Eu não conhecia até ver que saiu a temporada atual. Gostei do ritmo da série e acho inteligente revelar a trama aos poucos. Inclusive, sinto que a série engrena entre o 4º e o 5º episódio. A princípio, a fotografia e a fórmula do enredo me lembram muito The Arrival, mas o enredo é bem diferente ao longo do desenvolvimento. Sou muito adepta a histórias com vários protagonistas, acho que permite explorar muito dos atores e da personalidade que cada um representa. Meus personagens favoritos são o Caspar e a Jam - adoro um amor adolescente (kkkk). Por outro lado, gosto também da profundidade dos dramas familiares que vemos em outros protagonistas, como o Trevante e a esposa, e a Aneesha com o Ahmed (ódio desse macho). Na verdade, não tenho do que reclamar com o que cada núcleo de protagonismo aborda - as dimensões da relação da Mitsuki e da Murai são lindas quando correlacionadas ao distanciamento literal que elas experimentam. Foi um grata surpresa para mim. Estou adorando e recomendo muito, em especial a quem gosta de sci-fi. Em geral, acho que a Apple TV se sai bem nas produções, pois amo Foundation.
Sou amante de animes há cerca de 7 anos, isto é, me apaixonei depois de adulta. Sempre achei que não iria curtir materiais esportivos, mas olha o quanto eu estava enganada! kkk Amei Haikyuu de uma forma que nem sei explicar, fiquei totalmente viciada. A qualidade da animação é ótima, o que é muito importante para a obra que trabalha esporte. Se for para apontar algo falho, considero que explora pouco o crescimento dos personagens para além das limitações físicas/técnicas. Na segunda temporada isso é mais explorado, ainda assim, considero falho. Minha próxima tentativa será Kuroko no Basket.
A primeira coisa que pensei ao concluir esse drama foi: se fosse uma obra norte-americana, seria considerada conteúdo cult obrigatório no futuro. Não vou dizer que tecnicamente não tem falhas. Só quero dizer que esse k-drama é fiel ao seu propósito e isso é difícil de alcançar em 16 episódios sem perder o objetivo. Desde o primeiro episódio fiquei maravilhada com as camadas que essa produção se propôs a trabalhar. Não é somente sobre um casal, é sobre toda uma família e as dores vividas. É sobre a realidade de perdas, erros, acertos, crescimentos e arrependimentos com uma boa dose de cultura sul-coreana. Aliás, dou uma salva de palmas para o quanto a cultura sul-coreana foi valorizada e bem articulada nessa série. Eu realmente me emocionei em cada episódio por motivos diferentes. Não foi simplesmente porque a história era fofa e o casal teve dificuldades, foi porque aquelas dificuldades eram passíveis de serem reais. Nós vemos uma família vivenciar dores distintas e igualmente válidas em todas as etapas da vida. Senti aspectos transgeracionais do sofrimento sobre ser mulher como algo que atravessa culturas. Os protagonistas não vencem em tudo, eles são tão reais que dói. Dói justamente pela facilidade de se identificar com o que acontece ali. Além disso, os filhos deles também não vencem em tudo. Ninguém vence em tudo ou alcança todos os sonhos. Essa é a beleza de assistir a um material que se propõe a ser tão próximo da nossa realidade e, por isso mesmo, tão bonito. As atuações foram maravilhosas e, cabe ressaltar, que o drama coreano segue características caricatas que podem ser estranhas para iniciantes. Já sou acostumada com isso em outros dramas, então consigo ver a dedicação para além das caras e bocas. Quero elogiar em especial as atuações de IU e Park Bo Gum. Eles também formaram o casal mais convincente porque se aproximaram no que diz respeito ao nível técnico. Sinceramente, não sei se eu conseguiria assistir novamente devido ao peso emocional. Cada reflexão me fez pensar muito sobre mim e minha família. É a mesma coisa que sinto ao assistir This is Us. Se a qualidade da arte é medida pelo impacto que ela causa naqueles que a consomem, considero essa obra arte de alto nível. E minha opinião não faz comparação estritamente com outros k-dramas. Grande acerto da Netflix. Recomendo!
Acho a premissa genial. Nunca li a HQ, mas fiquei com vontade de conferir porque acredito que deve ser fantástica, principalmente se pesarmos o caráter crítico para a época. Se é sci-fi, eu estarei lá kkk Sobre a série, eu fiquei mais empolgada nos dois primeiros episódios. Senti falta de algo que fosse chamariz daí em diante. O mistério é bom e não faz suspense exagerado, os sinais estão sempre lá para indicar algo. Conseguiu me prender para assistir todos os episódios, pois também gosto dessa narrativa não-linear e em cortes. Em alguns momentos até me lembra The Arrival, embora a perspectiva temporal tenha outro sentido para o Juan. Ultimamente tenho consumido materiais latino-americanos e estou gostando do que vejo. Sinceramente, sinto que falta algo, não sei dizer o quê exatamente. Não é sobre ação, porque isso até tem. Talvez a segunda temporada feche essa lacuna para mim. Recomendo a série.
