings, foi como entregar um final feliz pra Amhlet depois de tudo
É por isso que a Netflix ta perdendo assinantes. A qualidade dos roteiros das series dela caiu muito. Em um tempo temos obras memoraveis como Mindhunter, Orange is the new black, House of cards, Bom dia Veronica, Ozark e agora coisas no nivel de other banks, A Ordem, quem matou sara e essa serie aqui. É tudo irreal, uma fabula que nao diz nada. Nao tem conflitos, não tem boas atuacoes e chega a ser vergonha alheia a tentativa de passar uma normalidade que nao existe. Todo mundo se descobre, todo mundo se assume e todo mundo é feliz. O vilão maior é o cara bi que tem medo e ou não quer se assumir e nao quer ser visto com a poc pelos corredores, serio que ninguem estranha vilanizar isso? Somos uma sociedade conduzida pela igreja, sempre fomos desde a criacao da primeira religiao e sempre seremos, nao adianta achar que gays sair se pegando na rua ou andando de maos dadas por ai sera normalizado um dia pq nao vai. É quase uma necessidade de querer enfiar guela abaixo dos outros sua ideologia e na marra fazer ser o novo normal o que nunca foi. É uma serie sem sutilezas, sem sensibilidade. O episodio da juventude do pai do Nate na segunda temporada de Euphoria engole essa serie inteira. Aquilo é a vida real, a sensibilidade, o medo, o desejo, nós somos os vilões de nós mesmos. Até o romance entre Jude e Connor nas 3 primeiras temporadas de The Fosters é mais real e valioso que essa serie. Netflix perdeu a chance de fazer algo grandioso pra ficar nesse melodrama infantil irreal
Ingenuidade achar que todos os envolvidos nesse furto foram identificados, presos ou assassinados e mais ainda acreditar que a saida do tunel no corredor central do cofre encoberto por uma empilhadeira fixa foi coincidencia e não fita dada. No mais, o dinheiro do banco central nunca foi recuperado simplesmente pq a maior parte desse montante esta nas mãos de policiais. Incrivel é ver como o Deic, Rota, PM, PF, PRF, todos são curruptiveis. Quando o verde das notas brilha a conclusao do caso é sempre no bolso. No mais, genial toda a arquitetura do roubo, se esses caras usassem a mente deles pra empresas licitas o ceu era o limite
Um pouquinho melhor que o outro, colocou ali umas pitadas de relacionamento tóxico, um pouquinho de relacionamento abusivo e uma pauta atual sobre a fragilidade dela nesse relacionamento que mesmo percebendo que era ruim ela continuou até decidir matar os pais. To pra falar que se esse crime acontecesse nos dias de hoje, Suzane seria vista como uma santa que foi manipulada atraves desse relacionamento pelo monstro Cravinhos e toda sua familia que só queriam o dinheiro dela. De resto mantenho a mesma opiniao do outro. Atuações pessimas (a Carla Dias ta melhorzinha nesse aqui mas ainda cheia de Overacting) o pai dos cravinhos é ridiculo de tão exagerado e inverossimel tipo vilão coadjuvante de filme B. A direção é ruim, o áudio é tenebroso que tem horas que nem da pra entender e toda a direcao de arte e produção são amadoras
O outro é ruim, mas esse aqui se superou. Eu nào consigo ver essa atuação otima da Carla Dias que estão falando. Cheia de caras e bocas, poucas nuances e detalhes, assistiu muito filme B e produções da televisa e só copiou o pior que é esse overacting em toda cena. Ela só não é o que tem de pior nesse filme pq a direção é ruim, o ator que faz o Andreas é muito ruim, o pai dos cravinhos não encaixou no papel, o audio como na maioria dos filmes brasileiros é terrivel a ponto de ter q colocar legenda em algumas partes pra conseguir entender e toda a fotografia e direcao de arte me lembra produções de baixo orçamento da LifeTime ou mais um filme ruim do Tyler Perry. Ainda bem que os produtotes nao levaram esse filme pro cinema, a qualidade dele é tipico filme feito só pra encher grade de tv a cabo
Que atuação de Julianne Nicholson, Evan Peters e Kate Winslet. Quando a HBO lança uma produção parece que é tipo dizendo pras outras produtoras "aprende com a gente aqui como se faz uma série de qualidade". A unica coisa que ficou fora de contexto foram os relacionamentos da filha dela, tipo uma encaixada de pauta militante atual, de resto é quase perfeita. Os ultimos 3 episódios foram uma aula pra roteiristas, como o roteiro é bem escrito e amarrado, vai derrubando o dominó aos poucos até chegar naquela resolução final que eu achei bem coerente. Espero muito que não façam uma segunda temporada e caguem em tudo como fizeram em Big Little Lies