Dei um tempo antes de vir comentar sobre essa temporada. Esteticamente? Linda e sempre coerente. A fotografia dessa série é tudo pra mim. No quesito atuação, brilharam o Trammel Tillman e o John Turturro. Concordo que alguns episódios foram maçantes e estenderam o ar de mistério por tempo demais. Dificultou manter o ritmo que tentaram seguir desde o fim da 1ª temporada. No que concerne à season finale, eu gostei. Por quê? Acho que faz sentido a rebeldia dos innies e agrega valor aos personagens. Para mim, eles são como adolescentes com identidades em formação. A própria maneira como eles veem o mundo diz dessa posição rebelde e influenciável. De qualquer forma, gosto mais dos innies do que dos outies.
Não achei o final ruim, porque, diferente do que algumas pessoas disseram, eu imaginei justamente que o Cliff seria deixado no espaço enquanto o outro tomava o seu lugar na família. Para mim, foi o contrário da expectativa, então me surpreendeu.
É um tremendo episódio que me faz esquecer os outros que foram isso mesmo: esquecíveis.
O retorno de Black Mirror nesta temporada, depois da decepção que foi a 6ª (com exceção de Beyond the Sea). Common People foi um retorno magistral 🤌🏼, pois traz o conceito de Black Mirror em toda a sua essência. Depois desse, meu favorito foi Eulogy. Esse episódio carrega tantas camadas para se falar sobre luto, uma lindeza. Ainda bem que estão salvando essa série 🤧.
Um produção coreana que merece atenção. Tem boas atuações e roteiro instigante. Gostei da premissa que gira em torno da quebra dos valores morais do início ao fim, bem como da quebra de expectativas. Além disso, o título "Barganha" não é à toa e também acompanha todo o enredo. O cenário pós-apocalíptico é um adendo que se mistura à humanidade distorcida que é apresentada. Valeria muito a pena uma segunda temporada se conseguissem manter o nível.
Perfeita no que se propõe! Um trabalho incrível com atuações impecáveis. Owen Cooper promete muito como ator. Para quem está procurando uma série de investigação, não recomendo. O intuito não é pura e simplesmente abordar um crime, mas ir além, sobre determinantes psicológicos, sociais e culturais. Achei a premissa genial e inovadora, pois o crime é só um chamariz. Meu episódio favorito foi o 3º, mas o 4º é visceral. Fiquei surpresa ao saber que todos os episódios foram tomadas únicas e isso me fez admirar mais a produção.
A obra em si é boa. A construção da acusação é que parece desleixada, não vou mentir. O tempo todo vão surgindo provas, ao passo que acabam sendo contraditórias ou ineficientes. Fica óbvio que se usou da manipulação da mídia para condenar o casal. Veja bem, eu acho que eles são culpados. O problema é que parece não ter tido uma boa investigação. A coisa mais absurda foi o sêmen de um terceiro aparecer por possível contaminação de provas. O que é isso? Um circo? Enfim... Isso não compromete a qualidade da obra porque expressa o caos que foi essa investigação. Assumo que gostei de assistir e os episódios prendem a atenção satisfatoriamente. A atuação do casal é boa. Esperei muito que o Alfonso falasse algo nos 45m do segundo tempo, mas não rolou.
Olha, foi uma boa surpresa ver o caráter criminalista/investigativo se estender para outros aspectos. Achei interessante a ambivalência da Laurie, porque é muito real e possível de acontecer. Foi a primeira vez que vi uma mãe sofrendo tanto com as dúvidas sobre o filho, quando geralmente elas defendem a inocência sem pestanejar.
Mas, para mim, fica óbvio que ela queria acreditar mais na culpa do Jacob do que na inocência. Foi só acontecer de o menino ser apontado como suspeito de um assassinato (sei que não é algo simples) que ela começa a juntar peças que apontam para um perfil violento dele, coisa que até então ela não parecia fazer alarde ou mesmo ter se detido a uma reflexão. Ao ver esse sofrimento dela, meu pensamento sempre foi: quando se está convencido de algo, você verá evidência que aponta para isso em todo lugar. Se esse menino era tão violento e problemático, porque ela não buscou ajuda para ele? É como se só agora fosse importante. Ela nunca acreditou na inocência do Jacob. Ponto. Se ela tivesse mais convencida da inocência dele, iria olhar apenas para o que convinha, como o Andy fez muitas vezes.
Vi um comentário de que no livro é nítido que o Jacob é culpado, mas acho que a série realmente não quis focar nisso. Se você prestar atenção, vai perceber que, ao longo da história, o foco não é mais a culpa ou a inocência dele, e sim o que está acontecendo nessa família. Esse pano de fundo sempre vai estar lá, no entanto, você se pega esperando para ver o que vai acontecer para além disso.
É tanto que a série termina sem se preocupar de elucidar o culpado, porque não é a mensagem dela. Pode ser que a mensagem não foi totalmente explicitada para alguns, só que eu entendo que gira em torno do quanto nós mesmos construímos a imagem do outro baseado no que acreditamos/queremos. Jacob se faz de inocente e jamais assumiria o contrário aos pais, ainda que não fosse, já que ele tem um papel de bom filho a cumprir - ele nunca falou das preferências pornográficas ou do conto do assassinato que escreveu, como se fosse pior assumir isso aos pais do que ser condenado. Andy vai sempre defender/acreditar na família perfeita do seu desejo, que inclui um filho perfeito e uma esposa perfeita (vide a defesa dele de que o acidente de carro não foi intencional). Laurie se vê com o ideal familiar rompido, um esposo sobre o qual não conhece seu passado e um filho que não conhece. Ela é a peça mais frágil desse teatro, porque nunca suportou ver mais do que lhe mostravam e, quando mostram, toda a encenação se desmonta.