Tá ainda vemos o Deadpool, Ryan Reynolds continua chatão e caricato mas a produção é tão cheio referências que não tem como quem cresceu jogando video games e assistindo filmes Sci-Fi não ter uma simpatia pelo filme. Se a batalha final de Jogador N°1 já tinha toneladas de referências juntas, esse aqui se supera e até o movimento de câmera tem referências. To pra falar que é o filme que chegou mais proximo de um video game. Não é uma adaptação, Silent Hill continua sendo a melhor de todas. Mas a historia fraca e o chatão do Reynolds passam despercebido no filme
O Trailer por enquanto só da a impressão que o filme é muito brega, espero que não se escore nos figurinos gradiosos. Ridley Scott as vezes se mete em umas roubadas desnecessarias. Lady Gaga tirando 3 episodios de AHS em que ela realmente teve que atuar e foi bem eu acho ela uma atriz fraca, imagina ela como protagonista tendo que segurar o bonde nas costas de um filme de R. Scott, cheiro de bomba esse filme
Tentei, assisti 40 minutos e não consegui mais. Tudo soa tão falso, os cenários todos parecem feitos pra parque de diversões, madeira que parece silicone molhado sempre brilhando, cavernas que sairam do Indiana Jones de 80, barcos mais fakes que os dos Goonies do seculo passado. Naquele tempo dava pra entender cenarios de contos de fada dentro dos Set, esperava pelo menos uma floresta mais realista, nem a neblina e a ótima fotografia salvou. The Rock é sempre forçado a fazer essas piadas escrotas e essas caretas que não tem nada de engraçado, soma-se a isso o texto ruim e a falta de quimica entre ele e a Emily Blunt e temos esse filme. Pra mim não deu, espero que a garotada curta igual eu curtia assistir os Goonies
Só o Zahid pra me segurar até essa quarta temporada. A verdade é que depois da segunda só foi ladeira abaixo. Esqueceram o foco principal e apostaram tudo nessa Casey e Izzie, duas chata com dramas fúteis e enrolação desnecessaria. A serie terminou capengando e cheia de buracos na narrativa de alguns personagens. Zahid foi o escape positivo da serie e eu assistiria facil um Spin Off sobre ele
Há muitos anos qualquer um que tenha convivio proximo dos morros cariocas comandados pelo CV ou que tenha familiaridade com o Funk raiz já conhecia a historia pessoal da lenda que se criou em torno de Pedro Dom. Centenas de musicas em sua homenagem mostram que a escalada de violencia o transformou em um mito dos morros. A série tem um ótimo desenvolvimento de personagens, entre os melhores já escritos no Brasil para uma série, passeia entre a vida na infancia, adolescencia e adulta de forma bem coesa. A questão de romantizarem o personagem é uma coisa normal, é uma técnica de roteiro já que alguem tem que ser o anti herói, tem que esbanjar simpatia pra gerar a empatia do público e nesse tipo de historia é necessario já que todos estão do lado errado, vemos isso em diversas produções (Taxi Driver, Bené em Cidade de Deus, DiCaprio em Diamante de Sangue e Diario de um adolescente e etc...) até pq a série é baseada no livro escrito pelo pai do Dom que tem uma visão paternal do assaltante. As pessoas criticam um artifício de roteiro e fecham os olhos pro principal escopo dessa história que é o fato de como a cocaína transformou um menino de familia estruturada e de classe média num assaltante de casas de luxo. Como a cocaína afeta todos em volta e respinga na sociedade independente da classe social. Os ricos que dão seus tirinhos nas noitadas tambem sustentam a invasão desregulada da policia nas favelas e o banho de sangue pobre e favelado que fica no chão. Achei a série de uma urgência necessária e a melhor nacional do ano até agora
Karine Telles a dona da porr@ toda, essa mulher consegue transpirar veracidade e simpatia em qualquer papel. Deu um show junto com o garoto, roubaram o protagonismo pra eles. Me deu muito a sensação de que o filme Transamerica foi a inspiração pra série. As falhas de roteiro e os clichês não atrapalharam tanto o desenvolver da história, acho que o numero baixo de episódios foi o mal pq fez muita coisa ficar corrida. O Ivaldo por exemplo merecia ter mais desenvolvimento no nucleo familiar dele. Já a Liniker tem que estudar mais atuação se a série for voltar pra segunda temporada, ela é o ponto baixo nas atuações. O Episodio que ela canta a primeira vez com o filho assistindo é soberbo, a direção nesse ep é a melhor entre os 5 eps. Dom ainda é a melhor série nacional do ano, mas essa aqui tem potencial a ser explorado.
É uma animação ambígua. Como centralizaram a história na Italia e com toda aquela vibe meio mediterrânea logo associei com os imigrantes Africanos que atravessam Mar até a nado pra entrar na Europa. A ilha seria a alusão da comunidade europeia temendo os monstros que vem do mar pra invadir a cidade e a sacada é genial, mas então vem o desenrolar do terceiro ato e termina com aquele discurso bem direcionado e mudou completamente minha percepção e pra mim ficou claro que essa foi a Pixar com medo de quebrar a barreira dos personagens gays/lesbicos nos longa metragem. O desenrolar do filme grita I will Survive e pinta o arco iris de uma forma escancarada. Clichê, leve, divertido, personagens carismáticos, animação bonita e detalhada. Não ta nem perto dos melhores deles, mas é uma boa animação familiar. Mas a pixar foi covarde
Minha saga pelos filmes de skate continua desde os 9 anos de idade. Esse aqui é uma pérola e se colocou no patamar de Os Reis de Dogtown, Paranoid Park e Anos 90. Skate é, e sempre foi uma espécie de anarquismo social que sempre quebrou barreiras e mesmo sendo criticado e julgado por toda a decada de 90 como um esporte de maloqueiro e desocupados drogados ele resistiu. Esse filme simboliza tudo que envolve a alma do skate mesmo com poucas manobras ele se debruçou nesse contraponto sobre as castas e as mulheres idianas tomando partido de suas vidas e buscando liberdade de escolhas. Se existe um esporte no mundo em que não existe segregação é o skate, o unico esporte onde mesmo em competição se transcorre num clima de amizade e torcida pelo oponente. É a felicidade conjunta de ver alguem que como tu treinou dias e dias acertar uma manobra, é sentir o vento bater no rosto e aquela sensação de desprendimento de todo o resto, uma liberdade verdadeira que só quem andou sabe. Não existe nenhum esporte tão anarquico e agregador como esse. Por mais filmes assim Netflix!
As HQs são melhores? São. A Netflix alterou caracteristicas de alguns personagens pra não pesar muito no orçamento de efeitos? Sim. Os Híbridos coadjuvantes estão com maquiagem tosca? Sim. Mas essa adaptação acertou em cheio mesmo deixando a historia mais leve. Longe do clima depressivo e sombrio do original até o Gus ficou simpatico. Apenas algumas coisas poderiam não ser alteradas como o Gus falar daquele jeito meio travado e ser sempre desconfiado com os humanos, entendo que essa mudança é pra dar mais dinâmica pro personagem mas pra quem conhecia a historia fica estranho ver ele assim todo simpatico e confiante falando normalmente como um humano.