Achei a atuação do Chris Evans ok, não é excelente. Ele faz uma cara de coitado na maior parte do tempo. Dos demais, tem uma qualidade que sustenta bem a trama. Dou destaque para o ator que faz o Jacob.
Para quem é da área oncológica, essa série é fantástica! Acho que até para quem atravessou um adoecimento oncológico como paciente ou como familiar também vai ser. Na minha visão, o intuito da série é abordar a fragilidade de quem adoece e como existem pessoas prontas para se aproveitar disso. O pano de fundo é a vida da Belle, mas a história mais importante é a da Milla. Não tem problema ter medo, sofrer, pensar em buscar outras alternativas se a realidade é difícil demais de encarar. A gente só não tem como fugir, é preciso encarar do jeito que você conseguir. No fim, como diz o próprio Hek, não temos como fugir da desgraça do ser humano. Adoecer e encarar a finitude faz parte do processo de ser humano e não tem panaceia que nos livre disso. Certa feita, eu ouvi uma frase que faz muito sentido aqui e é mais ou menos assim: "se prometem um resultado que só Deus pode realizar, desconfie˜.
O que interessa nessa obra é você vivenciar a história dos internos. Chega um ponto em que eles estão num movimento de descobertas, rebeldia e desejo de revolução. Eventualmente, você vai desejar respostas, mas não as terá, porque o propósito é saber tanto quanto eles sabem e seguir o ritmo de descoberta. Se você conseguiu captar isso, vai sentir o quanto é prazeroso chegar na season finale. Do contrário, realmente será maçante. Particularmente, gosto de obras que não se esforçam para dar respostas e nos permitem fantasiar. Além disso, a alegoria de que os internos iniciam como crianças em desenvolvimento me parece muito justa. Já consigo vê-los adolescentes kkk
A estética dessa obra ó 🤌🏼, é tão limpa que as cores dizem muito e eu recomendo prestar atenção em qualquer mudança.
Gostei. Não esperava muitos elementos novos, até porque sabemos que nem era para ter continuação. Mas achei bem feita e dou destaque para as atuações que achei superiores nessa temporada. Meu episódio favorito foi o do jogo socializar, considero absolute cinema. Vale a pena assistir e aguardo a 3a temporada.
Eu gritei adaptação e o eco foi ACLAMAÇÃO! Que acerto, Netflix! Eu tinha muita expectativa, porque o livro do Gabo é uma das coisas mais maravilhosas que li na vida. A série está perfeita de tão fiel, acho que é a adaptação mais fiel que já vi até hoje. Foi maravilhoso ver cada cena em movimento e saber que ainda tem mais 😍. As atuações estão ótimas, a fotografia linda e é tão gostoso ouvir em espanhol. Estou emocionada com essa produção 🤧.
Fiquei impressionada com a qualidade dessa obra. A fotografia, a trilha sonora (maravilhosa) e as atuações foram muito boas. Se você quer uma produção coreana que foge das fantasias românticas e aborda o relacionamento amoroso mais próximo do real, pode apostar nessa minissérie. Os episódios iniciais têm uma tensão interessante e são muito desconfortáveis, o que diz da qualidade da atuação do quarteto. Gong Yoo realmente brilha. Sem episódios desnecessários, com uma narrativa não-linear (sou suspeita para falar porque adoro rs') e um excelente final. Adorei!
Primeiramente, QUE ATUAÇÃO A DESSE CASAL! Eu sempre gostei de dramas familiares, seja lá qual for o laço familiar, e, sendo de casal, tenho muita expectativa. Toda a expectativa que eu tinha foi suprida e superada. Essa série é tão verossímil à realidade que dói. Arrisco dizer que o episódio que mais vai doer depende do que você já viveu em um relacionamento. Para mim, o que mais doeu foi o segundo. É uma obra de tanta densidade que às vezes dá vontade de pausar para tentar processar um pouco antes de continuar, Tem muitos diálogos e ruminações. Gente, o que a uma análise/psicoterapia faria por esse casal não tem tempo que supere. A Mira precisava muito e, no fim, quem procurou foi o Jonathan.
Eu tive tanta raiva da Mira se fazendo de coitada. Queria matar. Ela fez o que quis, tentou justificar e ainda queria confundir o coitado do Jonathan quando as coisas começaram a ruir com o Poli. Só no quinto episódio ela teve o insight de que não serve para se relacionar de forma monogâmica com alguém. E quero trazer a fala do Poli de que gostaria de não tê-la conhecido 🤡, só para ressaltar que ela é quem não sabia o que queria. Daí, o idiota do Jonathan também está traindo a atual esposa porque ele que não sabe mais o que quer. Gostaria que ele relembrasse o que ele mesmo disse no quarto episódio sobre ser pai e não necessariamente estar envolvido romanticamente com a mãe da criança.
Meu conselho da vez é: se você não sabe o que quer, não confunda quem sabe.