Pra mim o maior defeito da série foi criar essa personagem da Aimee, mesmo ela tendo uma importancia deus ex machina na trama da série eu achei desnecessario essa criação podendo muito bem ter seguido a trama original nesse arco
Pra nós que gostamos de HQs ver a Netflix topar se jogar na adaptação de Umbrella Academy, Locke & Key e agora Sweet Tooth é uma glória, da até pra sonhar com uma adaptação de Saga ou The Wicked And The Divine
Faça Ela Voltar
3.8 763 Assista AgoraMuito melhor que o filme anterior deles, mais coeso, mais denso e mais complexo em tudo que Talk To Me. É uma mistura de horror psicologico, drama indie, body horror, gore e mesmo sendo previsivel e ter um roteiro já batido, consegue atraves da propria narrativa e da montagem prender a atenção. Tem se tornado uma constante as boas atuações em filmes de terror ultimamente, isso ajuda demais o genero a ter mais credibilidade e os filmes explorarem mais o desenvolvimento dos personagens. Sally Hawkings ta bem demais mas o molequinho que faz o Oliver rouba o show pra ele, toda cena que ele ta ele te gera alguma reacao desconfortavel, cada aparição dele na tela é impossivel a gente passar indiferente.
Tem os velhos personagens burros de sempre nos filmes desse tipo, algumas conveniencias de roteiro pra historia andar mas no geral é um otimo filme.
Até a Última Gota
3.3 163 Assista AgoraTudo que ja se espera em filmes do Tyler Perry, direção ruim, dialogos teatrais, monologos pra impactar, dramalhao parecendo novela e os exageros interminaveis dos protagonistas dele e seus roteiros sempre ligados a realidade das minorias. Nenhuma surpresa. O que segura a atencão e carrega o filme nas costas é a atuação da Taraji P. Henson, a primeira boa atuação que vejo num filme do Perry
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 735 Assista AgoraMelhor do que eu esperava. Ressucitar uma franquia decada depois e fazer ela atrativa pra um novo publico obrigava algumas mudanças na estrutura da franquia. A introdução de momentos cômicos foi bem vinda. O som é bom e os efeitos meia boca como sempre. No fim valeu o tempo investido e divertiu
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 463 Assista AgoraSe a galera já ta reclamando de Woke agora, imagina quando aparecer o Lev e os Serafitas kkkkk
Tudo é Woke agora. The last of Us tem 13 anos, a parte 2 ja vai pra 5 anos e nesse tempo a unica coisa que cresceu junto com os jogos foi o ego do Neil Druckman que atingiu status insuportavel no nivel de Hideo Kojima. Mesmo assim tiro o chapéu pra ele, entregou uma Obra Prima absoluta com Uncharted 4
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraFaz muito tempo que a Netflix nao produzia algo tao bom e com tanta qualidade assim. Um piloto espetacular que te apresenta a historia de maneira sublime, um segundo episodio que é uma obra de arte com seus inumeros planos sequencia nos corredores da escola, um terceiro episodio com atuaçoes poderosas e um dialogo nivel dos melhores filmes do cinema e um episodio desfecho carregado de subtextos e com atuações igualmente fortes. O Pai do garoto numa atuação visceral nesse quarto episodio carrega a gente pela dor dele, a culpa, as duvidas. Em nenhum momento dos 4 episodios a serie perde o ritmo ou fica desinteressante. Gostaria de acreditar que a Netflix voltou aos eixos e ao nivel de MindHunter e Better Call Saul, mas sabemos que é só uma producão mais complexa e profunda no meio de tanta porcaria teen e dramedias que a Netflix faz
Vejo que muitas pessoas estão se apoiando num discurso do tema abordado ser os Incels e machismo passado por gerações, mas esquecem que a vitima era uma tipica usuaria do Twitter que ficava fazendo comentarios depreciativos sobre o garoto e insistentemente colocando ele pra baixo. Nao vi a serie como culpados e vitimas, somente como pessoas que sao reflexos da sociedade doente que criamos
Maníaco do Parque