Gostei muito da série enquanto conjunto. Comecei a assistir porque associaram ela a Breaking Bad e foi uma surpresa boa. Vou fazer um resumão de impressões aqui.
É interessante como a gente começa achando a Wendy uma cachorra e termina pensando o mesmo KKKK Tem muitas explicações ao longo das temporadas, mas é nítido como ela não tem intenção de melhorar e nunca buscou ajuda. O mesmo vale para o Marty, ele não é uma vítima da Wendy como tentam dar a entender às vezes, ele está com ela porque quer! Gosto dessa dimensão real dos personagens e dos diálogos do casal falando sobre seus problemas. Na minha percepção, essa série é sobre o quanto tudo é corruptível e as pessoas estão no topo da lista. Um dos meus personagens favoritos é o Jonah, pois a construção dele é boa do início ao fim. A Charlotte não é memorável. Ressalto a atuação do Tom Pelphrey (Ben) como muito significativa para mim. Representar uma pessoa com transtorno mental é algo que admiro muito e acho que ele cumpriu bem o papel. Além disso, uma das cenas mais marcantes de toda a série para mim é o prelúdio da morte do Ben que só aparece na 4a temporada, me emocionei. A Ruth é um excelente personagem, ela adiciona tempero ao enredo.
Se você quiser saber, eu achei a morte dela necessária depois do que ela fez. Não fazia sentido na minha cabeça a Ruth terminar bem, porque apenas os Byrdes se safam nessa história. Essa é a regra tácita. Como bem disse a Darlene, eles são uma doença para quem se aproxima deles.
Sobre o fim da série, eu gostei e achei que fez jus ao que foi mostrado em todas as temporadas. Adorei a última cena, foi sensacional ver o sorrisinho de orgulho na cara dos pais Byrdes para o Jonah...
Uma abertura de tirar o fôlego, belíssima! 🤌🏼 Gostei das atuações do Tom e da Amanda. Acho o Tom um bom ator, sim. Ele está ótimo no filme O Diabo de Cada Dia, por exemplo. Só não dou mais estrelas porque acho que a série não sustentou a qualidade. Apesar de que o drama familiar foi muito bem explorado, achei morna a etapa de preparação e o julgamento.
Está difícil acompanhar. Eu rezo para não chegar nas cenas do Daemon porque são chatas. Entendo o desenvolvimento do personagem ali, mas está chato. Rhaenyra, em você não brilha. Esperei uma atuação de rainha digna de Daenerys e me deram uma cópia barata da Cersei com seus bastardos. As personagens mais interessantes eram a Rhaenys e a Alicent.
Sinceramente, ainda bem que todo mundo se mata daqui até o fim da história. O melhor episódio para mim foi o da morte da criança porque gosto da atuação da atriz que faz Helaena.
Gostei muito até por volta da metade, depois disso, não mantém o mesmo nível. A atuação do Jake foi impecável e eu não esperava menos dele. Os destaques em atuação realmente são ele, a vulgo morta que aparece em todos os episódios e o Peter Sarsgaarde (Tommy Molto). Também gostei das cenas de psicoterapia. Sou suspeita para falar por ser psicóloga, mas acredito que dá uma profundidade ao personagem. Concordo que poderia ter tido menos episódios, pois se torna um tanto maçante a espera por um desfecho.
Sinceramente, não entendi muito o que o autor queria que a esposa significasse. A princípio, pensei que ela representaria a luta por manter a família. Porém, a gente vê que ela percebe, inclusive na psicoterapia, que não precisa sustentar aquele relacionamento. Mas ela continua ali e também não abordam mais o sofrimento dela. Uma atriz melhor teria se sobressaído com essa personagem, O que me deixava puta era ver o Rusty maltratando a família com o que fez e não seguir em busca de redenção, mas isso fica explicado no fim porque ele achava que já estava alcançando essa redenção encobrindo o culpado da família. Achei meio nada a ver a filha ter matado sozinha. Cheguei a pensar que fosse o filho e isso faria mais sentido, ou os dois juntos. Além disso, a ladainha do Rusty para o júri não me convenceria. Era totalmente plausível que os colegas duvidassem dele porque ele estava realmente encobrindo fatos.
Invasão (1ª Temporada)
3.2 84 Assista AgoraEu não conhecia até ver que saiu a temporada atual.
Gostei do ritmo da série e acho inteligente revelar a trama aos poucos. Inclusive, sinto que a série engrena entre o 4º e o 5º episódio. A princípio, a fotografia e a fórmula do enredo me lembram muito The Arrival, mas o enredo é bem diferente ao longo do desenvolvimento. Sou muito adepta a histórias com vários protagonistas, acho que permite explorar muito dos atores e da personalidade que cada um representa. Meus personagens favoritos são o Caspar e a Jam - adoro um amor adolescente (kkkk). Por outro lado, gosto também da profundidade dos dramas familiares que vemos em outros protagonistas, como o Trevante e a esposa, e a Aneesha com o Ahmed (ódio desse macho). Na verdade, não tenho do que reclamar com o que cada núcleo de protagonismo aborda - as dimensões da relação da Mitsuki e da Murai são lindas quando correlacionadas ao distanciamento literal que elas experimentam.