2.4 351 Assista AgoraSilvero Pereira merecia um personagem nesse nivel de complexidade, fugir um pouco do estereótipo gay nordestino, mas o filme não merecia uma atuação do Silvéro. O filme se perdeu, não contou o lado do assassino, não contou o lado das vitimas e o roteiro era tão pobre que nem essa pauta feminista conseguiu dar um rumo. O som é aquilo que já conhecemos do cinema nacional, tão ruim ou pior que o som dos filmes da Suzane e dos Cravinhos, o ritmo do filme segue na mesma proporção, tão ruim quanto. Os unicos filmes de serial killer que se basearam nas vitimas e deram certo foi Zodiaco e Elephant, mesmo com uma atuacão acima da média do Silvero Pereira o filme não se sustenta. Fraco
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraMesmo nao nos situando em nada sobre a personagem da Demi Moore, entrega nos dois primeiros atos um bom filme, mas consegue descartar tudo que criou nesse terceiro ato bizarro e sem sentido. O terceiro ato me fez dar risada de tanta bizarrice fugindo completamente do que a historia tinha construido
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraNao dei uma nota enquanto nao terminar a serie mas esse ep 3 ficou polemico. Era uma questão obvia, a gente esperava aquela incursao da Ellie e do Joel desviando das armadilhas e a acao pesada que vem nessa parte do jogo e eles quebraram as expectativas com esse episodio contando a historia anterior do Bill. Na minha visao acrescentou muito como narrativa e profundidade pro jogo conhecer quem era aquele cara que ensina a gente sobre armadilhas, bombas de prego e mais uns Kraft do jogo, mas nao precisavam ter mudado o final dele pra serie. Nao tem a dinamica do Bill e da Ellie com um sendo ironico com o outro, nao tem o dialogo mais engraçado do jogo que é aquele sobre a revista. O final do jogo é muito mais realista, é o Bill puto, o Frank pilantra e as tragedias cotidianas como seria em um apocalipse onde ninguem é santo. Essa ideia de romeu e julieta misturada com eutanasia ficou forçada e desnecessaria até pq a parte dramatica vem logo na sequencia dessa parte no encontro com o Sam. Tirando isso, foi o episodio mais bem dirigido e a atuacao do Bill e do Frank sao dignas de premio
De Volta ao Baile
2.8 265Filme de cómedia que não tem comedia? Mas, a comedia vem no final quando vc ri por ter sido um idiota perdendo o tempo com essa bomba.
Nada se salva
O Homem do Norte
3.7 1,0K Assista AgoraÉ um bom filme, a fotografia é tão boa que prende. O plano sequencia longo da primeira invasão do Amhlet desde a descida do barco até a tomada da vila sem um unico corte é genial. Mas não acho que chega ao nivel dos filmes anteriores dele, gostei mais de a bruxa do que desse. Acho que foi essa teatralidade forçada em algumas cenas, o excesso de gritos e urros e os momentos Deus Ex que aconteciam sem necessidade. O roteiro já é bem batido, Assassins Creed Valhalla (o jogo) é basicamente a mesma historia dessa lenda e foi feito sem forçar um sotaque ou ser exageradamente teatral
Vi reclamarem muito do final mas pra mim é o final mais esperado de uma producao sobre vikings, a morte e a chegada aos portoes de valhalla eram o mote que regia os guerreiros vikings, foi como entregar um final feliz pra Amhlet depois de tudo
Heartstopper (1ª Temporada)
4.4 427 Assista AgoraÉ por isso que a Netflix ta perdendo assinantes. A qualidade dos roteiros das series dela caiu muito. Em um tempo temos obras memoraveis como Mindhunter, Orange is the new black, House of cards, Bom dia Veronica, Ozark e agora coisas no nivel de other banks, A Ordem, quem matou sara e essa serie aqui. É tudo irreal, uma fabula que nao diz nada. Nao tem conflitos, não tem boas atuacoes e chega a ser vergonha alheia a tentativa de passar uma normalidade que nao existe. Todo mundo se descobre, todo mundo se assume e todo mundo é feliz. O vilão maior é o cara bi que tem medo e ou não quer se assumir e nao quer ser visto com a poc pelos corredores, serio que ninguem estranha vilanizar isso? Somos uma sociedade conduzida pela igreja, sempre fomos desde a criacao da primeira religiao e sempre seremos, nao adianta achar que gays sair se pegando na rua ou andando de maos dadas por ai sera normalizado um dia pq nao vai. É quase uma necessidade de querer enfiar guela abaixo dos outros sua ideologia e na marra fazer ser o novo normal o que nunca foi. É uma serie sem sutilezas, sem sensibilidade. O episodio da juventude do pai do Nate na segunda temporada de Euphoria engole essa serie inteira. Aquilo é a vida real, a sensibilidade, o medo, o desejo, nós somos os vilões de nós mesmos. Até o romance entre Jude e Connor nas 3 primeiras temporadas de The Fosters é mais real e valioso que essa serie. Netflix perdeu a chance de fazer algo grandioso pra ficar nesse melodrama infantil irreal
3 Tonelada$: Assalto ao Banco Central
3.8 54Ingenuidade achar que todos os envolvidos nesse furto foram identificados, presos ou assassinados e mais ainda acreditar que a saida do tunel no corredor central do cofre encoberto por uma empilhadeira fixa foi coincidencia e não fita dada. No mais, o dinheiro do banco central nunca foi recuperado simplesmente pq a maior parte desse montante esta nas mãos de policiais. Incrivel é ver como o Deic, Rota, PM, PF, PRF, todos são curruptiveis. Quando o verde das notas brilha a conclusao do caso é sempre no bolso. No mais, genial toda a arquitetura do roubo, se esses caras usassem a mente deles pra empresas licitas o ceu era o limite
O Menino que Matou Meus Pais
3.0 519 Assista AgoraUm pouquinho melhor que o outro, colocou ali umas pitadas de relacionamento tóxico, um pouquinho de relacionamento abusivo e uma pauta atual sobre a fragilidade dela nesse relacionamento que mesmo percebendo que era ruim ela continuou até decidir matar os pais. To pra falar que se esse crime acontecesse nos dias de hoje, Suzane seria vista como uma santa que foi manipulada atraves desse relacionamento pelo monstro Cravinhos e toda sua familia que só queriam o dinheiro dela. De resto mantenho a mesma opiniao do outro. Atuações pessimas (a Carla Dias ta melhorzinha nesse aqui mas ainda cheia de Overacting) o pai dos cravinhos é ridiculo de tão exagerado e inverossimel tipo vilão coadjuvante de filme B. A direção é ruim, o áudio é tenebroso que tem horas que nem da pra entender e toda a direcao de arte e produção são amadoras
A Menina que Matou os Pais
3.1 680 Assista AgoraO outro é ruim, mas esse aqui se superou. Eu nào consigo ver essa atuação otima da Carla Dias que estão falando. Cheia de caras e bocas, poucas nuances e detalhes, assistiu muito filme B e produções da televisa e só copiou o pior que é esse overacting em toda cena. Ela só não é o que tem de pior nesse filme pq a direção é ruim, o ator que faz o Andreas é muito ruim, o pai dos cravinhos não encaixou no papel, o audio como na maioria dos filmes brasileiros é terrivel a ponto de ter q colocar legenda em algumas partes pra conseguir entender e toda a fotografia e direcao de arte me lembra produções de baixo orçamento da LifeTime ou mais um filme ruim do Tyler Perry. Ainda bem que os produtotes nao levaram esse filme pro cinema, a qualidade dele é tipico filme feito só pra encher grade de tv a cabo
Mare of Easttown
4.4 692 Assista AgoraQue atuação de Julianne Nicholson, Evan Peters e Kate Winslet. Quando a HBO lança uma produção parece que é tipo dizendo pras outras produtoras "aprende com a gente aqui como se faz uma série de qualidade". A unica coisa que ficou fora de contexto foram os relacionamentos da filha dela, tipo uma encaixada de pauta militante atual, de resto é quase perfeita. Os ultimos 3 episódios foram uma aula pra roteiristas, como o roteiro é bem escrito e amarrado, vai derrubando o dominó aos poucos até chegar naquela resolução final que eu achei bem coerente. Espero muito que não façam uma segunda temporada e caguem em tudo como fizeram em Big Little Lies
Free Guy: Assumindo o Controle
3.5 605 Assista AgoraTá ainda vemos o Deadpool, Ryan Reynolds continua chatão e caricato mas a produção é tão cheio referências que não tem como quem cresceu jogando video games e assistindo filmes Sci-Fi não ter uma simpatia pelo filme. Se a batalha final de Jogador N°1 já tinha toneladas de referências juntas, esse aqui se supera e até o movimento de câmera tem referências. To pra falar que é o filme que chegou mais proximo de um video game. Não é uma adaptação, Silent Hill continua sendo a melhor de todas. Mas a historia fraca e o chatão do Reynolds passam despercebido no filme