Foi um grata surpresa para mim. Estou adorando e recomendo muito, em especial a quem gosta de sci-fi. Em geral, acho que a Apple TV se sai bem nas produções, pois amo Foundation.
Haikyuu!! (1ª Temporada)
4.5 50 Assista AgoraSou amante de animes há cerca de 7 anos, isto é, me apaixonei depois de adulta. Sempre achei que não iria curtir materiais esportivos, mas olha o quanto eu estava enganada! kkk
Amei Haikyuu de uma forma que nem sei explicar, fiquei totalmente viciada. A qualidade da animação é ótima, o que é muito importante para a obra que trabalha esporte.
Se for para apontar algo falho, considero que explora pouco o crescimento dos personagens para além das limitações físicas/técnicas. Na segunda temporada isso é mais explorado, ainda assim, considero falho. Minha próxima tentativa será Kuroko no Basket.
Se A Vida Te Der Tangerinas...
4.6 57 Assista AgoraA primeira coisa que pensei ao concluir esse drama foi: se fosse uma obra norte-americana, seria considerada conteúdo cult obrigatório no futuro.
Não vou dizer que tecnicamente não tem falhas. Só quero dizer que esse k-drama é fiel ao seu propósito e isso é difícil de alcançar em 16 episódios sem perder o objetivo.
Desde o primeiro episódio fiquei maravilhada com as camadas que essa produção se propôs a trabalhar. Não é somente sobre um casal, é sobre toda uma família e as dores vividas. É sobre a realidade de perdas, erros, acertos, crescimentos e arrependimentos com uma boa dose de cultura sul-coreana. Aliás, dou uma salva de palmas para o quanto a cultura sul-coreana foi valorizada e bem articulada nessa série.
Eu realmente me emocionei em cada episódio por motivos diferentes. Não foi simplesmente porque a história era fofa e o casal teve dificuldades, foi porque aquelas dificuldades eram passíveis de serem reais. Nós vemos uma família vivenciar dores distintas e igualmente válidas em todas as etapas da vida. Senti aspectos transgeracionais do sofrimento sobre ser mulher como algo que atravessa culturas.
Os protagonistas não vencem em tudo, eles são tão reais que dói. Dói justamente pela facilidade de se identificar com o que acontece ali. Além disso, os filhos deles também não vencem em tudo. Ninguém vence em tudo ou alcança todos os sonhos. Essa é a beleza de assistir a um material que se propõe a ser tão próximo da nossa realidade e, por isso mesmo, tão bonito.
As atuações foram maravilhosas e, cabe ressaltar, que o drama coreano segue características caricatas que podem ser estranhas para iniciantes. Já sou acostumada com isso em outros dramas, então consigo ver a dedicação para além das caras e bocas. Quero elogiar em especial as atuações de IU e Park Bo Gum. Eles também formaram o casal mais convincente porque se aproximaram no que diz respeito ao nível técnico.
Sinceramente, não sei se eu conseguiria assistir novamente devido ao peso emocional. Cada reflexão me fez pensar muito sobre mim e minha família. É a mesma coisa que sinto ao assistir This is Us. Se a qualidade da arte é medida pelo impacto que ela causa naqueles que a consomem, considero essa obra arte de alto nível. E minha opinião não faz comparação estritamente com outros k-dramas.
Grande acerto da Netflix. Recomendo!
O Eternauta (1ª Temporada)
3.7 165 Assista AgoraAcho a premissa genial. Nunca li a HQ, mas fiquei com vontade de conferir porque acredito que deve ser fantástica, principalmente se pesarmos o caráter crítico para a época. Se é sci-fi, eu estarei lá kkk
Sobre a série, eu fiquei mais empolgada nos dois primeiros episódios. Senti falta de algo que fosse chamariz daí em diante. O mistério é bom e não faz suspense exagerado, os sinais estão sempre lá para indicar algo. Conseguiu me prender para assistir todos os episódios, pois também gosto dessa narrativa não-linear e em cortes. Em alguns momentos até me lembra The Arrival, embora a perspectiva temporal tenha outro sentido para o Juan. Ultimamente tenho consumido materiais latino-americanos e estou gostando do que vejo.
Sinceramente, sinto que falta algo, não sei dizer o quê exatamente. Não é sobre ação, porque isso até tem. Talvez a segunda temporada feche essa lacuna para mim. Recomendo a série.
Invencível (3ª Temporada)
4.1 123 Assista AgoraConsigo ver uma evolução da série na qualidade da animação, do enredo e das lutas.
O ultimo episódio dessa temporada é de tirar o fôlego!
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraDei um tempo antes de vir comentar sobre essa temporada.
Esteticamente? Linda e sempre coerente. A fotografia dessa série é tudo pra mim.
No quesito atuação, brilharam o Trammel Tillman e o John Turturro.
Concordo que alguns episódios foram maçantes e estenderam o ar de mistério por tempo demais. Dificultou manter o ritmo que tentaram seguir desde o fim da 1ª temporada.
No que concerne à season finale, eu gostei. Por quê? Acho que faz sentido a rebeldia dos innies e agrega valor aos personagens. Para mim, eles são como adolescentes com identidades em formação. A própria maneira como eles veem o mundo diz dessa posição rebelde e influenciável. De qualquer forma, gosto mais dos innies do que dos outies.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraComentando agora, mas assisti tem um bom tempo.