Casa Gucci
3.2 731 Assista AgoraO Trailer por enquanto só da a impressão que o filme é muito brega, espero que não se escore nos figurinos gradiosos. Ridley Scott as vezes se mete em umas roubadas desnecessarias. Lady Gaga tirando 3 episodios de AHS em que ela realmente teve que atuar e foi bem eu acho ela uma atriz fraca, imagina ela como protagonista tendo que segurar o bonde nas costas de um filme de R. Scott, cheiro de bomba esse filme
Jungle Cruise
3.1 361 Assista AgoraTentei, assisti 40 minutos e não consegui mais. Tudo soa tão falso, os cenários todos parecem feitos pra parque de diversões, madeira que parece silicone molhado sempre brilhando, cavernas que sairam do Indiana Jones de 80, barcos mais fakes que os dos Goonies do seculo passado. Naquele tempo dava pra entender cenarios de contos de fada dentro dos Set, esperava pelo menos uma floresta mais realista, nem a neblina e a ótima fotografia salvou. The Rock é sempre forçado a fazer essas piadas escrotas e essas caretas que não tem nada de engraçado, soma-se a isso o texto ruim e a falta de quimica entre ele e a Emily Blunt e temos esse filme. Pra mim não deu, espero que a garotada curta igual eu curtia assistir os Goonies
Atypical (4ª Temporada)
4.1 213 Assista AgoraSó o Zahid pra me segurar até essa quarta temporada. A verdade é que depois da segunda só foi ladeira abaixo. Esqueceram o foco principal e apostaram tudo nessa Casey e Izzie, duas chata com dramas fúteis e enrolação desnecessaria. A serie terminou capengando e cheia de buracos na narrativa de alguns personagens. Zahid foi o escape positivo da serie e eu assistiria facil um Spin Off sobre ele
Dom (1ª Temporada)
4.1 184Há muitos anos qualquer um que tenha convivio proximo dos morros cariocas comandados pelo CV ou que tenha familiaridade com o Funk raiz já conhecia a historia pessoal da lenda que se criou em torno de Pedro Dom. Centenas de musicas em sua homenagem mostram que a escalada de violencia o transformou em um mito dos morros. A série tem um ótimo desenvolvimento de personagens, entre os melhores já escritos no Brasil para uma série, passeia entre a vida na infancia, adolescencia e adulta de forma bem coesa. A questão de romantizarem o personagem é uma coisa normal, é uma técnica de roteiro já que alguem tem que ser o anti herói, tem que esbanjar simpatia pra gerar a empatia do público e nesse tipo de historia é necessario já que todos estão do lado errado, vemos isso em diversas produções (Taxi Driver, Bené em Cidade de Deus, DiCaprio em Diamante de Sangue e Diario de um adolescente e etc...) até pq a série é baseada no livro escrito pelo pai do Dom que tem uma visão paternal do assaltante. As pessoas criticam um artifício de roteiro e fecham os olhos pro principal escopo dessa história que é o fato de como a cocaína transformou um menino de familia estruturada e de classe média num assaltante de casas de luxo. Como a cocaína afeta todos em volta e respinga na sociedade independente da classe social. Os ricos que dão seus tirinhos nas noitadas tambem sustentam a invasão desregulada da policia nas favelas e o banho de sangue pobre e favelado que fica no chão. Achei a série de uma urgência necessária e a melhor nacional do ano até agora
Manhãs de Setembro (1ª Temporada)
4.3 164Karine Telles a dona da porr@ toda, essa mulher consegue transpirar veracidade e simpatia em qualquer papel. Deu um show junto com o garoto, roubaram o protagonismo pra eles. Me deu muito a sensação de que o filme Transamerica foi a inspiração pra série. As falhas de roteiro e os clichês não atrapalharam tanto o desenvolver da história, acho que o numero baixo de episódios foi o mal pq fez muita coisa ficar corrida. O Ivaldo por exemplo merecia ter mais desenvolvimento no nucleo familiar dele. Já a Liniker tem que estudar mais atuação se a série for voltar pra segunda temporada, ela é o ponto baixo nas atuações. O Episodio que ela canta a primeira vez com o filho assistindo é soberbo, a direção nesse ep é a melhor entre os 5 eps. Dom ainda é a melhor série nacional do ano, mas essa aqui tem potencial a ser explorado.
Luca
4.1 782É uma animação ambígua. Como centralizaram a história na Italia e com toda aquela vibe meio mediterrânea logo associei com os imigrantes Africanos que atravessam Mar até a nado pra entrar na Europa. A ilha seria a alusão da comunidade europeia temendo os monstros que vem do mar pra invadir a cidade e a sacada é genial, mas então vem o desenrolar do terceiro ato e termina com aquele discurso bem direcionado e mudou completamente minha percepção e pra mim ficou claro que essa foi a Pixar com medo de quebrar a barreira dos personagens gays/lesbicos nos longa metragem. O desenrolar do filme grita I will Survive e pinta o arco iris de uma forma escancarada. Clichê, leve, divertido, personagens carismáticos, animação bonita e detalhada. Não ta nem perto dos melhores deles, mas é uma boa animação familiar. Mas a pixar foi covarde
Uma Skatista Radical
3.8 49Minha saga pelos filmes de skate continua desde os 9 anos de idade. Esse aqui é uma pérola e se colocou no patamar de Os Reis de Dogtown, Paranoid Park e Anos 90. Skate é, e sempre foi uma espécie de anarquismo social que sempre quebrou barreiras e mesmo sendo criticado e julgado por toda a decada de 90 como um esporte de maloqueiro e desocupados drogados ele resistiu. Esse filme simboliza tudo que envolve a alma do skate mesmo com poucas manobras ele se debruçou nesse contraponto sobre as castas e as mulheres idianas tomando partido de suas vidas e buscando liberdade de escolhas. Se existe um esporte no mundo em que não existe segregação é o skate, o unico esporte onde mesmo em competição se transcorre num clima de amizade e torcida pelo oponente. É a felicidade conjunta de ver alguem que como tu treinou dias e dias acertar uma manobra, é sentir o vento bater no rosto e aquela sensação de desprendimento de todo o resto, uma liberdade verdadeira que só quem andou sabe. Não existe nenhum esporte tão anarquico e agregador como esse. Por mais filmes assim Netflix!
Sweet Tooth (1ª Temporada)
4.0 295As HQs são melhores? São. A Netflix alterou caracteristicas de alguns personagens pra não pesar muito no orçamento de efeitos? Sim. Os Híbridos coadjuvantes estão com maquiagem tosca? Sim. Mas essa adaptação acertou em cheio mesmo deixando a historia mais leve. Longe do clima depressivo e sombrio do original até o Gus ficou simpatico. Apenas algumas coisas poderiam não ser alteradas como o Gus falar daquele jeito meio travado e ser sempre desconfiado com os humanos, entendo que essa mudança é pra dar mais dinâmica pro personagem mas pra quem conhecia a historia fica estranho ver ele assim todo simpatico e confiante falando normalmente como um humano.
Pra mim o maior defeito da série foi criar essa personagem da Aimee, mesmo ela tendo uma importancia deus ex machina na trama da série eu achei desnecessario essa criação podendo muito bem ter seguido a trama original nesse arco
Pra nós que gostamos de HQs ver a Netflix topar se jogar na adaptação de Umbrella Academy, Locke & Key e agora Sweet Tooth é uma glória, da até pra sonhar com uma adaptação de Saga ou The Wicked And The Divine