Só quero ressaltar que o que salva essa temporada é Beyond the Sea e a atuação do Aaron Paul ❤️.
Não achei o final ruim, porque, diferente do que algumas pessoas disseram, eu imaginei justamente que o Cliff seria deixado no espaço enquanto o outro tomava o seu lugar na família. Para mim, foi o contrário da expectativa, então me surpreendeu.
É um tremendo episódio que me faz esquecer os outros que foram isso mesmo: esquecíveis.
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 333 Assista AgoraO retorno de Black Mirror nesta temporada, depois da decepção que foi a 6ª (com exceção de Beyond the Sea).
Common People foi um retorno magistral 🤌🏼, pois traz o conceito de Black Mirror em toda a sua essência. Depois desse, meu favorito foi Eulogy. Esse episódio carrega tantas camadas para se falar sobre luto, uma lindeza.
Ainda bem que estão salvando essa série 🤧.
Bargain
3.4 8 Assista AgoraUm produção coreana que merece atenção. Tem boas atuações e roteiro instigante.
Gostei da premissa que gira em torno da quebra dos valores morais do início ao fim, bem como da quebra de expectativas. Além disso, o título "Barganha" não é à toa e também acompanha todo o enredo. O cenário pós-apocalíptico é um adendo que se mistura à humanidade distorcida que é apresentada.
Valeria muito a pena uma segunda temporada se conseguissem manter o nível.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraPerfeita no que se propõe! Um trabalho incrível com atuações impecáveis. Owen Cooper promete muito como ator.
Para quem está procurando uma série de investigação, não recomendo. O intuito não é pura e simplesmente abordar um crime, mas ir além, sobre determinantes psicológicos, sociais e culturais. Achei a premissa genial e inovadora, pois o crime é só um chamariz.
Meu episódio favorito foi o 3º, mas o 4º é visceral. Fiquei surpresa ao saber que todos os episódios foram tomadas únicas e isso me fez admirar mais a produção.
O Caso Asunta
3.2 47 Assista AgoraA obra em si é boa. A construção da acusação é que parece desleixada, não vou mentir.
O tempo todo vão surgindo provas, ao passo que acabam sendo contraditórias ou ineficientes. Fica óbvio que se usou da manipulação da mídia para condenar o casal. Veja bem, eu acho que eles são culpados. O problema é que parece não ter tido uma boa investigação.
A coisa mais absurda foi o sêmen de um terceiro aparecer por possível contaminação de provas. O que é isso? Um circo? Enfim... Isso não compromete a qualidade da obra porque expressa o caos que foi essa investigação.
Assumo que gostei de assistir e os episódios prendem a atenção satisfatoriamente. A atuação do casal é boa. Esperei muito que o Alfonso falasse algo nos 45m do segundo tempo, mas não rolou.
Em Defesa de Jacob
4.0 248 Assista AgoraOlha, foi uma boa surpresa ver o caráter criminalista/investigativo se estender para outros aspectos. Achei interessante a ambivalência da Laurie, porque é muito real e possível de acontecer. Foi a primeira vez que vi uma mãe sofrendo tanto com as dúvidas sobre o filho, quando geralmente elas defendem a inocência sem pestanejar.
Mas, para mim, fica óbvio que ela queria acreditar mais na culpa do Jacob do que na inocência. Foi só acontecer de o menino ser apontado como suspeito de um assassinato (sei que não é algo simples) que ela começa a juntar peças que apontam para um perfil violento dele, coisa que até então ela não parecia fazer alarde ou mesmo ter se detido a uma reflexão. Ao ver esse sofrimento dela, meu pensamento sempre foi: quando se está convencido de algo, você verá evidência que aponta para isso em todo lugar. Se esse menino era tão violento e problemático, porque ela não buscou ajuda para ele? É como se só agora fosse importante. Ela nunca acreditou na inocência do Jacob. Ponto. Se ela tivesse mais convencida da inocência dele, iria olhar apenas para o que convinha, como o Andy fez muitas vezes.
Vi um comentário de que no livro é nítido que o Jacob é culpado, mas acho que a série realmente não quis focar nisso. Se você prestar atenção, vai perceber que, ao longo da história, o foco não é mais a culpa ou a inocência dele, e sim o que está acontecendo nessa família. Esse pano de fundo sempre vai estar lá, no entanto, você se pega esperando para ver o que vai acontecer para além disso.
É tanto que a série termina sem se preocupar de elucidar o culpado, porque não é a mensagem dela. Pode ser que a mensagem não foi totalmente explicitada para alguns, só que eu entendo que gira em torno do quanto nós mesmos construímos a imagem do outro baseado no que acreditamos/queremos. Jacob se faz de inocente e jamais assumiria o contrário aos pais, ainda que não fosse, já que ele tem um papel de bom filho a cumprir - ele nunca falou das preferências pornográficas ou do conto do assassinato que escreveu, como se fosse pior assumir isso aos pais do que ser condenado. Andy vai sempre defender/acreditar na família perfeita do seu desejo, que inclui um filho perfeito e uma esposa perfeita (vide a defesa dele de que o acidente de carro não foi intencional). Laurie se vê com o ideal familiar rompido, um esposo sobre o qual não conhece seu passado e um filho que não conhece. Ela é a peça mais frágil desse teatro, porque nunca suportou ver mais do que lhe mostravam e, quando mostram, toda a encenação se desmonta.
Achei a atuação do Chris Evans ok, não é excelente. Ele faz uma cara de coitado na maior parte do tempo. Dos demais, tem uma qualidade que sustenta bem a trama. Dou destaque para o ator que faz o Jacob.
Vinagre de Maçã
3.5 56 Assista AgoraPara quem é da área oncológica, essa série é fantástica! Acho que até para quem atravessou um adoecimento oncológico como paciente ou como familiar também vai ser.
Na minha visão, o intuito da série é abordar a fragilidade de quem adoece e como existem pessoas prontas para se aproveitar disso. O pano de fundo é a vida da Belle, mas a história mais importante é a da Milla.
Não tem problema ter medo, sofrer, pensar em buscar outras alternativas se a realidade é difícil demais de encarar. A gente só não tem como fugir, é preciso encarar do jeito que você conseguir. No fim, como diz o próprio Hek, não temos como fugir da desgraça do ser humano. Adoecer e encarar a finitude faz parte do processo de ser humano e não tem panaceia que nos livre disso. Certa feita, eu ouvi uma frase que faz muito sentido aqui e é mais ou menos assim: "se prometem um resultado que só Deus pode realizar, desconfie˜.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraO que interessa nessa obra é você vivenciar a história dos internos. Chega um ponto em que eles estão num movimento de descobertas, rebeldia e desejo de revolução. Eventualmente, você vai desejar respostas, mas não as terá, porque o propósito é saber tanto quanto eles sabem e seguir o ritmo de descoberta. Se você conseguiu captar isso, vai sentir o quanto é prazeroso chegar na season finale. Do contrário, realmente será maçante. Particularmente, gosto de obras que não se esforçam para dar respostas e nos permitem fantasiar.
Além disso, a alegoria de que os internos iniciam como crianças em desenvolvimento me parece muito justa. Já consigo vê-los adolescentes kkk
A estética dessa obra ó 🤌🏼, é tão limpa que as cores dizem muito e eu recomendo prestar atenção em qualquer mudança.
Round 6 (2ª Temporada)
3.5 417 Assista AgoraGostei. Não esperava muitos elementos novos, até porque sabemos que nem era para ter continuação. Mas achei bem feita e dou destaque para as atuações que achei superiores nessa temporada. Meu episódio favorito foi o do jogo socializar, considero absolute cinema. Vale a pena assistir e aguardo a 3a temporada.
Cem Anos de Solidão (Parte 1)
4.5 124 Assista AgoraEu gritei adaptação e o eco foi ACLAMAÇÃO! Que acerto, Netflix! Eu tinha muita expectativa, porque o livro do Gabo é uma das coisas mais maravilhosas que li na vida. A série está perfeita de tão fiel, acho que é a adaptação mais fiel que já vi até hoje. Foi maravilhoso ver cada cena em movimento e saber que ainda tem mais 😍.
As atuações estão ótimas, a fotografia linda e é tão gostoso ouvir em espanhol. Estou emocionada com essa produção 🤧.
The Trunk
3.5 20 Assista AgoraFiquei impressionada com a qualidade dessa obra. A fotografia, a trilha sonora (maravilhosa) e as atuações foram muito boas. Se você quer uma produção coreana que foge das fantasias românticas e aborda o relacionamento amoroso mais próximo do real, pode apostar nessa minissérie.
Os episódios iniciais têm uma tensão interessante e são muito desconfortáveis, o que diz da qualidade da atuação do quarteto. Gong Yoo realmente brilha. Sem episódios desnecessários, com uma narrativa não-linear (sou suspeita para falar porque adoro rs') e um excelente final. Adorei!
Cenas de um Casamento
4.2 204 Assista AgoraPrimeiramente, QUE ATUAÇÃO A DESSE CASAL! Eu sempre gostei de dramas familiares, seja lá qual for o laço familiar, e, sendo de casal, tenho muita expectativa. Toda a expectativa que eu tinha foi suprida e superada.
Essa série é tão verossímil à realidade que dói. Arrisco dizer que o episódio que mais vai doer depende do que você já viveu em um relacionamento. Para mim, o que mais doeu foi o segundo. É uma obra de tanta densidade que às vezes dá vontade de pausar para tentar processar um pouco antes de continuar, Tem muitos diálogos e ruminações.
Gente, o que a uma análise/psicoterapia faria por esse casal não tem tempo que supere. A Mira precisava muito e, no fim, quem procurou foi o Jonathan.
Eu tive tanta raiva da Mira se fazendo de coitada. Queria matar. Ela fez o que quis, tentou justificar e ainda queria confundir o coitado do Jonathan quando as coisas começaram a ruir com o Poli. Só no quinto episódio ela teve o insight de que não serve para se relacionar de forma monogâmica com alguém. E quero trazer a fala do Poli de que gostaria de não tê-la conhecido 🤡, só para ressaltar que ela é quem não sabia o que queria. Daí, o idiota do Jonathan também está traindo a atual esposa porque ele que não sabe mais o que quer. Gostaria que ele relembrasse o que ele mesmo disse no quarto episódio sobre ser pai e não necessariamente estar envolvido romanticamente com a mãe da criança.
Meu conselho da vez é: se você não sabe o que quer, não confunda quem sabe.
Ozark (4ª Temporada)
4.2 292 Assista AgoraGostei muito da série enquanto conjunto. Comecei a assistir porque associaram ela a Breaking Bad e foi uma surpresa boa. Vou fazer um resumão de impressões aqui.
É interessante como a gente começa achando a Wendy uma cachorra e termina pensando o mesmo KKKK
Tem muitas explicações ao longo das temporadas, mas é nítido como ela não tem intenção de melhorar e nunca buscou ajuda. O mesmo vale para o Marty, ele não é uma vítima da Wendy como tentam dar a entender às vezes, ele está com ela porque quer! Gosto dessa dimensão real dos personagens e dos diálogos do casal falando sobre seus problemas. Na minha percepção, essa série é sobre o quanto tudo é corruptível e as pessoas estão no topo da lista.
Um dos meus personagens favoritos é o Jonah, pois a construção dele é boa do início ao fim. A Charlotte não é memorável. Ressalto a atuação do Tom Pelphrey (Ben) como muito significativa para mim. Representar uma pessoa com transtorno mental é algo que admiro muito e acho que ele cumpriu bem o papel. Além disso, uma das cenas mais marcantes de toda a série para mim é o prelúdio da morte do Ben que só aparece na 4a temporada, me emocionei.
A Ruth é um excelente personagem, ela adiciona tempero ao enredo.
Se você quiser saber, eu achei a morte dela necessária depois do que ela fez. Não fazia sentido na minha cabeça a Ruth terminar bem, porque apenas os Byrdes se safam nessa história. Essa é a regra tácita. Como bem disse a Darlene, eles são uma doença para quem se aproxima deles.
Sobre o fim da série, eu gostei e achei que fez jus ao que foi mostrado em todas as temporadas. Adorei a última cena, foi sensacional ver o sorrisinho de orgulho na cara dos pais Byrdes para o Jonah...
Entre Estranhos
4.0 125 Assista AgoraUma abertura de tirar o fôlego, belíssima! 🤌🏼
Gostei das atuações do Tom e da Amanda. Acho o Tom um bom ator, sim. Ele está ótimo no filme O Diabo de Cada Dia, por exemplo.
Só não dou mais estrelas porque acho que a série não sustentou a qualidade. Apesar de que o drama familiar foi muito bem explorado, achei morna a etapa de preparação e o julgamento.
Sweet Home (3ª Temporada)
3.3 14 Assista AgoraA T2 já não foi lá muito boa, mas a terceira foi difícil de prosseguir. Não vou mentir, continuei pelo Song Kang e
queria ver algum romance entre ele e a menina lá, mas só me iludi mesmo.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 345 Assista AgoraEstá difícil acompanhar. Eu rezo para não chegar nas cenas do Daemon porque são chatas. Entendo o desenvolvimento do personagem ali, mas está chato.
Rhaenyra, em você não brilha. Esperei uma atuação de rainha digna de Daenerys e me deram uma cópia barata da Cersei com seus bastardos. As personagens mais interessantes eram a Rhaenys e a Alicent.
Sinceramente, ainda bem que todo mundo se mata daqui até o fim da história. O melhor episódio para mim foi o da morte da criança porque gosto da atuação da atriz que faz Helaena.
A Casa do Dragão (1ª Temporada)
4.1 728 Assista AgoraConcordo com outros comentários que dizem que a atriz da Rhaenyra jovem é muito superior. A primeira temporada foi melhor, a segunda está sofrível.
Acima de Qualquer Suspeita (1ª Temporada)
3.8 154 Assista AgoraGostei muito até por volta da metade, depois disso, não mantém o mesmo nível. A atuação do Jake foi impecável e eu não esperava menos dele. Os destaques em atuação realmente são ele, a vulgo morta que aparece em todos os episódios e o Peter Sarsgaarde (Tommy Molto).
Também gostei das cenas de psicoterapia. Sou suspeita para falar por ser psicóloga, mas acredito que dá uma profundidade ao personagem. Concordo que poderia ter tido menos episódios, pois se torna um tanto maçante a espera por um desfecho.
Sinceramente, não entendi muito o que o autor queria que a esposa significasse. A princípio, pensei que ela representaria a luta por manter a família. Porém, a gente vê que ela percebe, inclusive na psicoterapia, que não precisa sustentar aquele relacionamento. Mas ela continua ali e também não abordam mais o sofrimento dela. Uma atriz melhor teria se sobressaído com essa personagem, O que me deixava puta era ver o Rusty maltratando a família com o que fez e não seguir em busca de redenção, mas isso fica explicado no fim porque ele achava que já estava alcançando essa redenção encobrindo o culpado da família.
Achei meio nada a ver a filha ter matado sozinha. Cheguei a pensar que fosse o filho e isso faria mais sentido, ou os dois juntos. Além disso, a ladainha do Rusty para o júri não me convenceria. Era totalmente plausível que os colegas duvidassem dele porque ele estava realmente encobrindo fatos.